História True Tales - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~CarnivalWitch

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cabana, Livro, Mistério, Romance, Saga, Segredos, Terror
Exibições 3
Palavras 1.935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


alguém lê essa merda pelo menos? to achando que não

quer saber

fodasse meu irmao

Capítulo 13 - O Início de uma Caçada


Olhei para trás, Felipe estava olhando para o bêbado e tinha a expressão de fúria mais intensa que eu já tinha visto.

-Senão o que garotinho, vai me bater usando essa sua linda roupinha? Ha Ha. –Debochou o homem, Felipe tira os sapatos usando os pés, o homem olha para Felipe e pergunta. –Pra que você tirou os sapatos?

-Pra eu não quebrar o seu nariz após eu te chutar por ter encostado em minha garota,seu imbecil.

Felipe dá um chute o rosto do homem fazendo o sangrar, ele se abaixa e dá uma rasteira fazendo o homem cair.

O homem se levanta com o rosto vermelho de sangue e raiva extrema.

-Agora você vai me pagar seu pirralhinho metido á besta! –Ele derruba Felipe no chão e começa á socá-lo sem parar, meu deus eu tenho que parar essa briga, mas como? ...JÁ SEI!

-TIGER, PEGA ELE!

O tigre gigante entra correndo e rugindo fazendo várias mesas e pessoas irem ao chão, ele agarra o homem pela camisa usando seus dentes afiados e o lança para longe. Tiger pega o braço de Felipe gentilmente e o faz levantar, o homem rapidamente se levanta e sai correndo devido ao medo da fera.

-Hahaha você conseguiu Tiger, você espantou o homem! Você é mesmo o meu garotão. –Ele se deitou no chão e eu fiz carinho em sua barriga, ele ronronava de um jeito que parecia que estava rindo pelo apavoramento do homem.

-Ei, eu também ajudei sabia? Também mereço um agradecimento. –Falou Felipe, que examinava os machucados.

-Hahaha, mas é claro! –Fui até Felipe e lhe dei um selinho. –Obrigada por afastar aquele homem de mim Felipe, se você não estivesse por perto ele poderia ter feito coisa pior comigo.

-N-não te-tem de que hehe. –Ele fica tão fofo quando gagueja!

-Oque que aconteceu aqui? –Falou Alice, que só havia percebido a briga agora.

-Um idiota estava incomodando a Amanda e eu vim tirar ele de perto dela, só que ai o imbecil começou a me espancar. –Falou Felipe.

-Depois eu tive que chamar Tiger para tirar o homem de cima de Felipe, o cara tava com tanto medo do Tiger que foi embora correndo.

-Nossa! Lembrem-me de nunca irritar esse gato nunca em toda a minha vida. –Falou Jase.

-Que tal a gente voltar para a mesa? Eu tenho que explicar uma coisa para vocês...

Peguei a minha bebida e me sentei em uma das cadeiras da mesa que eles haviam escolhido, após todos se sentarem, tomei um pouco do néctar e falei.

-Acho que essa cidade está escondendo algo de nós, algo que nós provavelmente devemos solucionar tipo algum monstro escondido, mas ser for mesmo isso, precisamos perguntar á alguém o que é essa criatura e onde ela vive.

-Mas porque você acha que deve ser um monstro Amanda? –Perguntou Larissa.

-Á algum tempo atrás, eu tive um pesadelo, eu sonhei que estava em uma floresta escura junto de Tiger, nós corríamos para fugir de algum tipo de monstro, quando chegamos em uma clareira, Tiger desenterrou uma capa vermelha que estava em baixo do solo, ele me pediu para queimá-la e assim eu fiz, logo depois, apareceu uma garotinha loira de mais ou menos seis anos, ela dizia ser a dona da capa e de se chamar de “Chapeuzinho Vermelho”, eu tentei dialog...

-Opa opa, espera aí, volta à fita, ela disse que se chamava Chapeuzinho Vermelho? Isso quer dizer que estamos na história dela? –Falou Alice.

-Provavelmente sim, agora, deixe-me continuar o que eu estava dizendo...Eu tentei dialogar com ela para tentar me desculpar com ela, e de repente ela começou um papo sobre estar com fome e eu e Tiger sermos as únicas pessoas onde estávamos e depois ela começou a se tornar um bicho horrendo, parecia um lobo com os ossos completamente distorcidos!

