História Trying to Love - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Rukia Kuchiki
Tags Byakuya, Byakuyaxrukia, Byaruki, Kuchiki, Romance
Visualizações 94
Palavras 1.537
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Orange, Romance e Novela, Terror e Horror, Yaoi, Yuri
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yoooo meus lindos (as)
Como estão?
Mias um capitulo, sei que demorei e tals mas fiquei sem criatividade para escrever

Capítulo 12 - O mal começa com um sorriso


Fanfic / Fanfiction Trying to Love - Capítulo 12 - O mal começa com um sorriso

O banho estava ótimo apesar da falta que Byakuya fazia, ela mesmo assim queria aproveitar cada segundo do cheiro dele em seu corpo, sabia que mais tarde o teria de volta e poderia aproveitar todo o tempo que perdeu em seus braços. Não sabia ao certo quanto tempo estava naquela banheira, mas seu corpo já estava ficando todo enrugado ela sorriu de canto e decidiu sair quando ouviu a porta do quarto se abrir. Um largo sorriso apareceu em seu rosto Byakuya tinha retornado, a porta do banheiro se abriu revelando um homem alto, suas vestes era um, sobretudo preto com detalhes dourado era vestes de um conde, seus cabelos loiros eram longos na altura dos ombros, em seu rosto uma franja que cobria quase toda sua testa, seu rosto era escultural de tão perfeito, lábios rosados e um olhar penetrante azul. Rukia se assustou puxando a toalha cobrindo seu corpo nu.

            — Quem... Quem é você? — Perguntou assustada

Ele sorriu, um lindo sorriso preencheu sua face esculpida. Ele se encostou-se à parede do banheiro observando-a. — Não tenhas medo minha querida, sou Lucius IV o prazer é meu Rukia Kyler.

            — Vai embora! — Por dentro ela tremia sabia que era uma vampira e podia tentar se defender, mas algo dentro de si dizia corra.

Lucius estava imóvel encostado com um sorriso em seu rosto, ele deu passo à frente ficando mais próximo de Rukia. O sorriso em seu rosto sumiu e sua face congelou rapidamente em um piscar de olhos ele estava frente-a-frente de Rukia sentindo a respiração pesada dela em seu rosto, com sua mão direita ele segurava fortemente o rosto dela fazendo-a olhar em seus olhos, sua outra mão a segurava pela cintura fortemente não deixando-a se mover.

            — Tens um rosto muito belo senhorita Rukia, seria uma pena se ele fosse destruído. Talvez eu a deixe irreconhecível assim ele jamais ira te querer de volta e eu poderei usufruir desse prazer. — Sorriu de canto passando sua unha sobre a pele alva dela fazendo ali um corte profundo cortando a bochecha dela até sua têmpora, Rukia gritou, mas foi inútil ninguém estava por perto ela mesma teria que se defender. Um outro movimento rápido ela o chutou jogando-o contra a parede do banheiro tendo tempo o suficiente para correr e assim o fez, saiu em disparada do banheiro atravessando o quarto indo para porta da frente quando seu corpo fora jogado para traz brutalmente, bateu suas costas e cabeça na parede da sala ficando levemente desnorteada. Sua respiração estava pesada e sangue escorria por sua cabeça e orelha, sua visão embaçou por alguns segundos conseguindo ver apenas um vulto embaçado vindo em sua direção.

            — Não deverias fugir de mim. Mal nos conhecemos e sei que nos daremos muito bem. — Pegou-a pelo pescoço tirando-a do chão ela se debatia, mas era inútil. Ele fechou a mão em punho desferindo um potente soco no rosto de Rukia que caiu desacordada. — Aish não durou muito tempo. — Ele a colocou nos ombros e sorriu. — Ainda temos muito para aprender.

 

Byakuya e Grimmjow estavam na ponte Rio Han

            — Iremos passar na casa de um amigo, deve-me um favor que irei cobrar.

Grimmjow ficou em silencio o caminho todo até que chegaram á uma enorme casa de três andares a frente da casa estava destruída rapidamente adentraram ao local havia sangue por todo canto as paredes estavam tingidas de sangue e partes humanas, pessoas mortas estiradas no chão era uma cena de um filme de terror. Ao longe se pode ouvir um gemido no segundo andar, Byakuya correu e era seu amigo Pablo Desler um senhor de idade avançada cerca de seus 75 anos, cabelos totalmente brancos os olhos azuis e o corpo magro, abaixou-se e ele estava quase morto, respirava pesadamente, ao ver Byakuya estendeu sua mão a ele que logo a pegou. Pablo tocou o outro braço de Byakuya o puxando para mais perto suas forças estavam se esgotando e ele mal conseguia falar com muito esforço ele sussurrou. — R..Ruki..a.. — Suas forças acabaram seus olhos perderam o brilho, ele estava morto.

