História Trying not to love you - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Royz
Personagens Koudai, Kuina, Subaru, Tomoya
Tags Barunasu, Subakui
Visualizações 14
Palavras 3.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capítulo dedicado totalmente ao lemon.
Quem não gosta desse tipo de leitura, pode pular e continuará entendendo a história.

Capítulo 14 - Step XIII


 

Travei.

 

Aquilo me surpreendeu e eu travei, o encarando.

 

- Podemos fazer...?

 

Era uma pergunta. Isso significa que ele queria?

 

Não respondi, apenas colei os lábios aos dele e inverti as posições, caindo com o corpo por cima do dele e ajeitando-me entre suas pernas.

 

Ele me recebeu bem daquele jeito, acomodando-se embaixo de mim e deixando suas mãos em minha cintura.

 

Mas tinha algo que eu precisava falar pra ele, algo que eu queria que ele soubesse.

 

- Kuina... – Chamei, após deixar um selo em seu pescoço.

 

- Hmm...?

 

O encarei e ele estava com os olhos em mim.

 

- Nós podemos trocar, se você quiser, ok? Quero que saiba que, você pode ser o ativo, quando você quiser.

 

A feição dele era de surpresa. Creio que ele não imaginava que ouviria isso de mim.

 

- Eu realmente não me importo, não sei se lembra, mas eu já comentei uma vez que eu seria uke somente se fosse com você, então...

 

Eu realmente havia dito isso, já fazia um bom tempo, foi em uma conversa descontraída junto com Koudai, Kazuki e Tomoya. Kuina estava lá e lembro que ele havia ficado bem corado quando falei e mesmo sendo em tom de humor, era sério.

 

Ele passou alguns segundos ali, pensando.

 

- Entendo. – Enfim, respondeu – Tudo bem, mas... Agora, nós podemos só fazer como da primeira vez?

 

Agora fora eu quem ficou surpreso. Ele realmente não se importava em ser meu daquela maneira...?

 

Acenei positivamente com a cabeça, voltando a distribuir beijos pelo pescoço dele.

 

Era totalmente perceptível o quanto ele relaxava ali em meus braços e ficava entregue àquelas sensações, soltando gemidos baixos e fracos.

 

E eu adorava aquilo.

 

Apoiei a canhota no colchão enquanto meus lábios passavam a trilhar um caminho por seu  pescoço, pela linha da jugular, seguindo até a mandíbula e encontrar-se com os semelhantes dele.

 

Parecia um sonho, novamente.

 

Ele era meu. Estava novamente entregue. Não impedia nenhum ato, apenas apertava os dedos na minha cintura, vez ou outra me puxando como se fosse um pedido mudo para eu continuar.

 

Enquanto isso, descolei os lábios dos dele e desci até a área da subclávia, subindo o joelho que acabou por roçar devagar entre suas pernas.

 

Ah, ele gemeu! Porém, levou a destra até a boca na mesma hora.

 

O encarei, rindo baixo e ele me acompanhou.

 

- Meus pais estão no quarto do lado... – Falou em tom baixo.

 

- Realmente... – Provoquei -  Eles podem ouvir...

 

Eu não seria eu se não o provocasse. Desci então a destra até seu membro, por cima da samba canção, passando a massagear devagar enquanto o encarava.

 

Kuina puxou o ar e voltou a levar a mão na boca, tapando-a. E o olhar que recebi dele foi um misto de aprovação e raiva. Raiva porque ele sabia que eu o estava provocando.

 

Mas eu queria mais do que aquilo.

 

Puxei devagar aquela peça íntima, despindo-o por completo. Ele me encarava e suspirava baixo. Subi a mão até seu membro e sem delongas, iniciei uma masturbação lenta. Kuina puxou o ar e fechou os olhos, tombando a cabeça para trás, com aquilo tomei a liberdade de levar os lábios até o local e suguei devagar a glande, antes de colocar toda a ereção na boca.

 

O ouvi gemer e logo senti sua mão na minha cabeça, ele entrelaçou os dedos em meus cabelos. O encarei e seu olhar estava em mim, ainda o vi umedecer os lábios e sorrir de canto antes que eu o chupasse forte novamente.

