História Tulipa Negra - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Visualizações 23
Palavras 3.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello, tudo bem com vocês? Espero que sim ;)

Eu sinceramente demoraria mais para postar esse capitulo por conta do banner ainda não estar pronto, massss, eu vou postar por já ter demorado mais de um mês e isso de fato não me agrada.

Espero que gostem.

Obrigada por todos o favoritos até agora, amo vocês <3

Boa leitura!

Capítulo 3 - Chapter Three


Sexta, janeiro, 2017.

Inglaterra, Reino Unido, 14:36 PM

Federação R.I – Westminster

 

Point of view – Aurora Becket

 

Com as mãos pousadas sob meu ventre, olhos vidrados no teto feito de concreto na cor cinza eu consigo escutar a fricção que os sapatos caros de Richard faz contra o chão do extenso corredor.

Apesar de a porta ser de aço reforçado para impedir qualquer tentativa de fuga, eu conseguia escutar tudo o que se passada fora da minha cela.

Talvez um benefício.

Audição aguçada, já me livrou de varias.

Mas não da ultima, de certa forma.

O tintilar de chaves batendo um contra a outra me desperta curiosidade, que aumenta quando percebo que minha cela será aberta.

Após uma semana torturosa sem receber visitas, ou algum tipo de alimento, me obrigando a “matar” minha fome e sede apenas com água da torneira da pequena pia que se encontrava no canto do quarto ao lado de um vaso sanitário, na maioria das vezes me entupir de água aliviava a dor que se instalava em meu estomago causada pela fome.

Permaneço imóvel deitada sob a cama de solteiro feita também de aço presa ao chão de concreto, o colchão de espuma fino, apesar de ser completamente desconfortável, conseguiu me dar uma boa noite de sono após longas horas de tortura.

Um estrondo é feito quando a porta é aberta, revelando Richard com mais alguns homens ao seu alcance.

Não era novidade que ele não confiava em mim ou em meu comportamento, para ficar sozinho comigo em um ambiente tão pequeno quanto esse que nos encontramos agora.

- Levanta – sua voz grossa e autoritária ecoa pela cela – Tenho novidade.

Respiro fundo fechando meus olhos.

A última vez que a palavra novidade saltou de sua boca, passei dois dias e meio acorrentada em uma cadeira elétrica que liberava descarga elétrica contra meu corpo fraco a cada dez minutos, aumentando a voltagem a cada troca de minutos, eu conseguia sentir meu cérebro fritar dentro de minha cabeça, meu sangue borbulhar nas veias e meus órgãos se contorcerem.

Ergo meu tronco me sentando na cama sentindo minha visão embaçar e minha cabeça girar, ignoro os sintomas de uma semana sem me alimentar me levantando e cambaleando um pouco para o lado, mas logo tomando postura sem querer demonstrar minha fraqueza, isso podia ser usado contra nós.

Seus passos calculados em minha direção consegue arrancar de mim um pouco de força para soltar uma pequena risada debochada.

Com brutalidade sinto suas mãos grandes e calejadas puxarem meus pulsos colocando as algemas apertadas.

Reviro os olhos, não estou com disposição para chutar suas bolas, enfrentar os três brutamontes parados na porta, e sair correndo pelo grande prédio feito de concreto, minha fraqueza não permite realizar tal ato, não só ela, mas também os homens armados que estão encostados contra a parede ao final do corredor onde tem mais uma maldita porta que só pode ser aberta pela digital de integrantes importantes da Federação.

O babaca a minha frente é um, o que é uma pena.

Sou puxada para fora da cela. Richard está andando em passadas largas a minha frente, enquanto seus homens estão atrás de mim nos seguindo.

Paramos em frente à porta que logo é aberta por Richard, andamos por mais um extenso corredor logo entrando no elevador.

Estamos no subterrâneo, vejo-o acionar o vigésimo andar.

Ultimo andar, o andar de reuniões onde eles normalmente decidem o que fazer com os seus “soldados”.

Talvez hoje eu morra.

A rapidez com que o elevador chega não me impressiona, já sei do que eles são capazes e isso não é nem o começo.

Novamente voltamos a caminhar desta vez por entre mesas metalizadas com papeis e computadores postos sob elas.

Ninguém olha, ninguém move um membro se quer com menção de nos observar.

Todos vestidos de preto, apenas eu dando um contraste diferente ao local.

Vestida com uma calça de moletom larga na cor azul clara e uma regata branca colada ao meu corpo, meus pés descalços em pressão com a cerâmica branca gelada não me incomoda.

Uma porta de madeira escura é aberta revelando a sala de reuniões, a mesa de vidro temperado é grande, alguns homens importantes estão sentados nas diversas cadeiras de couro preto com um estofado robusto, parecia confortável.