-Você quer dizer que uma garotinha de seis anos se transformou em um lobisomem? Mas lobisomens não existem isso é só uma das várias lendas urbanas existentes ao redor do mundo! –Falou Isac.

-Bro, nós estamos num universo paradoxalmente insano onde um gato pode se transformar em um tigre gigante e crianças são permitidas de beber bebida alcólica, ninguém liga para a questão de um lobisomem existir ou não. –Falou Jase.

-Vish, arregou. –Sussurrou Alice que estava do meu lado.

-Ok, agora chega de interrupções de agora em diante! O ponto, é que preciamos perguntar á alguém se existe algum monstro nessa cidade, mas precisamos de alguém confiável, se alguém souber o que estamos fazendo aqui, vão nos mandar embora imediamente.

-Que tal ao perguntarmos ao dono do bar? Ele parece ser um cara bem esperto. –Perguntou Carlos

-Ok, eu vou lá.

Andei até onde o homem barbudo e anti-higiênico estava, ele servia algumas mulheres completamente bêbadas com mais dessas bebidas nojentas, ele olha para o lado percebendo minha presença, ele deixa as moças de lado e vai até mim.

-A senhorita vai querer mais uma rodada de néctar?

-Na verdade não, vim perguntar uma coisa para o senhor, e se o senhor puder me responder eu ficaria muito grata.

-Desde que esta pergunta seja rápida e simples...

Eu aproximei-me mais um pouco e sussurrei.

-O senhor sabe se existe algum monstro nesta cidade?

Ele me olha como se eu fosse louca, e rapidamente começa a limpar os copos, que já estavam limpos.

-Não existe nenhum monstro nessa cidade garota, agora saia do banco de meu balcão, você está ocupando o lugar de um possível cliente.

-Suas palavras são curtas e aparentemente sinceras, eu aprecio isso, mas não estou aqui para ficar discutindo com um senhor de meia idade, eu preciso de respostas!

Ele para de esfregar os copos com um pano, ele fechas os olhos por um breve momento e dá um sorriso de canto de boca.

-Você fala como se tentasse ser uma pessoa diferente do que você é, a única pessoa que eu conheço que fala da mesma forma que você é Andrew Petterson.

-O meu pai? Mas como você o conheceu?

-Foi ele quem salvou a cidade do ataque dos lobisomens, seu pai tinha dezoito anos quando veio para cá, ele dizia ser um viajante e que ele e seus amigos iriam nos livrar das malditas bestas, eles conseguiram, mas infelizmente não se livraram de todos os lobisomens, um filhote fugiu e se repovoou em outro lugar perto de Caleb, depois que seu pai foi embora, o vilarejo começou a ser atacado novamente pelas terríveis feras, mas, agora que os cidadãos sabem que você e seus amigos estão aqui, eles tem a esperança de que vocês possam dar um fim nessas feras e nesse festival horrível.

-Festival horrível? Porque você o odeia?

-Você sabe para que servem os festivais?

-Para se divertir e aproveitar?

-Tente de novo...

-Hum...Para atrair pessoas de fora?

-Exatamente, e quando essas pessoas são atraídas para cá, os moradores de Caleb tentam enganar essas pessoas para participarem da lua de sangue, onde será feito o sacrifício dessas pessoas para que a fome dos lobisomens seja saciada e para que eles parem de perturbar as pessoas até a próxima lua de sangue.

-E qual é o tempo exato entre uma lua e sangue e outra?

-A cada mês.

Nossa, eu não sabia que os moradores faziam o festival para este propósito macabro.

-Eu sei garota, pode até parecer assustador para você e sua mente jovem e infantil, mas esse foi o único jeito de os moradores fazerem um acordo com os lobisomens e mantê-los afastados da cidade.

-Entendo, mas...Tenho uma última pergunta.

-Diga senhorita.

-Qual é o seu nome?

-É Victor senhorita, Victor Vonstranger.

-Obrigado senhor Vonstranger, o senhor me foi muito útil, talvez o senhor possa me ajudar em um futuro provavelmente próximo?

-Provavelmente.

-Então ta, até mais.

