História Trying To Not Love You - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Nickelback
Personagens Chad Kroeger, Daniel Adair, Mike Kroeger, Personagens Originais, Ryan Peake
Exibições 4
Palavras 3.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Kill Me Or Kiss Me



            Acordo e olho ao redor, provavelmente seja o quarto de Jade. Sinto minha cabeça latejar, como se um martelo tivesse a acertado, acho que bebi demais e desmaiei, pois não lembro  nem de  como vim parar aqui, , e nem de quem me vestiu com esse pijama. Ainda sinto uma fraqueza em meu corpo, uma tontura terrível e uma tremenda dor no estômago.
            Olho pela janela e vejo o dia já amanhecendo. Olho ao redor novamente à procura de Jade, não a encontrando. Levanto e vou em direção ao banheiro, passando por um quarto e vendo os caras dormindo ali. Entro no banheiro e  me olho no espelho, tendo apenas uma vaga lembrança da Pequena sereia que eu era antes de entrar para dentro da garrafa, faço uma expressão de decepção assim que vejo minha cara de acabada no espelho.   Faço xixi e vou até a cozinha tomar uma água - maldita sede - . 
        Passo pelo corredor, indo em direção à cozinha, me escorando nas paredes, pois ainda sinto minhas pernas trêmulas  e a tontura me impede de caminhar normalmente.. Me sirvo de água e a bebo, acho que nunca sentii tanta sede. Lavo o copo e deixo secando no escorredor. Me viro para voltar para o quarto de Jade,  mas antes de dar o primeiro passo, dou de encontro com Chad e Jade dormindo juntos, ambos nus. Fico boquiaberta e cubro a boca com a mão.
- Chad! - Grito com expressão de pavor..
                Chad e Jade se assustam e procuram qualquer coisa para se cobrirem.
- Isy, eu juro que tem umnho uma explicação para isso. - Jade dá um sorriso sem jeito.
- Ok, comece. - Digo e cruzo meus braços.
-  É que... eu...  - Jade tenta explicar mas acaba se enrolando..
-  A gente... - Chad começa. - Transou. - Diz pausadamente 
- Ai, meu Deus. - Espalmo minha mão em meu rosto. - Eu vou matar você!
- Tudo isso é ciúmes? - Chad dá um sorriso debochado. -  Vem cá,  a gente dá um jeito nisso.  - Termina com um sorriso malicioso.
- Cala a boca, Chad. - Jade dá um tapa em sua testa.  - A culpa é sua. - Ela aponta para mim.
- Minha? - Pergunto com uma sobrancelha erguída.
- A ideia de trazer o cara que eu morro de tesão, no dia do meu aniverário.
- Isso é sério? - Chad pergunta encarando-a com um sorriso maldoso. 
- Se eu não sentisse, não teria transado com você. - Jade diz com voz óbvia.
- Chad, vá dormir com os caras! - Digo com as sobrancelhas juntas.
- Oh, eu não curto essa parada, ruivinha. - Chad diz e dá uma risada sarcástica.
- Relaxa, amiga. - Jade diz. - Eu e o Chad estávamos bêbados e fodemos, nada de anormal, ok? 
- Eu não ligo para o que vocês fizeram, Jade. - Digo revirando meus olhos. - Mas podiam ter feito isso no quarto, e resolveram fazer isso logo aqui? 
- Estávamos bêbados. - Chad dá de ombros. - Só queriamos nos divertir da melhor forma.
- Da melhor forma? Chad... - Respiro pesadamente. - Eu vou bater em você. - Digo apontando o dedo indicador para ele.
- BBoa ideia, bate pra mim.
- O que? - Pergunto com uma expressão de pavor.
- Que? - Chad pergunta ironicamente. 
- Eu vou matar você! - Me viro para a cozinha, que fica poucos passos dali. Pego uma faca de serra e me viro de volta. - Eu vou matar você, Chad! - Digo  apontando a faca para ele.
- Qual é, ruivinha. - Chad me olha com expressão de decepção. - Você  podia me matar com uma faca descente.
- Chad, não  é legal provocar assassinos, principalmente se eles estiverem meio bêbados... e se forem uma Isis. - Jade sussurra.
