História True Tales - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~CarnivalWitch

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cabana, Livro, Mistério, Romance, Saga, Segredos, Terror
Exibições 7
Palavras 1.902
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Desculpa a demora,acho que a maratona vai terminar no capítulo 15,depois é SÓ HIATUS ;-;

Capítulo 12 - Novo Mundo


Senti meu corpo ficar dolorido, era como se eu tivesse caído de uma grande altura, o portal negro se elevava a poucos metros acima de mim, e logo depois desapareceu, me sentei para ver se meu amigos estavam comigo…Eles estavam, mas vestiam estranhas roupas,as meninas usavam bermudas de couro com uma camisa preta abotoada até o pescoço e botas.Os garotos usavam calça preta e uma camisa cinza com um desenho de arranhão nas costas. -Galera…Vocês estão bem?

-Estamos, nossos corpos estão doloridos, mas bem. –Falou Jase, tentando se levantar.

-Porque estamos usando essas roupas estranhas?–Perguntou Alice.

-Vai ver é porque as histórias se passam na idade média e a galera daquele tempo gostava bastante de couro. –Falou Carlos, esticando o corpo inteiro.

Me levantei do chão, o lugar onde estávamos era uma floresta, parecia a mesma do sonho da garota lobisomem, mas estava de dia e as árvores se pareciam um pouco mais com árvores normais do que demônios.

-Acho que estamos na história de Chapeuzinho Vermelho, mas em que parte da história estamos?

-Amanda…Acho que você tem outra coisa com que se preocupar. –Falou Alice, apontando para mim enquanto tentava esconder a risada com a boca.

Olhei para baixo, meu corpo quase paralisou de vergonha, eu também estava vestida como Alice e as outras, a única diferença era que minha camisa não estava abotoada assim como elas, ela não tinha botões em cima, e ela estava aberta de modo que deixava meus seios quase completamente á mostra, tentei  fechar a camisa com as mãos, mas devido ela ser muito pequena os botões não alcançavam, isso definitivamente foi a coisa mais vergonhosa que me aconteceu em toda a minha vida.

-Veja pelo lado bom Amanda, pelo menos agora o Felipe vai te achar atraente hahahahaha. –Falou Alice, que não parava de rir por minha causa.

-Achar o que atra......... –Felipe não conseguiu terminar sua frase, logo que ele olhou para mim, seu queixo instantaneamente caiu e sua boca formou um “O” perfeito, um pequeno fio de baba escorreu de sua boca e caiu no chão o que foi bem nojento.

-HA-HA muito engraçado Alice...Onde está Tiger?

De repente todos os meus amigos olham para mim com uma expressão de medo formada em seus rostos, porque todos estão me olhando desse jeito? Não....Não é para mim que eles estão olhando...

-Por favor, que a coisa atrás de mim não seja um lobo.

Viro-me devagar para trás, havia um tigre negro gigantesco do tamanho de uma caminhonete atrás de mim, ele tinha uma pedra parecida com diamante amarelo encrustada em seu peito, eu nunca tinha visto uma criatura assim em toda a existência humana, mas...Ele me parecia familiar...

-Tiger?

O enorme animal ronronou e se esfregou em meu corpo, eu quase cai com seu peso, olhei mais de perto para sua pedra, ela brilhava como o sol em um dia de verão, e a palavra “Tiger” estava escrita nela, esse tigre gigante com certeza é meu gato de estimação.

-Hahaha que bom te ver garoto, como ficou tão grande de repente? –Fiz carinho em sua cabeça, ele ronronou e lambeu meu rosto com sua língua gigantesca. –Eca! Hahaha.

-Porque que Tiger virou um tigre gigante e nós só ganhamos essas roupas apertadas? Eu também queria ser um tigre gigante! –Falou Felipe, fazendo uma cara de criança emburrada.

-Temos outras coisas com que nos preocupar, para onde vamos? –Falou Alice.

Ouvimos gritos vindos da direção leste da floresta, pareciam ser comemorações, algum tipo de evento estava acontecendo naquela direção.

-Aparentemente para o lugar de onde vêm os gritos.

-Vamos lá então.