 

Dei um ritmo mais rápido para meus atos e isso fez com que Kuina apertasse forte seus dedos em meus fios e até acompanhasse o ritmo. Ele gemia bem baixo e abafado e vê-lo daquele jeito só me fazia querê-lo cada vez mais.

 

Enquanto segurava seu membro com uma mão e o chupava, desci a outra devagar pela linha do períneo e passei a massagear ali. Ah! Isso fez com que ele gemesse um pouco mais alto, se controlando logo após. Eu sabia que ali era um ponto ótimo pra sentir prazer...

 

Retirei a boca devagar de sua extensão, apenas para provoca-lo novamente.

 

- Tá ruim?

 

Ele negou com a cabeça.

 

- N-Não... – E puxou o ar devagar – Tá gostoso...

 

Sorri de canto de forma maliciosa antes de voltar a abocanhar seu membro, colocando-o todo na boca e sugando devagar. Tirei rapidamente apenas para umedecer o polegar da canhota e voltar a desce-lo pelo períneo, porém dessa vez fui mais abaixo e, devagar, introduzi o polegar em sua entrada.

 

Fora inevitável que Kuina sobressaltasse com aquilo, porém ele não se moveu e notei que ele tentou relaxar o máximo possível.

 

Aos poucos, fui movimentando o dedo dentro dele, até que ele voltasse a gemer baixo igual antes. Sem parar também o sexo oral.

 

Ele apertava e as vezes puxava meu cabelo, movendo também o quadril contra minha boca e foi tão bom ouvi-lo chamar meu nome.

 

- Incrível...

 

Falei, passando a língua pela fenda da glande.

 

- Mais. – Ele pediu.

 

- Mais? Mais o que? Isso... – Voltei a lamber seu membro – Ou isso...? – E movimentei mais rápido o polegar dentro dele por alguns segundos.

 

Kuina gemeu.

 

- Isso.

 

- Isso?

 

Voltei a ficar de joelhos na cama, entre as pernas dele e aumentei como pude a velocidade com o dedo. Ele apenas afirmou com a cabeça, fechando os olhos e virando o rosto de lado.

 

Eu sentia meu membro já pulsar em desejo por ele, mas respirei fundo. Retirei o dedo de dentro dele e eu ia me posicionar melhor entre as pernas dele quando o ouvi.

 

- Na gaveta, atrás de você.

 

- Hm? O que?

 

Ele apenas apontou, então, me virei e abri a primeira gaveta da armário que havia ali, onde ficava seus livros e figures actions. Tinha alguns lenços ali e um frasco de lubrificante. Quando Kuina viu que o peguei, logo emendou.

 

- Tá lacrado, nunca usei e comprei faz tempo. Vê se não está vencido.

 

Não estava.

 

- Nunca usou?

 

- Não trouxe ninguém mais em casa.

 

- Isso é bom. – E ri baixo.

 

Tirei o lacre e abri, voltando para entre as pernas dele e espalhei devagar o líquido nos dedos médio e anelar.

 

O frasco fora deixado e lado e debrucei o corpo sobre o dele, dessa vez elevando suas pernas de forma que ficassem em meus ombros e guiei os dois dedos para dentro dele. Era esperado que Kuina gemesse em desconforto, mas devagar fui pegando ritmo até notar seu corpo relaxar.

 

Senti suas mãos em meu rosto e rapidamente ele colou seus lábios aos meus em um beijo necessitado e cheio de desejo. Eu sentia-me cada vez mais excitado a cada gemido abafado dele contra minha boca. Cortei o beijo sugando seu lábio e desci, distribuindo selos pelo seu peito e barriga, até parar abaixo do umbigo.

 

Elevei novamente o tronco para finalmente poder me desfazer da única peça de roupa que eu vestia, a calça de moletom. Quando voltei meu olhar à Kuina, ele parecia estar ajeitando-se melhor ali, mantendo ainda as pernas afastadas e dobradas... Ele realmente conseguia tirar a minha sanidade em questão de segundos.

