História Tudo acontece em Roma - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha
Tags Aoiha, Reituki, Uruki
Exibições 5
Palavras 2.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


V
O
L
T
E
I

Espero que vocês ainda leiam

Capítulo 5 - Reituki


Fanfic / Fanfiction Tudo acontece em Roma - Capítulo 5 - Reituki

Ruki Pov

Já estava chegando a hora do almoço. Dei uma pausa nas compras que fazia na Via Condotti - simplesmente a rua das marcas mais luxuosas de Roma - e peguei um taxi rumo ao hotel para encontrar o pessoal e irmos comer.

No caminho, o taxi parou num semáforo. A vista era muito bonita durante o percurso inteiro, com casinhas a moda antiga, pizzarias e algo que, ao meu ver, parecia um bistrô ou um café... Algo do tipo. Numa das mesinhas de fora estava um mulher. Alta, magra, se cabelos loiros escuros na altura da cintura, vestida com um blazer vermelho e uma saia justa até os joelhos, que completava o conjunto. Com ela, estava um homem. Os dois riam e tomavam café. Mas... Esse homem era muito familiar. Parecia até o... AKIRA!

Não apenas parecia! ERA o Akira! Ele disse que ia resolver problemas com o Kai! O que ele tá fazendo com essa sirigaita sem peito nem bunda?

Estava prestes a sair voando pela janela para estrangular aquele loiro filho da puta. Mas o carro andou. Cheguei no hotel sem querer conversa com ninguém. Só queria chegar no quarto e esfolar o travesseiro até matar minha raiva.

Cheguei ao corredor de meu quarto. Lá estavam Yuu e o Kouxudo, ambos de cara amarrada, esperando pelo elevador. Me falaram alguma coisa, a qual ignorei, entrando no quarto e batendo a porta, fazendo um barulho estrondoso.

- AKIIIIRAAAAA SUA CALOPSITA ADESTRADA! QUEM ERA AQUELA PUTA COM VOCÊ ?! UUUUUHH

E gritando assim, me pus a esfolar o travesseiro, assim como havia dito. No meio desse devaneio - que deve ter durado no mínimo uma hora - a porta abriu. Era Akira.

- Err... Taka-chan... O que você está fazendo...?

Merda !

- Err... Eu que... Eu tava fazendo briga de travesseiro com meu amiguinho imaginário... - inventei

- Hm..........Certo... - falou sem acreditar - então... Estamos a sós... - falou andando até mim e pousando as mãos em minha cintura - que tal esse coelhinho pular um pouco...? - falou em tom sensual, depositando beijos em meu pescoço

- Então... Sabe o quê que é... - falei o afastando de mim - é que eu to meio cansado... Andei muito. Só quero comer alguma coisa mesmo...

- Ah... Sem problemas... - falou com uma carinha meio triste - então vamos chamar os outros...

Ligamos para os outros integrantes e marcamos de nos encontrar num restaurante chamado 'Ce Stamo a Pensa'. Com as mesmas roupas que usávamos, fomos a seu enconto.

Era um restaurantezinho bem agradável. Com tanto comida italiana quanto fast food também. Yutaka já estava a nossa espera. Não tardou até que Kou e Yuu chegassem também.

- Nossa aqui tem tanta opção diferente! - dizia o moreno menor, com as mãos nas bochechas - não sei nem o que pedir... Já sei! Um de cada!!!

- Ow ow, calma ai, Koneko! Tudo bem que você ama comer e tal... Mas se comer muito vai passar mal - disse seu par

- Olha olha! Até rimou haha! Muito bom Shima!!! - deu uma pausa e olhou para mim e Suzuki - vocês estão muito calados... Está tudo bem?

- Claro... - falei lendo o cardápio - por que não estaria...? - olhei rapidamente para Akira e voltei a ler

- Só está meio cansado, Yu. Dia de compras do Chibi - falou acariciando meu cabelo

Porra! Não faz isso! Estou tentando ficar com raiva de você e você fica aí todo fofo comigo?? Não pode!

- Pois é... Não resisti - falei retirando sua mão de minha cabeça - dei uma olhadinha numa rua cheia de lojas por aqui... Só loja boa.

- Tem a Bvlgari? - perguntou o de coxas fartas

- Tem sim...

- Ah! Vamos passar lá depois? - falou com Shiro, que assentiu

Um garçom veio nos atender. Não estava com fome. Pedi uma salada e um copo d'água. Em pouco tempo, o prato já estava na mesa.

- Só vai comer isso Taka? - Falou o líder - tem que comer direito !

- Não enche, mãe... Só tô sem fome - falei, enquanto levava uma garfada a boca

- Tá estressadinho, Chibi?? - falou Aoi

- E se tiver???? Me deixa!

Depois disso, todos se calaram e começaram a comer. Vadia! Quem era aquela? Mal chegou aqui e já vai atrás de mulher? Vou arrancar o bigulim desse periquito mal amado!

Mal amado...? Mas, eu o amo tanto... Não ! Ele está me traindo! Não posso pensar assim. Mas talvez não seja o que estou pensando... Melhor parar de pensar nisso.

