História Tudo Pode Mudar - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Cara Delevingne, Dianna Agron, Fifth Harmony, Kendall Jenner, Khloé Kardashian, Kylie Jenner, Lea Michele
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Cara Delevingne, Dinah Jane Hansen, Kendall Jenner, Khloé Kardashian, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Achele, Camren, Lalua, Lually, Luca, Norminah
Exibições 43
Palavras 3.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI MEUS AMORES!!! COMO VOCÊS ESTÃO??
TÁ AI MAIS UM CAPITULO!! DEIXEM SEUS OPINIÕES, POR FAVOR!! BOA LEITURA!

Capítulo 34 - Capitulo 33 - Exame


Fanfic / Fanfiction Tudo Pode Mudar - Capítulo 34 - Capitulo 33 - Exame

Pov. Dianna 

Ontem de manhã antes de começarmos a gravação da série que eu sou direto, Cara me procurou dando que tinha que falar comigo urgente, mas pra minha surpresa não era ela e sim possível filha. Ela nós contou toda a sua história e quando ela acabou, a minha esposa surtou e acabou magoando a menina. Lua nos deixou um pasta que eu olhei e vi que ela podia ser nossa filha sim, já que tudo se encaixava. 

Tentei ainda ir atrás dela, mas ela já havia ido embora. Depois que voltei pra minha sala e encontrei Lea aos prantos, acalmei ela e eu liguei pra cara perguntando onde elas estavam. No início ela não quis dar, mas depois ela falou o endereço. Lea queria ir comigo, mas não deixei e pedir pra ela dispensar a equipe de gravação. Fui até o endereço e cheguei a tempo de ver minha possível filha jogando bola, ela se divertindo com uma meninos em um campinho de futebol, mas ela quando me viu parou de sorrir. 

 O Bom foi que ela aceitou fazer o exame de DNA hoje, agora eu estou aqui nervosa às 6h da manhã sendo que só vamos ver ela às 7h. Olhei pra Lea e vi que ela estava nervosa assim como eu. 

 Levantei da cama e fui tomar meu banho, quando eu acabei o banho fui me arrumar pra acordar as crianças. Sair do quarto e fui acorda as meninas, enquanto Lea toma banho.  

 Entrei no quarto da minha caçula e vi ela toda esticada na cama, Me aproximei da cama e sentei na beira da cama. 

- Acorda meu anjinho! - Chamei baixinho em seu ouvido lhe fazendo se mexer e resmungar, mas não se acordou. - Vamos, meu amor! Acorde, se não vou comer todas as suas panquecas de morango! 

- Já acordei mommy! Não precisa comer minhas panquecas! - Bailey afirmou se sentando na cama e coçando os olhinhos, dei um beijo na sua testa. - Bom Dia, Mommy! 

- Bom Dia, anjinho! Vá tomar seu banho e desça pra comer, meu amor! - Pedir me levantando da sua cama e saindo do quarto da minha filha mais velha. 

 Entrei no quarto e a vi deitada na cama de casa, por mais que ela tenha quase 19 anos, ela ainda dorme com o ursinho que Lea e eu lhe demos. Sentei na beira da cama e comecei a fazer carinho em seus cabelos. 

- Ry! Acorda, filha! - Lhe chamei continuando com os carinhos e logo ela abriu os olhos, piscou os mesmo e os coçou como um bebê que acaba de acorda. - Bom Dia, filhota! Levante e vá tomar seu banho, quando acabar desça pra tomar seu café pra ir ao Colégio. 

- Sim, senhora! Bom Dia, Mama! - Desejou se levantando e indo pra o banheiro, mas antes me deu um beijo. 

Sair do quarto dela e desci a escada pra ir em direção a cozinha, quando cheguei comecei a fazer o café da manhã pra todos.  

~POV. LEA~ 

 

Ansiedade é pouco pra o que eu estou sentindo, depois de 18 anos eu vou saber e encontrar a minha filha. Aqui estou Eu, no carro indo em direção a clínica médica. 