Sou empurrada com violência até estar no centro da sala com toda atenção em mim.

Reconheço o homem de terno preto com gravata vermelha reluzente, sentado à ponta da mesa com as mãos cruzadas sob a mesma. Seus olhos escuros são frios como gelo, e duro como pedra, ameaçador, mas não causa nenhuma reação de minha parte a não ser o ódio.

Isaac Franklin.

Com seus cinquenta, quase sessenta anos mantém essa merda firme e forte, cada vez melhor, ou seria pior?

- Foram longos dois anos, não? – sua voz faz jus ao seu olhar, não lhe respondo apenas o olho sem expressão – Recebemos uma ligação hoje, do FBI de Nova Iorque, o Chevalier Blanche questionou sobre você, engraçado não?

- É incrível como você continua – respira fundo colocando a mão no queixo olhando para cima como se procurasse a palavra certa – Gostosa, ou suculenta? Apesar de tudo que lhe aconteceu nesses dois anos.

James Franklin filho mais novo de Isaac Franklin, tão nojento e repugnante quanto o próprio pai.

Minhas pálpebras pesam, deixando meus olhos levemente caídos, minhas pernas tremem, a fraqueza se apossa de meu corpo me dando a certeza de que a qualquer momento irei ceder desmaiando e indo de encontro ao chão gélido.

- Tragam comida, água e algumas vitaminas, rápido – a voz de Isaac soa alta ordenando alguém atrás de mim que faça o que foi mandado – Coloque ela sentada antes que despenque.

Richard me puxa até o sofá preto liso me jogando com brutalidade no mesmo, ajeito meu corpo me sentando de maneira confortável.

Respiro fundo, tentando manter minha pressão o suficiente para que não desmaie.

Logo um prato de comida é posto sob minhas pernas juntas, carne, batata e ovos cozidos, macarrão com molho branco.

Muita proteína e carboidrato, eles me queriam viva e bem.

Como tudo rapidamente, quase deixando com que meus olhos se revirem de satisfação ao sentir algo sólido descendo por minha garganta estreita.

Alguns remédios foram postos em minhas mãos, reconheci serem proteínas, vitaminas e para gastrite, tomei todos com uma grande golada de suco de laranja.

- Estava faminta hm? – Isaac murmura.

Sou puxada novamente para me sentar agora na mesa junto a todos os acionistas e chefes.

- Como eu estava dizendo antes, o chefe do departamento do FBI de Nova Iorque ligou e te quer em um caso – franzo o cenho – Depois de pensar muito e conversar com o Richard que te acompanhou todo esse tempo eu decidi te dar uma chance, até porque não te manteria presa pelo resto da vida.

Então se não fosse pelo Blanche eu possivelmente seria morta.

- Mas tem um, porém – levantou o indicador – Estaremos de olho, um deslize e já era para você. Não seremos tão bonzinhos quanto antes, deixa-la pagar pelo erro cometido não irá se repetir. Só não deixei com que te matassem porque você é boa no que faz, tem estratégia e boas ideias, é esperta, e uma ótima, ótima assassina.

Seu sorriso frio por um misero milésimo de segundo, faz sentir-me orgulhosa.

- Não se envolva, não sinta, sem emoção, sem dó, sem piedade, mate, mas mate com gosto e prazer.

Sua ordem é clara assim como a primeira vez em que tive minha liberdade para fazer o que bem entender.

Flashback on:

Tinha acabado de ser escoltada de meu quarto até a sala de presidência. Richard estava a minha frente me mostrando o caminho por mais que eu já o conheça, Isaac queria falar comigo, admito estar com uma leve camada de aflição, eu sempre segui com as regras, sempre fiz tudo como deveria ser feito.

Sem deixar rastros.

Apenas eu entro na sala, Richard fecha a porta atrás de meu corpo deixando-me a sós com senhor Franklin.

Vejo o homem de cinquenta e dois anos levantar de sua cadeira confortável e andar até estar a minha frente, sua mão direita pousa em meu ombro esquerdo, seu tronco se curva um pouco deixando seu rosto com traços de velhice na mesma altura do meu.

- Sabe o porquê de estar aqui? – me questiona olhando-me firme.

- Não – o timbre de minha voz sai alto e claro.

- Tenho uma proposta a te fazer.

Meu rosto se contorce em confusão.

Nunca tivemos o direito de escolha, sempre fazíamos o que eles mandavam ou se não haveria as devidas consequências.

Propostas não nos eram feitas, não quando ela indica que temos duas opções.

Sim ou não.

- Você foi treinada desde os dois anos de idade, sabe exatamente todas as regras, certo? – ergue uma sobrancelha querendo confirmar minha resposta.

