História Turbulence - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Austin Butler, Bullying, Confusão, D De Desafio, Escola, Grupo D, Kristen Stewart, Nina Dobrev, Projeto Escrita Criativa, Sentimentos, Turbulência
Visualizações 13
Palavras 686
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais uma para esse mês de um dos projetos que estou participando.
Para quem não conhece o Projeto Escrita Criativa, vou deixar o link nas notas finais, porque da última vez eu não deixei. Enfim, conheçam o projeto, ele é bem legal.

Só uma notinha: a fanfic, depois de concluída, meio que me representou, e eu estou achando isso muito estranho.

E por último, apenas para esclarecer, sobre os personagens na capa: o Nathan é o Austin Butler, a Evelyn é a Kristen Stewart e a Layla é a Nina Dobrev. Porém, não acho que isso vá acrescentar muita coisa...

Enfim, boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único: Onde não se consegue escolher um


Turbulence

Deixando que as lágrimas escorressem por seu rosto, chorando tal como o céu quando chovia. Layla parecia alguém totalmente perdida, imersa em seus próprios pensamentos, enquanto estava sentado naquele lugar que tantos temiam. Já estava acostumada, mas ainda doía um pouco toda aquela humilhação.

Não percebia as lágrimas escorrendo por seu rosto, assim como não percebia realmente o que observava. O olhar perdido e distante revelava, parcialmente, os pensamentos conflituosos e bagunçados. Sua mente se comprava a uma tempestade em alto mar.

— Layla Walker, estudante do segundo ano do ensino médio. Dezessete anos, melhor aluna da sala, chefe das líderes de torcida e namorada de Nathan White… — a voz carregada de desdém adentrou seus ouvidos, finalmente a trazendo de volta a realidade. O olhar a observava lentamente com puro desprezo e ódio, mas o rosto de Layla permaneceu impassível. Mesmo que o fluxo de suas lágrimas tenha aumentado, ela preferia demonstrar o mínimo de sentimentos possível. — Ou devo dizer… ex­-namorada?

Um sorriso preencheu os lábios cheios de Evelyn quando a garota chorosa fez menção de sair do lugar. Os olhos fechados em uma tentativa de fazer as lágrimas pararem de correr. Mas, apenas com meneio de cabeça, as outras duas garotas que ajudavam a veterana nas seções de bullying, fizeram questão de manter a tortura presente.

Depois de alguns segundos presa àquela mesa, secou as lágrimas e abriu os olhos azulados, decidida a suportar aquilo de cabeça erguida. Evelyn apontou o prato ainda repleto de comida, em um mandado de fazê-la comer. Quem visse pela primeira vez, poderia dizer que aquele gesto era apenas por preocupação, mas todos sabiam que na verdade, era apenas uma tortura para a nerd da escola.

— Você deve se achar muito sortuda, não é? — Evelyn voltou a dizer calmamente. As mãos entrelaçadas apoiando a cabeça, enquanto os braços mantinham-se colados a mesa, como suporte. — Ou pensou que sairia ilesa ao terminar com meu irmão?

Os talheres fizeram um barulho estridente ao serem bruscamente soltados na parte vazia de seu prato. Novamente, tentou fugir daquilo, sentindo a vontade de chorar vir novamente. Mas, daquela vez, quem impediu foi sua ex-cunhada, ao segurar firmemente seu pulso.

Os olhos da maioria dos alunos quase imediatamente recaíram sobre as duas. O aperto se tornou mais forte, e Layla deixou escapar um murmúrio dolorido, fazendo com que um sorriso totalmente aberto surgisse no rosto de Evelyn.

Esta que estava se preparando para desferir um tapa em seu rosto, com a mão desocupada já acima de sua cabeça. Como sempre, fechou os olhos pronta para receber o golpe, sabendo que não poderia fazer nada contra a agressão.

Porém, antes que a palma sequer saísse do lugar, o pulso de Eve foi prontamente segurado, impedindo que ela realmente batesse na outra. O pulso masculino segurava a irmã com delicadeza, afinal, Nathan não queria machucá-la.

— Para de dar esse showzinho… eu te disse para não fazer nada com ela, maninha… — Evelyn bufou irritada, soltando o aperto que fazia, assim como soltou-se sozinha do aperto do irmão, deixando a local logo em seguida. E tal como chegou, Nathan fez o mesmo que Evelyn e deixou a lanchonete em seguida.

Várias coisas passavam pela sua cabeça. E a que mais lhe perturbava era o fato de que sentia muitas saudades do garoto, e mesmo assim não podia tê-lo. Seus pensamentos estavam novamente turbulentos, tal como o seu próprio coração, indeciso ao ter de escolher ceder para apenas um lado. Layla queria não ter de escolher entre Evelyn e Nathan, queria apenas ficar sem nenhum dos dois, pois no fim não os merecia.

Mas, como sempre, ela causava confusões demais ao se sentir tão confusa. Mas, a confusão sempre esteve com ela, e não seria justamente agora, que a abandonaria.

E então, enquanto deixava que os cabelos castanhos cobrissem seu rosto novamente encharcado pelas lágrimas, foi em direção aos banheiros. Finalmente, alcançaria a paz que tanto almejava, alcançaria o mar calmo como se lembrava em sua infância. Mas só depois de realizar as ações que há tanto planejava, Layla percebeu que mesmo depois da morte, toda aquela turbulência jamais lhe abandonaria.


Notas Finais


Eu sei que ficou bem curtinho, e eu ainda estou me sentindo muito mal por isso, porque era para ter bem mais detalhes sobre esse momento, sobre o que acontece antes para isso ter acontecido, e sobre depois para que vocês não fiquem tão curiosos. Mas, eu peguei para escrever faz pouco tempo, e não tive muito tempo para fazer isso antes, e como hoje eu estava meio ocupada, acabou nem dando tempo.

Outra coisa, eu não sei se compreendi bem o tema dado, então, isso também é um dos motivos de minha insatisfação com essa one-shot.

Porém, se vocês gostarem, nem que seja só um pouco, eu já vou ficar feliz, mesmo que eu não tenha atingido minhas próprias expectativas.

Enfim, até breve!


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