História Tudo o que eu preciso - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
Tags Lee Minhyuk, Minhyuk, Monsta X, Shin Hoseok, Wonho
Visualizações 13
Palavras 1.391
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 31 - "De forma certa"


Fanfic / Fanfiction Tudo o que eu preciso - Capítulo 31 - "De forma certa"

Pensar que S/n foi ter comigo naquela altura deixou-me bastante bem. Saber que ela correu aquela distância toda de nossa casa até aqui, apenas porque teve medo que eu fizesse alguma asneira faz com que eu sorria muito. No entanto também me sinto mal. Saber que ela não gosta que eu venha aqui, e depois mentir-lhe e dizer que vou a outro sítio… bem… não foi a minha melhor atitude… mas ao menos o Kihyun disse-lhe a verdade. Estou-lhe grato por isso porque provavelmente se ele não o tivesse feito, eu e a S/n não estariamos aqui juntos neste momento.

Olhei para a minha namorada com bastante atenção e percebi que ela tinha a roupa que usa normalmente em casa, uns calções curtos, pretos e uma blusa de manga comprida, larga, branca, que mais parece uma das minhas blusas.

- Meu amor… não precisavas de ter vindo aqui… - Disse eu.

- Precisava sim. – Disse S/n limpando a cara com a mão direita. – Assim que o Kihyun disse que tu podias fazer alguma coisa de errado eu tive… sinceramente não sei o que foi aquilo, mas eu acho que foi tipo um choque de realidade… as palavras dele ecoaram na minha cabeça de uma forma inacreditável e o único reflexo que eu tive foi sair de casa e vir a correr para aqui… para o pé de ti… eu tinha que ter a certeza que estavas bem. Wonho... desculpa se eu tenho sido uma péssima namorada nos últimos meses… eu não devia ter agido daquela forma, sei que não fui a única a sofrer mas eu não sabia o que fazer e a única coisa que me ocorreu foi tipo… isolar-me… desculpa, perdoa-me, meu amor.

- Shhh…. – Disse eu com bastante calma. Olhei para S/n com um olhar carinhoso e sorri para ela. Limpei-lhe algumas lágrimas que ainda caíam e dei-lhe um leve beijo nos lábios. – Eu amo-te S/n, claro que te perdoo… eu sei que a partir de agora as coisas vão ser diferentes.

- Claro que vão! Eu vou deixar de agir como tenho agido… afinal de tudo… apesar do que aconteceu, eu não posso apenas concentrar-me nesses pensamentos… não posso pensar que está tudo arruinado e que vai tudo correr mal.

- Gosto desse teu positivismo, já tinha saudades dele.

- Eu sei, desculpa, amor, eu agora estou de volta ao que era antes.

- S/n, tenho uma pergunta. – Disse eu olhando para ela. – Essa é a minha blusa?

- Hmmm… bem… digamos que sim. Tu sabes que eu gosto bastante das tuas blusas e que se pudesse, estava sempre a usá-las.

- Bem, da próxima vez que for às compras, as blusas que comprar para mim dou-tas a ti.

- Oh… isso não. – Disse S/n com carinha de inocente. – Eu gosto das tuas blusas depois de tu as usares muitas vezes, assim fica lá o teu cheiro e mesmo que sejam lavadas algumas vezes, o cheiro continua lá e assim eu posso cheirar-te mesmo quando estás longe.

- Isso é estranho, mas ao mesmo tempo é querido. Eu amo-te tanto! – Disse eu. Abracei s/n uma vez mais, beijando-a de seguida e depois pus o meu braço à volta da sua cintura e caminhámos para nossa casa.

Assim que lá chegámos, a porta estava aberta e cheirava a comida. Vimos Minhyuk deitado no sofá da sala, e ouvimos os gritos de Kihyun a dizer para o Hyungwon sair da cozinha e não atrapalhar o trabalho dele.

- Olá gentes! – Disse eu. Kihyun apareceu na sala com um avental e Hyungwon apareceu atrás dele com farinha na cara. – O que aconteceu convosco? E porque é que ele está deitado no sofá enquanto vocês estão assim?

- Eu fui fazer o jantar e um bolo. – Disse Kihyun. – O Hyungwon tenta ajudar-me, mas eu estou farto de lhe dizer que não quero ajuda. E o Minhyuk está só aí deitado sem fazer nada. Melhor assim porque ao menos não tenho duas melgas a chatearem-me.

