História Tudo Pode Mudar - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cara Delevingne, Dianna Agron, Fifth Harmony, Kendall Jenner, Khloé Kardashian, Kylie Jenner, Lea Michele
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Cara Delevingne, Dinah Jane Hansen, Kendall Jenner, Khloé Kardashian, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Achele, Camren, Lamee, Lually, Luca, Lukh, Norminah
Visualizações 179
Palavras 6.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu demorei pra posta porque ele é grande esse capitulo! Espero que vocês aproveitem!
Esse capitulo é só a Lua que narra o que acontece!

Capítulo 29 - Capitulo 29 - Truths (part. 1)


Fanfic / Fanfiction Tudo Pode Mudar - Capítulo 29 - Capitulo 29 - Truths (part. 1)

POV LANA

Sabe quando está meio acordada e meio dormindo? É assim que eu me encontro agora. Abrir meus olhos me deparando com uma cena que já estava virando rotina toda vez que eu durmo com Lana. Ela estava encima de mim mais uma vez, virei nossos corpos me fazendo ficar por cima dela. Não deixei meu corpo pesa sobre o dela, sair de vagar. Depois de fora da cama, peguei uma roupa íntima, um short jeans, uma polo azul e fui ao banheiro. Fui até a pia escavar meus dentes. Depois que terminei de escovar meus dentes, foi que comecei a tirar minha roupa pra entrar no chuveiro. Quando eu estava tirando minha blusa a porta se abre revelando Lana que estava coçando os olhos, ela levantou o olhar pra mim e veio em minha direção me abraçando.

- Você levantou e nem me acordou! – Disse resmungando com a cabeça no meu peito, acariciei sua costa e beijei sua cabeça. – Por que acordou tão cedo?

- Eu tenho que resolve algumas coisas pendentes da minha vida, que estão aqui em Los Angeles. – Respondi a fazendo me olhar com a sobrancelha erguida, demonstrando que estava confusa. – Minhas mães biológicas moram aqui! Há três dias descobrir que minha mãe não era a minha mãe biológica e que eu era dotada. Fui sequestrada de um hospital e abandonada na porta da casa de mamãe, antes de ir embora da França ela colocou um detetive pra descobrir de quem era filha. Esse ano quando estou pra completar 18 anos ela veio me contar, tudo sobre eu ser deixada na porta da casa dela, mas não deu tempo dela terminar, pois tinha uma reunião no hospital. Na hora que ela estava indo me buscar na natação e vôlei, ela sofreu um acidente de Carro e morreu na hora. Fui saber o resto da estória com Mama Sinu, aonde ela mostrou uma carta com documentos sobre toda a investigação. Pedir a ajuda de Cara pra me vim comigo e conhecer as minhas mães e irmãs, não quero nada delas só conhecer mesmo.

- Nossa que estória! Mas saiba que eu estou com você.  Já falou com a Cara? – Perguntou me largando e tirando a blusa na minha frente. Ela ficou só de sutiã enquanto eu ainda estava de top e se dependesse de mim ia continuar. Tirei meu short e ela fez o mesmo, estávamos somente de roupa íntima. – Você sempre usa cuecas?

- São confortáveis, mas uso calcinha também! – Disse antes de puxar sua mão pra irmos em direção ao chuveiro, liguei os dois e entrei de baixo dele molhando meus cabelos. – Ainda não falei com ela hoje, mas eu espero que ela já tenha acordado.  Você pode me emprestar seu shampoo e condicionador?

- Claro só é pega ai! – Disse pegando o shampoo e colocando pouco na mão dela pra em seguida me dá. – Posso ir com vocês? Não quero ficar aqui em casa.

- Obrigado. – Agradeci colocando o shampoo na penteadeira embutida que tinha dentro do Box, comecei a esfregar meus cabelos os lavando. – Claro, mas por que você não quer ficar aqui na sua casa?

- Se você tiver certa mesmo deu está grávida, tenho que começar a vê um emprego em Miami e me planejando como vamos nos sustentar já que paro ano eu faço faculdade. – Disse me fazendo ficar surpresa por tudo que ela falou. – Vem aqui deixa me fazer um massagem nos seus cabelos.

- Você acha que seu pai não vai te ajudar se você estiver grávida? – Perguntei virada de costa e me abaixando pra que ficasse melhor dela passar o creme no meu cabelo, sentir que ela começar a fazer a massagem em meus cabelos. – Se ele não te ajudar nos damos um jeito nisso. Não vou te deixar sozinha nessa!

- Obrigado, mas vamos ver como vai ser sua reação. Apesar de saber que ele vai me expulsar de casa e ainda tem o pai, que está na Sibéria. – suspirou e ligou o meu chuveiro lavando pra tirar o produto. – Arreda mais pra baixo do chuveiro!

- Vamos compra um teste desses de farmácia e se ser positivo, vamos ligar pra o pai e contar a noite pra os seus está bem? – Perguntei me levantado depois que ela acabou de tirar o creme. Ela veio de frente pra mim e me olhou com receio e medo. – Vamos fazer isso juntas!

