História Tulipa Negra - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Visualizações 56
Palavras 1.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


• Olá, essa é minha segunda fanfic, para quem não me conhece sou Talita.
• Se trata de uma fanfic criminal, que ao longo da mesma terá capítulos pesados.
• Não faço apologia a nada do que aparecer aqui.
• Justin Bieber como Justin Bieber.
• Barbara Palvin como Aurora Becket.
• Espero que gostem.
• Boa leitura.

Capítulo 1 - Chapter one


Fanfic / Fanfiction Tulipa Negra - Capítulo 1 - Chapter one

Segunda, janeiro, 2017

Estados Unidos, New York City, 08:24 AM

Centro de departamento do FBI – New York

Point Of View – Narrador’s

 

Ao centro de New York se encontrava o grande e sofisticado prédio do FBI. Hoje em plena segunda o departamento, que ficou a última semana sem dar sinal de alerta, estava finalmente retomando seus trabalhos.

E neste momento todos, que trabalhavam no FBI, se encontravam em estado de correria, gritaria, desorganização e desespero. Chevalier Blanche, chefe do departamento do FBI de New York, estava com as mãos apoiadas na grande mesa de metal – com vários aparelhos tecnológicos e papeis espalhados por ela – em frente aos vários telões que mostravam todas as informações que seus oficiais tinham conseguido até o momento.

Chevalier Blanche, homem de origem francesa, com seus quarenta anos, que vive ocupado com seu trabalho, estava – depois de um agitado dia de trabalho – finalmente em sua casa aproveitando com sua esposa e filhos o momento em que ele raramente conseguia para dar atenção a sua amada família. Depois de ter um almoço em família, um passeio no parque pela tarde com seus filhos pequenos e esposa, a família voltou para casa e continuou com o dia produtivo que tinham preparado. Como de costume, mas que há muito tempo o Sr. Blanche não fazia, as nove e meia ele levou cada um de seus três filhos para seus devidos quartos, colocando todos para dormir, e voltando para a suíte presidencial onde dividia o espaço com sua amada esposa. Ás quatro da manhã seu telefone celular tocou, mas não querendo acabar com sua noite de sono, recusou a chamada, novamente o toque de seu celular ecoou pelo quarto fazendo sua mulher, que dormia tranquilamente ao seu lado, reclamar pedindo para que atendesse. Sr. Blanche atendeu a chamada com o mau humor perceptível em sua grave voz, mas no segundo seguinte suas orbitas castanhas se arregalaram com tal informação. Rapidamente Chevalier Blanche trocou de roupa, e saiu apressadamente de sua casa, seguindo com sua BMW preta blindada até o departamento do FBI.

Ao chegar ao departamento, informaram ao chefe a reabertura de um caso ocorrido em 1930 por haver ligação com o mesmo. Sr. Blanche imediatamente exigiu ter a ficha do caso não solucionado de décadas atrás em mãos e assim foi feito. Com todas as informações do antigo caso em mãos, Chevalier leu tudo com cautela, sem deixar nada escapar.

Ao terminar de analisar todas as fichas, Chevalier tratou de descobrir o porquê de terem reaberto um caso antigo. Foi para frente de toda aquela tecnologia e uma foto com homens de porte grande e forte apareceu na tela. Todos mortos, os corpos organizados em fileiras um ao lado do outro. Seus corpos foram abertos e os órgãos retirados, Chevalier não deixou escapar a marca feita provavelmente com ferro quente na testa de todos eles. Uma caveira com um x cortando-a ao meio.

- Onde e quando foi tirada a foto? – a voz grave e grossa de Chevalier se fez presente na enorme sala tecnológica.

- Foi tirada ontem ás 17h50min senhor, e tudo indica que foi em uma pequena fazenda no interior de Washington. Tomamos liberdade de mandar alguns oficiais até o local, e eles nos ligaram agora a pouco dizendo que esses corpos são de trabalhadores de lavouras, a maioria era negro, e tudo indica que estavam sendo escravizados. – respondeu o jovem Braun. Jony Braun que está no FBI há dois anos, um ótimo agente que cuida da parte lógica, sempre tomando frente dos casos para que possam ser solucionados com maior rapidez e eficácia.

- O que descobriram sobre o assassino? – questionou com o cenho franzido e sua postura rígida. Toda vez que Blanche assumia um caso sua postura consequentemente mudava, passando de relaxada para rígida o tornando assustador.

- Nada, mas ele fez questão de sabermos sobre ele, foi ele que nos enviou a foto Senhor.

Chevalier não sabia o que fazer, sua mente estava embaraçada com tanta informação, mas nenhuma delas lhe ajudava a ter se quer uma suspeita. Um som alto ecoou pela sala, fazendo todos que estavam nela pararem o que faziam e prestarem atenção na mensagem que acabara de chegar. O jovem Braun correu até os telões escorregando seus dedos na grande tela que anuncia uma nova mensagem. Era uma mensagem de voz, seu dedo indicador deslizou sob o botão pause iniciando a gravação.

“– Nós voltamos, e ai eu pensei, porque não avisar ao FBI, que passou anos tentando desvendar algo, mas claro, sem obter sucesso. Nada melhor que voltar a ativa em grande estilo, não? – o suposto assassino falava de maneira sarcástica utilizando um programa de alta tecnologia para modificar sua voz, impedindo assim até mesmo os agentes mais eficazes e experientes de utilizar o reconhecimento de voz – a qual é, em oitenta e sete anos ninguém descobriu nada, porque agora seria diferente não é mesmo?! Sabe o que é melhor do que matar e torturar pessoas inocentes? Pois amigo, se você não sabe, irei lhe dizer agora, ver o desespero no rosto de cada um de vocês, temendo pela população. Pra falar a verdade, nunca acreditei nesse legado de vocês, fala serio, vocês só fazem isso pela ganância, adrenalina e pra beneficiar a si mesmos. Só passei para deixar um aviso: voltamos e não estamos para brincadeira.”

A gravação se encerra, e todos na sala estavam em completo silêncio, tentando absorver o que acabaram de ouvir. Não tinham o que fazer, ninguém que trabalhava ali saberia como chegar ao assassino, isso deixou todos frustrados, pois todos tinham conhecimento disto. Chevalier pela primeira vez se encontrava sem saída, orgulhoso de mais para pedir ajuda, ele queria que sua equipe conseguisse resolver o caso sem precisar chamar alguém que entenda perfeitamente como lidar com esse tipo de pessoa, e ele infelizmente conhecia a pessoa perfeita para solucionar o caso, Blanche fechou os olhos, respirou fundo, e tomou coragem para dizer em voz alta a sua decisão, não sem antes deixar claro para si mesmo que estava odiando ter de se submeter a pedir ajuda.

- Informe a todos a reabertura do caso 139 – novamente voltou a respirar fundo – Podem chama-la – sentenciou saindo em passadas longas e pesadas da grande sala que de repente, ficou tão pequena e sufocante.


Notas Finais




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