História Try Again - Capítulo 8


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Categorias Criminal Minds
Personagens Aaron Hotchner, Alex Blake, Chefe de Seção Erin Strauss, Chefe de Seção Mateo Cruz, David "Dave" Rossi, Derek Morgan, Dr. Spencer Reid, Emily Prentiss, Jennifer "JJ" Jareau, Penelope Garcia, Personagens Originais
Tags Aaron Hotchner, Criminal Minds, Drama, Jack Hotchner, Policial, Romance
Visualizações 72
Palavras 1.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


30 anos depois.... Eu voltei!!


Boa leitura💝

Capítulo 8 - Vingança, ressaca e corrida..


Fanfic / Fanfiction Try Again - Capítulo 8 - Vingança, ressaca e corrida..

Ouço Cristal suspirar pela quarta vez seguida tentando chamar minha atenção. Uma mania que ela preservava ao longos dos anos, raramente começava um assunto, quando de respeito à ela, primeiro. O que é as vezes é bastante irritante.

– Algum problema, Cris? - Pergunto observando pelo canto do olho sua exaltação.

– Até que enfim, é sim tenho um problema... Fui traída.

Oi?

– E você não está surtando? - imediatamente elevo minha até sua testa tentando achar algum indício de febre, mas tenho minha mão afastada pelo um tapa na mesma.

– Vou me vingar. - informa me observando com atenção.

Reviro os olhos sabendo o que aquilo significava.

– Por favor, não me diga que isso me inclui?

Cris joga uma mecha do seu cabelo preto como ébano por cima do ombro e olha-me como se eu tivesse a ofendido.

– E claro que isso não te inclui... Só preciso de uma motorista. - conclui sorrindo levemente tentando parecer inocente, o que não era.

– Não tenho carteira de motorista. - aponto, tentando fazer desistir de sua 'idéia'.

– Mais sabe dirigir.

Só pra consta essa não era à primeira vez. Cristal já tinha sido traída outra vez e como "troco" transou com todos os amigos próximos do seu ex - namorado.

Apesar de se vestir - quase sempre - como uma perua, Cris e uma boa pessoa, e só ter paciência para conseguir ultrapassar o longo murro de proteção que a mesma ergueu.

Dona de uma personalidade forte e vingativa, diga-se de passagem, Cristal Delley e uma mulher linda, muito linda. Originalmente brasileira, morena, alta, magra porém com curvas bem feitas e mantidas com uma boa séries de exercícios e olhos âmbar herdados de seu não tão amado pai.

Mãe advogada ambientalista, pai engenheiro civil, saíram do Brasil em busca de uma vida melhor - e conseguiram.

A primeira parada foi na Argentina, para logo depois Espanha, passando pelo sul da Rússia para finalmente parar na Noruega.

Eu tinha seis anos anos e ela sete quando nos conhecemos, tão diferentes como dia e a noite, mas de algum modo a amizade bem improvável deu certo.

Enquanto eu era a quieta, certinha, fofo e meiga.

Ela era o meu oposto. Barulhenta, adorava uma boa confusão, e "odiava" a maioria das pessoas.

Claro que com o tempo sua personalidade explosiva e encrenqueira diminuiu. Mais mudou mesmo quando seus pais se separaram, foi um verdadeiro choque.

Sabe aqueles casais que você pensa; Eles são para sempre.

Era assim com os Delleys.

O problema em sí não foi nem a separação mais o que ocorreu em seguida. O pai da Cris - Jorge - em menos de sete meses já tinha outra mulher - que descobrimos depois ter sido sua amante, mudou-se para Suécia e casou com ela e tiveram um filho, Nicolas, e Cristal só soube disso tudo quando estava em Londres comigo.

Obviamente ela sabia sobre a mulher - Sarah - mais não fazia idéia do casamento - que foi simples e pequeno 'apenas para a família da noiva' - e sobre o meio irmão a informação só chegou até ela quando o pequeno Nick tinha quatro meses de nascido.

Foi tudo surreal e louco, parecia que tínhamos aterrissado em uma novela mexicana.

Daí em diante o relacionamento deles desandou - de mal a pior - Cris não consegue ficar com o pai no mesmo recinto durante quinze minutos que começam a brigar e quase automático.

