História Tudo acontece quando tem que acontecer - T3ddy - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Lucas Olioti, Personagens Originais
Tags T3ddy, Youtubers
Visualizações 209
Palavras 1.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


G E N T E
Quase vinte favoritos só com o primeiro capítulo. Obrigada, de coração 💙💙

Desculpa pelo título bosta :/

Boa leitura! 💙

Capítulo 2 - "Você tem medo?" (02/02)


Fanfic / Fanfiction Tudo acontece quando tem que acontecer - T3ddy - Capítulo 2 - "Você tem medo?" (02/02)

Quando voltei meus olhos onde as meninas estavam, vi que a galera tinha aumentado. A maioria dos caras haviam se juntado a elas. Primeiro eu fui ao bar encher meu copo, depois me juntei a eles. Péssima ideia. Passei meus olhos pelo outro lado e meu estômago embrulhou. Ela estava dançando agarrada com um cara, que provavelmente era o tal Raul. Pra me distrair, Mauro me estapeou disfarçadamente.

— Tenta disfarçar né, T3ddy! – ele disse e eu o olhei. Eu ri e assenti.

Mas quando ela foi pro meio da rodinha, tudo foi por água abaixo. Vê-la novamente tão perto e ainda dançando no ritmo daquela música agitada, era insanidade. Meus olhares foram interrompidos por alguma coisa, ou melhor, alguém.

– Não vou deixar você ver essa tortura – Júlio diz com a mãos em meus ombros e rindo.

Eu ri e virei meu corpo, caminhando junto a ele. Chegamos no bar e ele se sentou em um dos banquinhos e eu em outro. Apoiei meus cotovelos no balcão e passei minhas mãos sobre meu rosto, sem rumo.

– Tata me contou tudo… – Júlio começa – Como tá?

– Eu não sei… Eu sempre pensei em evitar ela porque sabia que ia ficar assim! Mas hoje eu não sabia… – suspiro e vi Gusta se aproximar, ficando entre nós dois – Com ela longe, achei que podia evitar para sempre, mas sei lá… E ela namorando ainda… Ah, não sei!

– Não sei se isso te deixa feliz ou mais confuso, mas a Tata apertou ela, ela ficou balançada – Júlio disse e eu respirei fundo. Não podia criar expectativa de forma nenhuma.

– Cara, acho que vocês deviam sentar e conversar sozinhos – Gusta opina – Os dois ficaram balançados, tem que ter uma conversa

– Eu já tô louco só de ver ela tão perto, imagina conversar a sós! – digo nervoso e eles riem.

– Eu acho que você tem que ir lá e agarrar ela! – Igão sai do bueiro dizendo. Ri alto.

– Não fode, Igão! – Júlio diz rindo.

– Eu tô falando sério, carai – ele continua – Os dois tão querendo, vão ser feliz, porra! – Igão diz alto e com os braços ao alto, nós rimos.

– Ela tá namorando, carai – Júlio diz calmo. Igor dá de ombros, me fazendo rir.

– Ah mano, cansei! Bora curtir! – digo me levantando e eles riem da minha mudança de humor. Peço mais uma bebida e vou até a pista de dança, onde ainda tocava funk.

Fiquei um tempo com os caras enquanto gravavam stories cantando. Eu já estava um pouco bêbado, mas ainda me aguentava em pé. Já Christian, estava meio mole e alegre demais, se eu continuasse, ia ficar na mesma. A vontade de ir ao banheiro apertou e caminhei até o mesmo. O salão no geral era ótimo, mas a parte dos banheiros era um pouco apertada. Quando ia passar pela porta que dá acesso ao feminino, esbarrei em alguém, que segundos depois reconheci como Alice.

– Me desculpa… – digo ainda segurando seus ombros, na intenção de não deixá-la cair na hora do esbarrão.

– Não, tudo bem… – disse baixo. Eu a olhei nos seus olhos e ela correspondeu. Ela desvia o olhar depois que me aproximo mais um pouco – Lucas… Eu preciso ir… – disse ela, mas segurei seu braço delicadamente.

– Vamos conversar, Alice? – peço encarando seus olhos e ela nega com a cabeça – Qual o problema? Faz três anos que nos vimos, não é possível que você não consiga conversar comigo.

