História Turim - Capítulo 3


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Categorias Paulo Dybala
Personagens Paulo Dybala, Personagens Originais
Tags Dybala, Dybala21, Futebol!, Italia, Juve, Juventus, Lajoya, Paulo Dybala, Turim, Turin
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Palavras 2.848
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Esporte, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cá estou eu, conforme vocês pediram, com o 3º capítulo. Lembrando que o 4º está disponível na outra plataforma, mas aqui eu só vou postar amanhã, então se tudo correr conforme estou cronometrando, será 1 diazinho apenas de delay nos capítulos por causa da data de postagem.

AVISOS:
~ Capítulo, como sempre, não revisado;
~ Eventuais erros me perdoem e comuniquem;

É um dos meus preferidos até aqui e espero que vocês gostem também. Espero o retorno nos reviews pra saber se vocês estão gostando, pORQUE EU NUNCA ESCREVI ALGO ASSIM HÉTERO E EU TÔ BEM NERVOSA COM 0 EXPECTATIVAS DE MIM MESMA. KKKKKKKKKKKKKK BEIJOS, AMO VOCÊS

Capítulo 3 - Tre


Vários pensamentos rondaram minha mente desde aquele fiasco que foi minha conversa com Paulo. Desde que eu tinha sido, por mais incrível que parecesse, bem mais babaca que ele. Fiz uma nota mental de me desculpar, mas claro que eu era uma pessoa orgulhosa demais pra isso.

Minha mochila estava pronta com tudo que eu me lembrava e que Augustine dizia que eu talvez fosse precisar. Outro par de sapatos, roupas, as peças que usaria no evento, repelente e, fora isso, só os elementos decorativos que eu tinha preparado conforme o passar dos dias. Paulo me mandou um bilhete por um rapaz que julguei ser um de seus irmãos, me avisando que tinha comprado e/ou confeccionado a maior parte da decoração pra barraca. Respondi contando-lhe da minha ideia acerca dos bombom's entregues para uma pessoa especial e eu já tinha organizado tudo.

Quando digo tudo, quero dizer que eu e Augustine separamos uma penca de frases românticas de declaração e fizemos os cartões. Na hora a pessoa só iria escolher um deles, eu colocaria o doce grampeado e então ela escreveria o nome do destinatário. Penduraríamos em um varal decorado com as letras do alfabeto para não ficar confuso e, cada um que passasse ali, procuraria a letra do seu nome para descobriria se tinha um admirador secreto.

Paulo não foi comigo pra lá, o que era mais do que o esperado. Fiquei em partes agradecida e em partes um pouco chateada, porque como sempre, tinha que ficar pedindo informação pros outros e eu odiava isso. Parecia que as pessoas eram amigáveis o suficiente, mas ninguém gosta de uma garota com zero senso de direção e essa sou eu. Sempre fui assim.

Meu espanto foi explícito quando o encontrei com tudo organizado já no nosso espaço. Toda a parte dele estava montada, toda mesmo. A barraca estava decorada com flores do lado de fora, cartazes ao redor e, na entrada, uma placa que anunciava "Barraca do Beijo".  Até então eu não tinha ideia de que expressão era utilizada na Itália pra isso. Tinha uma bancada colocada com duas cadeiras e eu tinha certeza que era pra atender as pessoas.  Não segurei a risada quando ele me viu e fez uma pose de prendado: a mão na cintura, a outra arrumando os cabelos, o queixo erguido e um sorriso convencido de "surpreendi você". Sim, Paulo, de fato me surpreendeu. 

 Trabalho árduo por aqui, sim? – Brinquei quando ele se aproximou.

– Tudo para ajudá-la, donzella.

– Certo, então continue sendo bonzinho e me ajude com o varal, tudo bem? – Ele sorriu e, de novo, me desconcertou. Reparei em seus cabelos. Havia raspado dos lados, o centro estava enorme e o corte tinha valorizado seu rosto, o que era uma merda, porque dava vontade de ficar olhando e claro que eu não podia ficar olhando, mas acontece que eu já estava e isso era outra merda. Merda!

– Não consigo saber o que não está bem quando você está por perto. – Foi o que ele disse pra terminar de cagar com a minha vida.

Tive que dar risada porque, em outras vezes, já tinha experimentado a cortada, a grosseria, tudo. Nada nunca havia dado certo, então eu cheguei a conclusão de que, pra conviver numa boa com ele quando fosse necessário, teria que ceder um pouco. E, além disso, rir de algo como aquilo não era sei lá, ficar com ele. Era só... Uma risada, não?