Dianna estacionou o carro e descemos pra ir em direção a porta de entrada da clínica, entramos e andamos em direção qa recepção. Dianna parou e olhou pras cadeiras e lá estava ela sentada com um menina ao lado, antes de irmos falar com ela , nós fizermos nossa fichar pra esperar ser chamado. 

- Bom Dia! - Dianna desejou parando na frente de Lua e a amiga dela, Ela levantou o rosto e sorriu em direção a minha esposa. 

- Bom Dia Dianna! - Desejou estendendo a mão pra minha esposa aperta, Di apertou e depois se sentou na cadeira ao lado de Lua. - Bom Dia, Senhora Lea! 

- Me chame apenas de Lea! Bom Dia! - desejei sorrindo em direção a ela, a qual ela correspondeu. - Ela está dormindo? 

- Ah Sim! Formos ontem pra uma festa e chegamos era quase 3h da manhã, então quase não dormimos e ela acordou enjoada hoje! - Explicou olhando pra a amiga no seu colo e deu um beijo em sua cabeça, a moça se mexeu e se aconchega mais no corpo da jovem. 

Logo um dos médico vem andando em nossa direção e para na nossa frente, sorrindo pra Lua. 

- Bom Dia, Senhorita Kira! - Desejou e estendeu sua mão pra cumprimenta-la. 

- Bom Dia, Heitor! - Desejou apertando a mão do médico, tanto eu como Dianna não estávamos entendendo nada. - Lana, Baby!  

- Uhum? - Resmungou apertando o corpo e enterrou o rosto no pescoço da loirinha, que riu. 

- Acorda, princesa. Eu preciso falar com aquele amigo da minha mãe, que eu lhe falei! - Falou de maneira carinhosa, o que fez a menina acorda aos poucos e sorriu sem graça pra nós quatro. 

- Desculpem por vocês terem visto essa cena, mas é que dormindo tarde e não estou bem hoje. - Explicou de sentando corretamente, mas logo saiu correndo ao banheiro com a mão na boca. Lua de levantou com tudo e foi atrás, somente depois de 10 min que elas voltaram. Lana estava abraçada a mais alta, que a olhava preocupada. - Desculpem-me mais uma vez! 

- Tudo bem, minha jovem! - O senhor médico simpático e depois olhou pra Lua que estava sentada com a menor ao seu lado deitada em seus braço, então ele puxou uma cadeira e se sentou a sua frente. - Acho que nossa mini reunião vai ter que ser aqui. Estou certo? 

- Está certo, Heitor. Me desculpe, mas não posso deixar ela. Você trouxe seus dado que eu lhe pedir? - Lua perguntou ao senhor o olhando. 

- Sim, Senhorita! - Mostrando uns dado no Tablet e deu na mão dela, ela olhou e depois pegou um notebook que estava na cadeira ao lado que a Lana estava sentada. Ela mexia no notebook e no tablet em uma velocidade surpreendente, ela nem se incomodava com os olhares sobre ela. 

- Heitor, seu comando na clínica médica está tudo em ordem. Os meus dado batem com os seus, está fazendo um ótimo trabalho. - Falou seria olhando pra o Sr. que assentiu e sorriu. - Agora cadê as do hospital? 

- Estão ai mesmo, Senhorita! - Indicando o Tablet, ela deu a ele que colocou os relatórios pra ela ver. Olhei pra Dianna e ela via a interação dos dois com as sobrancelhas erguidas, já a mais nova que estava agarrada a Lua calma e normal. 

- Ela também estão normais, mas eu não sei como anda a organização e a educação daqueles que trabalham pra mim! Quero que você não fale nada sobre eu está fazendo vistoria nos hospitais ainda irei no Nova York, Berlim e França. Quero vê como andam o funcionamento! - Pediu pra o homem com o olhar sério, ele na mesma hora concordou com a cabeça. - Amanhã pela manhã vou passar o dia aqui e pela tarde no hospital, e no final do dia darei minha opinião. Deixe que eles hajam como se eu não tivesse aqui e mais uma coisa, quero falar com sua filha mais velha, a que trabalhou aqui! 