- Está bem! Vai está ao meu lado não é? Por que eu estou com medo! – Disse com a voz acuada, lhe puxei pra um abraço nem ligando se estávamos de roupa íntima.

- Sou sua amiga, custo a proteger e cuida de quem gosto! Não vou te deixar sozinha em nenhum momento e se o seu pai te expulsar, vamos conversa com a Mama e o Papa. Eles vão saber o que fazer e como te ajudar! – Disse olhando em seus olhos e depois sorrindo pra ela, que suspirou antes de concorda. – Agora vamos acabar esse banho, ainda temos um longo dia pela frente. Terminamos nossos banhos, saímos do Vox e lavamos nossas roupas íntimas depois que estávamos enrolados em uma toalha. Troquei de roupa na frente dela mesmo enquanto ela estava se maquiando, Ela passou um pouco de pó compacto e lápis de olho Preto. – Vem aqui deixa passar um pouco de lápis em você! Hoje seus olhos estão azul clarinho quase indo pra o Verde. – Disse os olhando quando estava na sua frente. Quando ela ia começar a passar o lápis foi que ela foi reparar na diferença de altura, de tornando quase impossível de ela passar. – Droga Lua! Você é muito o mais alta que eu.

- Fica perto da pia! – Pedir a ela que foi lá ficando de lado nela. Carreguei ela pela cintura a deixando sentada em cima da pedra de mármore, me posicionei na frente dela entre suas pernas. – Pronto pode passar o seu lápis de cor ai.

- Não é lápis de cor! Agora cala a boca Lua! Olha pra cima e vê se não pisca seus olhos. – Resmungou passando lápis em mim. Fiquei esperando ela até acabar de passar, me esperei calada olhando pra o teto. – Pronto acabou! Seus olhos estão lindos e se destacando com o lápis de olho! – Disse eu a Desci da pedra e saímos do banheiro, ela foi em direção ao closet e eu me sentei na cama pra calçar meu tênis. – Vou me arrumar rápido.

- Está bem! – Calcei-me tênis e peguei a pasta com todos os documentos da investigação, Lana saiu do closet vestindo uma blusa manga cumprida branca com bigodinhos, short jeans com alguns zipes de enfeites, um botinha preta que mais parecia um tênis e um óculos escuro na cabeça. - Vamos?

- Vamos! – respondeu pegando os nossos celulares na cabeceira da cama, eu nem tinha me lembrado dele. – Pegou tudo?

- Sim, vamos descer pra tomar café! – Respondi a ela saindo junto do seu quarto, caminhamos pelo corredor onde estava tudo em silêncio por ainda ter gente dormindo.  Caminhamos até a cozinha onde só estava Cara sentada comendo uma tigela de Cereal. Andei até ela a abraçando por trás e lhe dei um beijo na bochecha. – Bom dia minha loirinha linda!

- Deixa a Kendall ouvir você falando assim! Bom dia Cara! – Brincou indo até Cara, lhe abraçando e beijando suas bochechas. Foi até o armário pegando duas tigelas. – Você vai querer cereal ou queijo quente?

- Quero cereal mesmo! – Disse me sentando na cadeira do meio entre Cara e Lana, dirigir meu olhar a Cara chamando sua atenção. – Você falou com sua empresaria sobre o horário?

- Falei com ela ontem antes de dormir, ela disse que o estúdio abre às 8h da manhã. – Cara me disse antes de levar uma colher com cereal e leite à boca, mastigou e engoliu antes de falar. – Lanita vai com a gente?

- Vou sim baby. Vamos nos apressar já são 7h: 55min, então nos apressar. – mandou nos olhando, Cara sussurrou “Quando ela ficou assim tão mandona?” me fazendo rir e Lana olhar feio pra ela. – Eu ouvir o que você disse Dona Cara.

- Sooorryy. – Cara tentou imitar o Justin B.

- uhuuhuhuh... – Continuei fazendo Cara e eu explodirmos em gargalhadas, que até Lana não aguentou nossa idiotice e riu. – Vamos embora o que é!

- Vou colocar a ração pra o Max e Luma e abrir a porta do quintal. – Avisou Lana se levantado pra fazer as coisas, fui lavar minha tigela e a dela. Cara lavou a dela ao lado e colocamos na maquinar de secar. Lana voltou e caminhamos em direção à porta de saída, abrimos e fechamos a porta indo em direção ao carro. – Quando você acordou tinha alguém em casa?

- Na hora que eu acordei seu pai estava saindo pra trabalhar e sua mãe foi ver uma agencia de transporte de moveis. – Respondeu Cara antes de ligar o carro e sair de frente da casa, liguei o som colocando em uma estação de radio que tocava “Prince Royce – Hadcuffs”. Comecei a cantar a música em sussurro, olhando as paisagens e apertando a pasta que estavam em minhas mãos sobre as minhas coxas. A cidade estava cheia de pessoas andando pra tudo quanto é lado, diferente de ontem em que as ruas tinham poucas pessoas. Não demorou muito e Cara dobrou parando em uma portaria, a frente dava pra ver grandes galpões. – Bom dia! Gostaria de Saber se Dianna Agron já chegou?

