História True Me - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~BumKyu

Postado
Categorias Super Junior
Personagens Cho Kyuhyun, Choi Siwon, Henry Lau, Kangin, Kim Jongwoon, Kim Kibum, Kim Youngwoon, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lee Sungmin, Park Jungsu, Shin Donghee, Yesung
Tags Dupla, Eunhae, Kyumin, Personalidade, Tdi, Yewon
Exibições 39
Palavras 2.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EAEEE PEOPLEE!!!!!!!!!!!!
Tudo beem??? Espero que siim s2222

Mais um capítulo dessa delicia aqui pra vocês
Boa leitura <3

Capítulo 14 - Capítulo 13


Fanfic / Fanfiction True Me - Capítulo 14 - Capítulo 13

Faziam cinco minutos que os olhares de DongHae e HyukJae estavam petrificados um no outro. Os corações dos jovens faltavam apenas sair pela boca, e a alegria era palpável. Ambos esperavam ansiosos por aquele encontro, e agora que estavam frente a frente, as palavras ficaram presas na garganta, e o que queriam fazer era olhar-se pela eternidade. DongHae mantinha um sorriso ingênuo no rosto, e Hyuk, um sorriso gengival adorável. Quando tentaram cessar o silêncio, atrapalharam nas falas.

— Você… — Disseram em uníssono, o que ocasionou uma grande gargalhada.

— Por favor, diga primeiro. — DongHae cedeu, encarando o rapaz à sua frente.

— Como você está? — HyukJae perguntou, uma vontade imensa de pegar as mãos do menor.

— Estou melhor, acho. Estava muito ansioso pela chegada desse encontro.

— Eu também ansiava muito para te ver, Hae. — Sorriu brincalhão. — Confesso que tive medo de encontrar outra personalidade... — Ele parou de falar, com receio de que DongHae se ofendesse.

— Não se preocupe, ninguém vai aparecer. Pelo menos, não é para aparecer. — DongHae revirou os olhos, o que fez o moreno rir.

— Você pediu algo pra comer ou beber?

— Não, fiquei te esperando. Estava sem fome, mas agora, parece que ele acordou. — Disse apontando para o estômago, que agora, começava a dar indícios de que estava vazio.

— Bem, que tal pedirmos agora?

 DongHae sorriu, se sentia como em um sonho, a companhia de Hyuk era muito agradável. Mais do que pensava. Pediram comidas iguais, e também as bebidas. que se resumiram em kimchi jjigae.e refrigerante. Hyuk perguntou o que DongHae geralmente fazia no hospício, e a conversa prolongou, o que surpreendeu o menor, até à onze da noite, quando DongHae ligou pra Yesung pedindo para o buscar. Pesarosamente, pois queria ficar com HyukJae mais tempo.

Enquanto o doutor não chegava, o dançarino contava sobre seu árduo trabalho de treinar.

— Ás vezes fico muito, muito cansado, mas eu gosto. Pra mim não é uma coisa ruim.

DongHae riu, curioso para vê-lo dançando.

— Espero que um dia me mostre sua dança.

— Claro que sim! Farei o possível para visitá-lo logo! — EunHyuk disse empolgado. — Sabe, gostei da nossa noite. 
— E-Eu também gostei muito! — DongHae embolou nas palavras. — Espero que possamos fazer algo assim de novo… É uma pena que só possa ser a partir do mês que vem… — Falou, triste. — E, me desculpe pelos curativos... Sei que eu deveria te contar como isso aconteceu, mas eu prefiro deixar as coisas negativas fora do nosso caminho, pelo menos por agora.
— Não tem problema, você fica lindo de qualquer jeito! E eu conheço o dono do hospício. Não posso ir quando eu quiser, mas tenho uma garantia para entrar lá. Irei te visitar assim que possível. — Hyuk sorria, levantando, com o dedo indicador, a cabeça de DongHae. — Eu sei que não deve ser fácil, mas eu estarei aqui para te apoiar. Está bem? E você pode me contar o que aconteceu quando se sentir confortável.
DongHae sorriu largo, se achava a pessoa mais sortuda do mundo por encontrar alguém como Hyuk. O loiro o olhava, mudando de vez ou outra seus olhos para sua boca. Quando perceberam, um já sentia a respiração do outro e assim, os lábios ansiosos se colaram. De início, seria apenas um selo. Um selo cheio de emoções.
Yesung, que havia optado por esperar um pouco para buscá-lo, observava tudo de longe. Uma lágrima rolou por seu rosto quando viu aquele simples gesto acontecer diante de seus olhos. Era isso, seu pequeno menino estava crescendo. Respirou fundo e, quando viu os jovens se distanciarem, tímidos, ele acelerou para estacionar na frente do restaurante. Logo chamou DongHae, que se assustou e quase pulou no colo de Hyuk por causa da buzina escandalosa do carro.
DongHae se despediu de Hyuk. Porém, quando iria se afastar, sentiu uma dor aguda em sua cabeça, o que o fez a reclamar. Ao ver o rosto de Hyuk, que de um sorriso tornou-se preocupante, Yesung saiu do carro e correu até seu paciente. O rapaz apoiou no doutor, suando e quase desmaiando.
— Droga!— Esbravejou. Assustando Hyuk. — Por que sempre quando ele sai, esse pessoal decide aparecer? — Sua preocupação era palpável, pois não sabia qual era o dito cujo a aparecer naquele momento. Seria ChulMoo? DaeGuk? MinHyun? O melhor seria nenhuma das opções anteriores
Yesung percebeu a surpresa de Hyuk, e pensou que ele levaria muito tempo para se acostumar à doença de DongHae, que, agora jazia desmaiado tamanha dor de cabeça. 
Hyuk olhava de DongHae para o psicólogo, que estava segurando o rapaz. Tinha ficado sem graça e se sentiu obrigado a puxar conversa.
— Eh… Então... Com que frequência isso acontece? — Yesung o encarou por alguns segundos antes de responder.
— Em média, três vezes por semana. As personalidades ficam em torno de duas ou três horas antes de sumirem. Contudo, semana passada, como você sabe, ChulMoo ficou cinco dias no corpo de DongHae.
—Isso significa que ele está piorando?