- Eu não estou bêbada, falou? - Digo com as sobrancelhas juntas.
- Uhum. - Chad diz com um tom de desconfiança.
-  Some da minha frente agora!  - Torno a apontar a faca para ele.
- Ok. - Chad diz e dá de ombros.
            Chad se levanta, sem a menor vergonha de mostrar seu corpo nu.
- Não! - Digo virando meu rosto para o outro lado. - Volta pra baico do lençol, pelo amor de Deus!
- Ah, até parece que você nunca viu um... - Chad diz.
- Eu não quero ver o seu, Chad. - Digo e sinto duas mãos puxarem meus braços.
- Relaxa, ruivinha. - Ryan me abraça, fazendo com que seu peito cobrisse meus olhos.  - Você é louco, Chad! - Ele segura minha mão, puxando meus dedos para frente, me fazendo soltar a faca.
- Foi mal, cara. - Chad diz mostrando arrependimento. - Eu bebi demais.
- Grande Chad! - Daniel comemora.
- Cala a boca, Daniel. - Digo ainda com o rosto enfiada no peito de Ryan.
            Volto com Ryan e Daniel para onde eles dormiam antes dos meus gritos acordá-los. Ryan me ajuda a sentar em um colchão, eu me escoro na parede com um travesseiro em minhas costas, estico minhas pernas e espalmo minha mão sobre o meu rosto, tentando digerir o que eu acabei de ver.
- Você está melhor? - Ryan pergunta e se senta ao meu lado.
        Eu ergo a cabeça e o encaro.
- Não. - Balanço a cabeça negativamente e abraço minhas pernas. - Ainda me sinto tonta e enjiada.
- Você também bebeu demais, ruivinha. - Daniel se senta ao meu lado também.
- Daniel... me desculpe! - Digo com uma vaga lembrança das cenas da festa antes de eu apagar copletamente.
- Desculpas? - Daniel ergue uma sobrancelha. 
- Olha, eu ... estou em uma péssima fase no meu relacionamento, e... - Digo com o olhar baixo. - Resolvi descontar na bebida. - Dugi em um tom de arrependimento. - Eu não queria... ter... vomitado no seu pé. - Dou um sorriso sem jeito.
- Isis, você não está descontando na bebida. - Ryan diz . - Está descontando em si mesma. 
- Como assim?
- Sem querer bancar o cara mais certo do mundo mas... olha o estado que você está. - Ryan diz num tom preocupado.
- Você mal se aguenta em pé, ruivinha. - Daniel diz.
- Vocês tem razão. - Digo meio envergonhada. - Me desculpem, eu... - Cubro meu rosto com as duas mãos. - Não sei o que passou pela minha cabeça.
- Relaxa. - Ryan diz num tom debochado. - Você deu sorte de estarmos com você.
- É verdade. - Daniel faz um sinal de positivo com o dedão.
- Não existe ninguém no mundo mais convencido que vocês. - Reviro os olhos e sorrio.- Mas vocês tem razão.
- Fica na boa, ruivinha. - Daniel diz e se levanta. - Deita ai, tenta dormir mais um pouco.
- E por favor, não ameace o nosso amigo com uma faca de serra. - Ryan diz e dá uma risada baixa.
- E não faça mais aquela cara de psicopata. - Danoel diz com expressão de pavor.
            Encaro-os com expressão de repreenção.
- Sério, me deu muito medo. - Daniel diz sério.
- É porquê vocês não viram o que eu vi. - Reviro os olhos ao lembrar. - Eu não vou conseguir dormir. - Digo e me deito, enfiando a cabeça para baixo do travesseiro. - Eu acabei de presenciar uma cena nada agradável. - Mina voz sai abafada.
- Relaxa, ver o Chad pelado não mata ninguém. - Daniel diz. - Só causa alguns pesadelos. - Ele dá uma risada debochada.
- Mas depois você se acostuma. - Ryan completa e também dá uma risada.
-  Vão se foder. - Digo ainda com a cabeça em baixo do travesseiro. - Hey ... - Levanto a cabeça e olho para Rryan. - Cadê o Mike?
- Saiu da festa com uma morena. - Daniel responde.
- E não voltou ainda. - Ryan complementa.
