História Turbulence - Capítulo 5


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Personagens Originais, Seulgi, Youngjae, Yugyeom
Tags Drama, Jaeyu, Markson, Yujin
Exibições 37
Palavras 1.757
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais um novo capítulo, e como havia dito antes o arroz é algo normal tá?

Boa leitura ^^

Capítulo 5 - Capítulo V A secret not so secret


Fanfic / Fanfiction Turbulence - Capítulo 5 - Capítulo V A secret not so secret

POV’S Yuna ON

Depois de almoçar e conversarmos bastante e fomos para o quintal, Jackson decidiu pular na piscina e levou Mark junto, os dois insistiram para que os outros também pulassem, mas só quem foi foram Youngjae, Yugyeom e Bambam, e eu fiquei conversando com Jinyoung e Jaebum.

 

- Não é algo normal dele kkkkkk. – Jingyoung citou.

 

- E dês de quando o Jackson é normal? – Indaguei sorrindo, não sei porque as conversas que eu tenho sempre vão para no assunto Jackson.

 

- Mas eu queria saber, o que seu avô faz para o pai do Mark pergunta dele Yuna? – Jaebum perguntou confuso.

 

- Mais uma vez esse assunto... – Murmurei sorrindo. – Bom, o pai do Mark é dono da JYP com vocês sabem, quem tem uma filial na Coréia, China e USA. Meu avô administra a filial na China, o incrível é que eu nem sabia disso, pensava que ele administrava algum escritório de advocacia ou algo assim. – Beberiquei um pouco do refri que estava em meu copo. – E os pais de vocês, o que fazem? – Decidi perguntar já que todos me fazem essa pergunta.

 

- O meu ele é um dos CEO’s de uma empresa aí. – Jinyoung respondeu e bebeu um gole de sua cerveja.

 

- O meu é administrador da JYP aqui na Coréia, mas só um dos. – Jaebum falou e fez a mesma coisa que Jinyoung.

 

- Que mundo pequeno, como você, eu, Yugyeom e Mark não nos conhecemos antes? – Falei pensativa. – Que ironia não?

 

- Muita, parece até destino. – Jaebum falou me encarando e ao mesmo tempo com um sorriso ‘malicioso’ nos lábios. Sorri sem graça e perguntei novamente a Jinyoung.

 

- Então... Em que empresa seu pai trabalha Jinyoung?

 

- Hâ? O meu pai ele... Trabalha numa empresa muito conhecida... Muito mesmo. – Falou sem graça e continuou a beber sua cerveja para disfarçar.

 

- Vai fala o nome, prometo ficar calada. – Juntei as duas mãos na altura da boca.

 

- Não é isso, eu não tenho vergonha do meu pai nem nada, apenas não gosto de falar o nome da empresa. – Sorriu fraco.

 

- O pai dele trabalha na SM. – Jaebum falou após beber o último gole de sua bebida.

 

- Cara não era pra falar! – Raclamou irritado.

 

- Você ficou enrolando então eu decidi acabar com a curiosidade da Yuna de uma vez só. – Riu e após piscou para mim.

 

- Mas por que você não gosta de falar o nome da empresa? – Voltei novamente a perguntar na tentativa de ignorar tudo o que o Jaebum estava fazendo.

 

- Se você é uma pessoas antenada vo-

 

- Eu não sou, nem um pouco. – Ri e pedi para que continuasse.

 

- Bom, a SM costuma ter vexames com seus ídols, teve o processo do TAO, Kris e Luhan, uma banda aí da qual eu não me lembro que processou a empresa por receber apenas 5% do lucro total da banda, e foi pra tribunal e tudo, outra banda amiga deles teve que depor contra eles. Uma confusão só, então eu tento não falar que sou filho de um dos três principais CEO’s da SM, principalmente para meninas.

 

- Mas por quê? – Inclinei um pouco a cabeça pro lado.

 

- Se eu sair por aí contando, eu vou ser atacado pelas sasaengs, e eu quero ter o controle total das pernas até pelo menos até os 60 anos. – Rimos após ver a cara de desespero de Jinyoung.