- Bom dia Senhorita! Senhora Agro chegou a poucos minutos acompanhada de sua esposa. – O senhor lhe respondeu de dentro da casinha.

- Tem como o Senhor falar com ela que desejo falar urgente, é de interesse dela! – Pediu a ele que concordou pegando o telefone antes de olhar pra Cara.

- Estou telefonando pra o set de gravação da Senhora Agron! Como é seu nome senhorita? – Perguntou e discou o número. Falou alguma coisa antes e esperou. – Me desculpe atrapalhar a Senhora, mas é que a senhorita?

- Cara Delevingne! – Respondeu rápido.

- A Senhorita Cara Delevingne deseja falar com a Senhora urgente e que é de seu interesse! – Ele falou e depois ficou em silêncio antes de concorda com a cabeça desligado o telefone. – Senhora Agron vai atendê-las, ela está no 4° set. É só seguir em frente e na frente do set tem onde a senhorita estacionar seu carro.

- Obrigado! – Cara agradeceu saindo com o carro e passando pela cancela que nos impedia, ela dirigiu até me frente de um galpão com um grande quatro na parede e estacionou na frente em uma vaga livre. – Está pronta perguntou me olhando.

- Não, estou com medo! – Desabafei com elas que suspiraram.

- Tudo vai dar certo, vamos está do seu lado o tempo todo. – Lana me garantiu olhando nos meus olhos e Cara concordou. – Estamos juntas nessa!

- Não me deixem sozinha, se não sei que não terei coragem. – Pedir demonstrando meu medo e Pavor. Saímos do carro e andamos até a porta, Cara parou na porta segurando a maçaneta me olhando.

 - Estamos aqui pra você! – Garantiu e Lana segurou minha mão entrelaçando nossos dedos. – A hora você quiser nós ir vamos embora, é só avisar! – Avisou abrindo a porta e entrando dando de frente com cinegrafista se preparando pra gravar, Cara pediu informação a um deles onde ficava a Sala de Dianna. Seguimos pelo corredor que foi nos indicado parando em frente a uma porta escrita seu nome e cargo. - Pronta?

- Não mais vai! – Falei a ela que assentiu e bateu na porta, ouvimos um “Entra” de trás da grande porta. Cara abriu a porta e avistamos duas mulheres sentadas na mesa, uma loira de olho azul e a outra morena.

- Com licença! Oi Dianna, Oi Lea! Como vão? – Cara perguntou antes de ir abraçar a morena baixinha.

- Vamos bem! Faz tempo que não nos vermos! – Responderam as duas juntas antes da Loira um pouco mais alto que a outra falar.

– E você como vai? – Perguntou a loira olhando.

- Vou bem Dianna, obrigado! – Cara respondeu sorrindo pra loira me fazendo saber que aquela é Dianna e Lea é a mais baixa, Cara nos olhou fazendo as duas passarem a também nos observarem. – Essas são Lana Zuckerberg e Lua Cabello, meninas essas são Lea e Dianna Agron.

- Prazer em conhecê-las, eu admiro muito a trabalho das duas como atrizes! Aproposito sou Lana!  – Lana tomou a frente quando viu que não ia falar nada, ela deu um aperto de mão e dois beijinhos em cumprimento. Elas me olharam e Lana apertou minha mão quando a pegou novamente.

- Oh me desculpem, sou Lua. Prazer em conhecê-las, Senhoras Agron. – Cumprimentei com um aperto de mão e um sorriso. A sorte é que não precisei soltar a mão de Lana se não iam ver o quanto estava nervosa.

- Por favor, sente-se! – Pediu Dianna puxando a sua cadeira pra frente de um sofá e Lea fez o mesmo, com uma das cadeiras em frente à mesa grande. Sentamo-nos no sofá que havia ali. – Não querendo se Mal educada, mas qual o motivo de querer falar comigo com urgência. Estou curiosa pra saber! – Falou me deixando tensa no sofá, o que não passou despercebido por Lea que franziu as sobrancelhas.

- Na verdade não sou eu e sim Lua, ela que tem uma coisa a contar não somente a você, mas a Lea também. – Falou fazendo com que as duas se direcionassem a mim com olhares confuso.

- Está bem, o que tem a nos dizer? – Lea me perguntou com curiosidade na voz e no olhar. Seus olharem me fizeram ficar pequena no meu lugar (O que cai entre nós é quase uma piada pelo meu tamanho).