***

Havia uma cidade estilo medieval perto de onde o portal havia nos deixado, várias pessoas estavam reunidas em uma espécie de praça, pareciam estar comemorando alguma data especial, havia crianças brincando e alguns adultos bebiam e cantavam nas mesas repletas de guloseimas, guardas cercavam o local para proteger os cidadãos. Quando tentamos entrar no local, os guardas que vigiavam a entrada nos pararam.

-Alto! Quem são vocês viajantes? –Falou um guarda, brandindo uma lança em frente á Jase. –Fale logo ou nós os expulsaremos daqui!

-Nós b-bem, no-nós esta-tamos a-aqui pa-para...-Jase tentava falar algo mas gaguejava muito pelo nervosismo (afinal quem não ficaria nervoso com um cara apontando uma lança para seu peito?)

-Desculpe-me pelo gaguejo de meu amigo senhor, mas se o senhor puder apontar este objeto pontiagudo para outro lugar eu lhe agradeço muito. –Falei, apontando para a lança que o guarda portava em suas mãos, ele fez uma expressão de desconfiança, mas logo a recolheu. –Obrigado senhor, agora, deixe-me explicar melhor as coisas para o senhor, me chamo Amanda Petterson, este ao meu lado é meu irmão Carlos, e estes atrás de mim são meus amigos, todos nós viemos para ver o... –Droga! Qual é o nome desse maldito festival? Olhei para uma placa que estava pendurada em um muro de pedra, ela dizia “Bem vindos viajantes ao Grande Festival da Colheita de Inverno e da Lua de Sangue! Aprecie nossa vasta diversidade de guloseimas e bebidas, dance as melhores músicas de nosso vilarejo e observe a magnífica lua de sangue!” escrito á tinta preta. -...Grande festival da colheita e a lua de sangue! Nos disseram que este era um evento único além de possuir as melhores comidas e bebidas de todo mundo, então, o senhor poderia por favor nos deixar entrar?

-Como foi que a senhorita disse que se chamava mesmo?

-Amanda Petterson.

-Ha ha, porque não disse logo quem você era? Todos os Pettersons e seus amigos são bem vindos! Vamos, entrem e aproveitem de nosso festival! –Falou o guarda, porque de repente ele ficou tão feliz de eu me chamar Petterson? Ele mandou os guardas se afastarem para que nós pudéssemos passar.

-Senhorita... –O guarda colocou a mão em meu ombro.

-Pois não senhor?

-A senhorita possui um belo animal de estimação. –Ele sorriu de modo que seus dentes estavam completamente á mostra (e olha que havia apenas nove!).

Fomos andando até nos afastarmos do portão, muitas pessoas estavam reunidas logo á frente.

-Eu nunca vi uma pessoa falar “senhor” e “senhorita” tantas vezes na minha vida, mas...Porque ele ficou tão feliz ao saber que nos chamávamos Petterson maninha? –Falou Carlos.

 -Eu realmente não sei, e pela sentésima terceira vez Carlos, eu sou a mais velha!

-Você realmente conta? Seu senso de memória é impressionante...

-E porque o cara falou aquilo de Tiger? –Falou Alice.

-Vai ver ele é meio cego e confundiu um tigre enorme com um cão de caça extremamente grande. –Falou Raffa.

Olhei para a multidão, um homem com um terno antigo e cheio de babados parecia estar se dirigindo a nós.

-Sejam bem vindos viajantes ao festival da cidade de Caleb! E então, quais de vocês se chamam Petterson? –O homem falou, ele parecia ter bebido um pouco, pois estava com um bafo terrível de rum misturado com cerveja.

-Sou eu e meu irmão Carlos,senhor.

-Que maravilha! Venham, sentem-se conosco vocês dois e seus amigos. – Ele puxou a mim e a meu irmão pelo braço e nos fez sentar em uma mesa cheia de pessoas estranhas, meus amigos se sentaram ao redo rde nós, se espremendo entre os espaços vazios, o homem de terno subiu em cima da mesa e gritou:

-Atenção cidadãos de Caleb! Dois integrantes da família Petterson estão aqui na nossa cidade!

Uns montes de pessoas atiraram o chapéu para o alto e gritaram em comemoração, apenas um pequeno grupo começou a nos vaiar, mas suas vozes foram abafadas pelos gritos de alegria das pessoas ao seu redor. Sinceramente, acho que estou começando á gostar de ser um Petterson.

