História Turning Point - Capítulo 19


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Categorias Originais, Tom Hiddleston
Personagens Personagens Originais, Tom Hiddleston
Tags Amor, Hiddlestoner, Londres, Paixão, Romance, Tom Hiddleston
Visualizações 42
Palavras 3.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


"E Julieta disse a Romeu: De que vale um nome, se o que chamamos de rosa, sob outra designação teria igual perfume?"
(William Shakespeare)

Capítulo 19 - Amigos


Fanfic / Fanfiction Turning Point - Capítulo 19 - Amigos


Erin decidiu não ir para casa, realmente. Preferiu seguir para o jornal com intuito de adiantar as coisas que revisaria na manhã seguinte.
O seu chefe, um homem de meia idade com cabelos grisalhos, achou aquilo algo interessante já que tinha liberado-a para um dia, afinal, ela fora a Côrte.
—  Veio fazer cerão? —  ele brincou, quando entrou na sala dela.
—  Na verdade, sim. Vim dar uma revisada. Saí cedo do julgamento. Tenho planos pra matéria de depois de amanhã que não podem esperar.
Augustus percebeu que pela primeira vez, Erin parecia mais alegre ou algo do tipo. Ele se recostou na cadeira, e suspirou, queria perguntar como fora a audiência mas pela felicidade da mulher, alguém tinha sido condenado por algo.
—  Bom, sendo assim, obrigado por vir aqui. Ganhou pontos na minha humilde opnião. —  ele piscou divertidamente para ela e saiu da sala.
Quando Erin se viu novamente sozinha, deu um sorriso gigante. Não por ter tido uma aporvação do seu superior, mas porque pensou no beijo que tinha dado em Tom. Lembrava-se que aquela língua aspera invadira a boca dela e a deixara quase sufocada com a intensidade. Ela sorriu mais ainda e segurou-se para não deixar que as memórias das noites quentes que eles tiveram a invadissem. Seu peito arfou e ela sacudiu a cabeça para tentar fazer com que as lembranças fossem embora. 'Foco no trabalho, garota' ela pediu a si mesma.
Amanhã era sábado e ela lembrou, ao sair da redação, que precisava passar em alguma loja para comprar algo para Becca. Lembrou que a garota estava a procura de um CD de uma banda alternativa que ela não encontrava em lugar nenhum. Então, pegou um taxi e foi até Camden Town á procura. 
Se divertiu com as coisas esquisitas por lá, desde roupas de latex a criaturas que pareciam sair diretamente do inferno. Seus pais surtariam naquele lugar cheio de camelôs e lojinhas populares. Erin, não resistindo, aproveitou para comprar uma capinha de madeira para seu iphone. Tinha comprado um novo celular e apesar de não ser muito chegada ás tecnologias, estava toda animada com a nova aquisição. Já era o segundo aparelho que ela adquirira desde que chegara a Londres.
Chegou em casa e passou a revisar mais detalhes do projeto que vinha trabalhando com Becca. Quando percebeu já passava das 1 da manhã, e então, foi dormir.
Ao acordar, lembrou-se que sonhou com Thomas. Que eles estavam numa praia paradisíaca e deserta, só os dois e que se amavam em segredo...

A noite, Erin se arrumou para seguir para a casa de Becca. A jovem agora vivia sozinha, ainda bancada pelos pais, mas tinha se inspirado em Erin, como ela afirmava e alugara seu primeiro "apê" numa região nobre da cidade. Um apartamento tão grande que Erin sabia que podia abrigar três famílias.
"É porque é minha casa e escritório da revista" ela tinha se esquivado das alfinetas de Erin quando as duas foram ver o lugar para alugar.
A ruiva se arrumou normalmente, mas agora estava passando maquiagem. Desde que ela e Becca tinham feito um curso no mês passado, Erin estava sempre mais...feminina, como ela mesmo dizia entre risinhos envergonhados.