 

Assim que vi seus braços se esticarem em minha direção e suas mãos alcançarem minhas coxas, em um sinal claro que ele me puxava para si, voltei a debruçar-me sobre ele. Ah, fora inevitável que meu membro não roçasse em sua entrada e eu senti que seu corpo ficou um pouco tenso com aquilo, embora ele tenha gemido ao contato.

 

E me beijou. Ele me beijou e foi de forma intensa, tanto que Kuina agarrou-se em meu pescoço e sentou-se na cama, enquanto voltei a ficar de joelhos, curvando-me um pouco para conseguir corresponder ao beijo. Ao mesmo instante em que voltava a levar os dedos para dentro dele.

 

Kuina elevou uma de suas pernas para que eu conseguisse estoca-lo. Seus gemidos contra meus lábios me deixavam extasiados. Eu queria entrar dentro dele. Queria logo. Queria demais.

 

- Subaru... Vem logo...

 

Ele parecia querer a mesma coisa...

 

Retirei os dedos de dentro dele e segurei em sua cintura, o puxando com certa força que Kuina colocou-se de joelhos.

 

Arrisquei.

 

Eu não sabia se ele ia topar aquela posição, mas arrisquei. O virei devagar colando meu peito nas costas dele. Kuina dobrou um braço e entrelaçou os dedos em meus cabelos. Devagar, guiei meu membro para dentro dele, parando apenas quando me senti todo em seu interior. Ele respirava pesado e era notável que estava meio tenso. Iniciei os movimentos devagar apenas quando notei seu corpo ir relaxando devagar.

 

Ele gemeu arrastado e seus dedos se fecharam com mais força em meus cabelos. Ah, como era delicioso vê-lo daquela forma, com os olhos fechados e a boca entreaberta. Seus suspiros pesados e os gemidos arrastados.

 

Conforme o prazer ia crescendo, incontrolavelmente fui aumentando a velocidade dos movimentos, Kuina não conseguiu manter-se de joelhos por conta das minhas investidas, sua mão afastou-se dos meus fios e ele espalmou o colchão, ficando de quatro ali.

 

Gemi.

 

Gemi só com aquela visão.

 

Mas o que me fez prender a respiração foi quando Kuina, devagar, escorregou as mãos e deitou o peito ali, ficando de joelhos e mantinha o quadril elevado.

 

Ele era o pecado em pessoa. Talvez, sem intenção alguma, ele conseguia ser erótico daquela forma e me deixar ensandecido. 

 

Segurei firme em sua cintura e retomei os movimentos, de forma rápida e com força. Kuina agarrou o lençol do colchão e gemeu rouco, mordendo o lábio inferior em seguida.

 

Notei que ele tentava vez ou outra morder os dedos ou tapar a boca com a mão. Eu tentava não fazer muito barulho também com as investidas, afinal, me sentiria culpado caso os pais dele escutassem algo.

 

Segurei com força as nádegas dele, puxando pra mim e conforme o fazia, arremetia contra ele. Com isso eu sabia que conseguia ir fundo. Era uma sensação deliciosa. Ainda mais sentir o corpo dele tremer enquanto arfares baixos escapavam de seus lábios.

 

Enquanto deixei a canhota apoiada nele, apertando com certa força sua nádega, desci a destra até o membro dele, fechando os dedos em volta da ereção. Kuina gemeu arrastado e escondeu o rosto no travesseiro.

 

Não, eu queria ouvi-lo gemer, nem que fosse baixinho. Passei a masturbar o membro dele de forma rápida, conciliando com a velocidade que eu colocava nas estocadas.

 

Notei que seus dedos se fecharam com força no travesseiro e mesmo de forma abafada, pude ouvi-lo gemer. Assim que ele afastou o rosto dali para poder respirar fundo, algumas palavras escaparam de seus lábios, embora foram incompreensíveis para mim.

 

Soltei rapidamente seu membro para fechar os dedos, dessa vez, em seus fios de cabelo e puxei, fazendo com que ele voltasse a levantar seu tronco.

 

O puxão fez Kuina gemer mais alto e curto.

 

- O que você falou? – Sussurrei assim que meus lábios encontraram seu ouvido.

