História Truetale: A verdade sobre o Genocídio - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~marshmallow982

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Error Sans, Flowey, Frisk, Ink Sans, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Ação, Chariel, Errortale, Ficção, Frans, Games, Inktale, Luta, Originais, Underfell, Underswap, Undertale, Undertalegenocide, Undertaleneutral, Undertalepacifist, Universo Alternativo
Visualizações 7
Palavras 832
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


@-@ que...... era pra eu...... tipo..... escrever algo aqui? '-'


Nesse caso apenas digo:


"Eae men kkj"

Mais nada a declarar =3

Capítulo 8 - Última Esperança


Griseo, parte cinza do multiverso.


Bredley flutuava no vazio cinzento da Griseo. Olhava os cristais voando a sua frente. Todos eles projetavam a imagem de Frisk, que agora estava na Watetfall, matando monstros apenas para satisfazer sua sede de sangue. 


Bredley: Lamentável...... ela vai sofrer muito desse maneira.


Sua foice vagava, girando e rodopiando ao seu lado direito, como se tivesse vida própria. Então uma voz ecoou atrás de Bredley.


???: Onde..... eu estou....? Sans..... humana?

Bredley: Ora ora.... Você acordou.


Os cristais apagaram e Bredley se virou e avistou Papyrus acorrentado em correntes cinzentas, flutuando. Mas... ele agora tinha um tom cinzento, seu pescoço tinha uma marca vertical vermelha.


Papyrus: U-um humano? O que está acontecendo, amigo? O que faço nesse lugar frio? Cadê meu irmão.... e a humana?


O mesmo começou a lacrimejar.


Bredley: Acalme-se eles estão bem, por enquanto. Já você nem tanto. Você morreu.... sinto muito.


Papyrus: C-como? Não estou entendendo.

Bredley: A humana matou você.... seus amigos.... sinto muito.

Papyrus: Eu preciso ajudar! 

Bredley: Me desculpe..... mas uma alma não se salva assim. Apenas espere, vocês terão seu final feliz.

Papyrus: N-nós?


Então Papyrus olhou ao seu redor e percebeu...Vários monstros... seus amigos... acorrentados. Ambos tinham marcas avermelhadas em algumas partes do corpo. Estavam cinzentos e tristes, desmaiados.


Papyrus: O que é isso? 

Bredley: Vocês não existem mais.... morreram.

Papyrus: .... Mas e S-sans? A Undyne.... e a humana? 

Bredley: Estão bem.... por enquanto. Agora por favor... volte a dormir. Seus sonhos vão ser melhores do que esse lugar triste e macabro. 


Logo Bredley estalou seus dedos e Papyrus caiu em sono profundo, com a cabeça abaixada.


Bredley: Me desculpe.....


Então de repente os cristais começam a brilhar vermelho. Bredley os olha de canto de olho.


Undertale. Waterfall


Frisk mais uma vez matara todos em seu caminho. Ela não sabia nem mais o que sentia. Agora ela faria mais uma uma vítima. Parado em sua frente,  um monstrinho irritante e fraco. A ameaçando e dizendo que a iria deter. 


Monster Kid: A-aí....... melhor ficar parada..... se quer machucar mais alguém.... v-vai ter de passar por mim!!!


Sem remorso algum, Frisk desferiu um golpe decisivo no monstro. Mas, antes de atingi-lo... Undyne surgiu em um grande salto, se colocando na frente do golpe mortal. Sua armadura recebeu um grande corte verticalna região do peito. Ela olhava Frisk com seu único olho.... um olhar de espanto.


Undyne:.... dessa vez não.....

Monster Kid: Undyne!!! Você se feriu....

Undyne: Isso não foi nada.... agora se manda daqui.... eu vou cuidar disso...


No momento que o monstro se afastou, Undyne caiu com o joelho esquerdo repousado ao chão, o direito flexionado e a mão esquerda no ferimento.


Undyne: Apenas um golpe...... um só golpe.... e já estou acabada. Que poder maldito e destrutivo é esse?.... o que você é?


Logo ela começou a se desfazer lentamente.


Undyne: Me desculpe Alphys e Asgore.... eu falhei com vocês. E Papyrus.... sinto muito. Não consegui te vingar. Espero te encontrar.... na segunda vida.... se é que isso existe...


Logo Undyne fechou seus olhos. Mas, ao abri-los ela estava em um lugar branco. A sua frente... uma figura. Usava casaco cinza escuro fechado, luvas sem dedos negras, calça jeans e tênis pretos. O capuz de seu casaco escondia seu rosto nas sombras. Era possível ver, no local de seu olho esquerdo, um brilho avermelhado.


Undyne: O que é você?

Bredley: No momento.... isso não interessa. O que interessa agora, é Alphys.... Asgore... e a vida de dezenas de monstros existentes. 


Dois cristais se formaram ao lado de ambos. Um amarelado com a figura de Alphys e outro vermelho com a figura de Asgore.


Bredley: Você é uma heroína. Você não deve permitir que eles tenham o mesmo destino que você. Tenha esperança... tenha determinação.


Logo ele estende sua mão a ela.


Bredley: Existem vidas a serem salvas. Um herói não descansa ou morre até que todas elas estejam seguras. Pegue minha mão... seja determinada.


Undyne não sabia o que estava acontecendo, mas ele conhecia Alphys e Asgore, ele sabia o que um herói deveria fazer. Era como o juramento que Undyne fizera a Asgore. Seria ele.... ssua ambição? Seu Seu espírito guerreiro? Sua determinação? Ela não sabia... mas tinha de proteger o que restou. Ela então segura a mão dele. De repente um brilho forte ilumina todo o local. As escamas de Undyne ardiam e queimavam. Ela sentia algo dentro dela....


De repente abriu seus olhos novamente e estava de volta a ponte, mas sentia algo muito forte.


Undyne: Não.... eu eu não posso morrer. No fundo de minha alma.... sinto algo me tomando. Me dando forças. Você não vai parar! Vai matar monstros...humanos... todo mundo. Mas eu não deixarei que faça isso. Se acha que vou desistir de ter esperança.... se enganou.


Então de repente ela começou a se refazer, se levantou e um brilho foi lançando de seu corpo....


Quando o brilho cessou. Undyne agora usava uma armadura negra com um coração vermelho no peito. Suas ombreiras tinham espetos que pareciam extremamente afiados. Ela retirar seu tapa-olho, rebelando um olho negro e vazio. Seu olho liberava raios amarelos de vez em quando.


Undyne: Você vai ter que fazer um pouco melhor que isso.



Notas Finais


Sim... eu dei uma modificada nos diálogos

Desculpe pelos erros de português


NO PRÓXIMO CAPITULO VAI TER LUTA, PORRA


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