- Será que ele está bem? - Pergunto preocupada.
- Sim, ele está bem. - Daniel diz. - Deixou uma mensagem. 
- Oh. - Digo e deito a cabeça. - E vocês?
- O Ryan se deu bem. - Daniel diz num tom maldoso. 
- Cala a boca, panaca. - Ryan revira os olhos.
            Ryan e Daniel se acomodam, eu fico meio desconfortável, mas vejo que eles adormecem primeiro que eu, então relaxo e acabo dormindo.
- Isy... acorda, ruiva. - Jade balança meu ombro. 
- Hum... - resmungo sem abrir os olhos.
- Vem almoçar. - Ela diz e sai do quarto.
                Me rolo mais um pouco e me levanto. Me sinto melhor, mas ainda sentindo minha cabeça latejar. Vou ao banheiro, faço a higiene e saio, indo em direção à sala de refeições.
- Chegou quem estava faltando. - Chad ergue as mãos em comemoração.
- Obrigada por se vestir. - Digo sentando ao lado de Jade.
- Por mim, poderia ficar como estava. - Jade diz e sorri  maliciosamente.
            Os caras começam a rir,  e eu acabo rindo junto.
- Ok. -  Jade me alcança um prato com espaguete . - Manda ver.
- Obrigada, querida. - Digo comendo devagar, pois ainda sinto meu estômago embrulhado. - Tudo isso para me agradar, Jade?
- Não sou casada com você. - Jade diz num tom sério.
            Reviro os olhos e os caras gargalham.
-  Oi, Mike. - Digo avistando o mesmo em minha frente. -  A noite estava boa?
- A noite, o dia... - Mike faz uma expressão de perversão.
                Dou uma risada baixa.
- Meu irmão me orgulha tanto. - Diz e finge choro.
-  Dois tarados. - Digo séria.
- Dois tarados lindos. - Jade diz. - E mandam bem no que fazem. 
        Ergo uma sobrancelha, os irmãos Kroeger dão de ombros e Daniel e Ruan começam a rir.
                Terminamos de almoçar e eu faço Mike e Chad lavarem a louça. Peço uma roupa para Jade, me recuso a voltar para casa de pijama ou de fantasia, que por sinal eu não sei onde está. Coloco uma leggie,  uma blusa de malha e um blusão lilás, calço seus coturnos que ficam um pouco apertados em meus pés. Nos despedimos de Jade e entramos no carro, eu aproveito para vestir meu sobretudo.
- Você quer que eu dirija? - Ryan pergunta entrando no carro pela porta de trás com Daniel e Mike. 
- Não, estou legal. - Digo e sorrio.
- Ok. - Ele sorri.
- Onde querem que eu deixe vocês? - Pergunto ligando o carro.
- Pode ser no centro. - Chad diz entrando na porta do carona.
- Falou. - Respondo e dou partida.
            Dirijo rumo ao centro, sentindo dor de cabeça e náusea, aquele almoço e o balanço do carro não  foram uma boa ideia. 
            Chegamos no centro, eu paro na frente de um café bar.
- Hey, caras. - Daniel diz. - Estão afim de um café?
- Eu quero. - Mike diz e sai do carro.
- Vamos nessa. - Ryan diz e também sai do carro. - Se cuide, anã. - Diz e me dá um beijo no rosto pela janela.
- Sim senhor. - Digo e sorrio. - E obrigada. - Digo e vejo ele entrar no café junto com Mike e Daniel.
- E você ? - Pergunto para Chad que ainda está no carro.
- Eu... - Diz e coça a nuca. - Me desculpe por ... você sabe... tentar... te beijar. - Chad termina meio sem jeito.
- Olha, Chad... - Digo e respiro fundo. -  Eu não culpo você.
            Chad me encara com uma sobrancelha erguida.
- Era uma festa. Chad...  festas são feitas para cada um aproveitar do seu jeito. - Digo e olho para baixo. - Eu só... não estou podendo aproveitar como deveria.
- A sua situação com o Drake não está legal, não é?- Chad pergunta em um tom baixo.
                Eu apenas balanço a cabeça negativamente, Chad ergue meu maxilar e olha em meus olhos, estes, já marejados.