- Sim. Sem dó, sem piedade, sem medo, de forma alguma sentir medo, nós somos melhor que qualquer um, somos nós quem devemos dar medo, matar com prazer e por prazer, e o principal não sentir, sem emoções – dito tudo o que me foi dito desde sempre.

Seu sorriso demonstra orgulho, isso faz com que um sorriso frio e maníaco apareça em meus lábios.

- Você é boa, sabe o que faz perfeitamente, é calculista ao extremo, esperta o suficiente e inteligente como Einstein. E a proposta que tenho a te fazer é. Você quer sair daqui? Ir conhecer o mundo da forma mais louca e insana?

Surpresa passa como um raio em meu corpo, minha boca se abre levemente.

- Sei que não damos o direito de escolha, mas eu quero te dar isso. Você é ótima no que faz e esse é um dos motivos que eu não te queria fora daqui, mas o que é bom tende ser mostrado, e eu quero que você mostre a todos do que é capaz, mostre quem você é. Não se deixe influenciar por nada nem ninguém, não sinta isso é a maior fraqueza do ser humano, então não se permita ser fraca como todos.

Assinto firme, guardando tudo que me era dito.

- Eu aceito – agora eu sentia ansiedade, por logo saber que eu estaria fora daqui e poderia fazer o que eu quiser, sem me preocupar com as consequências.

- Sua passagem já foi comprada, você embarca para Nova Iorque daqui duas horas, espero que aproveite sua estadia, foi uma boa aluna, merece liberdade. E não se esqueça, deixe sempre sua marca.

Saio de sua sala com meu lábio subindo alguns centímetros do lado esquerdo esboçando um sorriso maldoso. Ando até o elevador pronta para ir ao meu quarto arrumar minhas malas.

Jogo minhas peças de roupa de qualquer jeito dentro da mala preta, fecho seu zíper colocando-a no chão e passando os olhos rapidamente por todo o quarto em que vivi durante quinze anos.

A porta é aberta e por ela passa James com um semblante surpreso.

- É sério que meu pai te deu uma passagem para Nova Iorque? – anda até estar próximo o suficiente para que eu possa sentir seu hálito quente bater contra meu rosto.

- Sim, isso não é demais? – falo empolgada vendo sua expressão decepcionada.

- Não quero que você vá, e nossos jogos como vão ficar – James insistia em ter algo comigo, mas eu não o via desta forma, nem mesmo o considerava como amigo, apenas um passa tempo. Amigos tiram nossa real atenção, nos distraem e isso não deve acontecer.

Bufo, cruzando os braços e olhando friamente.

- Eu ganhei minha liberdade, lute e terá a sua, assim poderemos continuar nosso jogo fora daqui – sorrio debochada vendo-o abrir um sorriso maldoso.

- Ok, lembre-se de deixar sua marca quero ver se com o tempo ficará tão boa.

Despeço-me com um aceno de cabeça quando Richard me chama para ir embora. Passo pelo seu corpo me imaginando fora da R.I.

Eu estou livre.

Flashback off.

Eu tinha quinze anos quando me deram o direito de vagar sozinha pelas ruas de todo o mundo, eu simplesmente amava a sensação de que nada nem ninguém poderia me machucar, eu era invencível, e sentia prazer em ver o pânico e medo das pessoas ao colocarem seus olhos nos meus.

Frios, afiados e ameaçadores.

Influenciada.

Sim eu fui.

Mas eu já era desde meu nascimento, eles nos fizeram acreditar que aquilo era o melhor para nós.

Mas depois eu descobri a melhor forma de ser influenciada, e principalmente o que era melhor para mim.

E de uma coisa eu tenho certeza.

Não eram eles.

Definitivamente não.

- Sua passagem de volta para Nova Iorque já foi comprada, você embarca amanhã pela manhã – a voz de Isaac ecoa me despertando.

Todos saem da sala deixando apenas eu e Richard.

Levanto-me e caminho até a porta, mas antes de girar a maçaneta meu braço e puxado e meu corpo é prensado na porta.

- Espero que se lembre da nossa ultima conversa, e que toda a tortura não tenha fritado seu cérebro. Estarei de olho, e se houver um deslize eu não irei deixar com que pague pelo seu e pelo erro de outro, será os dois. Você fez uma promessa há três anos e espero que cumpra.

Afasta-se me olhando raivoso.

- Dite – ordena.

Travo meus dentes um no outro sabendo que se não diminuir o aperto quebrarei no máximo cinco ou seis.

- Eu prometo por tudo que me foi ensinado na R.I que irei cumprir com todas as ordens e promessas feitas – rosno.

- Ótimo – me puxa saindo da sala me levando desta vez para meu antigo quarto.

Depois de ser trancada em meu antigo quarto, permiti-me soltar um suspiro de alivio e um sorriso minimamente feliz.