– Nem acredito que fiz você rir de cara. – Comentou com o mesmo sorriso, pegando o varal já montado das minhas mãos e o firmando no suporte que ele tinha trazido e fincado no chão. Parecia ser até mais organizado que eu.

– Não se acostume, é só hoje. – Continuei por perto para oferecer os amarradores pra ele. 

 Noite da paz. Certo, entendi. – Deu risada enquanto certificava-se de que nada iria escapar quando nós começássemos a pendurar as coisas. 

Já tínhamos decidido os preços por intermédio dos bilhetes e não havia nada para debater em cima da hora. O clima ameno que se instalou no local entre nós dois era puro reflexo das três semanas de preparativos.

Quando terminou, ajeitamos o local onde as pessoas escolheriam e também pagariam as compras, além de eu ter arranjado uma cumbuca até um pouco grande pra colocar os doces. Os outros pacotes estavam dentro da mochila.

– Ei. Você nunca veio aqui, veio? – Indagou-me enquanto terminava de separar os tipos de cartões sobre a bancada. – Ficaram bonitos, aliás. Bom trabalho.

– Obrigada. E não, nunca vim. – Me deixava um tanto nervosa ele achar que estarmos "convivendo" era uma liberdade pra tentar ser, sei lá, meu amigo. Jamais me amigaria com alguém como ele. 

– Quero te mostrar um lugar.

Gostaria de ter debatido, gritado, esperneado, mas no fim das contas, já tinha passado vergonha o suficiente perto dele. Paulo estava me ajudando, estava sendo gentil de um jeito que eu nunca havia o visto e parecia querer dividir algo comigo além da maldita nota.

– Tudo bem, vamos. – Falei apenas pra não parecer que eu estava sendo obrigada, mas estava sendo obrigada. E também era para que ele não ficasse achando que podia me levar pra onde quisesse. Queria deixar claro que estava indo porque EU queria, mesmo que eu não quisesse.

Andamos, andamos, andamos e nada. Comecei a ficar atordoada, quase em desespero. Estávamos mais afastados da trilha do que eu gostaria, e ainda por cima podia ouvir barulho de água dali.

 – Paulo, escuta. – Parei no meio do caminho e ele me olhou um pouco surpreso. O cabelo estava bagunçado pelo vento, os olhos claros pareciam cheios de expectativa voltados para mim.– Se você vai me matar, pelo menos me esquarteje longe do rio.

Ele gargalhou. Chegou a colocar a outra mão sobre o abdômen, porque parecia lhe faltar o ar. – Você não confia nem um pouco em mim, não é mesmo? – Neguei com a cabeça. Mas é claro que não, seu bastardo! A pessoa me leva pra um lugar afastado no meio do mato e quer que eu confie nela? Anjo da guarda, me socorre! – Vim aqui algumas vezes no ano passado. Quando eu não me sentia muito bem. É perto, então dá pra espairecer. Talvez você precise desse lugar algumas vezes no decorrer desse curso. Não estou pedindo pra me convidar, só... Quis dividir com você.

Permaneci o encarando, mas chegou um momento que até eu mesma sabia que lhe devia uma resposta. Assenti, então os dedos dele que estava ao redor da circunferência do meu braço desceram em busca dos meus, o que me causou um arrepio estranho e eu joguei a culpa no tempo louco da cidade, pois havia amanhecido calor e, naquele momento, o vento que soava já era frio. Sim, de novo. 

Respirei fundo e continuamos a caminhada pra baixo, mas a banana aqui tropeçou e acabou o levando junto. Rolamos pelo menos meio metro e, como se não fosse vergonha o suficiente, eu ainda caí por cima dele. Bem, e meu joelho sobre o saco. Suspeito que Paulo nunca vá ter filhos depois disso. Ouvi um gemido. Paulo tinha uma careta de dor, mas não reclamava.

 – Melhor eu não perguntar se eu machuquei você, certo? – Joguei meus cabelos negros pra trás, porque eles tampavam a porcaria do meu rosto. Se bem que envergonhada como estava, não era uma má ideia.

– Muito melhor. – Respondeu, mas seu tom foi divertido, o que me fez estranhar.

– Você está realmente rindo disso?!

– Estou rindo do quanto você ficou envergonhada. E do quanto nós dois precisamos de um banho, então... Parece que alguém vai ter que perder o medo de água.

 – Nem. fodendo. – Sibilei, me movendo devagar para o lado e saindo de seu colo, o que o fez suspirar de alívio. Espero que tenha sido de alívio. – Prefiro ficar suja.

 – Você não vai apresentar o trabalho e nem atender gente cheia de barro, Helena. Deixa de frescura.

– Não é frescura, inferno! Não quero, não vou.