- Sim senhora! - Ele concordou sério. Ela desligou o Notebook e o fechou indicando que havia terminado. Logo uma recepcionista veio até a gente com cara de preocupada. - O que houve, Marne? 

- Senhor, estamos com problema na Internet, o que fez as consultas pararem. - Falou ao senhor que fez careta, a mais alta só olhava a situação. 

- A senhorita já ligou pra Roni? - Perguntou mexendo nos cabelos ralos, mas sem deixar de olhar preocupado pra ela. 

- Sim senhor, mas o Telefone e o celular só estão dando ocupado! - Respondeu, dando um suspiro. 

- Continue tentado fazer contato com ele!  - O senhor pediu a assistente, ela concordou e se retirou. 

- E o que vai acontecer com o atendimento? Vai ficar parado? Tenho que fazer um exame! Vou ter que esperar até que o técnico venha resolver os problemas, Heitor? - Perguntou curiosa, mas dava pra ver que ela estava avaliando e esperando por qual resposta ele iria dar a ela. 

- Não posso fazer nada, Senhorita Kira. Estamos sem Internet! - Heitor respondeu agoniado pela perguntas dela. 

- Quando isso acontecer, façam como os antigos faziam antes da Internet existir. - Lua falou com um olhar sério de descontentamento. O Senhor só assentiu e chamou a recepcionista a nossa frente, Explicou o que ela devia fazer e as pessoas voltaram a ser atendidas. - Vou colocar quatro jovens pra cuidarem do sentido tecnológico aqui da Clínica e sete no Hospital, O senhor só chamará o Roni em último caso, se esses meninos não resolverem, você o chama. - Disse olhando seria pra ele, digitando algo em seu celular. - O sistema financeiro está ótima, mas a organização é que está me deixando preocupada, minha mãe e meus avós gostavam de tudo organizado, com pacientes satisfeitos e saudáveis! Você está liberado e assim que eu fizer meu exame, vou consertar a Internet e mais uma coisa, os sistemas e programas vão ser mudados não só aqui mais em todos os hospitais. 

- Sim, Senhora! Foi bom ver você, até amanhã! - Disse cumprimentando com um aperto de mão a gente e saio em direção ao corredor, aonde sumiu. 

- Você é a dona disso tudo? - Dianna perguntou com um olhar confuso e ao mesmo tempo incrédulo, fazendo Lua e a Lana rirem. 

- Sim, esse e mais três hospitais e clínicas pertencem a minha família, ou seja, meu por herança de minha mãe. - Disse dando de ombro com os olhos fechados, aproveitando os carinhos que Lana fazia em seus cabelos. 

- Como dá conta de tudo? Pelo que eu sei, você só tem ainda 17 anos de idade. - Dianna perguntou curiosa. 

- Fui ensinada desde criança pelos meus avós e pela minha mãe para comandar esses hospitais, mas só assumir o comando de tudo quando minha mãe morreu! - Ela explicou e deu de ombros, como se o que ela falou pra minha mulher fosse a coisa mais normal pra ela. 

- Caramba! - Di falou e ficou de boca aberta em choque. 

- Se vocês forem a mãe dela mesmo, eu acho melhor vocês irem se acostumando. Ela é um mini gênio! - Lana brincou fazendo Lua gargalhar e bater na perna dela, como implicância. 

- Minha mãe me fez ser assim, tudo que eu sei é porque ela me ensinou ou me mandou estudar! - Lua disse sorrindo com admiração, se ela fosse minha mesmo eu quero ganhar um sorriso desse um dia. Vê que ela lembra mãe dela com tanto amor, isso me incomodou pois sabia que tinha perdido muita coisas de sua vida!  - Como Mama Sinu costuma dizer "Lua é a cópia perfeita da mãe dela!". 

