História Tudo Junto e Misturado - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grey's Anatomy, Rizzoli & Isles
Personagens Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres, Jane Rizzoli, Maura Isles
Tags Calzona, Rizzles, Rizzoliandisles
Exibições 8
Palavras 1.427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Lembrança Boa


Arizona abriu a porta de sua casa e entrou com Jane . Assim que fechou a porta da casa, Jane a puxou para perto do seu corpo , a beijando loucamente. Uma mão da morena estava nos cabelos dela, enquanto a outra percorria as costas e bumbum de Arizona apressadamente. Jane interrompeu o beijo para tirar a camisa que Arizona usava, tirando e jogando no chão.
      Arizona estava usando um sutiã branco com detalhes pretos. Jane observou admirada a parte de seus seios que ficavam para fora do sutiã, tocando lentamente parte dos seus seios. Não aguento mais essa lenta e deliciosa tortura, Jane leva suas mãos as costas de Arizona, abrindo o sutiã, que caiu no chão e levou uma de suas mãos ao seio dela, tocando , apertando . Após tocar ambos os seios com a mão, Jane levou a boca ao um dos seios de Arizona, que gemeu baixinho ao sentir os lábios de Jane em sua pele.
Jane não demorou muito com suas caricias nos seios dela, pois levou a boca para os lábios de Arizona, a beijando, dessa vez lentamente, com carinho. Terminou o beijo e ficou olhando para o rosto da outra.
            Arizona tinha uma beleza tão única. Jane não sabia o que estava sentindo realmente por aquela mulher, da única coisa que tinha certeza era que o desejo entre as duas era muito grande e queria aproveitar ao máximo aquela noite.

— Achei que você não fosse fazer o que estava sentindo vontade, mas me surpreendi . — comentou Arizona com um sorriso travesso.

— Você ainda não viu nada do que eu quero fazer com você. — revelou Jane.

— Vamos para o seu quarto? — disse Jane empurrando Arizona, a encostando na parede e a beijando mais uma vez.

— Vamos . 
        Arizona e Jane continuaram agarradas uma na outra e foram caminhando apressadas para o quarto, se beijando, no caminho interromperam o beijo só um pouco para Arizona tirar o blazer que Jane usava .

Quando chegaram ao quarto, Arizona tirou a calça que ela estava usando sem dar tempo de Jane a tirar. Ela vendo Arizona, tirar a calça, tirou a camisa branca que vestia e a calça rapidamente. Jane ficou de calcinha e sutiã e Arizona somente de calcinha .
      Jane puxou Arizona para a cama , a deitando delicadamente na cama e começou a despir sua calcinha. Também se desfez de suas roupas intimas, ficando nua. Arizona admirou o belo corpo da morena.

— Eu desejei você desde quando olhei para o lado lá no bar e te vi. — admitiu Arizona. — Você é tão linda. Os homens e mulheres ficam caidinhos por você!  — afirmou.

— Alguns ficam sim, mas a única pessoa que desejo é você! — Jane sorriu, feliz com o momento. 
             Jane subiu em cima de Arizona a beijando, com calma. As mãos de Arizona passando pelo corpo dela. Jane finalizou o beijo dando uma mordidinha no lábio da loira.

— Toque-me Jane.  — pediu Arizona louca de desejo.

— Ainda não. — falou contente com a reação dela.

— Por que não?

— Quero vê-la ardendo de vontade antes de possuí-la.

— Não Jane, hoje não, por favor. Eu preciso sentir seu toque no meu corpo, agora. Você me fez precisar disso. — afirmou.
          Resistindo ao desejo de torturar Arizona de prazer, Jane levou seus lábios para os seios da loira, a tocando com paixão. Interrompeu as carícias nos seios e levou seus dedos ao sexo de Arizona, notando sua umidade.

— Está tão molhada pra mim.  — comentou satisfeita.

— Isso que você faz comigo.
            Jane movimentou seus dedos dentro de Arizona, que geme satisfeita. Continuou tocando a intimidade dela com os dedos, mas não demorou muito e levou sua boca ao sexo da outra. Ela queria sentir o gosto de Arizona, principalmente quando chegasse ao máximo do prazer.
            Jane usou os lábios e língua para dar prazer a Arizona, que não aguentando essa deliciosa tortura, mexeu os quadris , seu corpo indo ainda mais de encontro a boca de Jane, que agarra os quadris de Arizona, continuando com a boca no sexo dela, a chupando com muita vontade. Arizona se remexia na cama, gemendo . Não demorou para Arizona chegar ao clímax. 
        Ela agora respirava com dificuldade, foi tão alucinante sentir Jane a tocando. Após terminar o sexo oral em Arizona, Jane deitou ao seu lado na cama, enquanto ela se recuperava do maravilhoso orgasmo.
       Arizona se recuperou desse momento maravilhoso e subiu em cima de Jane.
 

