História Tudo por acaso - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Leighton Meester
Tags Drama, Mistério, Romance, Violencia
Visualizações 2
Palavras 1.374
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


❤ começa mais um capítulo.

Capítulo 8 - As aulas de geometria


Fanfic / Fanfiction Tudo por acaso - Capítulo 8 - As aulas de geometria

_De novo? _reclamava Loren.

_ Eu tenho que estudar na biblioteca.

_ Ok, então _ ela bufa, como uma velha rabugenta.
 

Vou a biblioteca e Jerry já estava lá.

_ Oi! _digo. _ desculpa a demora.

_ Está tudo bem. Enquanto eu esperava decidir ler um dos livros de geometria só para te fortalecer... está pronta?

_Claro!
 

Enquanto ele me explicava eu o olhava sem conseguir prestar muito atenção no que ele dizia, porque Jerry era tão fofo e  carinhoso no jeito de ser, tão bonito e inteligente ao mesmo tempo, isso é cientificamente impossível, não? Usava óculos o que realmente fazia ele parecer nerd, e se ele cortasse um pouco os cabelos loiros escuros ao invés de partido ao meio ficaria bem melhor, e se usasse lentes de contado e não aqueles óculos retangular e pequenos, não eram nem um pouco bonitos e principalmente suas roupas do século XV.

_Então, agora é sua vez! _disse ele me passando papel e caneta. Me tirando do meus pensamentos.

_ Ha, o que era para fazer mesmo? _ digo envergonhada por deixar tão óbvio que eu estava destraida.

_ Blair! _ Ele diz parecendo decepcionado.

_ Foi mal. É que ... tive um dia cheio.

 Ele me encarou parecendo me estudar em silêncio e aquilo me incomodou  profundamente até que ele finalmente diz:

_ Vamos fazer depois, quando estiver melhor e se ainda quiser! _ Ele diz, contente pela sua própria idéia.

_ Sério? _ indago surpresa.

_ Vai descansar, Blair. _ finaliza se levantando com um sorriso simpático.

_ O... obrigado! _minha voz vacila.

_ Não por isso! Até amanhã, aluna.

_ Tchau, professor! até lá... _brinco de volta.

Volto logo depois para casa onde tudo está silencioso  Assim que eu cheguei ainda tive que arrumar a casa e ir ao mercado, ou seja, eu estava exausta, queria que Cody estivesse comigo, ajudando a passar o tempo mais rápido mas parecia que isso não iria acontecer. Depois da casa vou para o mercado, que não fica muito longe. Eu estava procurando um item em uma das prateleiras do mercado e quando vou dobrar um corredor eu dou de cara com Toni e eu quase tombo com os produtos na minha mão.

_ Que susto! _ Murmuro, pra minha sorte ele não escuta.

_ Olha quem está aí! _ Toni diz com um sorriso gigante na cara.

_ O que faz aqui? _pergunto.

_ O mesmo que você, comprando coisas. _ ele ri.

_ Ha, claro! _ Digo me desviando dele para seguir meu caminho porém ele me segue.

_ Mas, como vai?

_ Bem. _ dou um sorriso desanimado.

_ E os seus pais? _ Ele continua.

_ Os de sempre.

_ Ha, e como foi a escola?

 As perguntas dele estavam me irritando, era como se eu tivesse voltado no passado escutando ele menino de 12 anos, que agora estava bem diferente.

_ Bem.

_ Estava pensando em voltar...

_ Que bom!

Pego as coisas que preciso e vou para o caixa, Toni me segue, reviro os olhos. Procuro minha bolsa de dinheiro mas não acho.

_ Ha, não!

_ Procurando por isso? _Toni diz segurando a bolsinha.

Dou um sorriso amarelo e pego a bolsa, ignorando - o.

_ Nem nos falamos direito, não é? graças a sua mãe. _ ele diz sério.

_Não tem nada a ver.

_ Mas tudo bem. Eu entendo, mães super protetoras.

_ Minha mãe não é super protetora!

Ele me olha como se eu fosse burra e eu suspiro sem querer admitir.

_ Ok, minha mãe tem seus problemas mas... ela quer o meu bem.

_ Ela quer te prender. _ Ele diz cantarolando, debochado.

_ Podemos mudar de assunto _ digo mágoada.

_ Desculpa! _ Ele fica sério e parece sincero.