 

- Cara... Acho já to bêbado. – Jaebum falou meio sonolento após se recompor das gargalhadas.

 

- Com uma lata de cerveja? – Jinyoung falou rindo olhando para o amigo.

 

- Você sabe que eu sou fraco pra essas coisas. – Sorriu fraco.

 

- Você quer um remédio? – Olhei para ele.

 

- Aceito. – Assentiu sorrindo.

 

- Vou buscar. – Me levantei e fui até o meu banheiro, abri o armário e peguei um remédio pra dor de cabeça, geralmente os meninos tomam esse remédio quando estão de ressaca, e ele funciona muito bem. Fui pra cozinha, peguei um copo d’água e voltei pro quintal. – Aqui está. – Inclinei o copo e o remédio na direção do rosto do Jaebum e o mesmo pegou ambos e bebeu a água junto com o remédio de uma vez só.

 

- Já se sente melhor? – Jinyoung indagou ainda rindo da cara do amigo.

 

- Não enche o remédio nem fez efeito ainda. – Deu um soco de leve no braço de Jinyoung.

 

Sentei-me na minha cadeira e começamos a conversar de novo, só que com um novo assunto, primeiro beiijo.

 

- Na verdade meu primerio beijo foi no ultimo ano do ensino médio. – Jinyoung citou.

 

- O meu foi ano passado. – Jaebum falou pensativo. – Eu acho.

 

- E o seu Yuna? – Jinyoung indagou sorridente.

 

- O meu? Bom... Eu nunca beijei ninguém. – Sorri.

 

- Hum... Interessante... - Jaebum bebeu o resto da água e me olhou. – Te apresento Park Jinyoung, mais conhecido como ladrão de primeiro beijo. – Abraçou de lado o amigo.

 

- Eu não sou conhecido por isso! – Exclamou se desvencilhando do braço de Jaebum.

 

- Cuidado com ele, as principais presas são adolescentes. – Falou rindo.

 

- É uma pena que eu não tenho podres seus senhor Im Jaebum. – Falou irritado.

 

- Que tipo de melhor amigo você é? Não tem mesmo nem um podre meu? – Indagou incrédulo.

 

- Claro que eu tenho, mas não são bons para falar na frente de uma dama, ao contrário de você, eu sou educado ok? – Gargalhei ao ver a discussão dos dois.

 

- Desse jeito vocês me matam de tanto rir.

 

- Ô vocês três aí, andem, venham pra piscina. – Jackson gritou.

 

 - Estamos bem aqui, obrigada. – Respondi acenando.

Ele voltou a brincar de briga de galo com Youngjae, Bambam e Yugyeom. Por um momento fiquei observando a brincadeira dos meninos mais logo voltei a conversar com Jaebum e Jinyoung. Passamos a tarde toda conversando sobre assuntos aleatórios, sempre fazendo graça até que começou a escurecer então eu pedi para que os meninos saíssem da piscina e fui ajudá-los levam toalhas para que se enxugassem.

 

- Obrigada Yuna. – Mark agradeceu sorridente. Dei uma toalha para cada um e por último joguei uma toalha na cabeça no Yugyeom e comecei a enxugar seu cabelo mesmo quase não alcançando.

 

- Calma aí que eu vou te ajudar. – O mesmo me levantou pela cintura, me levou até um banco e me colocou em cima. – Pronto, agora você esta mais alta que eu. – Rimos.

 

- Obrigada oppa. – Continuei a enxugar o cabelo dele e quando eu terminei envolvi outra toalha grande em seu corpo. – Agora vai se trocar. – Desci do banco e fui em direção aos outros. – Bambam porque sempre tem dificuldade pra enxugar o cabelo? – Falei pegando a toalha de sua mão.

 

- Meu cabelo fica ensopado, eu nunca sei a forma correta de enxugar. – Lamentou.

 

- É assim. – Coloquei a toalha em sua cabeça em conhecei a envolver seus fios de cabelo rapidamente os secando.   