— Agora é a minha vez de te sentir completamente. — sorriu 
          Arizona tocou Jane e a levou ao ápice do prazer. As duas aproveitaram a noite ao máximo que puderam. Ambas curtiram as horas que passaram juntas naquele quarto. Naquele noite.

                                                                                                                ***

 

Todos os crimes sempre mexia muito com Maura, a pressão do ex namorado, da família mesmo de longe pedindo casamento, pedindo netos, sobrinhos e tal. Isso explodiu hoje, começou a chorar desesperadamente e Callie não sabia o que fazer, só lidava com choro na hora que avisaria que algum ente querido tinha morrido e isso não ocorria sempre, já que ela mexia com ossos.
Callie sumiu da frente de Maura e quando voltou, trouxe uma caixa de som bastante alto, tocava a música Rumba da cantora mexicana Anahí. Ela dançava e cantava junto com a música.

"Porque ha empezado la rumba
                Mi cuerpo pide rumba
                Hasta que salga el sol
                Hasta que salga el sol... "

— O que está fazendo?  — perguntou Maura. — Os vizinhos vão ficar putos da vida, abaixa isso.

— Que se dane os vizinhos! Sabe o que eu fazia quando estava tensa ou em dias de prova? Dançava, dançava muito.

Callie colocou o rádio em uma mesinha na sala, puxou Maura, fazendo com que ela derrubasse o vinho. Callie pegou a taça e jogou para trás, a despedaçando.

— Ops, quebrou!  — disse Callie gargalhando.

Em um piscar de olhos, Callie se agachou e arrancou a calça de Maura, a deixando vermelha e envergonhada por não ter depilado as pernas, isso nunca havia lhe acontecido antes, mas a pressão era tanta que se deu alguns dias de folga.

— Callie o que está fazendo? —  falou com o tom de voz mais alto.

— Tirando suas calças, vou tirar as minhas também, dançar sem calças é muito gostoso, relaxa!

— Não tem como relaxar, minhas pernas estão cabeludas e nunca ficaram assim.

— Quando é Legista Criminal e Médica, não se tem tempo para isso, é muito raro o dia que tenho tempo de fazer as sobrancelhas.

Callie voltou para o iPhone que estava ligado na caixa de som e colocou a música a tocar desde o começo e quando a música recomeçou , ela pulou , se requebrando, contagiando um pouco a amiga. Callie a puxa, a gira e quando menos se espera, Maura está dançando loucamente. As duas pulam, se chocam sem querem fazendo com que Maura quase caia , já que Callie era bem maior do que ela, que com sua estrutura pequena, quase podia dizer que era frágil perto da amiga de estrutura grande, curvas bem aparentes. Antes Callie se achava gorda, não suportava passar na frente do espelho, porém sempre com um sorriso no rosto escondendo de sua família super protetora, mas quando perceberá que fazia sucesso com os homens, deixara isso de lado.

Com a loucura do momento não perceberam que a campainha estava tocando. Mas quando a música terminou, ouviram.

— Deixa que eu atendo, você fica ai dançando.  — disse Callie colocando a música para tocar novamente e indo atender a pessoa do lado de fora. Quando abriu a porta deu de cara com um homem baixinho , de bigode grisalho, a encarando, sua boca se abriu quando percebeu que ela estava quase nua da cintura para baixo, sua cabeça desviou um pouco e viu Maura dançando.

— Isso não pode, em nenhum prédio pode isso! — falou o homem em voz alterada.

— Estamos só dançando. — Callie retrucou , levou a mão na cintura e isso o desconcertou.

— Isso não pode e está atrapalhando o sono dos vizinhos.  — insistiu.

— Sono? Mas ainda é cedo!

— Não sei em que mundo você vive, mas já passam das três e meia.

—Putz.  — disse arregalando os olhos. — Obrigada.  — Fechou a porta e correu para desligar o som.

— Não desligue o som! Está muito bom, isso relaxa muito. — falou Maura dançando animada com a música.

— Tenho que estar no hospital daqui a meia hora.

— Como? Ainda é meia-noite, temos tempo de sobra... Meia hora?

— Já são três e meia. — Callie correu para o banheiro, entrou de blusa e tudo debaixo d'água gelada.

Maura caiu no sofá e ficou rindo , faziam semanas que não se sentia tão bem.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...