História Trust - Capítulo 42


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette
Visualizações 22
Palavras 2.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aqui está mais um capítulo!!!

Boa leitura!!!

Capítulo 42 - The Win And Celebration


Fanfic / Fanfiction Trust - Capítulo 42 - The Win And Celebration

France, Saint-Denis, 93216 Saint-Denis, Stade de France, 10 July 2016, 21h30

 

Zoey Petterson P.O.V.

 

O jogo tinha terminado e o resultado ainda estava 0 a 0 e a maior parte da população ali presente começava a ficar nervosa com o resultado deste jogo. Bufei revoltada com o jogo sujo que os franceses estavam a fazer e cruzei os braços.A parte da equipa que estava sentada nos bancos, já se tinham levantado para falar com os restante colegas que tinham acabado de sair de jogo. Levantei-me do meu lugar sentindo os nervos à flor da pele.

 

Vi que toda a gente na bancada portuguesa levantou-se e começar a aplaudir. Levantei-me e inclinei-me nas barras de proteção à minha frente para ver o que estava a acontecer. Sorri contente, por ver o Cristiano a coxear na direção dos colegas de equipa. Ele aproximou-se do Nani abraçando-o e dizendo algo ao seu ouvido, assim como fez ao Quaresma e em seguida ao Éder que apenas assentiu com a cabeça e respirou fundo. Ele andou pelo relvado e cumprimentou os colegas todos, provavelmente dando-lhes apoio moral e eu estava simplesmente feliz por ver a equipa com o espírito rejuvenescido.

 

    Figo: Não sei o que fizeste, mas definitivamente resultou. -*olhei para ele confusa*- Eu vi-te entrar nos balneários à pouco.

 

Sorri envergonhada por ter sido apanhada e voltei a olhar para o campo onde os jogadores já tinham retomado os seus lugares para darem início ao prolongamento da final do campeonato europeu de futebol entre a França e Portugal.

 

Não consegui sentar-me mais um minuto que fosse e vibrei cada vez que os portugueses se aproximavam da baliza francesa. Eu via o Cristiano a andar de um lado para o outro, ele agarrava-se ao treinador e abanava o mesmo, ele resmungava e estava a ficar obviamente frustrado, até o inesperado acontecer. Num golo rasteiro o Éder conseguiu marcar e eu comecei a chorar que nem um louca. Ele ajoelhou-se no relvado com os companheiros de equipa por cima dele a celebrarem o golo que poderia levar-nos, ou não, à vitória. Abracei a minha irmã e comecei a saltar juntamente com o Figo que estava tão contente quanto eu.

 

O jogo continuou com algumas tentativas do Nani de marcar o segundo golo e com os franceses muito mais defensivos do que antes. De vez em quando eles aproximavam-se da nossa baliza mas felizmente o nosso guarda-redes dava bem conta do recado e conseguiu defender todas as tentativas da França marcar o seu golo.

 

O árbitro deu o apito final e abracei a minha mãe e a minha irmã começando novamente a chorar. Após quase um século de futebol e sem títulos internacionais, nós conseguimos entrar na história do futebol e ganhar o Europeu de 2016 contra a França. A equipa toda saiu dos bancos para ir celebrar juntamente com os jogadores em campo enquanto eu via o Cristiano a chorar abraçado a alguém da equipa técnica. Comecei a rir pela reação dele e sai das bancadas.

 

    Mãe: ONDE É QUE VAIS ZOEY? -*ouvia gritar, mas não liguei ao que ela disse e passei pelos corredores até chegar aos balneários. Procurei a saída para o campo e assim que a encontrei corri em direção ao relvado a gritar que nem uma maluca. Alguns dos jogadores olharam para mim confusos, mas eu ignorei toda a gente e fui em direção ao Éder que estava cercado de outros jogadores a darem-lhe os parabéns*-

 

    Eu: AHHH SEU GRANDE MALUCO!! -*saltei pra cima deles todos tocando nos cabelos suados de cada um, mas em especial do Éder que só sabia rir, assim como eu*-

 

    Nani: ZOEY! SUA MALUCA O QUE É QUE ESTÁS A FAZER?-*ele pegou na minha cintura e tirou-me de cima deles posando-me no chão*-

 

    Eu: VIM CELEBRAR CARAÇAS! -*empurrei-o pelo ombro saltando para cima dele a seguir enquanto ria sem parar*- ESPERA!

