História Turbulência - Capítulo 1


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JR
Tags Bambam, Got7, Jackbam, Jackson, Jinbam, Kunpimook Bhuwakul, Park Jinyoung, Wang Ka Yee
Exibições 36
Palavras 1.973
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLA PESSOAS TUDO BEM COM VCS EU TAMBEM TOU ESPERO QUE VCS ESTEJAM BEM TAMBEM BEIJINHOS

OLHEM, ESCREVI ESTA FIC EM JULHO-AGOSTO DE MADRUGADA ENQUANTO DORMIA NA SALA MAS DEPOIS NAO CHEGUEI A POSTAR PORQUE #PERGUIÇA OU LA COMO SE ESCREVE, NAO TEM CORRETOR ORTOGRAFICO AQUE PORR

ELA NA ALTURA NAO TINHA TÍTULO
ENTAO COMO GOT7 FEZ COMEBACK
PRONTS
OBRIGADA AO GOT7 POR ME AJUDAR, DIREITOS DE AUTOR VAO PRA ELES HUE

juntei duas fics aqui, uma delas era uma hetero com o junior mas ninguém quer saber do junior. nem eu

ODEIO O JÚNIOR, XAU
bjs
as notas de autor ficaram bugadas, desculpem, já nao posto nada à muito tempo, eu esqueci como se faz istu #ajudemme #doemdinheiropramim

Capítulo 1 - Turbulento


O que eles fazem, eu também o quero fazer. Eu também o quero experimentar, vens comigo? Fazes comigo? Experimentas comigo?

Sabes, eles tocam-se muito nas peles de um e do outro como se essa mesma maneira fosse uma forma diferente de se conhecer melhor, e um pouquinho mais ainda. Como se fosse um conhecer diferente, estás a ver? Eles conhecem-se com as mãos, com as palmas destas mesmas, então as peles de cada um seriam tocadas, remexidas, conhecidas por e através de uma nova perspetiva.

Vem cá, eu ensino-te como se faz (porque eu já vi algures onde e como se fazia): Começas por te aproximar de mim e eu de ti, eu venho de olhos fechados e com um sorriso bem largo no rosto, sem ainda ter a oportunidade de mostrar os meus dentes. Venho de olhos cerrados, mas consigo ver à mesma o teu ser observador sobre o meu, a tua boca meia aberta no meio de um sorriso assim meio para o torto e admirado. Mas também deixas-te levar.

Continuo ao preencher as laterais da tua cintura com ambas as palmas das minhas mãos abertas, a segurando bem firme, de um jeito dominante a puxa-la e puxar-te para mais perto para mim. Até sentir o meu quadril a tocar em ti, estás a sentir também? Bom, isso é ótimo! É assim mesmo como os outros fizeram.

 

 

 

 

[ ,, ]

 

 

 

 

Sabes o que eles querem fazer? Eles querem tirar-me de ti. Porquê? Porque tu és irresistível, porque tu és meu, e as pessoas têm inveja só porque sou eu quem te tem.

Quem te quer, são muitos. Mas oh Kunpimook, só eu é que te tenho...! E te garanto, mais ninguém te pode ter. Porque, simplesmente e basicamente e muito resumidamente:

 

Simplesmente

mais

ninguém

te

pode

ter.

 

Tão difícil de compreender? Não? Então porque te fazes de um alvo tão fácil assim? Porque tão facilmente cais nas armadilhas das cobras? Para quem me quer tão mal assim? Tudo o que os outros querem é o mal para mim. Se isso incluir tirarem-me de ti, meu amor, eles fazer-lho-ão.

Está tão complicado de compreender? Falamos duas línguas diferentes, mas elas lá se entendem. Não entendes também que tudo o que eles querem é a tua língua? Esses sanguessugas, que só querem as tuas palavras, a tua conversa e a tua companhia para um puro e inocente lanche marcado num qualquer café daqui das redondezas. Mas não reparas, não consegues tu reparar, na malícia dos olhos deles? Puta que pariu, Bhuwakul! Eles não querem a tua língua só para dialogar.

 

Perversos como eles são, querem a tua saliva por todo o corpo deles. E sem escapar qualquer tipo de espaço, pedacinho de pele que fosse. Não é só a pele que quer os teus lábios, os próprios lábios dos outros desejam os teus carnudos também.

Querem beijar-te e encher-te de pecados que só eu posso preencher. Querem a tua boca rosada a roçar na pálida deles, querem que tu os proves e querem deixar-se provar por ti também, numa de se virem com as suas fantasia realizadas, o seu corpo satisfeito.