 

- N-Nada... - Ele negou com a cabeça.

 

- Me fala... – Sussurrei, antes de mordiscar a cartilagem da orelha e deslizar a língua pelo local.

 

Kuina umedeceu os lábios devagar e puxou o ar duas vezes, antes de sussurrar em um tom quase inaudível.

 

- Gosto- - E mordeu o lábio inferior.

 

Mas eu já havia entendido.

 

- Está gostoso?

 

E ele apenas afirmou com a cabeça, tombando-a para trás e deitando-a em seguida no meu ombro. Soltei seus cabelos e passei a destra em volta de sua cintura, o prendendo em mim para assim poder investir contra ele sem que Kuina voltasse a cair no colchão.

 

Apesar de deliciosa, era uma posição meio incomoda, por conta disso, logo o deitei novamente no colchão, dessa vez de barriga pra cima e voltei a ficar entre suas pernas. Rapidamente ele voltou a me beijar, passando suas pernas em volta de minha cintura.

 

As cegas, guiei meu membro de volta para dentro dele, retomando os movimentos, o fazendo gemer baixo contra meus lábios. Era difícil manter o beijo, mas as mãos de Kuina não soltavam meus cabelos, eu sentia que aquela era uma das formas dele de extravasar o prazer que sentia, da mesma forma que suas pernas me prendiam contra ele.

 

- Subaru... – Ah, ele gemendo meu nome!

 

- Gosta assim? – Perguntei contra os lábios dele.

 

- Gosto... – E ele mordiscou meu lábio inferior – Continua.

 

Assim que senti seus dedos afrouxarem em meus fios, elevei o tronco, puxando uma de suas pernas para colocar em meu ombro, segurando então firme em suas coxas. Kuina deixou um de seus braços jogados ao redor de sua cabeça enquanto que com a destra, ele segurou em minha coxa, puxando contra ele.

 

- Ma-Mais... – Seus olhos estavam semicerrados e ele balbuciava as palavras entre ofegos – Mais rápido.

 

Tentei pegar o máximo de impulso que eu conseguisse e joguei o quadril com força contra ele. Naquela altura era possível sentir o cheiro de sexo no ar e ouvir o barulho erótico dos corpos se chocando, porém, não parecia mais que Kuina se importasse, já que ele não tentava mais conter os gemidos.

 

Levei uma das mãos ao membro ereto dele e voltei a masturba-lo, dessa vez com mais agilidade, porém de uma forma mais desordenada. Suas unhas se cravaram em minha coxa enquanto sua canhota segurou o lençol com força.

 

O corpo dele se contorcia em prazer, era notável.

 

E eu sentia a libido tomar cada pedaço de mim.  Como se meu corpo quisesse se fundir ao dele.

 

Em uma das vezes que Kuina contorceu o corpo, ele elevou seu quadril com a ajuda do pé e eu rapidamente segurei em suas mãos, entrelaçando nossos dedos e tentei manter o quadril dele daquela forma, sem pausar os movimentos ou diminuir o ritmo.

 

- Su-Subaru eu n-não...

 

Sua voz saia entrecortada e tão abafada pelo prazer que era um pouco difícil compreender as palavras.

 

Mas para mim, estava claro que ele estava perto de alcançar o ápice.

 

Levei suas mãos que estavam entrelaçadas as minhas até o topo de sua cabeça, apoiando no colchão ali e debrucei-me sobre ele, sussurrando de forma baixa.

 

- Goza bem gostoso pra mim, meu amor...

 

E ele me encarou, formando um sorriso nos lábios.

 

Ah, e que sorriso! Havia uma malicia ali e isso me deixava ainda mais excitado, se isso ainda era possível aquela altura.

 

Kuina, você me excita tanto... Consome cada resquício de sanidade do meu ser.

 

A destra dele se remexeu ali e eu pude ouvi-lo balbuciar.

 

- Me toca. E-Eu não aguento mais...

 

Movi a boca em um sorriso rápido de canto, elevando-me novamente e soltando suas mãos. Retirei-me rapidamente de dentro dele para mudar a posição, o colocando de lado e joguei o corpo atrás do dele. Colei o peito em suas costas e elevei uma de suas pernas para voltar a me jogar dentro dele.