- Eu irei lhe contar, mas enquanto eu estiver narrando à estória peço que não me interrompa e que façam perguntas no final. – Pedir a elas e pegando o papel da investigação de dentro da pasta, ele estava dobrado. Elas concordaram com a cabeça, respirei fundo antes de começar. – Há três semanas a trás minha mãe me pediu pra conversar comigo quando eu chegasse da escola. Quando cheguei a nossa casa, ela me contou que não era minha mãe biológica e que eu era adotada. – Parei pra respirar um pouco e me lembra das palavras de minha mãe, elas me olhavam confusas e esperaram eu continuar. – Em um das noites que ela tinha acabado de chegar da faculdade, ela ouviu a campainha tocar e foi ver o que era. Dentro de uma caixa havia um bebê enrolado em uma manta com uma carta, que dizia: “Cuide bem desse bebê, pois eu não tenho condições de criar. É uma menina, ela tem 2 meses de vida. Cuide bem dela, porque ela vai te trazer muitas alegrias na sua vida. Ass. LM”, minha mãe não terminou de contar sobre a minha origem. Ela teve que voltar ao trabalho, mas no mesmo dia ela morreu em um acidente quando estava indo me pegar na minha aula de natação e vôlei. – Parei pra limpar as lagrimas que caíram ao me lembrar de minha mãe morta em meus braços. Soltei a mão de Lana pra abrir o papel que estava em minhas mãos, voltando a pegar sua mão logo em seguida. – Vim morar com minha madrinha, ela era melhor amiga de minha mãe. Diz que sou a cópia perfeita dela, até que esses dias ela me pediu pra conversa comigo. Pois iria terminar de contar o que minha mãe não terminou. Mostrou-me um relatório que dizia tudo que minha mãe investigou e isso me trouxe até vocês. - Disse a elas que olharam mais confusas ainda, mas concordaram pra me prosseguir. Dava pra ver em suas expressões que queriam me perguntar algo, mas prometeram que não iam me interromper. – Na carta dizia as seguintes palavras: “Foi encontrado durante minha investigação com ordens da senhora Karol Kira S. Dantas, para achar a mãe de sua filha adotiva. A mulher que deixou a menina na porta da sua casa não era sua mãe, mas sim que estava a ordem de um homem que a sequestrou do hospital. Durante minha investigação foi difícil achar o vídeo da hora que a mulher estava deixando o bebê na porta da casa, levou 3 anos achar e 2 para achar a mulher. Ela mora no interior da França e estar casada com 2 filhos, quando falei com ela que se mostrou disposta e explicou tudo que aconteceu e como o homem veio até ela. Ele veio e ofereceu 10 mil dólares em troca dela pegar o bebê e sumir com ele, e ela na época precisava do dinheiro já que estava gravida de um mês e fazia faculdade de medicina na mesma classe que Karol. Seus pais tinham expulsado de casa e a deixado sem nada, ela sabia que a Sra. Kira tinha condições e deixou na porta da casa da mesma. O home deu o valor combinado, pedindo pra que ela não a procurasse.

Ela me deu o retrato falado mais ou menos, uma foto que ela bateu sem que ele notasse quando ele segurava a criança no colo e o hospital que ela encontrou ele quando saia de dentro do estabelecimento. Entrei em contato com o diretor do hospital que me concedeu as fitas de segurança daquela época, as imagens não eram boas mais conseguir achar o suspeito na hora que saia da sala de uma paciente com o bebê no colo. Procurei novamente e achei o registro de quem estavam naquele leito no dia. O nome da Sra. Lea Michele Sarfati Agron, casada com Dianna Elise Agron a 2 anos. Ela tinha tido o bebê um dia antes de o sequestro acontecer, eles acionaram a policia mais não conseguiram reconhecer o suspeito e deram como fim das investigações.  Hoje me dia são duas atrizes de sucesso e ganhadoras de vários prêmios. Atualmente elas moram em Los Angeles com suas duas filhas, uma chamada Ryan Aron Sarfati, de 18 anos e a outra se chamar Bailey Michelle Agron Sarfati, de 10 anos. A mais velha foi adotada um ano depois do sequestro, a mais nova foi concebida por Sra. Lea através de uma inseminação. Suas irmãs estão começando atualmente suas carreiras como atrizes.” – Quando terminei de lê e as olhei suas expressões eram de surpresa, todas as duas tinha lagrimas nos olhos.

- Sua.. Isso é impossível! Isso só pode ser um golpe! Procuramos nossa filha por muito tempo e nunca a achamos. – Lea falou incrédula me olhando e Dianna a olhou como se tivesse doida, neguei com a cabeça me levantando do sofá e as meninas fizeram o mesmo.

- Não quero nada que venha de vocês, só queria conhece-las. – Me direcionando a porta com as meninas que me olhavam confusa. – Mas vi que fiz errado. Minha mãe deixou uma herança pra mim e mesmo que não tivesse iria me virar, pois minha mãe me ensinou a ser verdade e justa. Pra você ver que não é um golpe pode ver a pasta, mas entregue pra alguém deixar com Cara, pois preciso disso. Com licença e Obrigado por suas atenções!

 Sair do escritório andando quase correndo em direção a saída com as meninas tentando me acompanhar, A gente saiu do Galpão e a primeira coisa que fiz foi entrar no carro.

- Me da à chave! – Pedir a Cara que negou me fazendo bufar. – Então, por favor, me tire daqui!

- Sinto muito, Lulu! Vamos embora! – Disse depois de me abraçar e caminhou pra o lado do motorista, ligou o carro e saiu da frente do galpão. Olhei pelo retrovisor e vi Dianna saindo correndo do galpão, mas viu que já estávamos longe a fazendo bater contra o vento. – Aonde quer ir? O que quer fazer?

- Me leva pra um campo de futebol! Gosto de jogar quando estou com Raiva e.. – Não terminei deixando um silêncio.