Querem sentir a saliva quente, a textura que só é tua, e querem tirar isso de mim. Achas isso justo?

Querem tocar-te com as mãos sujas, num corpo que nem é deles sequer. Porque, tudo o que não é nosso, é muito mais apetecível, de igual forma o que é dos outros também tem o seu ar de loucura, porque roubar tem adrenalina, e tu és a adrenalina dos outros.

Caralho, és tão ingénuo. E essa ingenuidade devia de ser somente guardada e descoberta comigo, onde está a inocência que só eu a quero romper? Não vês que os outros te querem tirar de mim? És tão criança!

Sabes que mais? Continuas assim e vou-te castigar. Forçar-te numa parede, acariciar o teu corpo, e fazer o que os outros querem e tão desejam fazer contigo também. Não vou deixar que nenhum espaço de ti se escape das palmas das minhas mãos:
vou sentir-te, vou apertar-te contra mim, e todo o ‘eu’ vai fazer maravilhas.
Vou-te pôr doido, fazer gemer o meu nome e mais nenhum outro nome sem ser o meu próprio.

 

O teu pescoço será meu, e vou substituir os dentes dos outros por uns chupões vermelhos e bem negros dos meus, que só eu os sei dar. Vou-te pisar o sangue, apertar as cochas, arranhar-te as pernas. Vou-te prender os braços nas tuas costas, abraçar as tuas mãos com as minhas, mas só depois de puxar o teu cabelo de mechas coloridas para trás e te dizer:

 

- Mas eu amo-te tanto...! Porque és assim comigo?

 

Vou sorrir com os olhos aguados, beijar-te docemente no rosto primeiro, e depois roubar-te uns outros tantos e mais ferozes nas tuas bochechas. Porque é isso mesmo que eles fazem contigo. Vou fechar os olhos porque não quero que tu me vejas a chorar, emocionado, revoltado porque sinto que te estou a perder por entre os meus dedos a cada momento que passa.

 

 

 

 

[ ,, ]

 

 

 

 

Ouvia o som da preciana a fechar, mas qual seria afinal o sentido? Qual seria afinal a intenção no meio daquilo tudo? Nada do que viesse de Wang iria ser igual. Igual a quê? Talvez a tudo o resto que sentiria antes por Jin Young. Então BamBam teria que mentir, teria que se forçar. Teria que se esforçar.

Esforçar para quê? Para que Jackson não descubra, mas o que o mais velho não poderia saber sobre o mais novo? De entre duas pessoas que se amam pura e verdadeiramente, tudo não haveria de ser que nem um livro aberto? As páginas em branco não deveriam de estar escritas? Os erros ortográficos corrigidos? Naquele livro só haveriam páginas arrancadas? E tingidas de amarelo.

Porquê pintadas de amarelo? Aquele amarelo-torrado, era de velhice, era do passado. De um passado que não aconteceu, de facto. Na realidade, tudo aquilo haveria de se ter passado somente na mente de BamBam. E porquê só na mente do menor? Ele era um estúpido, um parvo? Que nada saberia fazer nas suas devidas e merecidas condições? Enfim, sim, BamBam era tudo disso mesmo. Fazer o quê? Nunca tivera coragem para se confessar verdadeiramente a quem todos lhe chamavam de Junior! Fazer o quê? O medo impede todos nós de fazermos aquilo que na verdade queremos fazer, não é verdade? Pronto, simplesmente não devemos julgar ninguém pelas suas ações.

Porque Kunpimook tinha medo? Ele tinha medo de iludir, de enganar. Mas quem? Quem tanto o amava mas, infelizmente para um deles, não era correspondido de volta. Ka Yee amava Kunpimook mas Kunpimook não amava Ka Yee. Ainda bem para BamBam, o infelizmente era usado só em Jackson.

Infelizmente, coitadinho, Wang não tinha culpa de ter que levar com os sentimentos residentes num coração tão aflito e necessitado igual ao de Bhuwakul. Aflito porquê?

BamBam já amou Jackson. Amou, um tempo no passado. Começou a saber a distinção dos tempos e modos verbais quando, precisamente, conheceu Jin Young.

Jin Young, que lhe docemente sorriu, docemente levando consigo todo o seu amor, tão docemente o puxando, lentamente, para o lado da sua mente, tão amargamente fez com que a mente dele não voltasse a pensar noutro mais alguém que não tivesse Park no apelido.

BamBam via Junior em todo o lado, mesmo sem Junior saber, mesmo Junior não estando lá, fazendo ilusões a si próprio. Será que Jackson também se sentira iludido?

