História Tudo Por Ele (Malec) - Capítulo 86


Escrita por: ~

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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Luke Graymark, Magnus Bane, Max Lightwood, Raphael Santiago, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Amor, Malec, Romance, Shadowhunters
Visualizações 569
Palavras 2.305
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hi Meus Maravi🍒
Sorry pela pequena ausência 😭😭
E teve pessoas que estão achando o rumo da história "dramática" de mais.
Só estou fazendo isso para adiar o final da fanfic o quanto posso, mas resolvi acabar logo com isso.
E os próximos capítulos serão os últimos.
Amo vcs ♥ e obrigada ♡

Capítulo 86 - Amor além da vida.


    Ainda Naquela Tarde 

Alec tentava encontra Magnus desesperadamente, depois de quase 10 minutos, era óbvio que o Magnus não estava mais presente na casa. Max estava com a crianças, na cozinha e tentava os distrair. Depois de dar mais uma olhada por ai, Alec volta para a cozinha e ver que os meninos não estavam mais lá, apenas Max e o mesmo andava de um lado para o outro. 

- Os meninos perguntaram aonde estava o Magnus, eu pedi para que eles subissem e esperassem o pai deles no quarto. - O loiro para. - Aonde sera que esta o Magnus? 

- Não sei. - Lágrimas rolam pela face do moreno. - Aquilo não era para ter acontecido. 

- Eu sei Alec, você não teve culpa a Stephanie que sempre foi louca e todos nos sabíamos disso. 

- Estou preocupado com o Magnus... caramba! - Alec bate na mesa fortemente e a acaba quebrando já que a mesa de vidro, de 4 lugares que havia na cozinha.

- Calma cara. - Pede Max e Alec se afasta os cacos. 

- Como você me pede calma? O Magnus saiu por ai e ainda mas de carro. 

- Espera... ele saiu de carro? 

- Foi o que eu acabei de falar. 

- Diz que foi no meu por favor. - Max corre atrás de um notebook. 

- Foi sim... Max isso é hora de ficar na Internet? - Alec o encara com furia. 

- Antes de criticar pergunta o que estou fazendo. Meu carro tem rastreado, assim posso localiza lo. 

- Serio? - Alec se aproxima do loiro. 

- É claro... papai disse que eu sendo quem sou, poderia ter meu carro roubado e assim ficaria fácil de localizar caso isso acontecesse. 

- Então aonde ele esta? - Perguntou Alec. 

- O carro esta na estrada para a cachoeira. - Respirou Max avaliado. 

- Não! - Exclamou Alec e suas lágrimas apenas duplicaram. 

- O que? - Perguntou Max.

- Ele não pode ir para a cachoeira. 

- Por que? - Perguntou o loiro sem entender. 

- Lembra quando eu voltei para Nova York? Ele me contou uma história que aconteceu com ele, quando eu vim embora ele não aguentou a tristeza e outras coisas e quase se matou. - Alec sai desesperado. 

- Ele vai se matar? - Max arregala os olhos. - Não, ele não pode fazer isso, foi um mal entendido culpa da Stephanie. 

- Se eu não tivesse te explicado o que acontece, você teria pensado a mesma coisa que ele. Mamãe foi de carro? 

- Não. Ela foi de taxi a chave esta na gaveta do escritório. - Alec vai rapidamente ate o escritório quando volta a porta da cada, da de cara com a Stephanie. - O que você ainda fez aqui? 

- Eu trabalho aqui Alec. - Respondeu ela o encarando. 

- Vamos ver por quanto tempo... se acontecer algo com o meu MARIDO, EU NÃO RESPONDO POR MIM. SUA VADIA! - Ele sai. 

Alec foi rapidamente ate o carro e saiu, no caminho ate a cachoeira ele ultrapassou alguns sinais vermelhos, não importava as multas o que importava era que ele salvasse o seu amor. Rapidamente ele chega a cachoeira, ele sai do carro e seus olhos percorrer todo o lugar ate que ao longo aonde havia umas pedreiras, ele ver Magnus caindo na água. 

- MAGNUS! - Gritou ele correndo e dali mesmo Alec pula. 

O impacto que Alec teve na alguma não foi tão forte, quando o do Magnus. Já que de onde o moreno pulou, não havia pedras em baixo, apenas água. Alec nadou, mas era a correnteza que o levava. Por alguma sorte talvez, a do destino o corpo do Magnus, ficou preso em alguns galhos que haviam pela frente. Assim que Alec chegou ate o corpo do Magnus, ele o puxa para fora da água. 

- Magnus, fala comigo por favor eu te amo. - Alec faz respiração boca a boca no moreno, preciona o peito do mesmo mais nada resolve. 

Alec se senta desesperado no chão ao lado do corpo, sem saber o que fazer, sera que Magnus o amor da sua vida havia morrido? O rosto do Magnus sangrava, sangue esse que saia de uma ferida da cabeça do moreno, seu rosto também tinham vários arranhões, incluindo seu braços e suas roupas tinham rasgões.