 

- Ai Yuna, ta doendo. – Reclamou.

 

- Desculpa. – Ri e diminui a velocidade das mãos acariciando sua cabeça. – Assim ta melhor?

 

- Uhum... – Murmurou.

 

- Bom, já ta na hora de nós irmos para casa. – Mark falou após colocar sua camisa.

 

- Jackson por que não empresta uma de suas bermudas pro Mark? A dele ta ensopada. – Terminei e enxugar o cabelo do Bambam e fui ajudar o Youngjae.

 

- Boa idéia, calma que eu vou pegar. – O mesmo saiu correndo.

 

- Yuna não precisava, era só colocar uma toalha no banco do carro. – Mark olhou para mim.

 

- Que nada, o Jackson não se importa com essas coisas, quer apostar que ele vai se esquecer que te emprestou amanhã? – Rimos.

 

- Obrigado por nos convidar, adoramos passar o domingo com vocês. – Jaebum agradeceu sorridente.

 

- Da próxima vez vai ser na nossa casa em? – Jinyoung sorriu e todos nós o retribuímos com um sorriso.

 

- Aqui. – Jackson anunciou já perto de Mark com uma bermuda preta que combinava com a camisa vinho que o mesmo vestia.

 

- Eu te mostro o banheiro. – Youngjae se levantou e guiou Mark pra dentro. Peguei as toalhas molhadas de todos antes de entrarem em casa e as estendi com a ajuda de Jaebum.

 

- Espera. – Segurou meu braço antes que eu cruzasse a porta.

 

- Sim? – Indaguei olhando pro mesmo.

 

- Será que você poderia convencer os garotos de irem à casa de praia que o meu pai e o pai do Jinyoung compraram? Seria importante para nós se vocês fossem. – Falou meio envergonhado.

 

- Hum... Claro! Eu converso com eles pode deixar. – Sorri. O mesmo percebeu que ainda segurava meu braço e o soltou rapidamente. – Uma pergunta, por que suas pupilas ficam dilatadas quando está perto de mim? – Eu não deveria ter feito essa pergunta, pois o que eu senti quando o olhei de perto não foi nada comparado com pupilas dilatadas. – Não precisa responder deixa pra lá. – Fiquei um pouco constrangida por ele, não devia ter perguntado o que eu estava pensando? – Vamos. – Sorri fraco e entrei após ele ter cruzado a porta.

 

Na sala estavam Youngjae, Bambam e Jinyoung sentados no sofá grande e Yugyeom no sofá pequeno mexendo no celular, me sentei no braço do sofá onde Yugyeom estava sentado e Jaebum se sentou entre Bambam e Jinyoung.

 

- Por que demoraram tanto? – Bambam indagou olhando pra TV.

 

- O Jaebum me ajudou a estender as toalhas que VOCÊS deixaram pra eu estender sozinha. – Reclamei com eles após trocar olhares por um tempo com Jaebum.

Mark e Jackson voltaram do banheiro e após conversar por alguns minutos o mesmo foi embora com Jaebum e Jinyoung. Após todos se sentarem no sofá percebi que ambos estavam com as bermudas molhadas sentados no sofá que da um trabalho danado pra lavar, os expulsei para o banheiro e fui pra cozinha fazer o jantar enquanto eles tomavam banho. Fiz o arroz que não pode faltar, uma sopa de algas e bife assado com um restinho de molho madeira que tinha sobrado do almoço, deixei tudo pronto na mesa, prato por prato e fui pra quarto. Peguei meu celular que estava no esquecimento desde que minha avó havia me dado e comecei a configurar conforme eu gosto. Eu sempre ganho um celular novo, a todo mês sem brincadeira, se eu não ganhar minha avó deposita o custo dele na conta, o que eu já não gosto, ela nos mima muito, o que eu até compreendo, somos os únicos netos de sua filha única, então ela quer nos proteger a todo custo, mesmo estando a quilômetros de distância.  


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Bjus até o próximo.


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