História Turma da Mônica Jovem - Capítulo 25


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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Personagens Originais
Visualizações 87
Palavras 528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção Científica, Saga, Violência
Avisos: Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Festa.


Chegou o dia da festa de Denise, ela avisou a todos que seus pais estavam viajando durante 2 meses. Cebola, se arrumou todo, mesmo sabendo que não iria curtir a festa.

Na casa de Denise...

-Fala Careca!-Cascão deu um aperto e um abraço em Cebola.

-Faz dois que a gente não se vê, pra que essa cerimônia? 

-Eu tô feliz...

-Pelo o que?-Cascão virou o rostode CCebola, que virou para porta. Lá estava, Magali e Mônica, uma mais linda que a outra.-UAU! 

-E bota uau nisso.-Cascão foi empurrando Cebola, assim que chegou em Magali, lhe deu um beijo.

-Eu é que não vou ficar aqui.-Mônica disse, indo para Cebola.

-Você... Tá incrível.

-Obrigada... Você também... Lindo.

-Só lindo? Minha filha, eu estou espetacular.-Cebola disse, dando uma volta.

-Exibido.-Os dois riam. Mas para a infelicidade de Cebola, Felipe chegou.

-Olha quem finalmente chegou.-Felipe colocou seu braço em volta do pescoço de Mônica.

-Oi Fe. -Mônica disse, lhe dando um selinho. Quando Cebola percebeu, ele não estava sendo notado, então, saiu dali.

-Cebola, desencanta logo desse Mônica!-Disse Denise, colocando seu braço no ombro de Cebola.

-O que?

-Você não percebe? Ela tá namorando outro cara e se terminar, vai ser outro... Esqueceu totalmente de você.-Denise foi logo pra porta, deixando Cebola pensativo.

Depois de 2 horas de festa, Cebola não aguentava mais, só queria sair dali, todos seus amigos estavam "se pegando". Ele decidiu, por livre e instantânea vontade, achar um quarto vazio(a casa era tão grande que tinha quarto que ninguém dormia). Assim que encontrou, deitou na cama de bruços e começou a mexer no celular. 

15 minutos depois...

Toc Toc

Ele vira a cabeça e vê Mônica, parada.

-Posso entrar?

-Claro!-Cebola se sentou na cama.-Cadê o Felipe?

-Ele foi embora...

-Porque?

-A mãe dele ligou pra ele desesperada.

-Você... Tá bem? 

-Tô...-Mônica olhava para o chão.

-O que aconteceu?

-...Nada Cê, eu tô bem.

-Eu te conheço baixinha, você não tá bem.

-É que eu vi... A Denise dando encima dele...

-Você sabe que metade das pessoas aqui tão bêbadas, né? Ela devia tá. 

-É que... O jeito que ele olhava pra ela, diferente...-Cebola queria contar, não conseguia.

-... De uma coisa eu tenho certeza baixinha, ele te ama, não seria capaz de fazer isso.

-.... Eu não quero falar isso Cê.

-Que falar de que então?

-De... Você e a Mila. 

-Eu e a... Mila?

-É, me conta tudo.-Mônica se animou um pouco.

-A gente é só amigo.

-A é? Então...-Mônica ficou pensativa.-Onde se conheceram?

-Por coincidência, esbarramos um no outro, e aí...

-E ai?...

-...-Cebola deu um sorriso.-Não vou te contar.

-Qual é Cê!-Mônica tacou uma almofada nele.-Fala logo, se não eu vou descobrir...-MMônica deu um sorriso vingativo.

-Tá bom baixinha, você venceu... A gente... Meio que ficou.

-Que?-Mônica gritou alto, ainda sorrindo.-Vocês já ficaram?

-Sim, mas foi por pouco tempo.

-Você... Ainda sente algo por ela?

-Não... Mas ela...

-Como você sabe?

-.... Isso definitivamente eu não vou contar.

-Ah Cebola! Conta logo, senão eu te dou uma coelhada!

-Não.-Cebola ria, com a mão tampando o rosto.-Me fala um motivo pra eu te contar.

-Deixa eu pensar...-Mônica olhava pro teto.-Já sei!  Acho que é porque eu sou sua melhor amiga!

-...-Cebola deu um sorriso.-Você.... Acertou.-Ele fez uma cara de decepcionado.

-Aeeeeee! -Mônica comemorava.-Vai, agora conta!

-Ela.... Me beijou...-Mônica se controlava pra não gritar.-Tá sem reação?

-Não, só tô controlando.-Os riam alto, era esse tipo de conversa de que Cebola sentia Saudades, parece que tinham voltados aos velhos tempos.



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