 

Kuina tombou a cabeça para frente, assim que vi seus cabelos cair aos lados, levei os lábios até sua nuca, que parecia estar pedindo pelos meus beijos.

 

Seu corpo tremeu e ele voltou a repetir, dessa vez em um tom mais alto, como se estivesse me dando uma ordem.

 

- Me toca, Subaru!

 

Soltei a perna dele para poder levar a destra em seu membro, e com isso ele acabou apoiando seu pé em minha coxa, a fim de manter a perna elevada para que eu pudesse estoca-lo com mais facilidade.

 

Tentei conciliar as investidas com a masturbação, mas da forma como o corpo dele reagia à aqueles dois estímulos, eu sentia que ele não iria durar muito.

 

E com isso, inconscientemente, seu corpo fazia seu interior ficar mais apertado, esmagando meu membro... Eu também não iria durar muito mais.

 

E realmente... Logo Kuina jogou o corpo para o meu lado, ficando de barriga para cima e levou a destra até seus lábios, mordendo o polegar, enquanto continha um gemido.

 

Senti seu gozo escorrer pelos meus dedos enquanto alguns pingos caiam pelo seu abdômen.

 

Delicioso.

 

Por conta de sua mudança de posição, acabei saindo de dentro dele. Logo ele relaxou e mantinha os olhos fechados enquanto seu peito subia e descia rapidamente por conta da respiração descompensada.

 

Com a minha destra ainda suja pelo seu liquido, a guiei até meu membro e iniciei uma masturbação rápida. Todo o acontecido e aquela visão erótica de Kuina daquela forma me fariam alcançar o ápice logo.

 

Kuina abriu os olhos e me viu ali, em sua frente e umedeceu os lábios.

 

- Incrível.

 

Um gemido baixo e rouco escapou de minha boca e daquela forma, cheguei ao prazer final.

 

Deixei me desfazer ali, entre suas pernas, derramando o líquido junto ao dele, em seu corpo. Ele riu curto e um tanto quanto malicioso, enquanto esticava sua mão para pegar em meu braço e puxar, colando nossos lábios em um beijo necessitado.

 

- Eu te amo. – Kuina sussurrou entre o beijo.

 

Eu realmente não preciso de mais nada em minha vida.

 

 

Após Kuina ter limpo minha mão e sua barriga com lenços umedecidos ali, eu estava me esticando no colchão, estalando o pescoço quando o ouvi falar.

 

- Promete que da próxima vez que fizermos, vai ser quando não tiver ninguém na casa? Tanto se for aqui em casa de novo, ou na sua.

 

Virei a cabeça de lado, o encarando ali. Ele estava deitado com o corpo de lado, apoiando a cabeça na mão e seus olhos estavam em mim.

 

Eu apenas gargalhei curto.

 

- Tá com medo de seus pais terem ouvido?

 

- Eu tentei ser silencioso, eu juro que tentei!

 

E ele se deixou cair de barriga pra cima no colchão, encarando o teto.

 

- Realmente... E seu corpo reage muito bem a cada estimulo... – Falei, deslizando um dedo pelo peito dele.

 

- É um prazer totalmente diferente dos que eu já havia sentido... E é muito bom, chega a ser errado eu ter que me conter.

 

Outro riso escapou de meus lábios e eu passei os braços em volta de sua cintura.

 

- Pode deixar que da próxima vez você vai poder gemer bem alto pra mim... – Sussurrei em seu ouvido, fazendo questão de usar um tom totalmente malicioso.

 

Kuina riu curto e bateu de leve em meu braço.

 

- Safado.

 

- Seria bom, não seria? Não precisar conter nenhum gemido.

 

E ele apenas acenou positivo com a cabeça. Aos poucos, talvez, ele vá aceitando a nossa relação dessa forma. Seria tão perfeito...

 

Eu estou sonhando, será?

 

~


Notas Finais


Relembrando que iniciei fanfic nova, me dedicarei totalmente à ela em breve, pois TNTLY está em reta final.
https://spiritfanfics.com/historia/nagareboshi-8697289


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