Alec pega a cabeça do moreno e a coloca em seu colo, ele segura a mão do moreno e da um leve beijo. Beijo esse que talvez fosse o último, Alec chorava o corpo do moreno estava ficando gelado e palido, seus cabelos estavam tomado uma cor de vermelho sangue e seu coração.

- Magnus por que você fez isso? - Alec acariciava o rosto do moreno. - Nunca pensei que você seria o primeiro a morrer, muito menos assim. Meu amor, eu nunca faria isso com você, nunca te trairia. Te amo de mais para me imaginar com outra pessoa, desde o início sempre fui seu, meu corpo, minha alma e meu coração sempre te pertenceram. - As lágrimas eram incontroláveis. - Aquela dor que eu senti quando você me contou que, quase se matou... não é nem um pouco comparada essa que estou sentindo agora. Por que você resolveu me deixar assim, o que eu vou dizer para os meninos? Nossos filhos... MAGNUS! - Alec gritou e abraçou fortemente o corpo do moreno. - Volta... volta para mim, por favor... eu te amo. 

Dois minutos se passaram e nada, depois desse tempo as esperanças que ainda haviam no Alec morram assim como... Alec se assusta quando Magnus se mexe rapidamente, tentando capturar todo o ar existente em sua volta, o mesmo cospe água que havia em seus pulmões assim ele pode respirar melhor. Mas não era o suficiente então Alec faz respiração boca a boca novamente e tira o resto da agua que havia em seu pulmão. 

- Magnus? - Chamou o moreno. 

- Alexander. - Disse ele ao abrir os olhos com a voz ainda falha. 

- Não faz mais isso por favor. - Alec o abraça ainda chorando. 

- P-por que v-você fe-fez isso c-comigo? - Magnus ainda permanecia deitado. 

- Eu não fiz nada eu furo... foi um mal entendido. A culpa foi da Stephanie, ela nos ouviu noite passada e queria que eu fizesse a mesma coisa que eu fiz com você, eu fizesse com ela. Mas eu disse que não então ela veio para cima de mim e foi na hora que você chegou... eu te amo tanto que não me imagino com outra pessoa sem ser você. - Alec o beija. - Eu te amo. 

- Eu também te amo Alexander. - Ele tenta se levantar mais acaba gritando por causa da dor. 

- Fica aqui... - Alec se levanta. - Eu vou ligar para a ambulância, para te levar para o hospital. Você caiu de quase vinte metros de altura. 

- Eu falei que era moleza. - Magnus tentou rir. 

- Se for se jogar que seja por brincadeira, e não por um mal entendido. 

- Você pulou. - Magnus o olhava. - E não se machucou. 

- Não cheguei a tempo aonde você estava, então pulei daquele lado aonde era para estar nos e os meninos. - O coração do Alec ainda doia por por ver o Magnus daquele estado. - Eu vou buscar o celular e vou ligar para a ambulância, não sai. - Alec sai. 

- Não há outro lugar que eu queira estar. - Fala Magnus antes de desmaiar. 

A ambulância não demorou muito para chegar, Magnus ainda continuava desmaiado quando o levaram. Alec teve que ir em casa buscar documentos de identificação de ambos. 

- Alec! - Max vem correndo em sua direção. - Aonde esta o Magnus? 

- A caminho do hospital. - Respondeu ele. 

- Como ele esta? Ele havia pulado? 

- Havia sim... não cheguei a tempo mas o pegue na água. Ele esta completamente machucado. 

- Alec. - Alguém o chama. 

- O que você ainda faz aqui? - Alec vai para cima dela. 

- Alec! - Exclamou Max se colocando no meio deles. - Ela é uma mulher, não se esqueça. 

- A sorte dela é essa. - Alec se afasta. 

- O que aconteceu? - Ela parecia arrependida. 

- Meu marido quase morreu por sua culpa! - Exclamou Alec. 

- O-o que? Me desculpa Alec... eu não fazia ideia disso, eu não sabia que isso seria capaz de acontecer. - Ela se aproxima, mas Alec se afasta mais. 

- Sai da minha casa agora! - Alec estava furioso. 

- Alec... você sabe que não tenho para onde ir. - Ela começa a chorar.

- Então saia da minha frente imediatamente. - Ela baixa a cabeça. - Agora! - Gritou Alec. 

- Calma. - Pediu Max. - Os meninos estão lá em cima. 

- Max, eu preciso que você cuide deles. Magnus com certeza passá a noite no hospital. - Alec sobe as escadas e Max vai atrás dele. 

          Naquela Noite 

Ao acordar Magnus já estava no hospital, seus olhos passavam por causa dos sedativos. Ele olha para todo o quarto e so ver uma mulher de pele clara, de cabelos e olhos castanhos claros. A mesma usava um jaleco, parecia ser a doutora, assim eu ela o viu com os olhos abertos um sorriso enorme brotou em seu rosto. 

