História True Colors - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~nashtogirl

Exibições 11
Palavras 2.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


É uma história um pouco deferente.
Com alguns youtubers brasileiros, como podem perceber. Não coloquei todos que vão aparecer no decorrer da estória, apenas o Lukas Marques e o Cellbit, porque eles são os principais.
Nenhum deles me pertencem, mas as suas personalidades nessa história sim.
Vou tentar fazer parecer o mais real possível, então, irei colocar diálogos dos vídeos, dos dailys e snapchats, que eu achar por aí.
A sinopse é a música True Colors do Justin T. com a Anna Kendrick e o nome de cada capítulo vai ser uma cor.
Eu pesquisei o significado das cores, e cada significado vai ser referente ao sentimento da personagem principal, ou de quem estiver narrando, em cada capítulo. E eu irei por o significado da cor nos capítulo.
Maria Fernanda: Candice Accola;
Maria Gabriela: Sabrina Carpenter.
A foto do capítulo, vai ser apenas para interpretar o nome do capítulo.
É isso, boa leitura :)

Capítulo 1 - Amarelo


Fanfic / Fanfiction True Colors - Capítulo 1 - Amarelo

A cor amarela significa luz, calor, descontração, otimismo e alegria.

amarelo simboliza o sol, o verão, a prosperidade e a felicidade.

 

Sair de Porto Alegre e ir morar em Osasco com minha irmã, que eu não tinha notícias desde 2013, não me parecia uma boa ideia, mas era a única opção depois de ter sido praticamente expulsa de casa por meus pais e já estar no “apertamento” de minha prima a quase uma semana.

Isso quer dizer que nas próximas 16 horas eu vou sair de Porto Alegre, passar por algumas lanchonetes no meio do caminho – já que eu iria com meu tão amado Opala, que meu avô havia deixado de herança para meu pai e o mesmo decidiu dar-me quando completei meus 18 anos, e como eu iria levar todos os meus pertences, não iria comprar mais malas para não ter excesso de bagagem e deixar minha relíquia aqui – e gravar o daily vlog. Ou eu poderia gravar um mini diário de viagem, e postar em meu canal principal, “Gaúcha”, mas isso era algo que eu iria pensar apenas depois de chegar no apartamento de minha irmã me ter umas boas horas de sono, e depois de editar o vídeo, claro.

“-Chegamos, chegamos eu e... eu, como podemos ver, em Carapicuíba. –Ergo minha câmera para a entrada da cidade, onde dizia “Bem-vinda a Carapicuíba” –Isso que dizer que dentro de 20-barra-30 minutos eu estou chegando em Osasco, a terra dos youtubers, onde eu, Maria, irei infernizar os ídolos de vocês, principalmente os que trabalham em dupla. Sabem como é. –Sorrio e pisco.

Ainda gravando, pego meu celular e ligo para Ana, com quem eu havia falado há meia hora. Logo que a mesma atende, coloco no viva-voz.

-Já chegou? –Pergunta.

-Oi, eu estou bem, obrigada por perguntar. Não sofri nenhum acidente nos últimos 1.800 segundos. –Respondo.

-Cruzes, Gabriela, vira essa boca pra lá. –Rio.

Ah, sim, devo acrescentar que meu nome é Maria Gabriela, mas Ana sempre me chamou de Gabriela, porque ela também é Maria, Maria Fabiana, e eu a chamo de Ana pelo mesmo motivo, até porque ela odeia ser chamada de Fabi –barra –Fabiana. E ainda tem nossa mãe, que se chama Maria das Graças. Coisas de família, ninguém entende.

Trinta e sete minutos e oito segundos depois de finalizar minha ligação, eu já estava na entrada de Osasco esperando Ana chegar para me levar até sua casa.

Se eu estava nervosa? Um pouco. Era uma cidade nova, uma casa nova, com minha irmã, e devo dizer que eu já tinha alguns conhecidos por ali, mesmo vendo-os pessoalmente apenas umas duas vezes, mas, ainda era uma cidade nova, em uma casa nova, e isso era o que mais me assustava.

Logo um HB20 passou por mim buzinando, e eu sabia que era Ana, então liguei meu Opala e segui a mesma.

Chegando a frente ao seu apartamento, Ana estacionou seu carro em uma das vagas que tinham na frente, e eu estacionei ao seu lado. Pego minha câmera e começo a gravar novamente.

-Olá, Osasco! –Quase grito, e uma senhora que passava por ali me olha estranho. –Bom, acabei de chegar. Para quem não sabe, aquela é minha irmã Ana. –Aponto a câmera para a loira ao meu lado. –Diz oi Ana.

-Oi, Ana. –Responde. –Abre o porta-malas aqui, Gabriela.