- Não sei o que você está vivendo, ruivinha. - Chad diz limpando a única lágrima que desliza sobre meu rosto.  - Mas ele não merece nenhuma lágrima sua. 
                Chad continua a olhar em meus olhos, sinto como se ele estivesse lendo minha alma, ele aproxima nossos rostos, me fazendo ver o azul profundo dos seus olhos, me fazendo mergulhar neles.. Chad segura minha nuca e me beija lento e profundamente, e eu retribuo sem pensar duas vezes, eu apenas deixo-me levar. 
- Chad, para! - Digo quebrando o beijo. 
- Me... desculpe.  - Ele diz e coça a nuca.
- Você... precisa ir agora. - Digo  o olhando de canto.
- Tchau ruivinha. - Chad diz e sai do carro.
                Vejo Chad adentrar o café bar, perdendo-o de vista logo em seguida.
                Volto para casa pensativa e incrédula com o que acaba de acontecer. Não posso fingir que não aconteceu, não posso negar que me deixei levar, não posso dizer que não gostei, esse homem realmente mexe comigo, de uma forma indescritível, os seus olhos realmente me prenderam, e eu me rendi quando senti seus lábios quentes tocarem os meus, me envolvendo naquele beijo gostoso e intenso. O provlema, é que eu ainda estou em um relacionamento, e por mais que esteja no fundo do poço, eu sinto como se eu tivesse feito algo errado, como se eu tivesse cometido algum ccrime. Eu não podia ter feito isso, eu traí o Drake, eu fui infiel e me igualei a ele. Não que ele não merecesse, mas acho que essa atitude não devia vir de mim. Merda! Maldito sentimento de culpa e arrependimento.
            Chego em casa e vou direto para meu quarto, ainda por cima, me sentindo envergonhada.  Entro e fecho a porta, me jogando em minha cama e fazendo uma força imensa para não chorar.
- Isis... - Ouço batidas na porta e a voz de minha mãe.
- Entra, mãe. 
            Minha mãe abre a porta calmamente.
- Está de ressaca, minha filha? - Ela perrgunta num tom debochado.
                Eu apenas balanço a cabeça positivamente e ela sorri.
- Acho que abusei. - Digo sem jeito.
- Isso é bom . - Minha mãe diz sorrindo.
                Eu a encaro com uma sobrancelha erguida.
- Isso significa que você se divertiu. - Ela diz.
- Não, isso significa que eu sou uma irresponsável. 
- Também. - Ela dá um sorriso. - Mas... às vezes é bom para aliviar a tensão.
- Não estou tensa, mãe. -  Digo e ela se senta ao meu lado.
- Isis, você está diferente. - Ela diz séria.
- Como assim?
- Você sempre soube agir, Isis, sempre soube o que fazer e o que dizer, sempre encarou tudo com um sorriso que sempre motivou as pessoas ao seu redor. Desde pequena, você sempre foi atrevida, minha filha, e agora... - Minha mãe respira fundo.
- Agora eu já não tenho forças, mãe. -  Digo e fecho os meus olhos, abaixando minha cabeça.
- Eu nunca te vi assim, minha filha. - Ela diz e faz carinho em meus cabelos. - Você nunca desviou dos problemas, sempre os enfrentou de frente,  Isis.
- Eu sei, mãe. - Deito-me no colo dela e deixo algumas lágrimas escorrerem. - Mas vai passar, ok?
- Você sabe que pode contar comigo, meu anjo. - Ela diz. - Eu sei que eu sou meio grossa, e ... não tenho muito jeito pra falar, mas ...  - Minha mãe respira fundo e eu a olho, ela dá um sorriso. - Eu não quero o seu mal, minha filha.
                Sorrio para ela, ela limpa os cantos dos meus olhos e dá um sorriso.
- Sabe o meu sorriso que motiva as pessoas? - Pergunto.
- Hum? 
- Eu aprendi com você. - Digo e dou um sorriso largo.
- Ah, minha filha. - Ela diz e me abraça forte.
                Ficamos em silêncio, apenas curtindo o abraço.  
- Ok, vou deixar você descansar. - Ela diz e se levanta.