Fiquei de cara amarrada o almoço inteiro. Mesmo mantendo o olhar fixo em meu prato, pude perceber os olhares preocupados dos outros que estavam na mesa. Continuei imóvel, sem me importar.

Por fim, o almoço terminou.

- Hora da sobremesaaaaa! - bradou Aoi - será que tem Parfait de Morango?

- Ugh... Morango... - falei com uma feição de desgosto

Morangos. Odeio morangos. Ma verdade ja gostei muito, tanto quanto o Shiroyama. Mas... Naquele dia, comi tanto, tanto, que passei mal. Sem falar que instantes depois, houve um incêndio na minha casa. E tudo isso no dia do meu aniversário... Desde então não olho mais um morango com os mesmos olhos de quando era peq... Digo, criança.

- Taka? Takaaaa?

Pisquei os olhos repetidamente, frente às palavras e estalos de Akira na frente de meus olhos.

- Hm? - falei, tentando me situar

- Vai querer sobremesa?

- Ah... Não

- Mas amor... - falou Reita, mas foi interrompido por Yutaka

- Suzuki-san... Deixa ele. É melhor...

Depois de longos 30 minutos estivemos dentro do restaurante, que era agradável... Até todos me encherem com preocupações fúteis. Finalmente voltamos para a van e, em seguida para o hotel.

Durante o caminho, fiquei imerso em meus pensando - para variar - sobre o que o Rei fazia com aquela mulher... Pode ser que não seja o que estou pensando... Ah Kami... Que não seja isso!

Não muito depois, já estávamos no hotel. Fui para meu quarto e, pouco tempo lá passado, ouvi baterem na porta. Era Akira.

- Err... Eu queria saber se... Você tá bem... Eu vi a sacola que você trouxe... Fiquei... Muito feliz - disse com um sorrisinho pueril - vamos comer juntos? Você mal comeu hoje...

KAMIIIIIII QUE FOFOOOOO! Não tem como negar nada a essa carinha... Acho que estou sendo muito duro com ele... Melhor dar uma chance a ele.

- Ah... Estou sim. Foi só um mal estar. Talvez tenha sido o sol... Entra...

Reita entrou, sentou-se na cama e pôs a sacola entre suas pernas. Me juntei a ele e dei um selinho.

- Desculpa te deixar preocupado amor...

- Não precisa se desculpar, minha vida... É o meu dever

Desembalamos aquela infinidade de sabores, apreciando cada um.

Rei parecia uma criancinha em noite de natal. Que fofo!

- Hoje tá tããããão quente... Nee Aki-kun. Vamos para a piscina !

- Ah claro. Vou chamar os outros

- Não ! É que... Eu quero ficar sozinho... Com você - falei, corando

- Sabe... Podemos ficar sozinhos aqui primeiro... E depois lá... O que acha? Talvez um banho antes... A banheira é grande o bastante...

- Que calopsita mais danadinha... - falei subindo em seu colo - acho que tenho que dar um trato em você, huhu...

- Você..? Pensei que eu que ia... - falou apertando meu quadril - nossa... Essa bunda... Que saudade...

Sorri de canto após ouvir o que o loiro falou. Me apressei em tirar sua blusa, enquanto o outro brincava, passando as mãos por minha barriga, dentro da camisa.

Nossas roupas foram sendo retiradas, uma a uma de nossos corpos. Já completamente despidos, a agitação carnal começava.

Akira me jogava contra a parede, me deixando de costas para ele, que me atiçava, encostando sua glande em minha entrada, que estava sedenta pelo que viria.

- Você quer isso, não quer? - disse o mais alto

Assenti com a cabeça, e, com voz altoritaria, disse:

- Então implore para mim

- Por favor Aki! Me fode!

Senti uma tapa firme em minha nádega direita. Soltei um leve gemido frente à agressão

- Bom menino... Mas apenas uma ação naor garante salvação... Ainda assim vou ter que te punir...

Sentou-se na cama, me arrastando pela cintura, me fazendo ficar debruçado sobre suas pernas

- Meninos mal criados merecem apanhar... Vou te dar 10 tapas e você vai ter que contar alto... Para cada tapa que você omitir, mais 5 virão.

Dito isso, deferiu um tapa em minha bunda que fez um grande barulho

- Um... - falei baixo, tentando conter a dor

- Alto! - falou, já dando outro tapa em seguida

- DOIS! - bradei

- Bom garoto... - outra tapa veio

- TRÊS! - gritei, já não aguentando as tapas fortes que eram dadas

E assim foi indo. Nossa, como ele fica excitado com esse tipo de autoritarismo... Pude facilmente sentir seu membro pulsando contra minha barriga. Por último, deu um tapa, tão forte que pude sentir o fio de sangue descer para minha perna.

O maior me pegou pelos cabelos, me fazendo ajoelhar perante seu falo que latejava, desejando me penetrar. Pude entender o que queria, logo, abri minha boca e comecei a engolir cada centímetro de si.

- Ahh Taka... Só você mesmo para me fazer sentir assim... vai... mais rápido.