"Você está deslumbrante" ela se elogiou enquanto terminava de colocar um cordão de pérolas falsas que tinha comprado no dia anterior em Camden. Tinha escolhido em pretinho básico e estava, de fato, bem bonita. Seus cabelos estavam mais hidratados que antes e a cor estava forte demais. Suas sardinhas escondidas embaixo da base e os olhos com cílios grandes e pretos devido ao rímel.
"Só espero não chamar muita atenção" ela imaginou, meio que prevendo que despertaria olhares.
Pegou a bolsa e saiu de casa assim que o Uber chegou.
Após alguns longos minutos, Erin chegou na festa. Becca abriu a porta com alegria, berrando e saltitando por causa da amiga. Charlie estava lá também. E, outras pessoas que Erin não reconhecia. Sentiu-se até mesmo um pouco idosa naquele ambiente.
— Vamos nos divertir, garota! —  disse Becca —  Pena que Josh não está aqui...sinto falta daquele bonitão.
—  Eu também. —  admitiu Erin enquanto pegava um copo que Becca a oferecia. —  Só vamos brindar, eu não bebo mais.
—  Oh, perdão. —  disse Bec pegando o copo da amiga. —  Vou pegar uma água com gás, ok?
—  Obrigada, Becca. —  disse Erin.
Música alta, luzes de neon invadindo o ambiente da sala enorme. Erin constatou que se vendessem bebidas e ingressos, poderia ser uma boate facilmente. Alguns garçons vestidos de calças e suspensórios sem camisas passavam de um lado para o outro oferecendo bebidas aos jovens. Erin riu daquela coisa inusitada e divertida. Só sua amiga mesmo. Josh iria morrer se visse aquilo. Ah, com certeza.
—  Aqui está! —  disse Becca entregando um copo de água com gás para Erin e depois tocando nos cabelos ruivos da amiga. Becca estava cerca de um palmo mais alta devido as plataformas que usava.—  Amei esse seu novo look. Você está tão linda...
—  Becca, por favor, você já disse isso 3 vezes —  Erin disse rindo. —  Você que está tão perfeita! A festa está muito bonita. Estou me sentindo numa boate...
—  Essa era a intenção!
Erin percebeu uma certa confusão próximo a porta e bebericou sua água. Estreitou os olhos para entender o que estava acontecendo.
—  Ai meu Deus, ele veio! —  berrou Becca.
" Loki de Asgard"   alguém disse e o coração de Erin bateu muito mais forte, tão forte que ela ficou com medo de passar mal naquele exato momento.
Ela abriu a boca para dizer algo mas não conseguiu. Era, de fato, Thomas entrando no apartamento e batendo várias selfies com a meninada. Ele sorria abertamente e fazia gestos. estava visivelmente alegre. Com um look bem mais despojado do que costumava usar, reparou Erin quando ele chegou mais perto dela.
—  Becca! —  ele disse bem alto abrindo os braços e recebendo a baixinha em seu peito! —  Meus parabéns, minha querida. Recebeu o presente que enviei?
Ela fez que sim e pulou de alegria. Era mesmo uma pipoca e não uma menina.
—  Erin...—  ele disse quando a moça foi atender a outro convidado que chegava.
—  Tom...
—  Surpresa?
—  Não sabia que vinha...
— Eu imaginei que você viria...aliás, eu tinha certeza disso.
Ele se aproximou dela e amboas trocaram beijinhos na bochecha. Aquilo foi esquisito para Erin mas encostar nele a deixou um pouco 'animada'.
—  O que está bebendo?
—  Água! —  ela disse —  com gás. Mas, água.
—  Boa pedida. Acho que vou ficar na água também —  Ele apontou pro bolso da jaqueta que vestia — estou dirigindo.
—  Uhmm melhor, mesmo. —  ela disse sem saber o que mais iria falar.
—  Festa legal, né? Me sinto um velhinho por aqui...
