História Tudo Me Leva a Você... - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erik (Cobra), Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Scorpio, Ur, Virgo
Tags Gruvia, Nalu
Visualizações 69
Palavras 1.363
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então gente, a pedidos nos comentários passados eu organizei as lembranças e agora não ficará mais confuso.
Então, tive que escrever pelo celular então a qualidade do capítulo não está dos melhores. Peço perdão e vou tentar melhorar no próximo.
Boa leitura! (ノ*゚ー゚)ノ

Capítulo 5 - Um Pequeno Sorriso...


Fanfic / Fanfiction Tudo Me Leva a Você... - Capítulo 5 - Um Pequeno Sorriso...

O sol já era presente naquela manhã em Magnólia. As poucas nuvens se dispersavam enquanto os pássaros levantavam vôo emitindo um calmo canto. As lojas começavam a abrir suas portas e as ruas ganharem seu habitual movimento de um feriado.

Em uma bela casa, uma garota se levantava preguiçosamente. Ela esfrega os olhos antes de abri-los totalmente. Encara a visão, melancólica, de seu quarto. Suas prateleiras repletas de livros com títulos que não chamavam a devida atenção, sua mesa repleta de cadernos de exercícios não terminados. As paredes pintadas de um creme, com riscos azuis só restavam as marcas das fitas que estavam em seus posters. A porta que dava para a sacada estava trancada com um cadiado tendo apenas um flexe de luz solar vinda do banheiro. 

Ela suspira tento toda aquele visão e deita seu pescoço podendo ter a visão de seu teto... Há quele teto, seu único refúgio dos dias cansativos, aquelas estrelas brilhantes penduradas iluminuavam suas noites sombrias onde os fantasmas vinham lhe fazer uma visita.

Após alguns segundos ela abaixa a cabeça e se vira sentindo seus machucados arderem assim que o fino lençol, com algumas marcas de sangue, passar sobre eles.

- Bom dia, Juvia- A Velha empregada entra no quarto trazendo um bandeja.

- Bom Dia.

- Epa, que carinha é essa? 

- Nada.

- Seu pai já viajou, você tem a oportunidade de sair e tomar um ar, está com cara de doente.

Ela diz se virando até o guarda-roupa e pegando um kit de primeiros socorros e se sentando ao lado de Juvia.

- Hum, está um pouco infeccionado... Desculpa, mas vai arder um pouco.

- Já estou me acostumando com  a dor.

- Isso me dói, saber que chegamos a esse ponto.

Ela passa o algodão sobre os machucados que logo tomam uma vermelhidão. A garota desviava o olhar para o teto, sem expressar nenhuma reação.

- Juvia.

- Oi Virgo.

- Me lembrei de algo... Lembra quando você e o Jallal chegavam em casa todo machucados?

- Lembro, por quê?- Ela a encara.

- A Dona Lílian sempre dizia que aquele pequeno machucado não devia receber todas aquelas suas lágrimas, que haviam mais coisas que você teria que chorar... Você realmente aprendeu a lição.

Juvia a olha e lhe esbanja um pequeno sorriso de lado, com os olhos brilhantes.

- Eu sei, você sente muito a falta deles... Sinto muito por tudo isso que está ocorrendo com você.

- Eu sei... Não é sua culpa.

- Juvia, não se culpe...

- Hum, isso é enroladinho?- Ela muda de assunto rapidamente fazendo a empregada suspirar.

- Scorpion comprou para você. Ele vai estar a sua disposição para levá-la a qualquer lugar- Virgo exclama terminando de passar a faixa nos machucados do braço.

- Obrigado Virgo!

- Que isso Minha Menina, quero que aproveite seu dia muito bem e se divirta com seus amigos. Tome cuidado com o que fala, pode ser perigoso.

- Não acho que encontrarei ninguém por aí.

- Vai que você encontra o Gray!

- Bem...- A emprega solta um sorriso lerdo ao ver a reação da menina.- Não posso me dar a esse luxo.

- Continue repetindo isso, um dia talvez você acredite... Mas você sabe que ele pensa diferente de você.

- Acho que não mais... Muita coisa mudou durante esses seis anos longe.

- Ainda tenho a impressão que não.

Virgo se despede e sai do quarto levando consigo a roupa de cama. Juvia segue até a porta da sacada e afasta a cortina encarando a visão do quarto ao lado, ele mechia em seu, peculiar, colar de gota d' água. 

- Sempre!

[...]

Em um quarto com uma decoração meio gótica, um garoto dormia tranquilamente. Ele viaja em um sonho, ou melhor, em uma lembrança:


Magnólia: 03 de Abril de 2008- 17: 45 PM.

Um garotinho de cabelos negros e bagunçados, andava apressadamente por aquele fim de tarde de uma sexta-feira. Esbanjava uma grande carranca.