Fiz o que ordenou, chupando cada vez mais seu pau duro, passeando minha língua por todo seu comprimento.

Reita afagava meu cabelo, olhando atentamente o gesto

- Você fica lindo assim, fazendo boquete em mim, sabia? - falava entre gemidos, puxando cada vez mais minha cabeça.

Ele ia gozar. Cessei o ato, sentando em seu colo, fazendo com que me penetrasse sem aviso prévio.

Ouvi um gemido rouco deixar seus lábios.

- Akiiii.. hmmmm.. - falava manhoso - vai... hmm

Com meu pedido, ele me deitou na cama, sem nos separar. Fiquei com as pernas abertas, e o peitoral másculo passava entre elas. Sentia sua respiração arfada em meu ouvido, a medida que o movimento aumentava gradativamente.

Nossos gemidos eram incontroláveis, não ligavamos se estávamos sendo ouvidos ou até espiados. Nada importava agora. Era como se estivéssemos num mundo só nosso, dentro de toda aquela agitação frenética.

Eu arranhava suas costas com as curtas unhas tingidas de preto, deixando marcas e iniciando novos gemidos. O ritmo aumentava. Eu também estava ficando duro, sendo estimulado por aquele tanquinho delicioso, que raspava em meu pau, o estimulando ainda mais.

Comecei a sentir aquele sentimento dentro de minha barriga. O calor que se espalha por todo o corpo, enquanto o corpo se contorce involuntariamente. Ambos chegamos ao ápice.

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Após o banho, pus minha linda sunga vermelha, que o Aki me deu em nosso 10* mês de namoro. Tão prestativo! Saí do banheiro, exibindo o abdome frágil e o corpo coberto apenas pelo traje de banho e chinelos.

Pude vê-lo estremecer com a visão.

- É a sunga que você me deu... Gostou?

- Ficou perfeito... Quase tão perfeito quanto a pessoa que a está usando - disse enquanto levava seus dedos ao meu queixo e beijou minha bochecha

Cobri meu rosto com as pequenas mãos e disse:

- Tá fofo! Fez merda foi?

- Se com 'merda' você quer dizer te amar para todo sempre... Estou a todo momento fazendo merda.

- PUTA QUE PARIU! - falado isso, pulei em seu pescoço, o fazendo cair. Comecei a dar beijinhos descontrolados em seu rosto

Depois de muitos beijinhos e risadas, fomos para a piscina. Akira trajava sua bermuda preta e uma toalha em seus ombros. Lá haviam poucas pessoas, na maioria crianças brincando. Ah, crianças... Será que teremos filhos algum dia? Digo, sei que é biologicamente impossível que dois homens tenham crias... Mas ainda podemos adotar...

- Nee... Rei... Se você fosse ter um filho ou filha... Que nome você botaria?

- Hm? Por que isso agora?

- Nada... Só puxando conversa...

- Meu amor... Não importa o nome. Tanto faz ser um nome fodástico ou um nome merda... Sendo meu e seu... Já está perfeito para mim...

Corei um pouco com o que disse... Ficando com aquele sorrisinho bobo que só os apaixonados entendem. Deitei para me bronzear e fiquei imerso em meus pensamentos.

- Eu gosto... - falei baixinho - do nome Akane...

- Akane?

Merda! Ele ouviu!!!

- Ahh é que... Ahhh... - tentava falar alguma coisa

- Eu gostei muito desse nome - disse, sorrindo

Nos pusemos a pensar sobre o futuro, quando avistamos Yutaka falando com um homem. Forte, moreno, cabelos negros e curtos, ligeiramente mais alto que o japonês. O menor sorria para o mais alto, oferecendo-lhe uma lata de suco, que foi aceita.

- Huhuhu Kai cachorrão - falei sarcástico

- Hm? Como assim ? - disse Reita sem entender o porquê de minha fala

- Olha ali, ele se engraçando pra aquele altão ali - e apontei ao casal - será que já superou o Miyavi? Ja era hora... O cara já tá casado e com filhas... É bom seguir em frente mesmo...

- Realmente... O Kaipeta já sofreu muito por causa do Miyaviado...

Nesse momento, como se soubesse que estávamos falando dele, Kai veio até nós, nos cumprimentar.

- Aeeee pombinhoooooooos

- Cara... Tu ta bêbado ?? - apreendeu o mais alto

- Bêbado de amoooooor - falou o lider - viu não aquele pedaaaaço de mau caminho q tava dando em cima de mim??? Miau miauuuuuu

- Bêbado é pouco... - falei com a mão na cabeça - francamente, Kai... Vem, vou te comprar um café - e o arrastei pelo braço, forçando-o a vir comigo

Nossa... Cuidar de bêbado dá muito trabalho... Não sei como o Yuu aguenta. Pior! Bêbado que acha que tá apaixonado... Até parece. Depois de longas duas horas ouvindo choros, vômito e blá blá blá, fomos encontrar o outro casal para a janta e, posteriormente fomos a nossos aposentos. O dia do show está se aproximando...



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