—  Foi o mesmo que pensei agora ha pouco —  ela riu. Reparou na roupa dele toda e disse: —  Uau. Pera aí, Tom, você está vestindo Gucci?
Ele riu e confirmou com a cabeça.
—  Eu não compreendo você! Sai de casa uando roupas rasgadas que eu notei certas vezes e também tem Gucci no guarda roupa? Meu Deus!
— Questão de conforto...—  ele resumiu e sorriu largamente para ela.
—  Entendi...
—  Ei, Erin, acha que tem garçonetes também? Sem blusa?
—  Não duvido nada...—  ela disse em resposta.
Thomas notou que ela estava em tremendo bom humor e que parecia estar um pouco mais alegre do que no dia anterior.
—  Como vão as filmagens do drama?
—  Vão ótimas! —  ele disse se gabando —  Temos feito cenas excelentes. Pode ir assistir qualquer dia desses. Se quiser, é claro. E, é claro, se puder...
—  Ah, eu adoraria. Nunca vi nenhuma cena sendo feita. Não faço ideia.
—  Você deveria...
Começou a tocar David Bowie bem alto e Thomas se reclinou para trás colocando as mãos para cima e gesto de puro deleite.
—  Eu preciso dançar. Quer?
—  Não, os saltos estão me matando...desculpa.
—  Ooohhh, Erin...por favor...—  ele disse e chegando bem perto do ouvido dela, sussurrou —  Tira eles.
—  Não saio do salto essa noite, bonitão!
Ele riu e puxou a mão dela.
—  Vem! —  sua carinha era de cão abandonado. Tinha uma face angelical e mostrava todo aquela fofura num sorriso doce e inocente.
—  Arrrr —  Erin grunhiu quando ele a puxou para a pista de dança.
Os dois dançaram um pouco, Thomas sempre exibindo-se com passos de bailarino que era. Ela até mesmo riu. Quando tocou "Under Pressure", dueto de Bowie e Queen, ela pensou que aquela música retratava um pouco sua situação com ele. Ainda que a letra fosse um pouco diferente, tinha muito a ver com ambos. E a situação difícil que viviam. E do por quê não davam mais uma chance ao amor?
Por quê?
Quando, cansados demais para continuar, resolveram sentar num puff gigante no meio da sala, Thomas colocou sua cabeça no ombro dela, e tudo que ela fez foi fazer carinho nos cabelos dele. Sem nem ao menos perceber. Era quase como um imã. 
Os dois se entreolharam algumas vezes enquanto conversavam sobre trivialidades. Só levantaram de lá na hora de cantar o Parabéns para Becca.
—  Precisamos mesmo nos levantar? —  ele disse brincando enquanto ela tentava ajudá-lo a se erguer —  Podemos cantar daqui...Estou cansado até para viver...
—  Não podemos desapontar a Becca, seu preguiçoso.
Após Thomas comer mais de dois pedaços de bolo de chocolate, ele disse que queria ir embora e segurou a mão dela.
—  Quer ir comigo?
—  Tom, por favor, amigos, lembra? Somos amigos...
—  O que tem demais um amigo dar carona pra amiga? —  ele se fez de desentendido. —  Ou roubar um beijo?
E, dizendo isso, beijou-a com vontade. Erin se afastou. Não tinha gostado daquele gesto dele. Ainda mais depois que...se recusou a lembrar. Não podia estragar a noite.
—  Desculpa. —  ele disse colocando uma mão na cintura dela. Da qual, ela fez questão de se desvencilhar também. — Podíamos fazer o que quisessemos...O que acha? Sem compromisso, sem brigas, sem nada disso. Só diversão. Gostamos um do outro. Somos solteirões...
Apesar do tom de brincadeira na voz dele, ela sabia que ele estava falando sério. A ideia percorrendo a mente dela como algo interessante. Ela estava prestes a dizer não, quando sentiu que desabava. Literalmente.
Seu salto tinha quebrado, ela notou, um pouco depois que ele amparou-a em seus braços. Os rostos bem próximos e a face divertida dele a deixando desnorteada.