Yesung respirou fundo.
— Isso pode significar muita coisa, para uma melhor conclusão, eu preciso de mais uma consulta com ele. Ambos se assustaram quando DongHae acordou. Parecia ter ligado na tomada, pois estava com uma grande energia. 
Tentava a todo custo sair dos braços de Yesung e, quando conseguiu, ficou observando-os intensamente.

De repente, riu.
— Até que DongHae teve um bom gosto para roupas dessa vez! — Reparou no próprio corpo, mas logo seus olhos voltaram para Hyuk, um sorriso diabólico preenchia seus lábios. — Mas para homens... Pensei que ele fosse hétero, bom moço... — Estalou a língua. — Mas daí escolher o cara de macaco… É muita sacanagem!

Yesung coçou os olhos, e tentou pegar o braço do rapaz.

— Vamos embora…

— Não! — Ele interrompeu Yesung a dizer seu nome. O sorriso continuava em seu rosto. 
— Q-Quem.. É você? — Hyuk apontou para o corpo de DongHae, confuso.
O doutor colocou a mão no rosto, tinha pedido, silenciosamente, para não ser ele. Parecia que o destino não ia com a sua cara.
— JungHwa, vem! — Chamou o mais velho. — Já estava na hora do DongHae ir embora mesmo. — Disse, vendo a expressão de Hyuk mudar de confuso para desconforto, e depois, para raiva.
— Não vou ir embora, tartaruga! Não sei quando vou sair de novo, e quero visitar um lugar onde não tenha essas pessoas horrorosas me encarando. — Ele levantou as sobrancelhas, atiçando Hyuk. 
— ORA SEU... VOCÊ ESTÁ FUDIDO COMIGO! — Hyuk ia pra cima de JungHwa, que conseguiu sair do seu primeiro golpe, mas não do segundo. HyukJae o prendeu no carro preto do psicólogo. JungHwa deu risada e Yesung se aproximou, separando os dois.
— Hwannie, hoje, felizmente, você tem alguém para te tirar da confusão, então não abuse da sorte. — Dizia olhando pra JungHwa, que agora ria olhando pra ele, e depois para Hyuk. — E você, que está com a cabeça em sã consciência, se controle. — O doutor voltou para HyukJae. — Ou será que sou eu que vou ter que manter a paz aqui? Vocês não vão gostar. Se você machucá-lo, Hyuk, estará machucando DongHae também.
— O problema de pessoas como Hyuk, é que elas são infelizes sexualmente e, por isso, querem bater em todos que vêm pela frente. — JungHwa ria, olhando o outro ficar cada vez mais bravo, aquela frase não fez o menor sentido mas o alter ego só queria mesmo treta.
— Você não sabe nada da minha vida! — Hyuk tentava se controlar. Não queria machucar DongHae, e se quisesse conhecer melhor o moreno, teria que aprender a lidar com as outras personalidades. Assim como Yesung.
— Chega! Não tenho muito tempo. — JungHwa dizia se soltando dos braços de Yesung. — Vamos, tartaruga! Eu dirijo!
— Você dirige nada! Sai daí! — O doutor correu até JungHwa, que quase entrava pela porta do motorista. — Me fala pra onde você quer ir, mocinho.
— Mocinho porque você não viu o tamanho do meu pênis.  Ainda, Honnie. — Yesung fechou a cara, odiava ser chamado pelo seu nome original por pessoas que não fossem do trabalho — E eu não vou falar onde quero ir, vou apenas mostrar o caminho.
— Eu vou também! — Dizia Hyuk. Aquilo tudo para ele era sensacional. Queria ficar com eles mais tempo. Queria entender mais como aquilo funcionava.
— Ow, ow! Você não, macaco! Quero ir sozinho! Se eu pudesse, nem Yesung ia junto. Já basta um para me perseguir. Vaza!
O mais velho respirou fundo, e, olhando por cima do carro, viu um Hyuk confuso, bravo e triste por não poder ir. O loiro o olhou do outro lado e sorriu fraco, dizendo que ficaria bem. Yesung acenou e entrou no carro, acelerando e seguindo as direções que JungHwa mandava.
Quando percebeu a trilha que estava fazendo, notou que o alter-ego de DongHae estava indicando o caminho do cemitério onde seu pai jazia enterrado. O doutor olhou para o moreno, que estava distraído observando o local, tentando lembrar o caminho. Por mais que JungHwa fosse uma personalidade rebelde e que só queria zoar com a cara dos outros, ele ainda sentia tristeza pela morte do seu pai. A única coisa que Yesung sabia sobre o passado de DongHae, era o que todos sabiam: Seu pai foi morto, assim como sua madrasta, e a única coisa que sabia da história, era que a moça era muito ruim com DongHae. Mas ele não sabia o quão ruim era. e nem a causa da morte dos dois.
Chegando ao cemitério, JungHwa foi o primeiro a entrar, seguido de Yesung, que até ia protestar por estarem em um cemitério tão tarde, - na real estava morrendo de medo - mas não deixaria isso transparecer, deveria passar uma segurança para o protegido me não a impressão de que era um bundão.Yesung parou em um mini mapa que tinha do lugar e viu onde se encontrava Lee NanJim, o pai deles. JungHwa o olhou também e sem esperar, o moreno saiu em direção ao local indicado. Yesung, para não ficar sozinho em meio à tanta gente morta,  correu até o mais novo, passando pelos túmulos grandes e bem estruturados.. Após cinco longos e medrosos minutos andando, e Yesung viu o moreno parar à frente de um jazigo simples, comparado com os outros, a estrutura era feita de bronze e havia o nome do pai de DongHae e a data de sua morte. Há 6 anos. O tempo que conheceu DongHae.
Yesung ficou um pouco afastado, deixando o espaço livre para seu pequeno e problemático JungHwa.