-Você vai dar duas impressões erradas para os meus gaúchos. –Digo, indo a sua direção e abrindo o porta-malas, para que minha escrava começasse a carregar minhas coisas. Mentira, Ana tirou duas malas, me alcançou uma e carregou a outra. –Isso, me entrega a mais pesada, deixe sua pobre irmã carregar tudo sozinha. –Ana bufa e entra. Sigo-a.

-Primeiramente, de pobre você não tem nada, a pobre aqui sou eu. –Ergue um dedo, enquanto aperta o botão do elevador. –Segundamente. –Ergue outro dedo. –As coisas são suas, então se ferra sozinha. –Sorri meiga.

-Ela me ama como vocês podem ver aqui nesse exato momento. –Digo para a câmera.

-E terceiramente. –Limpa a garganta, entra no elevador, que era enorme. Eu poderia morar ali, se tivesse uma cama. –Quais as duas impressões erradas que os seus fãs terão sobre sua querida irmã? –Pergunta, e aperta o botão do que seria a cobertura.

-Eu nem lembro mais. –Digo, dobrando um pouco o pescoço, e Ana gargalha.

-Essa é a minha irmã, meu povo.

-Você mora na cobertura? –Pergunto. Minha irmã assente. –Depois eu que sou a pobre.

Desligo a câmera, e cerca de dois minutos depois, chegamos na cobertura e, uou, era grande. Ana me direciona ao meu novo quarto, onde largamos as duas malas e descemos ao estacionamento para pegar o resto das minhas coisas. O quarto era grande, aconchegante e tinha espaço suficiente para por as minhas coisas e montar o meu cantinho, onde eu gravava meus vídeos.

-Eu vou me deitar um pouco. –Digo a Ana, quando a mesma me pergunta o que eu iria querer fazer, após terminarmos de arrumar o quarto.

Eu podia ter tirados algumas fotos e ter postado nas minhas redes sociais, mas queria fazer uma surpresa, tanto para os meus seguidores, quanto para os meus amigos, principalmente os que moravam em Osasco. E sim, eu estou falando de Luas Marques, Daniel Molo, Julio Cocielo e todos os outros que moram nessa região. Eu conhecia muita gente.

Cerca de quatro horas depois, lá por umas 17:00 horas, eu acordo com Ana batendo duas tampas de panela na porta de meu quarto.

-Você não vai me acordar sempre assim, né? –Pergunto, quando abro a porta e vejo Ana sorrindo.

-Claro que não. –Sorri mais ainda, e volta a falar. –Eu andei assistindo uns vídeos seus, quando ficou decidido que você viria para cá. Eu posso intercalar entre panelas, água, até comprei um apito.

-Você não fez isso. –Digo rindo.

-Foi a melhor maneira que eu achei de recepcionar minha querida irmã. –Vai em direção a sala. –Porque nós não mantivemos contato todo esse tempo, hein? Eu iria ter ideias geniais para acordar meus amigos quando eles dormirem aqui.

-Deve ser porque você e a dona Graça brigaram e eu fiquei do lado dela, por influência. –Dou de ombros.

-É. –Fica sem palavras, e senta-se no sofá. Sento ao seu lado e a encaro, sem saber o eu falar também. Ana estava com uma cara de quem estava tentando se lembrar de algo. –Ah, os vizinhos estiveram aqui, para lhe dar “boas vindas”.

-Política de boa vizinhança? –Pergunto.

-Não exatamente, eles te conhecem. –Dá de ombros.

-Fãs? –Pergunto.

-Acho que não. –Responde. –Ninguém sabe que você veio pra cá ainda. Os vizinhos sabem, porque eles são meus amigos. Mas não quem é você, só que minha irmã vinha para cá.

 -Okay. Vou tomar um banho, e depois vou editar o vídeo e postar.

Isso mesmo, eu editava meus próprios vídeos. Fiz dois cursos para poder fazer isso. E eles ficavam maravilhosos.

Após tomar banho e terminar de editar o vídeo, que eu decidi que seria um mini diário de viagem, decidi dar uma volta na quadra e passar nos vizinhos que tinham vindo aqui antes para me dar as boas vindas. Tomara que sejam pessoas legais e que me aceitem quando eu bater lá e dizer “Oi, sou a irmã da Ana, que mora aqui do lado. Vocês foram lá antes, mas eu estava ocupada, então quis passar aqui, mas isso não acontece sempre, porque fora quando estou em algum evento, ou na frente da minha câmera, eu sou uma pessoa super tímida, então... Oi e tchau”.