—  Merda! —  ela disse reparando que o salto esquerdo tinha descolado. — Isso que dá guardar sapatos sem usar. Ficam velhos e você nem usou.
Ela, então tirou as duas sandálias. Thomas assobiou baixinho e disse:
— "Não saio do salto essa noite, bonitão!" , huh?
Os dois riram e ele pegou as sandálias na mão. 
— Eu levo pra você.
— Eu aceito.
— Ah, eu realmente não queria carregar...— ele disse bricando.
— Não, você vai levar. Eu aceito a proposta...
— Essa você aceita, né? — ele disse e antes que ela pudesse rejeitar, ele a puxou para um beijinho estalado.
Já no carro, Erin riu de uma piada que ele contara para ela. Os dois estavam tensos, afinal, sabiam do que viria a seguir quando chegassem na casa dele. 
Com bastante luxúria, Erin passou a mão pela perna dele. Thomas olhou para ela com um ar de tensão que a deixou mais excitada do que já estava. Deus, como ele podia ser tão bonito. Como aquele rosto de boca fina e ossos protuberantes podia ser tão harmonioso.
A mão dela ficou ali repousada e logo subiu um pouco mais, sentindo o sexo dele.
— Você esqueceu a cueca?
— Você sabe que eu odeio usar — ele disse rindo, e se acomodando no lugar por causa da ereção crescente.
Erin tirou as mãos dele e voltou a se dedicar ao rádio, procurando alguma estação decente. Todas estavam com pouca sintonia. 
Ela observou-o enquanto ele dirigia e repousou a mão novamente na coxa dele, brincando. Lembrando-se da primeira vez que se amaram na casa dela. Mal tinham se conhecido e depois do sexo, tinham trocado carícias e segredos.
Uma vez que chegaram na casa de Thomas, ele nem abriu a porta para ela como costumava fazer, apenas queria entrar em casa e tomá-la. Com urgência. Sua fome era intensa. Não transava há semanas e estava um pouco agitado.
— Vem. — ele disse a puxou para dentro de casa.
Quando ela pisou, ele já acendia a luz e a jogava contra a parede, beijando-a com voracidade. Seu corpo masculino pressionando o dela com impaciência. As mãos dele apertando os braços, os lados da barriga dela e os beijos se intensificando. 
A boca dele caminhou para o pescoço dela, enquanto a mulher arafava puxando os cabelos curtos dele.
— Quero você, Erin! — ele disse meio que gemendo — Só você que me satisfaz.
As unhas dela passaram a arranhar as costas dele por dentro da blusa, isso o deixava cada vez mais excitado. Erin podia sentir o membro dele latejando e se esfregando contra ela a cada vez que ele chegava mais perto dela nas carícias. 
Com uma mão, ele puxou os cabelos cor de fogo dela e os enrolou numa mão, expondo ainda mais o pescoço feminino para os beijos e chupões que ele lhe dava. Ela gemia de prazer.
Com urgência, ele a soltou e ela ficou suspirando pesadamente contra a parde, enquanto ele tirava o cinto e deixava a calça cair pelas pernas. Revelando seu pau duro e avermelhado por causa do sangue pulsante. Mesmo com a camisa e a jaqueta, Erin sentiu que aquela era a melhor visão da noite toda.
­— Você é tão grande, grosso...— Erin disse, colocando as mãos no pescoço dele e se jogando contra a cointura dele.
— Eu sou sim — ele disse.
Ele a segurou com as mãos firmes e puxou a calcinha dela, e levantou o vestidinho com rapidez. Enfiou um dedo na parte úmida dela, que já estava o dobro de tamanho de tanta excitação.
— Está tão molhada. — ele disse.
— É melhor você dar logo o que eu quero...— ela murmurou e o mordeu na bochecha com delicadeza.