Até que começou a ouvir o mesmo dizer:
— Appa!... Eu sinto sua falta! Eu não sou um bom menino e provavelmente eu nunca vou ser! Fui criado pra isso! Queria pedir desculpas por todas as vezes que fui mal educado e por todas as vezes que eu ainda irei ser! — Lagrimas saiam dos olhos do alter-ego, Yesung naqueles 6 anos, nunca o vira chorar. Alguma coisa estava acontecendo na cabeça de DongHae, não sabia se ficava preocupado, ou se seu tratamento estava fazendo efeito. — Queria ter passado mais tempo com você! Lembro tão pouco… Tenho apenas uma foto em cima do meu armário, lembro coisas aleatórias apenas… Nada muito concreto. Mas eu sinto sua falta. 
Yesung deixava lágrimas escapar, mesmo sem querer, via JungHwa agora ajoelhado ao jazigo.. Queria ir lá e abraçá-lo. Mas não faria. O deixaria aproveitar o tempo que lhe era dado pela doença. Yesung lembrava de crescer com um pai e uma mãe que sempre o amaram e o aceitaram imediatamente quando contou que era homossexual.  Mas graças as consultas o psicólogo, sabia o quanto Donghae havia sofrido para conseguir se recuperar da morte de seu pai, mesmo não sabendo o que aconteceu. Yesung não recomendaria aquela vida a ninguém. Era sufocante.

Viu jungHwa se levantar e beijar o túmulo, o abraçando logo em seguida e voltando a chorar, agora mais forte. JungHwa largou o jazigo  e secou as lágrimas, e, seguindo mais  7 túmulos para a direita, viu o da sua madrasta, SunBak. Encarou aquele nome, queria se lembrar, queria tanto... Mas, infelizmente, a única informação que tinha é de que ela fudeu com a sua vida. 
— Ouvi falar que foi por sua causa que eu nasci. — Diferente de antes, JungHwa estava sério e calmo, escolhendo com cuidado suas palavras. Não demonstrava quaisquer sentimentos por essa pessoa. — Espero que você esteja no inferno. Queimando.
Yesung ouvia tudo com atenção, qualquer coisa para ele era motivo de estudar Donghae, e aquele momento era perfeito. JungHwa abriu o zíper da calça e a abaixou um pouco, colocando seu membro exposto e logo em seguida urinando no túmulo. Não chorava mais, demonstrava desprezo. Quando terminou, o guardou devidamente e colocou suas calças, voltando em direção a Yesung, que entendeu o recado.
— Vamos então! Você não tem muito tempo! — JungHwa assentiu e segurou os braços do psicólogo como se fossem um casal, apoiando sua cabeça em seu ombro.
— Obrigado Ye-Hyung... 
Yesung passou a mão livre na cabeça de seu protegido e seguiu para fora do cemitério. Quando chegaram no carro, cada um sentou em seu devido lugar. Estava tudo muito quieto, ninguém se pronunciava, mas era um silêncio necessário, não faziam questão de quebrá-lo agora.
Yesung acelerou, como era muito tarde, quase não havia carro ou pessoas na rua. Olhou para JungHwa, que olhava para fora da janela, e viu uma lágrima escorrer de seu olho. Não demorou muito para desacordar.



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