- E? – Lana perguntou dando incentivo a prosseguir com minha reposta a Cara.

- Triste. – Disse limpando a lágrima que caiu que tratei de limpar rapidamente, mas as meninas viram. – MAIS QUE MERDA! POR QUE EU RESOLVI VIM ATRÁS DELAS? SÓ SERVIU PRA LEVAR UM COICE! – Gritei dando um soco na janela fazendo as meninas se assustarem.

- CALMA LU! – Cara gritou comigo, me fazendo dar mais raiva. Olhei pra fora da janela e passávamos por um campinho de futebol, onde alguns garotos adolescentes jogavam. – Agora resolveu ficar cala..

- Pare o carro! – Pedir a interrompendo fazendo as duas olharem confusas pra mim. – PARA O CARRO! – Parou o carro no encostamento, abrir a porta saindo em caminhando apressadamente até onde estavam jogando. Entrei no campo fazendo me olharem e pararem o jogo quando cheguei perto do menino que estava com a bola, fazendo ficar confuso. – Posso jogar com vocês?

- Você sabe jogar patricinha? – Perguntou debochando de mim, fazendo os outros rirem.

- Me deixe jogar e você verá! – Respondi sorrindo irônica, seus amigos riram de minha resposta.

- Está bem, mas não quero choro se se machucar! – Avisou saindo de perto de mim e chamando um menino que estava sentado na beira do campo. – Seu time é o sem camisa!

- Okay! – Respondi tirando minha camisa e meus tênis ficando só de top e short. Andei até a Lana que estava fora do campo me observando com Cara. – Segura pra mim?

- Está bem! Cuidado pra não se machucar nesse jogo! – Pediu segurando minhas coisas. Percebi que Cara saiu de perto pra atender um telefonema. – Boa sorte e faz um gol pra mim Womancat!

- Pode deixar minha Batwoman! – Brinquei também dando um beijo em sua teste. Corri até o meio do Campo onde os meninos do meu time estavam com a bola, era a gente que começava. – Que tal uma aposta? Como é seu nome?

- Meu nome é Drew e eu aceito sua aposta! – disse me dando a mão, a qual eu apertei. – O que quer apostar?

- Se quem ganhar paga o lanche pra galera, o time que fizer três gols ganha! – Sugerir dando de ombros e ele concordou. – Ouviram né! Se ele perde, ele vai pagar o lanche depois, mas se ele ganhar eu pago. – Falei alto pra os meninos que comemoraram. Fiquei a esquerda do campo como atacante, o jogo começou e a gente estava com a posse de bola. O menino da lateral do meu lado tocou mais a frente, eu corri pra fundo do campo antes de cruzar a bola certinha na cabeça de um dos meninos do meu time, fazendo ser gol. – GOOOOLLL.. PEGA 1X0 PRA GENTE. VAMOS GANHAR ESSA BAGAÇA MENINOS!! – Gritei e Comemorei o gol com o time e voltamos pra a nossa área, a posse de bola agora era do time de Drew. Eles tentaram chegar ao nosso gol, mas um dos meninos da equipe foi interceptado por um meio de campo do meu time. Cruzou a bola pra a atacante central, os zagueiros foram pra cima dele e ele tocou a bola pra mim que estava livre, eu corri até a meia lua do gol e chutei aonde a coruja dorme impossibilitando o goleiro de pegar. – PEGAAAAAAAAAA!! LANA AMOR MEU ESSE É SEU! – Gritei e fui até onde a Lana estava com Cara comemorando o gol e apontando pra ela, fiz sinal que ia fazer um pra Cara. O jogo se passou e o time adversário conseguiu fazer um gol ficando 2X1 pra gente, faltava um gol pra ganharmos. Drew já estava agoniado com medo de perde, podíamos ganhar com se fizéssemos esse gol de escanteio. Um dos meninos do time cobrou e vi que a bola vinha em minha direção, pulei e por ser mais alta que Drew a bolo pego na minha cabeça batendo na trave e entrando no gol. Meu time tinha ganhado do time de Drew de 3X1. – PEGAAAAAAAAAAA AGANHAMOS!! CARA ESSSE é se.. – Não terminei de comemorar quando vi que estava vendo o final da partida, era Dianna. Ela estava sozinha e me olhando sorrindo pela minha brincadeira. Sair dos meus devaneios quando os meninos vieram comemorar comigo, me fazendo rir de suas palhaçadas.

- Parabéns? – Drew me perguntou parando a minha frente e me parabenizando.

- Lua Kira! – Disse sorrindo pra ele que devolveu, o puxei ele pra um abraço nem ligando se estava suado ou não. – Você jogou bem! Mais vai ter que pagar nosso lanche agora!

- Droga! Vou gastar todo o dinheiro que recebi hoje pra pagar a aposta. – Disse se queixando, mas rindo. – Nós vamos à Burger King ali da esquina?

