História Tu sei il mio gatto - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~KamiLuiza

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Híbrido, Hibridos, Jeon, Jikook, Jimin, Jung, Kim, Kookmin, Namjin, Park, Taeyoonseok
Visualizações 160
Palavras 880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É especial dia dos pais, não aguentei esperar pra postar domingo.

Capítulo 2 - Meu pai e eu...


Sempre fiquei chateado nesses dias comemorativos, raramente ele ia me visitar. Sempre via meus colegas com seus pais cuidando deles, quando chegava o “dia dos pais” eram todos tão animados e se esforçavam para agradar seus pais. Não era tão diferente comigo, a não ser do meu pai fingindo que eu não existia, aparecendo quando quer.

Sempre quando estava com a carta em mãos, ele quando via se apressava para ir embora antes de entregá-lo. Isso foi acontecendo repetidamente, menos com a minha mãe… Minha querida mãe me dava atenção quando podia, nunca fez pouco das minhas cartinhas de afeto. Em alguns casos os opostos se atraem,né? Meu pai era tão diferente da minha mãe.

Nunca consegui entregar minhas cartas, meu coração se apertava tanto com o tal sentimento chamado rejeição. Quando via meu rosto já estava soltando lágrimas solitárias minha mãe era a primeira pessoa a me consolar.Sempre disse a mesma desculpa:


-Não chore meu amor, papai só está muito ocupado com o trabalho! Mamãe também é assim, mas ela tem um pouco mais de tempo que o seu pai entenda!


Sempre caía na mesma desculpa da minha mãe até eu ficar um pouco mais esperto. Continuei a escrever cartas para ele, com papéis diferentes, cores diferentes e formatos diferentes, temas diferentes.


Como: O senhor está bem?

Papai quando você vem passar o dia comigo?

A mamãe me falou que conseguiu um contrato importante, parabéns!

O senhor senti minha falta?

Eu te amo muito, por isso venha me ver logo pa

Pai você não gosta de mim?

Fiz algo feio, e você não gostou? 

Quer alguma coisa especial no aniversário do senhor?


Optei por várias formas de escritas ao longo do tempo.

      

  Porque ainda sentia aquele sentimento estranho? Já tentei várias vezes fazer parar…


PORQUE NÃO PARA?!- Gritei o mais alto que podia da sacada, só vinha tantas lágrimas e soluços. Apertava a camisa do pijama do lado esquerdo, na tentativa de me acalmar.

Aquela noite tinha sido bem fria, eu havia ficado doente na manhã seguinte, afinal acabei dormindo na varanda depois de derramar várias  lágrimas quentinhas.

Não parei de escrever as cartas e de tentar entregá-las, mas como sempre minhas tentativas eram falhas. Nada mudou, tirando o fato de ter que escrever uma carta com pequenas frases em inglês para o dia dos pais para a aula de inglês. Eu fiquei receoso de fazer esse trabalho, meu pai devia nem ler ou abrir mesmo. Mas me esforcei muito naquela carta, a coloquei em inglês e um pouco de italiano, consegui elogios do meu professor pelo trabalho bem feito.

A carta era rosa, com algumas frases simples, com um grande coração feito com uma caneta rosa escuro. Trabalhada com outras cores também como azul e roxo.


Analisei bem o meu trabalho, estava satisfeito. Só esperava que meu pai ficasse da mesma forma.


 Satisfação com o afeto que sentia


Mas como sempre se repetia, nunca chegava a suas mãos. Algumas voltavam rasgadas, queimadas, rabiscadas, e algumas com teia de aranha. Sim, as cartas retornavam pra mim depois de um longo tempo, a ponto de acumular poeira.

Se eu pudesse dizer algumas palavras carregadas de rancor e raiva seria:


-Enfie essas cartas no olho do seu cu!


Eu dava tudo de mim naquelas cartas, mas apesar do sentimento de rejeição, eu continuava escrevendo. Consegui encher várias gavetas de uma cômoda grande e bonita, cheia de detalhes delicados e bem detalhados. Essa cômoda se encontrava no quarto dos meus pais, em frente a grande cama de casal, era um local bem aconchegante e acolhedor.

Dei uma última olhada no quarto antes de sair, entrava naquele quarto uma vez por semana, então era quatro cartas deixadas nas gavetas.

Exatamente uma para cada.

Sorria satisfeito com aquilo, fazia também rascunhos de desenhos e cartas, melhorava meus traços nos desenhos.

Fazia questão de exibir minha nova habilidade. Eu só queria lhe ver dizer  palavras que todos os pais diziam aos seus filhos:


Foi você que fez? Esse é meu filhote!


Eu também te amo filho! Que tal jogarmos videogame?


Filho estou tão orgulhoso de você! Continue assim!


O  que eu esperava escutar era: Eu te amo filho!


Ia ser o melhor presente do mundo, mas o senhor só pode ler uma de minhas cartas.

Escrito em vermelho chamativo:

Eu te amo tanto papai! Venha me ver com a mamãe um dia!


Mas uma de minhas cartas o matou, foi o que eu pensei quando eu chorava de cabeça abaixada. A pessoa que eu queria escutar dizer eu te amo não estava mais entre nós. Ela morreu no dia do meu aniversário de quatorze anos...

Mas algo me surpreendeu, um vídeo do meu pai ainda vivo.

Eu finalmente pude escutar o que tanto queria escutar…


Filho me perdoe por tudo, eu te amo tanto… Me perdoe por você não ler todas as suas cartas ou você escutar um único eu te amo! Estude muito, se divirta e cuidado.


Mas de algum jeito pude te acompanhar, vendo vídeos de você andando skate, cantando, desenhando e principalmente ver você crescer!


Espero que você não se culpe, por que a culpa foi toda minha. Não quis ver você sofrer. Enfim, esse dia foi uns dos melhores da minha vida, você nasceu meu garoto.


Feliz aniversário meu menino!”


Por algum motivo senti um misto de sentimentos diferentes, era alegria com tristeza. Mas aquela vez me permiti chorar sem me segurar...

Posso afirmar uma coisa, que nunca me esqueci desse dia. 





Notas Finais


Desculpa se o título não ficou tão a ver com o cap.
Obrigada a minha co autora KamiLuiza, e as pessoinhas fofas do grupo da Tia Yura.
E mais, a carta do Jungkook existe, sabe por que? Foi passado um trabalho de inglês na minha sala, fazer uma carta pro dia dos pais. E tive a inspiração e tals.
E por ultimo e não menos importante usei fatos reais.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...