-Bom. Como eu disse para Ana, vou passar na casa dos vizinhos para dar oi, mas, gaúchos, vocês sabem como eu sou né? Oi, tudo bem? Tchau. –Passo em frente ao portão da casa de minha irmã, após dar a segunda volta no quarteirão, e vou em direção ao próximo portão, que pela explicação de Ana, era a casa onde os donos das vozes masculinas que eu escutei e que minha mente dizia conhecer, moravam. –Gente, eu juro para vocês, mas eu acho que conheço esse portão, seria muita coincidência, e fica no ar quem eu acho que mora aqui, mas vamos lá. –Toco a campainha. E nada. Toco uma segunda vez.

-Já vai! –Escuto alguém gritar, e então eu tinha a certeza de quem morava ali. Arqueei a sobrancelha para a câmera e sorri sacana. Comecei a tocar a campainha de novo, e dessa vez foi sem pausa.

-EU DISSE QUE JÁ VAI, CAR... –E eu tinha razão minha gente, Lukas Marques abre o portão para mim, e perde a fala.

-Então gente, essa é a casa dos você sabia. –Digo entrando no pátio, mesmo sem ser convidada. –E esse é o Lukas –Aponto para o mesmo, que estava estático –Sem palavras porque ele não imaginava que era euzinha tocando a campainha. –Sorrio

-Caralho! GABS! –Lukas grita, e me abraça. –Sua louca, o que você tá fazendo aqui?

-Digamos que... SURPRESA! –Grito em seu ouvido. O guri odiava isso.

-Viada. –Reclama. –Fiquei surdo agora. Vem, não tem tapete vermelho, é casa humilde, mas entra aí. –Diz passando seu braço em volta do meu pescoço, e me puxando para dentro da casa, que mais parecia uma mansão.

-Vocês estão vendo a casa humilde, né gente?! –Digo para a câmera e gravo toda a casa. Era tão aconchegante que eu podia morar ali, se não morasse na casa do lado.

-É, na humildade. –Lukas diz, daquele jeito bem Lukas. –A galera tá lá na piscina, vão borrar as calças quando te ver.

-Nossa Lukas. Obrigada pelo elogio. –Brinco. –Viram gaúchos? É isso que eu ganho vindo morar em São Paulo.

-Então, fica aí, e logo entra. –Lukas explica, e eu assinto. Lukas passa pela porta, e pelo espaço pude ver Molos na piscina, com Rafa, e Leo estava sentado na beirada da piscina. –Caras, fechem os olhinhos, que tenho uma surpresa para vocês.

-Que gaysisse, cara. –Leo diz, mas fecha os olhos. Daniel e Rafa fazem o mesmo, então Lukas acena para eu vir, e então tive uma ideia. Abro a porta sem fazer barulho, pisco para a câmera e largo ela no chão.

-GERONIMO! –Grito e pulo na piscina, molhando todos. –OLÁ NÃO-GAÚCHOS! –Grito, ao voltar a superfície, e vejo os três tendo a mesma reação.

-Caraca, o que você está fazendo aqui? –Dani pergunta, vindo me abraçar, e eu grito surpresa em seu ouvido da mesma forma que fiz com Lukas, que estava sentado na borda da piscina, e gargalha o ouvir meu grito. –Sua...

-Ela fez a mesma coisa comigo. –Luas diz. –Mas agora sério como você chegou aqui? –Pergunta, apontando minha câmera em minha direção.

-Paris é a cidade do amor; Nova York é a cidade que nunca dorme e Osasco é a cidade dos youtubers. Aí eu escolhi Osasco. –Pisco. –Sou a nova vizinha de vocês. –Digo, apontando para o topo do prédio ao lado da casa.

-Você é a irmã da Fabi? –Rafa pergunta.

-Fabi? –Arqueio as sobrancelhas. –AH, a Ana, sou.

-Nós nunca íamos ligar que vocês duas eram irmãs. –Lukas diz. –Então a rainha do youtube brasileiro é nossa vizinha? Já posso tweetar isso? –Pergunta.

-Não faça isso. –Respondo rápido, saindo da piscina e sentando-me ao seu lado. –Pretendo postar um vídeo mais tarde, ninguém sabe ainda.

-É, né. –Leo faz bico.

-Fica assim não, Leozinho. –Digo e faço coração com as mãos para o mesmo. –Então, como vocês conhecem minha irmã? –Pergunto.

-Digamos que... Você vai ser titia. –Rafa diz.

-E o Molos vai ser papai. –Lukas diz, e tudo o que eu faço é abrir a boca em um perfeito “O”.

Porque eu não sabia disso?

Quer dizer, que o Dani ia ser pai eu já sabia, ele deixou isso bem claro nas redes sociais, mas nunca mostrou a cara da namorada.

-Seu italianinho. –Bato meu pé na água, fazendo com que o molho, não fazendo muita diferença de seu estado. –Você engravidou minha irmãzinha!

-Gabe, ela é mais velha que você. –Responde ele, estranhando minha atitude.

-Eu sei, mas... EU VOU SER TIA!


Notas Finais


e então? devo continuar?


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