- Vamos nessa! – Disse fazendo o sinal com a cabeça, o resto do pessoal gritou animado. Vestiram-se e se calçaram antes de irem andando pra fora do campo, mas pararam quando viram que eu tinha parado com as meninas. – Vão à frente e escolham o que querem! Eu divido a conta com você, Drew. Tenho que resolver uma coisa rápida. – Avisei a eles que concordaram e andaram pra lanchonete. Virei-me de frente pra loira baixinha a minha frente, junto com a outra loira e a morena. – Desculpa, mas o que faz aqui?

- Eu preciso saber se você é a filha que me foi tirada? – Perguntou chegando perto de mim e eu concordei com a cabeça, lhe fazendo chorar e eu me desesperar a olhando com os olhos arregalados. – Desculpa pela reação de Lea, mas é que você não tem noção do quanto ela te procurou. Ela te esperou por 5 anos, esperou por alguma noticia sua e agora você vem até a gente. Quando ela já não tinha esperança alguma, pensou que estava tentando da um golpe em nós. – Contou chorando ainda. Droga eu não suporto vê pessoas chorando, é assim desde criança. Puxei-lhe pra um abraço e ela não se importou se eu estava suada e fedendo, ela só me abraçou apertado. – Quando ela viu os papeis na pasta, ela caiu no choro. Ela acredita que seja nossa filha, mas ela quer ter certeza fazendo um exame de DNA pra saber se o destino não está lhe pregando uma peça. Você aceita?

- Aceito, mas tem que ser antes de voltarmos pra casa. Minhas aulas começam em duas semanas, não contando com essa que começou. – Avisei me afastando dela que me olhou confusa. Peguei meu tênis e blusa, os colocando e andando pra lanchonete com elas.

- Você não mora aqui em Los Angeles? – Perguntou me olhando e eu neguei com a cabeça. –Onde você morar então?

- Moro em Miami com minha madrinha, que é minha segunda mama depois que a mamãe se foi. – Expliquei dando de ombros e entrei na lanchonete vendo os meninos na maior bagunça, que assim que me viram comemoraram chamando atenção de outras pessoas que dividiam o ambiente. – Vão quere alguma coisa?

- Um doble cheeda, batata com recheio de cheeda e refrigerante. – Cara pediu se sentando ao lado de um dos meninos. – Podem ir se presentando e o que querem se não sem lanche!

- Eita que a dondoca é mandona! – Um moreno falou me fazendo gargalha e Cara me olhar feio. – Sou Otávio e quero um doble cheeda e refrigerante.

- Sou Luís e quero mesmo que o Távinho! – se apresentou o Ruivo.

- Augusto! Eu quero batata com recheio cheeda e refri. – disse um loirinho.

- Matts! Quero o mesmo que Guto, por favor! – disse um menino igual ao Augusto.

 Eles foram se apresentando 12 pessoas terem se apresentado a gente, pedir seus pedidos e dividir a conta com Drew como combinei. O coitado ficou só com U$ 20 na carteira.

- Sou Cara Delevingne! – Cara se apresentou quando um dos meninos pediu pra elas se apresentarem, um deles que estava perto dela arregalou os olhos e abriu a boca em descrença.

- Eu sabia que já tinha te visto e falado de você em algum lugar! Você é a modelo da Victoria’s Secret, minha irmã é completamente louca por você. – disse apontando pra ela que riu e concordou com a cabeça. – Podemos tirar uma foto e você pode autografa esse guardanapo pra praginha da minha irmã?

- Claro vem cá. – Cara lhe chamou e ele que foi tirou a foto com ela e pegou seu autografo.

- Obrigado! – Gradeceu a Cara se sentando, que só respondeu com aceno com a cabeça.

- O meu é Lana Zuckerberg! Não sou famosa gatos! – Brincou sentada ao meu lado com a cabeça deitada em meu ombro e as pernas em cima da minha, ela estava meio sonolenta e não estava ligando deu está suada.

- O é filha do melhor programador e inventor do Facebook! – Disse um menino de óculos, chamando a atenção de Lana que o olhou e sorriu. – Sou Adrian.

- Prazer Adrian, sou filha dele mais como sabe? – Perguntou voltando a deitar a cabeça em meu ombro e começando a brincar com meus dedos.

- Gosto de computadores, sou um nerd que gosta de Sports. – Disse dando de ombros fazendo os meninos rirem. – Todos são só que não temos condições de bancar um curso de programação. Então concertamos computadores e nas horas vagas criamos jogos.

- Legal qualquer dia eu quero ver um dos seus jogos. – Disse lhes fazendo sorrir.

- Sou Dianna Agron! – Se apresentou os fazendo sorrirem como se confirmassem suas duvidas.

- Você é uma ótima diretora de cinema e atriz, junto a sua esposa. Sabíamos quem era só lhe demos privacidade. – Drew disse chegando com duas bandejas e atrás dele mais um rapaz com duas. Comemos em silêncio, quando acabamos nos despedimos e tiramos uma foto com eles. – Vem ai outra vez! Jogamos bola todo dia no mesmo horário e se quiser ir ver os jogos é só ir lá ao orfanato que tem em frente à quadra! – Disse antes de sair da lanchonete, sua revelação me deixou surpresa.