- Valeu, mãe. - Digo e me ajeito na cama.
                Ela sorri, saindo do quarto e fechando a porta.
                Passo a tarde chorando, eu não aguento mais estar nessa situação, eu sei que a culpada de tudo isso sou eu e apenas eu, por ter deixado chegar a esse ponto, por ir londe demais com essa história de "amor incondicional", porque quem ama não humilha e não machuca.  Eu realmente desisti, mas ainda me pergunto se o Drake sente minha falta, se ele se importa, ou se ele está pensando em mim, não penso nisso porque tenho esperanças de reviver aqueles momentos felizes de novo, sei que esse tempo não volta mais, porém, todos esses pensamentos me levam a uma única conclusão: Drake não sente nada por mim.  
            Pensar assim me dói profundamente, como uma adaga em meu peito. Talvez essa minha personalidade explosiva,  impaciente e de uma natureza independente  - não se tratando do sentimento - tenha sido o motivo de Drake  ter sido tão frio, mas isso não justifica ele ter sido sujo comigo.
            A noite cai, eu vou para a cozinha, como algumas torradas e vou para a sala, pois resolvemos fazer uma noite de filmes. Preparamos algumas guloseimas e chocolate quente, sentamos no sofá e colocamos as coisas na mesa-de-centro, passamos a noite toda vendo Jogos mortais.
                Passa-se  mais alguns  dias,  nem sinal de Drake, Alice me liga perguntando como eu estava, eu contei para ela o que aconteceu comigo e Chad, conversamos sobre e isso me fez sentir um pouco melhor sobre esse assunto. Alice não me julga, não joga na minha cara, ela apenas mostra onde eu errei e sempre tenta ver um lado bom, disse que está com saudades e quer me ver logo.    
         Saí  com Jade novamente, ela me contou sobre a noite com Chad, sem deixar passar nenhum detalhe, p qie me faz rir bastante, me sinto muito bem por ela ter gostado do " presente", apesar de tudo.
        Os caras provavelmente já estão em Vancouver, e hoje eu também volto para lá.
                Coloco minhas coisas no carro e me apronto para viajar.
- Tchau, cara. - Digo para Eric que está deitado no sofá. - Juizo, cabeça oca.
- Tchau insuportável. 
- Também te amo. - Digo e pulo em cima dele. - Eu adoro fazer isso . 
                Nos desequilibramos e caímos, dou com as costas na mesa-de-centro.
- Ai, caralho! - Digo me levantando e fazendo massagem onde eu sinto dor.
- Bem feito! - Eric diz e dá uma risada debochada.
                Aponto o dedo do meio para ele e nós rimos.
- Se ciode, ok?  - Pergunto e o abraço.
- Você também, elfo. - Ele responde. - Seu celular está tocando.
- Hey, parem de tentar quebrar a casa, por favor. - Meu pai diz e sorri. 
- Seus meninos, Gregory. - Ouço a voz da minha mãe vinda do quarto.
                Eu e Eric nos olhamos e damos de ombros, gargalhando logo após.
-  Tchau, pai. - Digo e o abraço.
- Tchau, minha princesa, - Meu pai me dá um beijo na testa. - Venha mais vezes, ok?
- Pode deixar. - Digo e sorrio.
- Tchau mãe. - Grito da sala e ela me sai do quarto.
- Me dê um "Tchau" descente, mal educada. - Minha mãe diz e me abraça.
- Obrigada por tudo,  ouviu?  
- Não precisa agradecer, minha filha. - Ela diz e faz carinho em meu rosto.
- Vocês também podem ir me visitar, sabia?
- Vou esperar passar essa rebeldia de Eric, tenho medo de deixá-lo sozinho. - Ela sussura.
- Mande ele lá pra casa nas férias. - Digo e pisco um olho.
- Fechado. - Ela faz um sinal de positivo com a mão.
                Nos viramos e meu pai e Eric estão nos encarando.
- O que é? - Pergunto erguendo as sobrancelhas.
- Nada. - Os dois respondem e dão de ombros.
                Eu vou em direção ao meu carro, o abrindo, entrando e o ligando. Observo Eric e meus pais acenarem para mim. então dou partida e vou rumo à Vancouver.
 



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