 

Ele pousou-me no chão e eu procurei com os olhos alguns dos elementos da equipa francesa. Corri na direção deles e sorri simpática.

 

    Eu: Ce fut un grand jeu, je l'ai aimé vous voir jouer . Ils sont tous d'être félicités et je regrette qu'ils ne gagnent pas. -*(Foi um grande jogo, gostei muito de vos ver jogar. Estão todos de parabéns e lamento que não tenham ganham.) Eles apenas olharam para mim e sorriram brevemente. Eu compreendia o lado deles, era difícil sorrirem ao inimigo, mas mesmo assim receberam os meus abraços com algum afeto. Sim, eu abracei cada um deles pois sabia como era difícil perder tudo por tão pouco*-

 

Afastei-me calmamente ouvindo alguns dos adeptos portugueses chamar o meu nome. Olhei para a bancada portuguesa e sorri acenando para eles. Olhei para a equipa e dei um sorrisinho maléfico indo a correr na direção dos fotógrafos que tentavam obter uma imagem nítida da comemoração dos portugueses no relvado. Passei pelas barreiras e sorri aos fotógrafos aproximando-me das pessoas que conseguia tocar nas bancadas. Elas pediam fotografias e autógrafos.

 

Quando vi que estavam a montar tudo para a recepção da taça voltei para o relvado a correr e abracei mais uma vez o Nani que me levantou no ar juntamente com o resto da equipa que começou a atirar-me ao ar.

 

Senti braços à volta da minha cintura e das minhas pernas e passei um braço pelo pescoço da pessoa que me estava a segurar e que de seguida me deu um beijo na bochecha. O Cristiano deu um grito no meu ouvido e eu encolhi-me tal foi o grito dele. Fui pousada no chão e abracei o capitão da equipa que chorava de emoção.

 

Separamo-nos para que ele fosse dar os parabéns à selecção francesa que ainda estava visivelmente abalada pelo sucedido. Os jogadores portugueses fizeram duas filas uma de cada lado dos marcadores por onde eles teriam que passar e eu pus-me no início da fila para receber também os jogadores franceses. Alguns olharam estranhamente para mim e ignoraram a minha mão estendida, outros até sorriram para mim e deram-me um abraço rápido enquanto eu sorria para eles e aplaudia o trabalho que eles tinham feito durante o jogo.

 

Assim que todos os jogadores franceses receberam as suas medalhas, os portugueses prepararam-se para receber as suas medalhas também e eu tirei o meu telemóvel para registar aquele momento único. Sorri ao ver que o Cristiano ia ser o primeiro a erguer a taça e tirei algumas fotografias cercada pelos seguranças e depois afastei-me para deixar que os fotógrafos tirassem as suas fotografias.

 

Esta foi uma noite memorável.

 

Portugal, Lisboa, Alameda das Comunidades Portuguesas, Aeroporto Humberto Delgado, July 11 2016, 13h28

 

Zoey Petterson P.O.V.

 

Os rapazes quiseram fazer uma coisa em grande para as comemorações em Portugal, da final do Euro, por isso pediram-me que eu fosse com eles no avião de regresso a casa, o que implicou uma Zoey a acordar cedo e a ficar mal disposta por isso, mas quando me lembrei da razão por estar a fazer aquilo, recuperei a minha alegria e levantei-me da cama de hotel e fui-me vestir (*100) para estar a horas no aeroporto. Assim que entrei no enorme pássaro de metal, procurei o meu lugar e sentei-me no mesmo guardando as minhas malas. A equipa entrou pouco depois ainda a celebrar a vitória da noite passada e eu apenas consegui rir com as caretas que eles faziam.