***

-Foi muita gentileza o senhor ter nos mostrado a cidade senhor Caleb. –Falou Emilly

-Não precisa agradecer garotinha, nós aqui de Caleb fazemos tudo pelos Pettersons e seus amigos. –Falou o homem de terno, ele havia nos explicado que era o comandante da cidade e que fora sua família que a havia construído, ele também nos explicou que os Pettersons sempre os ajudaram desde a época da construção, então nos meio que éramos famosos por isso. –Vou deixá-los aqui na nossa cabana de hospedagem, se os senhores e as senhoritas quiserem ir ao bar do lado, ele vende somente as melhores bebidas.

-Obrigada por nos deixar ficar senhor Aldox, sua cidade é com certeza muito agradável.

-Muito obrigado pelo elogio senhorita Amanda, espero que vocês tenham um ótimo descanso. –Falou o senhor Aldox, ele foi caminhando até onde as pessoas estavam reunidas nas mesas, já estava bem tarde, mas isso não as impedia de beber até cair no chão.

-Acho que vamos ter que dormir aqui esta noite. –Falou Alice.

-É mesmo, mas não estou cansado, o que acham de ir naquele bar que o senhor Aldox falou? –Falou Jase, ambos concordamos, ainda estava muito cedo para ir dormir e nós queiramos nos divertir um pouco.

-Mas vocês sabem que somos muito novos pra beber não é? A maioria de nós tem apenas dezesseis anos. –Falou Isac.

-Não esquenta maninho, é só a gente pedir um refrigerante! –Falou Felipe, que estava apoiado em Isac.

-Felipe...Não existe refrigerante na idade média.

-Não? Ah, então a gente só pede uma água mesmo.

-Mas onde vamos deixar o Tiger? –Falou Larissa.

-Ele pode ficar aqui fora, nós não vamos demorar mesmo. –Respondeu Alice.

Fomos até a cabana ao lado do hotel, o lugar era barulhento e parecia estar lotado de pessoas bêbadas, algumas dançavam, umas brigavam entre si e outras estavam apenas sentadas e bebendo.

-Eu já volto galera, podem ir escolhendo uma mesa se quiserem.

Fui até um balcão onde havia um homem limpando alguns copos com guardanapos, havia várias prateleiras atrás dele cheias de bebidas alcoólicas, o homem pegou um copo limpo e se virou para mim.

-O que a senhorita vai querer? –O homem parecia cansado de tanto trabalhar, ele tinha uma aparência meio incomum, ele tinha um olho meio cego e sua barba estava mais suja do que um córrego de esgoto, parecia que não tomava banho á alguns meses, mas, como não vim aqui para ficar olhando as pessoas.

-O senhor tem alguma coisa que não tenha álcool?

-As únicas por aqui que não tem álcool são água e néctar de abelha.

-Esse néctar de abelha é parecido com o mel?

-É como se você tomasse mel com água.

-Vou querer uma caneca. –O homem guarda o copo de vidro e pega uma caneca antiga de madeira junto com um pequeno barril com uma torneira e enche a caneca com um líquido viscoso e amarelo.

-São três moedas de bronze senhorita.

Lembrei que eu sempre tenho guardadas algumas moedas no bolso de minha calça, procurei no bolso apertado da bermuda de couro, entreguei-as ao senhor e ele as guardou em um potinho.

-Minha nossa, que corpinho que a senhorita tem! –Olhei para o lado, um cara barbudo e completamente bêbado estava sentado ao meu lado, ele me olhava de cima á baixo como se procurasse algo. –E ainda mais com essa camisa, é de dar água na boca!

-E que o senhor quer afinal? –Eu simplesmente odeio pessoas bêbadas, elas são totalmente grosseiras e sem nenhum senso de moralidade.

-Mas o que é isso, pra que tanta grosseria minha senhora? Eu só quero olhar esse lindo corpinho mais de perto. –Falou o homem que segurava meu braço enquanto eu tentava puxá-lo de volta.

-Solta ela seu idiota!

 


Notas Finais


Nossa,faz muito tempo que eu escrevi esse capítulo,ele deve tá tipo...Bem bosta :/




Fodaci meu irmao,pelo menos eu postei (nosa jureg :v)


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