História True love never die - Capítulo 13


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Categorias Originais
Tags Adultério, Drama, Lesbicas, Revelaçoes, Romance, Sexo
Exibições 127
Palavras 925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Amoresss, eu estou com um probleminha no meu word e não estou conseguindo abrir os textos para postar aqui... Não sei mais o que fazer, já tenho quase 30 capítulos mas não consigo mexer nos arquivos... Não sei o que fazer para resolver esse problema, mas assim que eu resolver volto a postar com mais frequência...
Boa leitura!!

Capítulo 13 - ''A outra mamãe''


Fanfic / Fanfiction True love never die - Capítulo 13 - ''A outra mamãe''

POV SARAH

Segunda-feira de manhã...


Mensagem de Baby: Você me deixou louca ontem!
Mensagem de Sarah: Desculpinha!
Mensagem de Baby: Quando você pretende terminar o serviço que começou ontem? 
Mensagem de Sarah: Quando você quiser
Mensagem de Baby: Hoje? 
Mensagem de Sarah: Vem aqui em casa depois do almoço...
Mensagem de Baby: Não precisa nem pedir, estarei aí 


Como prometido, logo depois do almoço Baby tocou a campainha. Júlia ficou eufórica quando a viu! Nós duas não escondíamos nosso amor na frente da Júlia. Além de minha filha ser muito nova e não entender direito a diferença de uma amizade e de um namoro, ela também ficava feliz em nos ver próximas. Júlia brincava no chão enquanto eu e Barbara ficamos sentadas no sofá entre beijos e carícias, claro que também não abusamos na frente da Júlia, não passamos dos limites.


Júlia: Mamãe!
Sarah: Oi meu amor! -ela veio até nós. 
Júlia: não você! A outra mamãe! 


Paralisamos. Eu não sabia se o certo a fazer era tirar aquela fantasia da cabeça da minha filha ou se eu concordava com ela pois aquilo não estava longe de acontecer. Barbara me olhou, eu sabia que ela estava com medo da minha reação ao ouvir minha filha a chamando de mãe. Ela estava na mesma situação que eu, não sabia se concordava ou se discordava. Falei baixinho no ouvido da Barbara...


Sarah: tá tudo bem! Ela é sua também! 
Barbara: oh meu amor, eu não sou sua mamãe! 
Júlia: mas eu "quelo" que você seja! 
Sarah: talvez o papai fique chateado se você chamar a Baby de mamãe. 
Júlia: você fica chateada mamãe?
Sarah: não! Mas talvez o papai não entenda você e não goste... 
Júlia: mas ela é minha mamãe também! - Júlia disse de forma teimosa e começou a chorar, ela é mimada e costuma fazer "showzinho" até conseguir o que quer. 
Barbara: céus! Ver ela chorando assim corta o meu coração! Posso tentar falar com ela? 
Sarah: Boa sorte! 
Barbara foi até a Júlia e a pegou no colo. 
Barbara: meu amor, não precisa chorar! Você pode me chamar de mamãe se quiser, tá bom? 
Júlia agarrou o pescoço de Barbara e abriu seu melhor sorriso. 
Barbara: agora vai lá brincar!! 
Barbara voltou a sentar ao meu lado...
Sarah: o que você vai dizer ao Victor se ela te chamar de mamãe na frente dele? 
Barbara: ué, a verdade, que a gente tá passando muito tempo juntas e ela está apegada a mim e às vezes me chama de mamãe, mas que eu já expliquei para ela que não sou a mãe dela e disse que ela pode me chamar assim se quiser... 
Eu a beijei e disse entre os beijos:
Sarah: nossa que mulher esperta! - nós rimos e continuamos nos beijando. Júlia estava entretida brincando no tapete, mas já estava quase na hora do soninho da tarde dela.
Barbara: Acho que tem uma gatinha com sono
Sarah: Pode apostar que sim!
Barbara: Quer que eu faça ela dormir?
Sarah: Se você quiser...
Barbara selou nossos lábios, levantou do sofá, pegou Júlia e a levou para o quarto, alguns minutos depois ela voltou...
Sarah: Acho que a gente deveria começar a fazer a Júlia dormir no sofá e a gente ir para a cama! Não é justo ela ficar com uma cama de casal inteira e a gente se espremer em um sofázinho! 
Barbara: Para de ser boba! Assim é melhor, a gente fica mais juntinha, amor!
Foi a primeira vez que ela me chamou de amor, eu ainda não sabia como reagir a isso. Barbara se aproximou e sentou no meu colo de frente para mim. 
Barbara: Vai terminar o serviço de ontem? -sussurrou em meu ouvido. 


Iniciei um beijo terno, minha mão acariciava seu rosto, ela tirou sua blusa, eu desabotoei seu sutiã, abocanhei seu seio, ouvi ela gemer. Passei a ponta da língua no seu biquinho, as mãos dela agarravam meu cabelo, lambi seu pescoço e selei nossos lábios, ela afastou nosso rosto e olhou nos meus olhos. 


Barbara: Eu amo você, Sarah! 
Sarah: Eu amo você, Baby! 


Levantei do sofá com ela no colo e a deitei no tapete peludo do chão da sala, fiquei sobre ela, Barbara desabotoou meu shorts e o abaixou, ela também aproveitou para retirar minha calcinha, eu fiz a mesma coisa com ela. Comecei a acariciar sua vagina enquanto ela acariciava a minha. Barbara já estava ofegante, ela soltava alguns gemidos baixos. 


Sarah: Eu tenho uma ideia melhor! - me desprendi dela, levantei e me posicionei com a boca em sua vagina deixando a minha vagina em sua boca.
O famoso 69 nunca perde a graça. Comecei a chupá-la, era difícil manter a concentração nos movimentos que eu fazia nela enquanto sentia o toque suave de sua boca quente em minha vagina. Barbara lambia, chupava e beijava minha intimidade enquanto arranhava minha bunda e minha coxa. Eu penetrei três dedos nela enquanto continuei a chupando, ela deixou um chupão forte na parte inferior da minha coxa e voltou a chupar minha vagina. A sala inteira estava sendo tomada por gemidos, nós duas não tínhamos mais controle sobre o volume dos gemidos que estávamos emitindo. Barbara forçava seu corpo em meus dedos e apertava minha bunda forçando minha vagina em sua boca, senti seu orgasmo chegar, seu líquido escorria pela minha boca e pelas minhas mãos, chupei cada gota enquanto eu gozava na boca dela. Perdi as forças, meu corpo se desfaleceu sobre o dela, ela estava ofegante tentando se recuperar da intensidade daquele momento.
 


Notas Finais


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