Não, claro que não. Jackson estava de tal forma tão e mesmo concentrado no pequeno que nem notara que tudo o que BamBam fazia era papel de ator, fingidor:

 

Fingir as sensações, fingir as emoções, fingir o amor. Fingir-se arrepiado com a presença de alguém que não sairia ainda do seu vulto misterioso.

Olhar para trás, tendo a visão completa de cima dos seus ombros, com o seu queixo lá pousado, e se fingir de surpreso. Sorrir de surpresa (mentindo também, como é claro. É difícil imaginar ser feliz, fingir-se de tal, não haveria papel para isso!).
Talvez Ka Yee se deixasse levar demais com o brilho dos olhos daquele menor, porque pensava que ele também estaria desejoso por si. Mas na verdade, esse mesmo estaria antes a esconder as lágrimas teimosas, e a desejar por Park.

Os olhos ficam brilhantes com as emoções, com o choro escondido. Jackson, não sabias? Jackson só sabia levar tudo para a luxúria e para os seus desejos carnais onde somente BamBam será e estaria apto a saciar.

BamBam queria era ser surpreendido por Jin Young mas era antes Jackson que lá estava, atrás de si, aparecendo pela porta e fechando a preciana. Metendo a sala escura, caminhando pelo chão branco e enfeitado com moisaicos pretos. Onde estariam os cinzentos? Porque haveria tudo de ser precisamente tão preciso? Para quê tudo tão correto e sem lógica ou jeito algum? Porquê Jackson e não Junior?

Vocês sabiam que há algo na nossa mente que é simplesmente fantástico, chamado de imaginação. BamBam só era (mais ou menos) feliz quando fechava os olhos. Dependendo dos mais variados tipos de pessoas, existem também várias formas de imaginar:
Há pessoas que imaginam melhor de olhos abertos ou quando se deitam para descansar. Lá fora na rua quando passeiam, ou até mesmo quando se vêm enfiadas numa multidão tão desnecessária e tão contra as suas vontades.
BamBam fazia parte da categoria onde o maior número de habitantes neste mundo se refugia para imaginar.

 

De olhos fechados.

BamBam era feliz quando fechava os olhos, porque via Junior e não Jackson. Tão difícil de se perceber? Não, pois não? Ah ah.

Sorria e mostrava os dentes até. Quando cerrava os olhos, nunca mais os chegava a novamente abrir, só para se assustar e arrepender do facto de ter nascido nesta vida e ser um triste e azarado, mas não foi ele quem escolheu este papel.

Ninguém escolhe os papéis que recebe em mãos. Às vezes temos que interpretar outro tipo de personagens que não são mencionadas e pronto...! Tentar sermos felizes num outro ponto de vista, num outro mundo, numa outra ‘qualquer coisa’.

BamBam sorria, e na sua imaginação, tudo era fácil e escrito com todos os tons de felicidade que haveriam de querer existir e se realçar. Era Jin Young que lhe cheirava o pescoço e não Jackson. Era Junior que ria e fazia com que o ar quente da sua respiração abafada fosse contra essa porção fina e indefesa de pele. E não Jackson.

Como BamBam ria de volta, meio que encolhia os ombros porque Jackson o fazia arrepiar! Jackson não, Jin Young, desculpem...! Jin Young o achava uma gracinha, um indefeso, BamBam era só de Jin Young.

Era ele quem lhe lambia a pele com língua quente e lhe sentia o suor frio e nervoso do menor. E fechava os olhos também, mas esse aí não imaginava. Apenas sentia. Sentia a vulnerabilidade do outro, que inclinava a cabeça para um lado aleatório e se rendia por fim. Tomava um ar mais sério no rosto, deixava a boca abrir, uns gemidos daqui e dali se escaparem pelos seus lábios carnudos à medida que ia sentindo as marcas dos dentes brancos e alinhados de Junior.

Levava as mãos ao próprio pescoço, esticava a própria pele,

deixava as mordidas virarem chupão (ou seria o contrário?)

e do chupão à saliva novamente.

 

 

 

 

Tu, que tanto queres ser como eu,

que tanto o queres igual a mim,

que tanto tenta ser como eu para o ter nos teus braços,

fica sabendo que:

ele só me pertence a mim. Ele é meu, preciso dizer mais alguma coisa? Pois, bem me parecia.

Só acho que,

devias de ter vergonha, das fitas que fazes só para o conseguires conquistar.

Nada de mais, não me leves a mal. Mas eu só te acho ridículo.



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