– A nossa última conversa não foi das melhores… – disse desviando o olhar.

– E ficou coisas pendentes! Você tem medo? – pergunto e finalmente ela encara meus olhos – Você tem medo de eu tentar alguma coisa e você não conseguir dizer não? Porque é isso que tá parecendo.

– Claro que não, Lucas! Eu tenho namorado, caso não tenha percebido

– O que não significa nada, já que olhando nos seus olhos eu vejo que ainda rodeio seus pensamentos – digo firme, ainda grudado em seus olhos. Ela abriu a boca uma quatro vezes, tentando falar algo, mas só o que saiu foi: 

– Você é louco! Já se passar…

– Alice! – fomos interrompidos. Olhei e era o tal Raul gritando em meio ao som alto. Alice me deu uma última encarada e caminhou até ele.

Fiquei por um tempo olhando a discussão deles, até que ele percebeu e puxou ela pelo braço. Eu queria fazer algo, mas não tinha direito algum. Respirei fundo e fui usar o banheiro finalmente. Quando sai, Mauro estava escorado na parede.

– O que houve? Aquele cara saiu arrastando ela e todo mundo ficou olhando – ele diz em um tom alto enquanto caminhávamos.

– Ah, eu esbarrei nela, pedi pra gente conversar e ele gritou por ela. Quer saber? Vou me despedir do Júlio e ir embora. Já deu pra mim.

– Também vou – Mauro diz – E temos que levar o Christian, ele tá pra lá de Bagdá!

– Vamos nos despedir e por último a gente pega ele – digo e nos separamos.

Me despedi da galera, e do Júlio, que achou estranho eu ir tão cedo. Logo avistei Mauro convencendo Chris a ir embora. Ele é muito fraco pra bebida e ainda bebeu bastante. Antes de o puxar, claro que tirei uma foto dele no chão, quase dormindo.

– Para de dar trabalho e vamos logo, Christian!

– Eu vou só porque vocês estão falando com educação – ele diz embolado.

Nós fomos andando e eu fui carregando Christian pra não correr o risco dele cair em alguém. Mauro logo avistou o Uber que havíamos chamado e sentamos todos no banco de trás.

– Se você vomitar aqui, eu vou te afogar nele – digo e ele ri, assim como ele fazia pra qualquer coisa.

Quando paramos em frente ao prédio do Christian, Mauro pegou em um lado e eu do outro.

– A gente só vai subir com ele, já voltamos – digo ao motorista, que assentiu rindo.

Levamos ele até seu quarto e o deitamos na cama, saindo em seguida. Amanhã ele se virava. Fomos até o prédio de Mauro e depois até o meu. Me despedi e agradeci o motorista e subi.

Quando deitei na cama, só consegui ficar olha o teto branco. Eu e Alice terminamos de uma maneira terrível. Eu era imaturo demais para enxergar a mulher maravilhosa que estava comigo e saía atrás de outras. Ela também era impaciente e insegura, não confiava em mim de forma alguma e não tinha paciência pra me escutar. E tudo aquilo que vivemos acabou naquela discussão horrível, na qual eu me lembro como se fosse ontem. Ela era muito especial pra mim, moramos na mesma rua e ela sempre me incentivou com o canal. Foi ela que estava ao meu lado quando consegui meu primeiro milhão.

Sai de meus pensamentos e fui tomar um banho gelado. Sai do banheiro e peguei meu celular. Primeiro abri um chat privado com Júlio.

Júlio Cocielo: mano, nem deu pra avisar, mas amanhã vai ter alguma coisa no Lukas, cê vai né?

T3ddy: se nao tiver muito cansado do evento, eu vou  

Júlio Cocielo: a Alice vai… e acho que sozinha

T3ddy: eu cansado? nem sei oq é isso,,,

Júlio Cocielo: ASHUASHUASHU cuzão do caralho!

 n tem hora n, encosta quando der

T3ddy: valeu então, irmão <3.

Respondi outros chat’s e logo após fui dormir. 


Notas Finais


obrigada por chegar até aqui 💙
e obrigada pelos comentários também 💙


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