 

(...)

 

Abri os olhos quando ouvi o piloto dizer que já tínhamos aterrado em Lisboa e espreguicei-me no meu acento tendo um susto quando vi o Cristiano a meu lado. Ele sorriu e eu sorri também levantando-me para pegar na minha mala.

 

Fomos recebidos à saída do avião com os gritos dos portugueses enquanto eu saia discretamente do avião, mas o Éder fez questão que toda a gente soubesse que eu estava ali, pois ele sentou-me em cima do seu ombro com a ajuda do Rui Patrício. Eles seguravam-me com uma mão e com a outra eles cumprimentavam as pessoas por onde passavam. Só me pousaram no chão quando íamos entrar no autocarro da equipa. Acenei para algumas pessoas que gritavam pelo meu nome ao reconhecer-me e logo entrei no autocarro pousando a minha mala num banco qualquer. Bufei pelo calor que fazia e pus as mãos na cintura observando a equipa a instalar-se rapidamente na parte de baixo no autocarro.

 

    Cristiano: Zoey, vamos lá para cima, queres vir? -*olhei para o teto e para ele e sorri*-

 

    Eu: Agora não. Daqui a pouco já lá vou ter com vocês okay? -*-ele sorriu e assentiu subindo de seguida para a parte descoberta do autocarro sendo seguido pelos restantes membros da equipa.*-

 

Suspirei e sentei-me no banco pegando na minha mala. Tirei dali o Iphone e passei o dedo pelas mensagens mais recentes. Vi as mensagens que tinha trocado com o meu pai antes de discutirmos, há 1 mês atrás. Ele tinha me magoado com tudo aquilo que disse em relação ao Justin. Ele tinha que perceber que ele não tinha qualquer controle sobre a minha vida. Ele é meu pai, mas já não manda em mim.

 

O Justin ainda não sabia que eu tinha discutido com o meu pai e também ainda mal tinha falado com ele desde que saí de Miami. Além disso posso até imaginar que ele iria dizer algo como “deveriamos ter assumido logo as coisas, assim evitávamos essa discussão com o teu pai”. Não quero entrar nesse assunto outra vez. Prefiro deixar as coisas como estão, eu acho que estamos bem assim, com as coisas apenas entre nós, sem perguntas estúpidas de paparazzis, sem a opinião dos fãs, quer dizer não me levem a mal eu amo os meus fãs, mas sei que muitas vezes eles tomam atitudes extravagantes apenas por não gostarem da pessoa com quem o ídolo namora e sei perfeitamente que o Justin tem pouca paciência para essas coisas e corro seriamente o risco de ficar exposta a escândalos, o que não seria muito bom para alguém que está no início da sua carreira.

 

Abstraí-me destes pensamentos e marquei o numero do Justin que me atendeu depois de 3 toques.

 

    Justin: Sim..-*respondeu com a voz rouca*-

 

    Eu: Wake up lontra. -*disse a rir e ouvi-o resmungar alguma coisa*-

 

    Justin: Acordaste-me para me chamares lontra, sua vaca? -*perguntou brincalhão e eu gargalhei cruzando as pernas*-

 

    Eu: Não lontra, estou a ligar para te dizer que já cheguei a Lisboa. Correu tudo bem. Não foi o que me pediste para fazer? -*pergunto relembrando-lhe que tinha sido ele a pedir para que eu ligasse assim que aterrasse em Lisboa*-

 

    Justin: E já me fizeste arrepender de te ter pedido isso. -*respondeu brincalhão*- Onde estás?