Se ele soubesse que depois daquele dia que ele teve que acompanhar a sua vizinha, ele teria que fazer isso praticamente todos os dias,  tinha pulado fora. Era mais fácil ele ter ficado sem o caderno e os lápis do que isso... "Maldita" a hora que ele tentou ser educado uma vez na vida.

Já a garota andava atrás dele com sua famosa mochila de coruja. Ela não tinha problema de o acompanhar, mas de uns dias para cá andava estranha, não conversava o caminho todo ou simplesmente não tinha suas "brilhantes'' idéias.

- Oh garota lenta, até uma lesma ganha uma corrida dela- O garoto sussurra e logo solta uma risada sacana.

- Se isso foi uma tentativa de sussurro você falhou drasticamente!

- Você deveria parar de ser intrometida. Minha vida e minhas regras.

- E você deveria parar de ser insuportável.

- Pelo menos não sou uma sonsa ou lesma, como você- Ele diz rancoroso e a encara rapidamente.

- Você... você...

Ele se vira e coloca a mão em seu bolso a olhando com desprezo:

- O quê? Não me diga que você como herdeira daquele imensa fortuna, filhinha de papai e mimadinha não sabe verbalizar? Oh, que surpresa nem imaginava.

A garota o encara com os grandes olhos azuis brilhantes. Vai chegando até ele e deixa as lágrimas caíram.

- Tsc, não me diga que você vai chorar? 

- Eu tentei, tentei ser gentil. Tentei virar sua amiga e que pudéssemos pelos menos, um dia, ter uma conversa civilizada não como dois animais que ficam trocando ofensas idiotas. Contudo eu cansei, cansei de tentar algo que parece ser impossível. Não é só você com problemas, não é o único que sofre. Mas pessoas colocam sorrisos no rosto e enfrentam um dia que é como um inferno... Não se atreva a me chamar de filhinha de papai, sou tudo menos isso. Entendeu Gray Fullbuster?

Ela diz tudo e logo se afasta dele respirando profundamente e tentando segurar sua raiva. Gray a olhava assustado e não sabia o que dizer. Até aquele momento ele tinha a desenhado toltamente diferente do que ela se mostrou.

- Okay... Acalma Juvia.

- Você é um completo idiota.

- Respira antes que você comece a passar mal... Desculpa.

- Han? Eu não ouvi?

- Eu sei que você ouviu e eu não vou repetir!- Ele bufa e a garota relaxa os ombros.

- Vamos logo, tenho que organizar minhas coleções.

Ela se apressa e começa a andar rapidamente faz Gray a segue rapidamente.

- Hum, Juvia?

- Oi? 

- Que tipo de coleção é essa?

- Dos clássicos.

- Sério??

- Ficou legal em!

- Volto ao normal em um minuto.

- Não tá mais aqui quem falou. Quer ver a coleção?

Ela oferece a mão e ele a encara por alguns minutos. Depois de alguns minutos ele aceita e ela o puxa e os dois saem correndo.

- Eu vou cair Juvia.

- Mas o legal da vida é isso, cair e se levantar.


Dias atuais...

- Onde vai filho?

Gray havia acabado de descer a escada com seu capacete na mão.

- Tenho que ir na base secreta.

- Okay, se for demorar me avise- Ela se vira para seu livro.

- Mãe?

- Sim.

- Não acha que essa casa está repleta de fotos da Juvia?

- Não, normal.

- Incomodado, maninho?- Lyon tira os olhos do celular e o encara.

- Nem um pouco, só acho que tem muito azul nessa casa.

- Que bom já que estava pensando em chamar a Juvia par sair. O que acha?

- ... Faça o que quiser, a vida é sua. 

Ele diz e sai batendo a porta fortemente. Sua mãe se vira para ele e suspira.

- O que está aprontando?

- Mãe, ele nunca investiu totalmente nela. Ele perdeu a oportunidade agora é minha vez. Não é justo eu tentar?

[...]

Gray para sua moto na entrada daquele bosque. Ele pega suas coisas e adentra olhando toda a passagem. Ele vai andando até encontrar a pequena casa na árvore. Uma pequena casinha feita de madeira e pintada de um azul tão bonito quanto o céu. O pequeno balanço de pneu e a escada colocada no tronco, as duas cordas onde o vento passava as enrolando. A árvore começava a desabrocha suas lindas flores de cerejeira, ele já esperava poder ver o por do sol enquanto a flores eram levadas.

Ele começa a subir a pequena escada e ao entrar em seu refúgio encontra um garota de longos cabelos azuis. Ela olhava para o teto enquanto murmurava uma antiga canção...




-Brilha, Brilha Estrelinha- Ela se vira e encara o velho amigo-... Olá, Gray Fullbuster!




Notas Finais


Foi isso, espero que gostem. Até mais! (ノ^o^)ノ


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