– Você se machucou? – Perguntou, me analisando dos pés até a cabeça.

– Meu pé dói um pouco, mas nada preocupante. Desculpe ter caído em cima de você. Eu tropecei e... Que merda você tá fazendo?! – Ele avançou na minha direção e me envolveu nos braços. Comecei a me debater e acabei arranhando o rosto dele. – Merda! Você disse que não ia me matar!

– Quer parar de me machucar, donna?! Não vou matar você, mas também não cheguei aqui e perdi um dos testículos pra você voltar suja ou descer até lá e ganhar outro pé machucado.

Bufei e cruzei os braços. Paulo era difícil e o pior é que estava com a razão. Eu odiava ser carregada pelos outros, mas tive que aguentar. E confesso que nem era tão ruim assim. Ele tinha os braços fortes, tinha um cheiro bom... E merda, um rosto fodidamente divino. Pena que a boca parecia um cu, então toda vez que abria era pra soltar bosta.

– Agora sim posso te chamar de donzella, certo? – Eu não disse?

– Errado, você não vai me chamar de nada. Cala a boca e me leva logo nesse lugar.

– Certo, mas depois de matar todos os meus filhos, você realmente me deve um banho.  

Joguei a cabeça pra trás e, sinceramente, desisti de discutir. Passamos pelo último tronco e pude ver o tal rio. Realmente bonito. As águas eram claras e alguns animais brincavam ao redor, além de que alguns pássaros estavam aguardando o toque de recolher bem em cima da água. Eu adorava lugares calmos assim, longe de toda a bagunça que era a faculdade e afins. Paulo me colocou sobre uma pedra e ajudou que eu me sentasse. Sentou ao meu lado, só que no chão. Pelo menos nessas horas ele respeitava meu espaço.

– Espero que não tenha sido tão ruim, no fim das contas.

– Não foi. – Corrigi quando me dei conta do que havia parecido. – Quer dizer, ser carregada por você sim, mas chegar até aqui não.

– Ah, então você não gostou da parte em que te peguei, mas gostou do resto. Bom saber. – Ele torceu os lábios e eu suspirei cansada. Uma investida pior que a outra, pelo amor de deus. Quando ele ia aprender? – Quem cala consente, já ouviu isso?

– Cala a boca, Paulo Bruno. Não estraga a magia do lugar.

– Por que você tem medo de água, afinal? – Indagou se ajeitando no chão.

– Não é da sua conta. – Declarei, emburrada. As cantadas dele me deixavam irritada demais. Era tão difícil assim ficar um dia sem falar abobrinha?

– Não seja tão rude, porra. Podia ter trazido qualquer uma aqui e conseguido uma transa, mas trouxe você que não quer nada comigo. Será que dá pra retribuir o gesto sem ficar me cortando?

– Oh, claro, e sabe deus onde vamos parar se eu não te cortar. – Revirei os olhos determinada a me calar, mas ele resolveu continuar outra discussão ridícula. 

– Vamos parar onde você quiser e é exatamente esse o teu problema: você quer, mas não admite que quer.

– Você se acha demais. E esse é o teu problema.

– Sim, e é exatamente disso que você gosta. – Se levantou e, por um momento, pensei que fosse me deixar ali. O problema é que ele não fez isso. Paulo foi para a beirada do rio, jogou a mochila em cima de uns galhos e subiu a camiseta, cruzando os braços para conseguir arrancá-la, a atirando por cima da bolsa.

Jogou um olhar para trás e aquele sorriso sem vergonha, sem escrúpulos, quando eu estava espantada e estática demais pra retribuir ou pra mandá-lo para os quintos. Ainda teve a audácia de abrir o fecho da calça e lançá-la abaixo, jogando-a junto da outra peça e da mochila. Gostaria de não ter reparado, mas com aquela bunda praticamente na minha cara era uma tarefa difícil. E o pior é que eu realmente gostava de bundas. E pior do que tudo isso é que ela não era a única coisa grande ali, se é que me permitem.

Tentei desviar o olhar, mas ele me chamou e jogou água pro meu rumo antes de entrar. Procurei uma pedra pequena e joguei na direção dele. Paulo deu risada, desviou e me jogou mais água. Acertou e o barro começou a se espalhar pelas minhas pernas. Revirei os olhos e levantei dando-me por vencida. Joguei a mochila pra junto da dele e me aproximei mais do rio. Quando estava numa proximidade considerável, ele saiu da água e estendeu a mão pra mim. Hesitei, claro, mas respirei fundo e segurei.

– Pegue leve comigo. – Minha voz saiu mais como um sussurro e me envergonhei amargamente disso. 