Arrumei minhas malas guardando todas minhas roupas, sabendo que quando chegasse compraria novas, isso definitivamente me irritava eu odiava ter que fazer compras.

Sentei-me na cama após tomar um banho relaxante e finalmente na água quente, como não acontecia há bons dois anos. Tomar banho em água fria até mesmo quando a temperatura estava abaixo de zero fazia parte da tortura.

Andei até a pequena escrivaninha puxando a passagem com meus dedos finos vendo o horário do voo, ás nove e dez da manhã.

Minha porta é aberta com força fazendo-me largar a passagem imediatamente no lugar onde se encontrava anteriormente.

Olho por cima dos ombros vendo Richard caminhar até mim e puxar-me para fora do quarto arrastando-me pelos corredores sem dizer uma palavra.

Começo a respirar pesado ao reconhecer o caminho que estamos fazendo.

Sala preta.

Droga.

Não.

Entramos na sala ao lado que era toda branca com um vidro que mostrava perfeitamente a sala preta.

Isaac e seu filho James estão parados de frente ao vidro, virando apenas suas cabeças ao me verem entrar.

- Decidi fazer isso para saber se você realmente não se esqueceu de como as coisas funcionam, e claro para ver se não perdeu a pratica.

Fico olhando-o com a respiração ofegante sabendo que não teria como escapar assim como todas as outras vezes.

- Lembre-se, é matar ou morrer – sorri frio junto de seu filho babaca.

Sou levada para a sala preta sendo jogada lá dentro ouvindo a porta se trancar e as luzes se ascenderem.

Olho para o enorme espelho que toma conta de uma parede inteira sabendo que atrás dele estava Isaac, James e Richard.

Um estalo é feito atrás de mim, me viro rapidamente vendo um homem negro duas vezes maior que eu, seu sorriso te da certeza que estarei morta daqui alguns minutos, mas isso não aconteceria se fosse á quatro anos atrás eu deixaria com que me matassem.

Mas hoje não mais.

Hoje eu tenho algo ao qual devo lutar.

E faria isso por ele.

Perto o bastante bato com minha perna direita em seu tórax, com força o suficiente para vê-lo perder o ar me dando a chance de distribuir socos em partes estratégicas de seu corpo grande e musculoso.

Logo minha sorte acaba ao ver mais dois homens entrar na sala, vindo com rapidez em minha direção.

 O homem negro a minha frente se ajoelha com o rosto sangrando, me afasto dando um giro de 360 graus chutando sua cabeça escutando o estalo ecoar pela sala.

Seu pescoço tinha quebrado.

Viro-me rápido para trás a tempo de me desviar de um soco certeiro, me esgueirando por entre suas pernas chutando suas costas e as costela de seu parceiro, dou impulso em meu corpo ao notar uma parede ao meu lado, batendo com o pé esquerdo soltando todo o peso na ponta de minha bota de borracha preta no crânio do careca vendo-o cair de imediato no chão ao acertar sua moleira já formada.

Provavelmente terá um traumatismo.

O loiro não desiste vindo até mim com a mão em sua costela, sua mão vagueia por suas costas e quando volta noto uma faca, apontando-a para mim ele me encurrala entre a parede e seu corpo, soco seu pulso e chuto seu pênis, seu vacilo foi ter agachado para tentar se aliviar da dor, dou uma cotovelada em sua coluna vendo-o cair no chão, sou puxada pelo pé caindo ao seu lado sentindo logo seu corpo em cima do meu e a faca posta em meu pescoço, seguro firmemente sua mão para que não arranque minha cabeça.

- E agora docinho? – sorri mostrando seus dentes sujos de sangue.

Ergo meu joelho acertando sua coxa conseguindo empurrar a faca de sua mão em sua traqueia vendo o sangue jorrar pingando em meu rosto.

Empurro-o para o lado quando já está morto e me levanto pronta para sair da sala, mas a voz de Isaac me para pelo alto falante da sala.

- Falta um – dizendo apenas isso.

Olho para o chão vendo que o careca ainda respirava, agacho puxando a faca da garganta do loiro dando quatro passos até estar ao seu lado me abaixo o analisando.

Ele não é inocente.

Ninguém de fato é.

Enfio a faca no meio de suas costelas subindo-a, abrindo seu tórax, o sangue macha minhas mãos e o chão.

Abro a porta respirando fundo querendo me livrar do cheiro que todo aquele sangue causa me dando ânsia. Escuto a porta ao lado se abrir e os três homens saírem dela.

Isaac me analisa profundamente antes de falar.

- Você está pronta.


Notas Finais


Quem será o "ele"?
Espero que tenham gostado e prometo tentar ao máximo não demorar tanto.
Beijos, e tudo de bom pra vocês <3


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