- Finalmente você acordou. - Disse ela com uma voz doce. 

- Estou a muito tempo aqui? - Perguntou ele ainda zonzo.

- A exatamente três horas. - Ela sorrir. - Prazer sou Kaitlyn Leeb sua médica. 

- Sou Magnus Bane. - Diz ele tentando sorrir. 

- É eu sei. E sei também sobre seu assistente, cara o que você estava pensando quando se jogou da cachoeira? Foram quase vinte metros de altura, e ainda por cima na parte rochosa.  

- Acho que não estava em mim. - Magnus começa a encarar a porta. 

- Ele saiu assim que você dormiu. - Ela sorriu. - A família dele é muito famosa aqui. 

- posso imaginar. - Disse Magnus. - E qual é minha situação? 

- Nada boa. - Ela pega uma radiografia e coloca contra um painel de luz. - Esta vendo essas coisinhas aqui quebradas? Bem são suas costelas. 

- Três? - Magnus arregala os olhos. 

- Sim... e você ainda teve sorte, so teve três costas, a perna direita quebrada e algumas escoriações. - Ela se aproxima dele. - De quedas assim, ninguém sobrevive. 

- E minha cabeça? 

- Apenas levou cinco pontos e nada de mais. - Ela sorrir. - Não se preocupe, seu cabelo vai esconder a cicatriz. 

- E minhas costelas e perna? 

- Ainda bem que você acordou, preciso falar sobre isso e seu marido... bem na esta no melhor momento. Nos podemos e vamos fazer essas cirurgias, e seus ossos ficaram como se nunca tivessem sido quebradas... mas tera um tempo para se recuperar por completo. 

- Quanto tempo? 

- De dois a três meses. 

- Tudo isso? - Magnus arregala os olhos. 

- De graças a deus por estar vivo, para ter esse tempo. 

- Desculpa... tudo bem você esta certa. 

- E nesse tempo você não poderá fazer nem um tipo de esforço. - Disse ela. 

- Quais tipos de esforços? - Perguntou ele.

- Bem... você é seu marido... - Ela ficou corada.

- A-ah. - Magnus rir. - Já entendi. Tudo bem, é so um tempo. Espero que ele entenda. 

- Vou chama lo para vocês conversarem.

- Muito obrigado. - Ela sai. 

Alguns minutos depois Alec adentra o quarto, corre ate a cama e beija o moreno. 

- Como você esta? - Perguntou Alec. 

- Quebrado. - Brincou Magnus. 

- Como assim? - Alec se afasta. 

- Costelas e perna. 

- Eu vou matar aquela desgraçada! - Exclamou Alec.

- Você não vai matar ninguém ok? Eu vou ficar bem, talvez ainda hoje eu faça a cirurgia e ficarei como novo. Mas precisarei de repouso durante dois ou três meses. 

- Claro. Sem problema nem um. - Alec pega na mão do moreno. - Qualquer coisa por você. 

- Alexander... isso significa que ficaremos dois ou três meses sem... - Magnus da um sorriso malicioso para o moreno. 

- A-ah entendi. - Alec o beijou. - Isso não importa, o que importa é que que você esta vivo e vai ficar bem. - Alec passa a mão no rosto do moreno aonde tinha algumas cicatrizes. - Não acredito que quase te perdi, como eu deixe isso acontecer. 

- Ei eu te amo ta. E nada do que aconteça, ira mudar o que eu sinto por você. 

- Eu também te amo. - Eles se beijam. 

- Com licença. - A doutora volta. - Desculpa atrapalhar, mas preciso leva lo para a cirurgia. 

- Já? - Perguntou Alec. 

- O senhor e senhora Lightwood, pediram para fazer isso o mais rápido possível. - Os morenos se olham. - Não me levam a mal, mais quanto mais rápido terminarmos, eu vou para casa ver minha filha. - Eles sorriem ao ver o brilho nos olhos dela ao falar da filha. 

- E Matt e o Harry? - Perguntou Magnus preocupado. 

- Calma... o tio Max esta com eles. - Respondeu Alec. 

- Nossa... estou muito mais calmo agora. - Eles riem. 

- Podemos ir? - Perguntou Kaitlyn. 

- Claro. - Respondeu Magnus. 

Logo alguns enfermeiros entram no quarto, transferem Magnus para outra cama e o levam para a sala de cirurgia. 

- Posso ir? - Perguntou Alec. 

- Sinto muito mas não pode. - Respondeu ela. 

- Quanto tempo dura essa cirurgia? 

- Bem... acho melhor você ir para casa ficar com seus filhos, essa cirurgia não é nada rápida. Quando terminarmos, nos entramos em contato. 

-Ok. - Ela deu um leve apertão no ombro do moreno e saiu. 




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