Paulo concordou e virou de costas, se agachando. Ri quando entendi o que pretendia. Mesmo contra metade da minha vontade – que era jogar ele de cabeça na pedra e sair correndo –, subi em suas costas e ele deu passos lentos em direção ao rio, até estarmos dentro. Me segurava em seus ombros e as vezes me apoiava pelas pernas, especialmente quando percebia que eu estava escapando. Fez palhaçadas, rimos, jogamos água um na cara do outro e aquele jeito de moleque dele sim era interessante. Era um lado novo que eu não conhecia, mas que tinha gostado de ver um pouco. Era um lado que combinava com o meu espírito, mas que dava medo na minha razão. Sei que em nenhum momento ele tentou se aproveitar da situação e aquilo também era novo.

Virei o rosto e não espiei quando ele foi se secar e trocar a peça íntima encharcada por uma seca. Pra algumas pessoas como Augustine, pode parecer uma burrice imensa, mas acabou sendo importante entre nos dois. Jogou a toalha pra mim e eu agradeci. Graças àquela minha iniciativa, ele se virou por livre e espontânea vontade quando chegou a minha vez, apesar de ficar reclamando da demora.

– Deus, até que enfim! Qual é o problema das... Uau! Isso não é melhor que você molhada, mas é tão bom quanto.

E lá vamos nós de novo. 

– Cale a boca, Paulo. – Tentava secar meu cabelo enquanto o ignorava. Não adiantou muito, porque ele tirou das minhas mãos e passou a secar sozinho. – Obrigada.

– Por nada. – Sua resposta foi com um sorriso e eu acabei por sorrir também.

Paulo era um mistério. Uma hora uma coisa, outra hora uma completamente diferente. As vezes ele estava quieto, ríspido e em outras era o oposto, tagarela e completamente gentil. Em alguns momentos ele era um canalha e em outras um perfeito cavalheiro.

De início eu não estava dando a mínima pra descobrir, mas com o passar do tempo... Não podia estar mais curiosa. O segredo era justamente toda aquela mistura, porque eu nunca sabia o que esperar dele, tal como ele nunca sabia o que esperar de mim. Éramos opostos e iguais ao mesmo tempo. Éramos cão e gato, mas éramos dois animais.

Fizemos todo o caminho de volta com cuidado, principalmente porque meu pé doía e não havíamos trocado os sapatos, já que sujaríamos tudo de novo. Podíamos ouvir a música da metade do caminho pra frente e pude reparar o quanto ele estava animado com aquela coisa toda, ao contrário de mim.

– Você sabe dançar? – Perguntou, estendendo a mão pra que eu subisse uma parte mais alta do barranco. Minhas pernas eram curtas por minha estatura, o que me obrigava a aceitar de bom grado. Acontece que eu não consegui subir sozinha e ele foi obrigado a me pegar pela cintura e me levantar. De novo aquele cheiro inebriando minhas narinas. De novo os braços fortes me envolvendo e, dessa vez, o corpo dele parecia mais quente que todas as outras que eu já tinha sentido.

– Não. E obrigada. De novo.

– Tudo bem, eu que te meti na enrascada com os barrancos.

– Não foi de todo mal. E eu não sei dançar, então não me convide.

– Eu vou te ensinar. – Ele olhou tudo ao redor para checar se estávamos prontos pra começar, pois as pessoas já estavam rodeando com olhares curiosos. Casais de mãos dadas sorriam ao encarar nossos cartazes e outras pessoas sozinhas vinham sobre a bancada olhar os cartões. Tinha que fazer minha melhor cara de vendedora para conseguir aqueles pontos. 

O encarei do famoso jeito nada amigável pela trocentésima vez desde que havíamos nos conhecido. Eu não queria dançar com ele. Eu não queria sentir todo aquele calor que emanava do maldito corpo passar pro meu. Não queria aqueles braços me envolvendo como se fosse algo precioso demais pra não se amparar. Não queria, porque era bom e, porque quando ele fazia, eu não queria que ele parasse, e eu não queria querer toda aquela confusão na minha vida.

O problema é que Paulo Bruno, desde quando o conheceu, nunca aceitou um não como resposta e, infelizmente, o que mais sai da merda da minha boca é não.

– Não, você não vai me ensinar. – Declarei e ele riu. Riu porque ele também sabia que eu estava falando com o vento. Mas é claro que ele ensinou, pouquíssimas horas depois. E é claro que nem foi tão ruim quanto eu tentei fazer parecer. E detalhe: ainda nem tínhamos dormido na bendita barraca.


Notas Finais


Até lá embaixo, beijinhos. []


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