- Por que seu nome é Lua? - Perguntei curiosa, pois não era um nome comum de se ver. 

- Mamãe disse que no dia que me deram a ela, era lua cheia. Então ela colocou meu nome de Lua Kira, mas o Kira é uma tradição de família, aonde todas as mulheres tem no nome. 

- Era pra você ser chamada de Sarah, esse foi o nome que eu te dei quando você nasceu! - Falei olhando pros meus dedos e brincando com eles, mas levantei quando vi que estavam todas em silêncio. - O que foi? 

- Nada, só que você quase não fala comigo. Então é estranho vê ou ouvi você falando comigo, eu estava me acostumando com você não falando comigo! - Lua disse com um sorrisinho de lado, mas ela não olhava pra mim e sim pra os dedo de sua amiga. 

- Eu sei que nã.. - Comecei a me explicar, mas fui interrompida. 

- LUA KIRA CABELLO! - Chamou em voz alta o nome que seria a próxima. - E LEA MICHELE AGRON. - Nós duas levantamos e formos em direção a porta de coleta de sangue, entramos e virmos a mulher preparando pra fazer a coleta. - Bom Dia, quem vai ser a primeira? 

- Ela! - Lua disse tão rápido que espantou a enfermeira, a mulher riu e Lua deu um sorrisinho sem graça. - Desculpe, pode ser a Lea! 

- Tudo bem! Vamos começar pela, Senhora. Estica o braço, Fecha e abre a mão! - Fiz o que ela mandou quando ela prendeu elástico, começou a ver onde estava minha veia e passou o algodão com álcool, inserindo a agulha na veia logo em seguida. Olhei pra Lua e ela olhava pro o lado, mas dava pra ver que estava com medo já que suas mãos tremiam. Terminei de fazer a coleta e me levantei pra Lua sentar no meu lugar, meu braço já estava com o bandeide. - Sua vez, Senhorita! 

- Uhum.. Tudo bem! - Se sentou na cadeira e resmungou, mas deu pra ouvir bem "Se arrependimento matasse, eu estaria morta. Agora eu estou aqui preste a enfrentar meu trauma e pior sem a minha mãe!". A moça fez a mesma coisa, mas antes dela fazer a aplicação fui pra o lado de Lua e segurei seu mão livre, ela me olhou e encostou a cabeça em minha barriga pra não ver. Comecei a fazer carinho em sem cabelos com a mão livre e vi que a enfermeira já ia reclamar, mas fiz sinal de não com a cabeça e pra que a deixasse assim. - Pronto, acabou! O resultado saí daqui a 3 dias como sua esposa pediu.  

- Obrigado! - Lua Agradeceu se levantando da cadeira, mas não percebeu que ainda estava de mão dadas comigo. - Tenha um bom dia! 

- Não precisa agradecer, só fiz meu trabalho! Igualmente a você! - Enfermeira. 

    * Saímos da sala e assim que nos viram Lana e Dianna levantaram de seu lugares, vieram sem nossa direção e franziram a testa olhando nossas mãos dada. Lua seguiu o olhar e soltou, mas sem antes dizer um "desculpa". 

- Então vamos? Vocês tem que comer alguma coisa, já que não tomaram café da manhã e já são 9h. - Avisou Di pra gente e concordamos, mas ai Lua negou com a cabeça e pegou o Notebook dando pra Lana segurar. - O que foi? 

- Tenho que consertar a Internet daqui! Me esperem, vai ser rápido! - Pediu e concordamos, ela foi até a recepcionista e falou com ela antes de ir mexer no compartilhamento de Internet. 

Enquanto ela fazia isso, eu via que Lana olhava pra lá inquieta. Até que ela falou em voz alta. 

- Essa recepcionista não vai para de olhar pra Lua, não? - Resmungou irritada, fazendo eu e Di prendermos a risada ao notar o ciúme dela.  

