História Tua - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Malhação
Visualizações 51
Palavras 732
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Fluffy, Yuri
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


colorir um pouco a vida de vocês com meu crackship (ó, segunda pessoa, se zanguem não)

Capítulo 1 - Nós .capítulo único


Dela


Você era dela.


Sempre foi. 


Bem, você sempre foi adepta do dizer ''ninguém é de ninguém''. Afinal de contas, é verdade; Ninguém pertence a ninguém. Não somos objetos.


Mas, algo dentro de ti te dizia, quando ela sorria e tu se derretia todinha por dentro, quando tu se aquecia dentro dos braços dela (aquele chamego, aquele abraço casa dela), ou quando tudo que ela dizia parecia incrivelmente engraçado, que, de certa forma, tu pertencia a ela (e ela a ti). Ou, ao menos, algo de ti. Tua alma. Teu ser.


Era bem inesperado, essa coisa entre vocês duas. Porque, há algum tempo atrás, ela era apenas ''a menina da escola pública'', ou '' a namorada do MB'', quando tu menos esperava, ela acabou se tornando o teu singular, teu dengo. E, sim, a cada dia que passava, ela demonstrava cada vez mais ser o ser mais bonito que tu já teve a sorte de conhecer. 


Entre a terrível mania de soltar veneno e o vício por café. Vocês tinham isso em comum até. Mas, o gosto dela por café era bem extremo.


''Café mais amargo, loirinha...'' dizia ela quando tu a oferecia uma xícara de café com leite (o teu preferido). Uma das poucas coisas que tu não entendia sobre ela; O amor dela pelo amargo. Porque para ti, de amarga já bastava a vida. Mas, ao mesmo tempo, era uma das coisas que também mais te fascinavam sobre tua morena.


Morena. Morena cor de chocolate. Era lindo o tom de pele dela, mais lindo ainda era a forma como a tua cor e a dela se colidiam. Tu percebia isso quando ela agarrava tua mão e fazia carinho por entre os dedos; Gostava de ver o contraste entre o tom albino e o tom de noite. Tão lindo.


Fora difícil se convencer disso; Do teu amor pelo igual. Mais difícil fora convencer teu pai disso - ou o cara que era, por um mero laço de sangue, considerado teu pai - (''Filha minha não é lésbica!'' gritava ele). Era doloroso. Tu a amava, ela te amava. Era apenas isso. Dois seres humanos apaixonados um pelo outro. Tantas eram as vezes que tu fugia para a casa dela, pedia colo lá. Ás vezes, nem ia para fugir. Ia para sentir aquela sensação que você jurava que só se sente raras vezes na vida; Dormir do lado dela era bom (dormir com ela também era, mas, não vem ao caso). Ô se era. A forma como o corpo dela se encaixava no teu, como ela, por vezes, acariciava teu cabelo, e tu se afogavas no corpo dela, que jurava de pé junto que era um travesseiro. E tu pedia a todos os deuses existentes para não chutar ela a noite inteira.


Amor era Katarine.


Katarine era amor. 

Tantas também eram as vezes que ela se atrevia a ir embora e tu a fazia se lembrar de ficar um pouco mais.


Você era ruim, ela era pior ainda. No entanto, tu sentia como se tivesse encontrado teu melhor nela (e tu sentia que era recíproco).


As vezes você se pegava se perguntando se ela era mesmo real. Nada nela parecia desse mundo, nada. Aqueles olhos, que, de tão bonito de lá, tu olhava bem no fundo. As histórias, as fofocas, as peripécias, as opiniões que tu não conseguia debater, e que tu sempre parava para escutar com atenção. Era uma forma de compensar. Porque quando vocês se encontravam, você se disparava a conversar, e ela não falava um só segundo, apenas te ouvia. Por vezes, para não te pedir para calar a boca, ela simplesmente te calava com beijo, e tu a achava em teus dedos. Deus, que estranho era isso! A sensação de que tu já tinhas encontrado o amor da tua vida tão cedo. Mas, era inevitável. Sempre que te perguntavam sobre como tu se imaginava daqui a 10 anos. Tu sempre se imaginava com ela. Ela.


Jamais havia se sentido assim com mais ninguém. Ninguém mais tinha uma conversa tão rara e boa como ela. Ninguém. Era ela o teu trevo de quatro folhas. Ela.

Ela era o café mais amargo e tu,

o café com leite.

E, era por isso, que, a cada dia e cada hora da tua vida que ela enfeitava, tu ficava cada vez mais certa que tu era dela.  E ela era tua.

Sem mais.


Notas Finais


<3

(sou muito flop, pareço a demi)


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