 

    Eu: Acabei de dizer que já aterrei em Lisboa Justin. Ficas-te surdo ou quê? -*perguntei com tédio*-

 

    Justin: Sim Zoey, mas já estás no hotel? -*quase o pude ver a revirar os olhos*-

 

    Zoey: Não, vou ter a entrega das medalhas da equipa e..-*ele interrompeu-me com as suas perguntas sem sentido*-

 

    Justin: E desde quando fazes parte da equipa? -*disse irônico*- O que é que tens a haver com isso? -*perguntou estúpido*-

 

    Eu: Justin para de ser estúpido. Se me deixasses falar terias ouvido que eles me pediram para cantar na celebração. E para que é que foi o comentário infeliz?-*perguntei zangada pelo comentário dele ouvindo-o bufar do outro lado*-

 

    Justin: Desculpa babe. É que eu estava na esperança de ainda te ver em Bufallo e com essa tal de entrega de medalhas já sei que só te vejo em Atlantic City, não é? -*ele parecia frustrado assim como eu também estava a ficar*-

 

    Eu: Justin, o que é que se passa? São só três dias…-*disse normalmente*-

 

    Justin: E achas pouco? Eu quero a minha namorada ao pé de mim Zoey..-*ouvi chamarem o meu nome da parte de cima do autocarro e olhei na direção das escadas vendo o Cédric chamar-me com a cabeça. Acenei e pedi-lhe para esperar só mais cinco minutos*-

 

    Eu: Eu depois mando-te mensagem quando isto acabar okay? Eu agora tenho de ir. Beijos. -*esperei ouvir mais alguma coisa da parte dele antes de terminar a chamada, mas ele manteve-se em silêncio, por isso desliguei o telefone e guardei-o na mala subindo as escadas do autocarro para o segundo andar com cuidado para não cair com os saltos*-

 

Vi que quem tinha o microfone era o Nani que virou o rosto na minha direção assim que me encostei ao corrimão para cumprimentar as pessoas. Fui até ele que falava com a multidão.

 

    Nani: Vocês estão prontos para celebrar? -*todos começaram a gritar e eu apoiei o meu braço no ombro direito dele que  passou o mesmo braço pela minha cintura*- E para começar bem a festa vamos ter um concerto da nossa Zoey! -*ri pela maneira afeminada que ele disse o meu nome e atrevi-me a dançar sensualmente para a multidão que gritou. Ele deu-me o microfone *-

 

    Eu: COMO É QUE É LISBOA, VOCÊS ESTÃO PRONTOS PARA CELEBRAR OU NÃO? -*todos gritaram inclusive o pessoal do autocarro e eu escondi uma risada*- NÃO OUVI NADA! -*eles gritaram ainda mais alta enquanto as primeiras batidas de “Scream & Shout” soavam pelas colunas e eu comecei a cantar*-

 

(...)

 

O resto do dia foi animado, como já se previa. Foi desde o aeroporto até Belém sempre a cantar e a dançar com toda a gente e mal cheguei ao nosso destino, bebi quase uma garrafa de água enquanto todos saiam dos autocarros para se encontrarem com o nosso presidente. Peguei na minha mala e esperei que todos saíssem, mas o Cristiano esperou que eu saísse primeiro para me ajudar a passar pelas pessoas, visto que o número de seguranças ali era inferior para o quantidade enorme de pessoas que se encontravam naquele largo.

 

Ele passou um braço pelas minhas costas direcionando-me o caminho enquanto eu apenas tocava quantas pessoas conseguia e sorria para as câmeras. O presidente esperava-nos dentro da sua residência. Assim que sai da confusão de pessoas presentes no jardim em frente à residência, consegui respirar fundo. Eu quis ficar para último, não queria tirar as atenções dos jogadores, mas assim que o presidente me viu fez uma cara um pouco confusa e o Cristiano veio explicar-lhe o porque de eu estar ali com eles. O Presidente sorriu para mim e abraçou-me da mesma forma que fez aos jogadores e desculpou-se por não ter uma medalha também para mim, ao que eu respondi:

 

    Eu: Eu não quero medalhas Sr.Presidente, não fui eu que levei a nossa equipa até à vitória. Foi o país. -*e coloquei-me atrás do selecionador da equipa que me tinha ouvido e que sorriu para mim*-

 


Notas Finais


100- http://www.polyvore.com/cgi/set?id=203594929 -307-(Outfit Zoey to Meet to President in July 11 2016)- “The Win and Celebration”-capítulo 42


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO


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