 Saímos logo em seguida e caminhando até onde os carros estavam estacionados, vi que eles estavam de frente a um prédio velho com uma placa de “Orfanato juvenil de Los Angeles”. Minha mãe me contava que os mais velhos eram poucos adotados, a maioria vai parar na rua onde passam fome e frio. Ela falava que tinha vontade de abrir um lugar aonde eles tivessem educação e um lar, e quando atingissem maior idade fossem direto pra faculdade. Acho que está na hora de realizar o sonho de minha mãe, ajudar adolescentes que não tem onde fica e não tem educação.

- Você pode me dar seu telefone? Quero te ligar, amanhã vamos fazer o exame e essa semana mesmo sair o resultado, mas eu sinto que você é a minha filha que me tiraram. – Disse pra mim, dei meu número a ela e ela me deu o seu. Despediu-se das meninas e antes de entrar no carro, ela virou pra mim. – Posso te dar um abraço?

- Claro! – Respondi a ela que veio sorrindo e me abraçando apertado. – Cuidado quando estiver dirigindo, não quero te perde agora que ganhei você. – Sussurrei em seu ouvido quando me abaixei um pouco, me levantei se separando do abraço. Dei um beijo em sua testa e entrei no carro com as meninas, lhe vendo fazer o mesmo. – Próxima parada é pra casa, Capitã Cara! – Brinquei a fazendo gargalha e seguir o caminho de casa, o caminho não foi tão longo já que estávamos perto de casa. Quando chegamos ela estacionou o carro e descemos, fui pra o lado dela esticando minha mão. – Me da à chave que eu vou à farmácia rapidinho! – Pedir a ela que concordou e entrou na casa, Lana entrou no carro e sentou no banco passageiro. Tirei minha blusa ficando só de top e entrei no carro o ligando, sair de frente da casa e dirigindo a farmácia mais próxima. – Enquanto eu tomo meu banho você faz o exame, está bem?

- Está bem! Desde que eu saiba que você estará comigo no resultado. – Disse me olhando. Peguei sua mão e fiz um carinho a mostrando que estava ali com ela. Estacionei o carro em frente a uma farmácia e ela desceu pra ir comprar, lhe esperei por 15 min e foi quando ela sai com a sacolinha na mão. – Como vamos entrar com essa sacola em casa?

- Tire a caixinha com o exame da sacola e enrole na minha blusa, assim ninguém percebera! – Dei a ideia a vendo fazer o que havia lhe dito, chegamos a sua casa. Estacionei e descemos do carro ativando o alarme enquanto caminhando até a porta, abrimos vendo todos conversarem e o irmão das meninas. – Olá.

- Olá querida! Cara estava nos contando que você jogou bola com uns meninos de um orfanato e ganhou. – Disse Priscilla sorrindo em minha direção. Sentei-me no chão por eu está soada e não querer sujar seu sofá, Lana sentou ao lado de Sofia. – Lua esse é meu filho Bruno.

- Como disse mãe já nos conhecermos e peço desculpa por meu comportamento! – Disse se desculpando olhando pra meninas que estavam ali que concordaram junto comigo. – Sei que ainda faltam seus outros amigos e vou me desculpar quando nos mudar, quem sabe não nos tornamos amigos.

-Se você for legal e se der bem com a gente quem sabe não vira nosso amigo mesmo?! – Disse dando de ombros me levantando e caminhando até a escada. – Se me dão licença vou tomar um banho e já desço pra conversa com vocês. Mark, eu quero falar com você quando descer! – Subir a escada acompanhada de Lana quando estávamos quase no andar de cima escutamos Mark perguntar as meninas: “Elas estão ficando ou alguma coisa assim?” e Elas responderem juntas que não sabem. – Andamos até o quarto e entrando caminhando direto ao banheiro, aonde Lana desembrulhou a caixa da camisa e abriu pegando a bula pra saber como se faz, enquanto eu comecei a tirar o resto da minha roupa ficando de top e calcinha. Entrei no Box ligando o chuveiro me molhando, vi que Lana tinha entrado na porta que dá aonde se faz nossas necessidades. Lavei meu cabelo e me ensaboei, foi o tempo de Lana sair do banheiro. Desliguei o chuveiro e me enrolei em uma toalha indo até onde ela estava olhando o tipo uma espécie de termômetro, tirei minha roupa intima e lavei na pia. – Ia como funciona?

- Vamos ter que esperar 20 minutos e se nessa telinha tive 2 pauzinhos é porque eu estou grávida. – Explicou me olhando antes de voltar seu olhar ao treco. Peguei a espécie de termômetro e trouxe comigo deixando ele na mesinha do lado da cama, puxei a mão de Lana e a sentei na cama um pouco longe da mesinha.

- Fica sentada aqui e quando eu acabar de me vestir, vai ser o tempo certo pra ir ver o resultado. Vamos fazer isso junto lembra? – Perguntei a ela que assentiu com um som nasal. Fui até a mala e peguei uma bermuda de moletom vermelho, blusa branca com estampa do curinga e Arlequina e uma havaiana do Darth Vader. Vestir-me e calcei minha sandália no caminho que voltava ao quart já que minha mala estava no closet de Lana, a mesma estava sentada do mesmo jeito que a deixei. Minha presença chamou sua atenção e resolvi me aproximar, sentei ao lado dela entre ela e a cômoda. Peguei a espécie de caneta e a entreguei, me aproximei e olhamos junto o resultado. – Quando se tem dois pauzinhos é o mesmo?