_ Ei, Tudo bem, só que não vamos remoer o passado! _ sorrio e ele retribui sorrindo também. Sinto um alívio por não ter acontecido um escândalo no mercado.

 Começamos a andar em silêncio até nossas casas. Ele se despede com um meio sorriso amigável, retribuí meio sem graça. Antes que eu abra o portão da minha casa ele me grita:

_ Ei, Espera! _ essa mesma frase me fez lembrar daquela época, meu coração acelera de um modo estranho. Ele continua:

 _Por que a gente não conversa mais tarde? _ Ele sugere, se aproximando. 

_ Ha, não... _ travo sem deixar transparecer meu nervosismo.

Ele me da um papel e antes que eu possa negar e me deixa, atravessando a rua e indo para sua casa.

Eu não queria ser grossa mas as coisas não eram simples, esses brotos de amizade que ele estava tentando regar só vai se afogar e destruir mais ainda.

Mas tarde minha mãe chegou e foi para o meu ua quarto. Eu disse que na escola pedi ajuda a um garoto, Jerry, em geometria, ela sugeriu pagar uma explicador a pra mim, que o que era uma vergonha pois era inteligente e podia fazer isso sozinha. Entretanto ela queria conhecer Jerry mesmo eu tendo conhecendo ele tão pouco.

_ Mãe, ele foi gentil não tem problema nenhum em pedir ajuda, todos precisam de ajuda.

_ Mas com esse garoto?

_ Ele explica muito bem, melhor do que qualquer professor e eu preciso disso, afinal não preciso ter notas boas?

 Ela bufa e eu me encolho baixando os olhos.

_ Blair, eu não gosto dessa história mas se acha que é o melhor pra você, tudo bem. Só me avise antes e eu gostaria que as aulas fossem aqui em casa no final de semana, quando estarei em casa.

 Aquilo tinha me deixado ainda mais cansada, irritada e angustiada. desci para jantar, ela estava arrumando a mesa de um jeito mesquinho e elegante. Não digo nada, Termino e volto para meu quarto.

 Ligo para Cody:

_ Alô?

_ Oi, Cody _ Respondo.

_ Ha, oi Blair, como vai?

_ Vai indo bem difícil.

_ O que houve?

Eu falei exatamemte o que ela rinha dito a Cody, ele me ouviu atentamente e disse que tinha achado aquilo um exagero, eu também, ele iria pensar. Era bom conversar com meu irmão, era a pessoa em que eu mais confiava portanto ele não morava comigo o que era um saco.

Cody, Meu irmão, Nunca morou conosco pôs meus avós pegaram a guarda dele assim que ele nasceu. Minha vó e minha mãe nunca se deram muito bem, pois na época minha mãe era bem rebelde. Assim que ela descobriu que katy estava grávida ficou triste pela filha ter arrumado uma criança tão não cedo com 16 anos sem ter terminado os estudos, ela nem sabia quem era o pai, tudo aconteceu em uma festa, Kate ia abortar por que não queria ter o filho_ ainda mais um menino sem pai_ Minha mãe estava decidida a tira-lo, sem ressentimento algum. assim que minha avó soube arrumou uma grande briga com ela. Então minha avó pediu a filha que não fizesse isso, minha vó era contra o aborto e não deixaria que alguém como filha dela fizesse essa besteira, disse a minha mãe que pegaria a guarda do neto mas a implorou pra que não fizesse aquela ceueldade.
 Depois minha mãe arrumou um namorado com boas condições financeiras e se casou, teve uma filha, no caso, eu mas por razões que eu não sei nunca o conheci, disseram que ela foi traida quando eu ainda era pequena e ele era um cafajeste, tentou bater nela e tudo foi o suficiente pra ele processar ele e querer o divórcio. E desde então eu vivo assim, só minha mãe e eu e um distante irmão. 

Depois de muito tempo minha mãe nunca deixou de demostrar afeto ao filho mesmo deixando o para com outra pessoa. Minha mãe pediu a minha avó que queria pegar o filho de volta, minha vó não permitiu e a justiça também não, então Cody e eu só nos viamos quando eu raramente eu ia na casa da vovó ou passava as férias lá. Quando era seu aniversário. O meu ele comemorava só eu e ele ou na casa da minha avó mas nunca no dia com a minha mãe ou na minha casa. Era duro mas não impossível de viver assim. 


Notas Finais


Valeu gente!


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