- Vou juntar-me a ti. – Disse S/n. Ela correu para a cozinha, foi buscar um avental, mas depois voltou à sala. Foi ao pé de Kihyun, deu-lhe um abraço e um beijo na cara. - Obrigada por aquele “abre-olhos”… foi importante…

- Vou estar sempre aqui para isso, minha querida. Agora vamos para a cozinha, antes que alguém se infiltre lá.

Kihyun e S/n correram para a cozinha, e no momento em que Hyungwon ia atrás deles, eu puxei-o pelo braço.

- Vai lavar a cara para tirares a farinha e vem para a sala connosco. – Disse eu. – Eles dão conta do recado, e se fores para lá ainda levas com uma panela.

- Ou com um tacho. – Disse Minhyuk e eu e Hyungwon olhámos para ele. – A sério, a S/n quase me atirou com um tacho.

- Aposto que merecias. – Disse Hyungwon.

- Eu só ia provar o que ela estava a fazer… mas acabei por derrubar uma coisa qualquer no tacho e estraguei a comida e ela quase me atirou com o tacho depois disso.

- Então sim, mereceste. – Dissémos eu e Hyungwon ao mesmo tempo. Minhyuk abanou a cabeça e eu fui para o pé dele. Hyungwon foi tirar a farinha da cara.

- WONHO! – Gritou S/n, da cozinha. – Vem cá, meu amor!

- Ui. – Disse Minhyuk. – Eu se fosse a ti ia lá agora, senão ela ainda vem aqui com o tacho.

- Ou com a colher de pau, como o Kihyun. – Disse Hyungwon.

Olhei para eles, revirei os olhos e fui à cozinha. Kihyun estava a mexer uma comida qualquer com a colher de pau e S/n estava em frente a um tacho com uma colher normal na mão.

- Que se passa, amor? – Perguntei eu. Aproximei-me dela enquanto a mesma sorria para mim.

- Prova e vê se gostas. – Disse ela. Eu provei a comida e sabia bastante bem.

- Uau, está ótimo… cozinhas cada vez melhor.

- Eu fui o professor dela, só para ficar registado. – Disse Kihyun tirando o avental que tinha. – Agora vou deixá-los sozinhos. Já volto para verificar a comida.

- Gostaste mesmo? – Perguntou S/n pondo a colher no lava loiças.

- Yap, está ótimo! – Disse eu. Abracei-a por trás e ficámos naquela posição durante algum tempo. Encostei o meu pescoço ao ombro dela e reparei que ela tinha os olhos fechados. Aproveitei para fazer algo que não fazia à muito tempo. Comecei por beijar-lhe a bochecha, subi para a orelha, onde dei uma leve mordidela e desci os beijos até ao seu pescoço.

- Ahh… Wonho… - S/n falava num tom de voz bastante baixo e prazeroso, o que me estava a deixar um bocadinho alterado. Ela virou-se de frente para mim e beijou-me com vontade. As minhas mãos apertaram a sua cintura, enquanto ela rodeava o meu pescoço com os seus braços. O beijo terminou por conta da falta de ar e ficámos a olhar um para o outro. – Tive saudades disto…

- As nossas belas provocações… - Disse eu, sorrindo de lado.

- Exatamente… que depois acabam por ser sempre interrompidas e depois há sempre um de nós que tem que fazer alguma coisa sozinho para se aliviar.

- Pois, e normalmente esse sou sempre eu.

Ela deitou-me a língua fora e sorriu tal e qual uma criança.

- Amo-te. – Disse eu.

- Também te amo, Wonho. – Disse ela. – Eu estive a pensar… e… não sei se é demasiado cedo, mas…

S/n parou de falar. Não sei porquê, mas eu acho que entendi o que ela queria dizer, portanto como vi que ela não sabia como falar… fui eu que disse…

- Sim. – Disse eu. – Nós podemos tentar novamente.

- A sério? – Perguntou ela com um certo brilho nos olhos.

- Muito a sério. É algo que ambos queremos há algum tempo… e da primeira vez não resultou…

- Mas agora vamos fazer as coisas de forma certa.

Eu ia falar, mas fui interrompido por Kihyun, que apareceu na cozinha de rompante para ir mexer a comida.

- Já me tinha esquecido disto ao lume. – Disse ele. Kihyun olhou para nós atentamente e depois falou. – Só tenho uma pergunta.

- O quê? – Perguntei eu e a S/n ao mesmo tempo.

- Quantos filhos vão querer ter?

- Dois.

Após respondermos ao mesmo tempo, eu e S/n começámo-nos a rir. Parece que até nisto concordamos.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!!


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