            — O que ele disse? O que aconteceu? — Perguntou Grimmjow

            — Rukia! Ele não a conhecestes como saberias esse nome? — Contraiu o maxilar fechando as mãos em punho, levantou-se rapidamente deixando o amigo morto no chão. — Ela corre perigo, tenho que voltar. — Logo partiu em disparada para sua mansão, seu coração estava aflito suas mãos tremiam de raiva, mas em poucos segundos ele chegou a sua casa e para sua surpresa ela estava destruída. Seu sangue gelou adentrou rapidamente em todos os cantos procurando-a e só encontrou sangue nas paredes tocou levemente com seus dedos e levou a boca, era o sangue de Rukia, sabia que ela estava machucada. Fechou seus olhos tentando localiza-la por longos segundos tentou, mas fora inútil devia já estar muito longe dali. Quem quer que fosse Byakuya não deixaria impune, quem quer que fosse ao tocar em sua mulher tinha sua sina cravada em uma lapide. 

            — Levaram-na! Irei encontra-la e destruirei quem quer que seja por ter tocado e machucado a minha mulher! — Byakuya estava com muita raiva seus olhos estavam vermelhos, veias escuras saltaram em seu rosto marcando sua pele pálida.

            — Irei ajudar-te meu amigo, vamos encontra-la. — Grimmjow começou a procurar pela casa pistas do paradeiro de Rukia assim como Byakuya.

            — Há uma forma de encontra-la, mas eu nunca usei antes. — Byakuya ficou em silencio por um segundo, levantou sua mão na altura do peito e a fechou em punho, bateu levemente em seu peito.

            — Se há uma forma de encontra-la por que não disse antes? — Grimmjow o encarava.

            — Por que não é uma forma viável. Não é garantido êxito na missão, se não há 100% de chances eu não arrisco. Na verdade nunca precisei cogitar em usar isso.

            — Isso, isso o que? O que não é garantido? Do que está falando? — Grimmjow franziu o cenho.

            — Tem uma forma em que eu acelero em 200% todos os meus sentidos por 3 horas, nesse tempo tenho tudo acelerado, porém eu perco o controle e minha consciência. Fico como um animal selvagem que destrói tudo que está em sua frente. Após essas 3 horas eu fico em estado de exaustão vulnerável para qualquer um por longas horas até que eu me alimente adequadamente.

            — Você se torna um animal selvagem normalmente, porém tem consciência de seus atos, agora me diz que você pode se tornar “outro” animal selvagem sem consciência e mais mortal, é isso?

            — Basicamente sim!

            — Basicamente? Certo, posso te proteger quando estiver vulnerável e me proteger quando estiver sem controle. Mas o que me intriga como você irá evitar machucar a Rukia se não tem controle de si?

            — Por isso disse que não é viável essa opção, não tenho como “identificar” quem é amigo ou inimigo apenas mato o que tiver pela frente.

            Ficaram em silencio rodando pela porta pensando em uma opção alguma coisa que podiam fazer para salvar Rukia.

            — Byakuya não sabemos contra o que estamos lutando, apenas sabemos que ele machucou diversas pessoas para te encontrar e nisso inclui: homens, mulher e até mesmo crianças deixas pelo caminho. Sabemos que ele é um cara cruel que não se importa com nada. Se nossa única chance é você virar o capetão meu amigo, seja bem vindo a loucura e vamos matar esse puto.

            — Prometa-me que irá proteger Rukia com sua vida, que mesmo que tenhas que me matar irá protegê-la de tudo até que eu volte à consciência. Prometa-me isso que prometo que farei o mesmo por Neliel.

            — Eu prometo, irei protegê-la com minha vida, farei de tudo para ajuda-la e te ajudar meu amigo. Se eu morrer salve Neliel ela merece uma vida decente.

            — Ela terá, mas não irás morrer hoje. Vamos indo preciso estar um pouco próximo dela para rastreá-la. Caso eu não ache irei me transformar.

            Os dois saíram da casa correndo com toda velocidade pela mata, o vento batia fortemente em seus rostos, a chuva começou atrapalhando a busca, encobrindo os passos. Byakuya parou fechou seus olhos se concentrando quando os abriu novamente estavam negros, olhou para todos os lados, puxou fundo o ar inalando aquele cheiro maravilhoso de medo, sangue e ansiedade, mas nada da Rukia, porem em seu caminho havia outros vampiros e eles iriam a calhar em sua busca. Saltou ferozmente atacando um grupo de vampiros destroçando-os e se alimentando, seus olhos estavam fundos não se alimentava há algum tempo e para a busca ele iria precisar de toda energia possível. Grimmjow se saciava em um dos capangas comendo suas entranhas, ossos e carne os dois eram animais perigosos sem controle seria algo muito ruim para seus adversários.

            — Vamos continuar! — Byakuya se virou passando as costas das mãos na boca para limpar os resquícios de sangue. Grimmjow tinha um pedaço de fêmur em sua mão ele.

            — Gostei desse cara, bem saboroso. — Ele riu e os dois saíram em disparada.

            Byakuya não podia negar em sua expressão de preocupação, todo o esforço que teve com Rukia e alguém a sequestra, machucando-a aquilo o consumia de uma forma sem igual aquilo fazia seu ódio crescer. Quem quer que fosse não teria perdão ele usaria tudo para destruí-lo por ter tocado em sua mulher, por ter machucando-a ele não deixaria isso impune.  


Notas Finais


O que acharam? Espero que tenham gostado


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