Lua saio de lá de dentro da recepção dando um tchauzinho pra mulher, isso fez Lana fecha a cara. Lua chegou até a gente e Lana deu um tapa estalado no seu braço, o que fez a mais alta olhar sem entender o porque da menor lhe deu um tapa e estava bicuda. Minha esposa sussurrou o motivo, fazendo Lua sorrir e puxar a Lana pros seus braços. 

- Hey Princesa! Qual é o motivo desse seu biquinho lindo? - Perguntou manhosa pra amiga. 

- A recepcionista estava dando em cima de você e você ainda dá um tchauzinho pra ela antes de vim pra cá, sua descarada! - Resmungou fazendo Lua gargalha e aperta os braços em volta de Lana. - Saí! Vou contar pra Ally que você anda muito assanhada! 

- Meu amor, ela podia até está dando em cima de mim, mas eu não sei nem bola! Não precisa contar pra Ally, não! Agora tira esse bico vai! - Lua pediu fazendo uma voz mais manhosa. 

- Só tiro se a gente for comer rosquinhas de morango e chocolate! - Lana falou com um sorrisinho do lado e os olhos brilhando, Lua se aproximou e deu um beijo rápido na bochecha de Lana.  

Quando se afastou Lana estava com um sorriso, Ela segurou a mão da mais alta a puxando pra fora do consultório. 

- Onde vocês querem ir comer? - Lua perguntou com a mão em cima dos olhos tentando os proteger, mas Lana deu os óculos estavam guardado na sua bolsa. 

- Vamos lá no ******. Lá tem o que você e eu queremos comer! - Eu sugeri abraçando a minha esposa na calçada. 

- Então tá! Vou chamar um táxi pra gente ir. - Disse pegando o celular do bolso, pra fazer a ligação. 

- Vamos com a gente, viemos de carro! - Di chamou, atraindo a atenção de Lua que olhou pra gente com dúvida e eu concordei com a cabeça. - Assim você deixa seu notebook dentro dele! 

- Está bem! Vamos? - Chamou e concordamos com a cabeça, entramos no carro e minha esposa começou a dirigir em direção a lanchonete. Começou a tocar música dos domínios, era o celular da Lua. - Desculpem! ''Oi mama .... Estou bem e vocês?... Que bom, fico feliz.... Vocês chegaram aqui hoje! Jura?..... Que ótimo mama, assim vamos poder nos ver e sem contar que eu estou morrendo de saudades de vocês!... Onde vocês estão hospedados?..... A tarde a gente vai pra ir ficar um pouco com vocês! ...... Tenho surpresas pra vocês!.... Não vou falar, se não vai deixar de ser surpresa.... Tá bom, beijos Mama! Te Quiero!...... Manda beijos pra todos! .... Tchau! ''

- Tia Sinu está aqui em Los Angeles? - Lana Perguntou animada e Lua confirmou com a cabeça. 

- Sim, as meninas vão encerrar o show aqui! - Lua Respondeu. 

- Quero só ver quando ela olhar que pintou o seu cabelo! Ela vai a loucura! - Lana disse rindo com Lua, eu olhei pra minha esposa desconfia pra minha esposa e vi que ela estava com a mesma cara. 

- Você pintou o cabelo, Lua? - Di e eu perguntamos ao mesmo tempo, causando gargalhadas nelas duas. 

- Sim! - Confirmou depois de se recompor e tirou a toca cinza, mostrando o cabelo comprido na cor castanho. 

- Oh Deuses! - Di falou as fazendo rir mais e eu negar com a cabeça. - Cadê seus cabelos loiros que é herança de minha família?! 

- Sorry, mas eu já estava querendo mudar e antes de vim morar no Estados Unido , eu já havia pedido pra minha mãe e ela deixou! - Contou sorrindo. 

- Pelo menos não és essas meninas malucas que tinta o cabelo colorido! - Di falou olhando os cabelos de Lua pelo retrovisor. - Elas parecem um cabelo de unicórnio!

 

CONTINUA...


Notas Finais




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