Eu sai do balcão, embora o senhor Vonstranger pareça ser um homem amargurado, ele até que é uma boa pessoa.

-Novidades pessoal, eu descobri o que temos que fazer!

-Então o que é?

-Éo seguinte...

***

-Então resumindo, nós vamos ter que enfrentar um bando de lobisomens liderados por uma menininha de seis anos senão os moradores vão nos oferecer como jantar de lobo á meia noite? –Falou Alice.

-Mais ou menos isso.

-Mas como nós vamos fazer isso? –Falou Emilly. –Nós ainda não estamos preparados para enfrentar monstros desses.

-Não se preocupe Emilly, nós vamos dar um jeito de acabar com eles. –Falou Carlos.

-Será que nós conseguiremos combater lobisomens somente com arco e flechas e tacos de beisebol? –Fala Raffael meio preocupado com a situação.

-Pois é Raffa,é exatamente isso que me preocupa,sinceramente acho que isso não será o bastante!-Responde Alice se aproximando de Raffa e se apoiando no ombro dele.-Raffa,posso te fazer uma pergunta?

-Claro Alice!

-Acho que só eu não sei disso,mas,quantos anos você tem?

-Dezessete an......

-Desculpa interromper o casalzinho, mas nós precisamos resolver isso!

-Sim,claro Amanda,ma-mas nos n-não so-somos um c-casal!-Fala Alice com o rosto vermelho que nem pimenta.

-Ok que seja, mas agora nos temos que dormir, quando mais cedo descansarmos, mais cedo os pegaremos.

***

Todos nós já havíamos entrado no lugar, a maioria já havia dormido em suas próprias camas, apenas eu e Tiger estávamos acordados, eu tentei dormir, mas depois de várias e várias vezes sem sucesso resolvi apreciar o luar, me sentei na beirada da janela olhei para o céu, a noite estava bem agradável, uma leve brisa circulava pelas árvores fazendo seus galhos balançarem suavemente, corujas saiam de suas tocas para caçar pequenas criaturas para seus filhotes, lobos uivavam tranquilamente e...Espera, lobos uivando? Devem ser os lobisomens da chapeuzinho!

-Ei Tiger, está escutando isso? Você acha que devem ser os lobisomens? –Sussurrei pra ele.

Ele se levanta do chão e olha para a janela, logo que ouve os uivos assustadores ele começa a rosnar baixinho para não acordar os outros.

-Quer dar uma olhada e ver o que tem lá?

Ele olha para mim com seus lindos olhos amarelos, gatos provavelmente não conseguem expressar emoções faciais, mas o jeito de como aquele felino me olhava era como se dissesse “Eu vou com você”.

-Ótimo, mas tente ser cuidadoso ao passar pela janela, não queremos acordar os outros.

Saí de cima da janela para que ele pudesse passar primeiro, ele atravessou a janela depois de ficar um pouco entalado.

Lembrei que como nós iriamos ver os lobisomens, eu obviamente deveria levar algo para me proteger, mas o que? Os arcos e os tacos de beisebol estão no quarto de Jase, e eu não quero me arriscar a fazer barulho. Olhei para minha cama, eu havia deixado o velho livro que havíamos achado na cabana e o responsável por termos vindo parar aqui.       

Resolvi leva-lo junto comigo, pulei a janela de meu quarto aterrissando ao lado de Tiger, de repente minhas pernas começaram a doer muito, droga! Eu sabia que não devia ter caído em pé! Tiger percebendo minha dor começou a esfregar sua cabeça em meu braço para me acalmar, ele vai até o curral dos cavalos que fica ao lado do hotel e pegou uma sela comum e a levando até mim.

-Pra que você trouxe essa sela garoto?

Ele jogou a sela para cima de suas costas peludas e se virou de costas para mim.

-Você quer que eu monte em você? Acho isso meio estranho, mas tudo bem.

Subi em suas costas me segurando na sela de montaria, aquilo era incrivelmente confortável, seu pelo é macio e quente como um lindo cobertor feito de plumas e seu lindo ronronar me fez esquecer a dor em minha perna.

-Muito bem meu amigo, próxima parada, a toca dos lobisomens.


Notas Finais


so damn shitty


(deixar um comentário não dá câncer sabiam?)


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