Não por ele ter se separado da mãe dela que tinha acabado de vencer o câncer de mama, mas pelo simples fato de não ter sido sincero. Sempre contaram tudo um para o outro em todos os sentidos. Até quando ela perdeu a virgindade contou a ele, óbvio que o senhor Delley surtou, mas de qualquer forma sua falta de honestidade acabou 'matando' o relacionamento deles.

E hoje ainda não o tinha perdoado.

– O que você vai fazer exatamente? - questiono temendo sua resposta.

Sorri mostrando seus dentes perfeitamente alinhados.

– Você verá.

Deus me ajude!

***


Nunca me arrependi de nenhuma das minhas ações até hoje, por outro lado se arrependimento matasse eu já teria morrido por coisas que eu disse. E ontem a noite não foi diferente, por incrível que pareça me diverti fazendo coisas não tão 'legais' com a Cris, e posso dizer ela sabe como dar o trouco 'não na mesma moeda mais em dólares e outro nível'. Como a mesma fala.

Seguindo em frente e esquecendo que depila-mós as sobrancelhas do seu ex, entre outras coisas - que tenho quase certeza, daria uns bons tempos na cela ou de serviço comunitário.

Hoje Jack conheceria a Beth e devo admitir estou praticamente me mordendo de ciúmes. Não por Aaron mais sim por Jack.

Estou com medo, sendo mais exata, medo que ele passe a gostar mais dela do que de mim - o que é bem infantil, eu sei.

– Nana? Esta tudo bem? Você tá séria... E isso é estranho. - meu pequeno me olhava inquisidor.

Eu tinha sido um pouco injusta naquele dia no Bar com Aaron.

Jack realmente se parece muito com ele, e não e só na teimosia, um bom exemplo: o olhar.

– Esta tudo ótimo. Terminou o cartaz? - Pergunto me inclinado para ver o que ele tinha escrito.

Hoje Hotch irar participar de uma corrida anual em que apenas agentes do FBI podem participar, segundo as garotas.

Aliás, infelizmente não pude sair com as meninas ontem, por causa da minha função 'adquirida' como motorista de fuga, mesmo que isso tenha gerado umas quatro ou cinco multas não sei ainda ao certo.

Voltando ao presente, parabenizo Jack pelo belo cartaz e o ajudo a guarda os materiais de pintura, a qualquer hora Morgan chegaria - para nos buscar.

***

Emily, JJ, Garcia estavam a personificação da ressaca, tinham chegado atrasadas e agora reclamavam do barulho excessivo.

Pego uma das bandeirinhas que Reid carregava e balanço avidamente enquanto começo a gritar do lado de Spencer que expressava sua expectativa tanto quanto eu. Jack grita chamando nossa atenção para um Hotch suado vestindo uma roupa locada... E bota colada nisso. Foco Nina!

Andamos até Aaron que coloca a medalha no pescoço de Jack.

– Parabéns Aaron. - abraço ele rapidamente.

– Obrigada Nina. - agradece respirando fundo, recuperando o fôlego.

– Parabéns Hotch. - Rossi e Garcia o felicitam, logo seguido dos outros.

Hotch agradece rapidamente tendo sua atenção voltada para Beth que chamou por ele.

– Vem Jack, quero que conheça uma amiga. - os Hotchner's seguem em direção a Beth que abraça Aaron, antes de cumprimentar Jack.

– Vamos? Acho que Hotch vai estar ocupado pelo resto do dia. Aceita uma carona Nina? - David pergunta atrás de mim, sinto sua mão no meu ombro me despertando da cena que estava embrulhando meu estômago e deixando meu coração 'apertado'.

Viro em sua direção e nego com um aceno.

–  Muito obrigado Rossi, mas tenho que ir para faculdade e perto posso ir andando.

Dou um ligeiro abraço em todos exclusive Reid.

– Vocês três tratem de beber muita água. - falo apontando o dedo para as mulheres daquela equipe.

– Pode deixar Dra. Ostberg. - Emily diz tentando dar um sorriso que se transformar rapidamente em carreta.

Dou um breve aceno de despedida e sigo caminho a faculdade.

Estudar nunca me pareceu tão incrível como hoje.






"A inconstância deita tudo a perder, na medida em que não deixa germinar nenhuma semente".

Henri Amiel 



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