- Positivo! E agora? Qual é o próximo passo? – Me perguntou chorando, encostei minha costa na cabeceira da cama e a puxei pra o meio das minhas pernas abraçando. Ela se encolheu nos meus braços e ficou chorando, esperei ela se acalmar e dei seu celular.

- Hora de ligar pra o pai da criança! – Mandei a fazendo concorda e desbloquear o celular, foi na lista de contato e colocou pra chamar. Enquanto ela fazia isso já tinha desbloqueado meu celular e colocado pra grava, não sei por que mais eu tenho quase certeza que esse menino vai querer fugir das suas obrigações. – Coloca na Viva-voz. – Pedir a ela que concordou e deixou o celular perto da mão que estava o meu por coincidência.

 

*LIGAÇÃO ON*

- Alô? – Desconhecido.

- Gui! - Lana Respondeu.

- Lana?

- Sim, sou eu!

- Como você tá? Estava com saudade de você!

- Se estivesse teria me ligado! Eu estou bem, mas preciso falar com você uma coisa.

- Desculpe, mas é aqui as coisas estão diferentes. Pode falar!

- Lembra-se da ultima noite que passamos juntos antes de você ir?

- Lembro! O que tem?

- Naquela noite nós não usamos camisinha!

- Fala logo aonde você que chegar e para de enrola!

- Grosso! Eu estou gravida.

- E o que eu tenho haver com isso?

- O que você tem haver? Você é o pai seu canalha!

- Se vira eu não quero esse moleque!

- VOCÊ É UM IDIOTA! IMBECIO!

- E VOCÊ É UMA PUTA QUE QUER ME DAR O GOLPE DA BARRIGA!

- QUE SABER? Não sei por que te liguei! Esquece que tem um filho e esquece que fui qualquer coisa sua!

- Eu já te comi mesmo! Fiquei com você só por uma aposta com meus colegas, mas continuei com você porque era gostosa e rica.

- VAI SE FUDER! TOMARA QUE VOCÊ SE DER MAL EM TUDO!

- O MESMO PRA VOCÊ, SUA PUTA!

- idiota! – Disse desligando o celular na sua cara.

*LIGAÇÃO OFF*

- Que ódio que estou de mim por ter me entregado a um babaca desse! – Disse chorando com a cabeça enterrada no meu pescoço depois que ela se virou pra me abraça ficando só de joelho na cama, aproveitei pra salvar o áudio da ligação do imbecil. – E agora Lua? O que vai ser de mim?

- Já disse que vamos dar um jeito! – Disse fazendo carinho em sua costa, eu sentia os soluços dela quando o corpo dela chocava contra o meu. Ela até ela se acalmar e quando isso aconteceu ela tirou o rosto do meu pescoço sentando de frente pra mim de cabeça baixar.

- Agora a gente vai contar pro meu pai né? – Me perguntou querendo ter certeza que se confirmou quando concordei com a cabeça, lhe fazendo suspirar. – Vamos então!

- Vá lavar o seu rosto e tirar essa cara de choro um pouco! – Pedir a ela que foi até o banheiro, eu aproveite pra pegar sua sandália no closet e fui até o banheiro colocando no chão pra ela calça. – Tire esse treco e coloque a sandália.

- Está bem! – Concordou tirando a botinha e calçando a sandália que estava ao lado de seu pé, peguei sua mão e saímos do bainheiro e do quarto.  Caminhamos o corredor em silêncio e descemos a escada, as vozes do pessoal estavam vinham da cozinha. Assim que entramos todos olharam de nossa direção e franziram a sobrancelha ao verem a cara de choro de Lana, seus pais vierem em nossa direção. – Preciso conversa com vocês a sós!

- Claro! Vocês terminam o almoço sem agente? – Perguntou e todos concordaram voltando ao que estavam fazendo. – Vamos conversa no quintal na mesa que tem lá!

- Seja o que for vai da tudo certo! Eu estou com você! - Mãe dela declarou fazendo Lana chorar enquanto me abraçava isso deixou sua mãe apavorada, sorrir lhe acalmando e a fazendo devolver o sorriso. Caminhamos até as cadeiras que tinham ali, me sentei esperando que ela se sentasse ao meu lado, mas não ela se sentou no meu colo escondendo o rosto. – Pode falar o que está acontecendo, já estamos sozinhos!

- EE-Eu N-Não que- queria ma-mãe, ju-juro que nã-não! Ma-mas não te-teve como Evi-tar. – Disse entre soluços se agarrando mais em meu pescoço, sussurrei em seu ouvido que estava tudo bem e que eu estava do seu lado independente de tudo. – Eu estou grávida mãe!

- O QUE? QUE PALHAÇADA É ESSA LANA MARY ZUNCKERBERG CHAN! – Gritou se levantando e fazendo Lana se encolher no meu colo.


Notas Finais




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