— Eu dou o que você quiser! — ele retrucou enfiando outro dedo com mais força e profundidade. Tão profundo que ela arfou e jogou a cabeça para trás com força contra a parede.
Tom mal podia acreditar que em segundos estaria dentro dela novamente. Tanto tempo depois, tanta necessidade depois...Ele queria usar aquele corpo, aquela boca, aquilo tudo...
Com força, ele soltou os dedos de dentro dela e dirigiu seu pênis até onde mais desejava entrar. Com tapas na bunda dela, ele a penetrou com força. E, a agonia se foi, dando lugar para a vontade de se satisfazer plenamente. Num vai e vem de puro deleite. Carne contra carne. A quentura dela o deixava queimando. As veias dele pareciam que não iam aguentar tanto sangue. 
A força dele a esmagando naquele ritmo frenético de força e excitação. Ele até pesnou que poderia estar machucando-a mas vendo aqueles olhos verdes brilhando e os gemidos que saiam dos lábios vermelhos, ele soube que tanto ela quanto ele sentia um prazer demasiado.
— Mais força? Posso?
— Pode. Vai, Vai, Tom.
Com o incentivo dela, ele se aprofundou nas estocadas enquanto chupava mais ainda o pescoço feminino. Tão branquinha, tão ruiva, tão deliciosa e macia. Em todos os sentidos. 
A raiva que ele tinha nutrido por ela quando o rejeitara parecia estar se esvaindo naquela cena de pura luxúria. Thomas estava jogando toda raiva em cada estocada, como se exorcizando aquelas memórias ruins. Ela parecia que ia se desmontar se ele colocasse um pingo de força a mais.
Quando ela tremeu em seus braços, Thomas percebeu que ela estava gozando e com vontade, deu uma estocada forte e firme, final e deixou que se esvaziasse como uma cachoeira dentro dela. Banhando ela de todo o prazer dele, de todo o tesão que ele tinha naquela mulher. Erin podia ser estúpida mas era a estúpida dele. 
— Foi bom...— ela disse. — Você é bom! 
As mãos dela foram pro peito dele, acariciando por cima da blusa.
Ele a soltou, e as pernas dela estavam bambas.
— Sou? — ele riu. — Você que me deixa assim, Erin.
Os dois se beijaram com ternura e ela fechou os olhos. Thomas a puxou pro colo e ela soltou um "Hey" em protesto mas era tarde demais...
No quarto, Tom a deitou na cama e terminou de tirar a roupa. Erin fez o mesmo, tirando seu vestido.
— Você está ainda mais bonita agora, querida. — ele falou fitando o corpo dela. As marcas roxas tinham ido embora. Já não estava mais tão magrinha quanto da ultima vez que se amaram...
— Olhe só pra você...todo fortinho...
— Tenho treinado todos os dias — ele disse piscando para ela.
Ele se deitou aos pés dela e a boca dele foi para a região íntima dela. Era um prazer poder beijá-la ali, e fazê-la gemer, e também passar a língua... brincar com o sexo dela, com a parte mais delicada daquela mulher. Tinha certeza absoluta que ela iria gozar novamente mais rápido do que ele fazendo contas de matemática. Lambeu, mordiscou e beijou-a até que ela se esvaiu em um orgasmo que a deixou ainda mais bamba.
Ao terminar, ainda disse:
— Eu acabo com você, não é mesmo?
— Ah, com certeza...— ela disse com a voz arranhada.— Agora é a minha vez.
Thomas ficou de joelhos na cama e sua ereção já estava dando sinais de vida quando ela o agarrou com uma mão e começou a bombeá-lo. Com força e suave, numa troca de ritmo que o deixava quase louco.
— Oh, vai, meu amor.— eel murmurou. — Coloca na boca, por favor.
Como ele pedia, ela demorou a abocanhá-lo. Apenas passava a língua, enquanto brincava com as bolas dele.
Uma vez que ela o colocou na boca, sentiu que ele estava mais duro do que nunca. Estava tão quente e tão firme contra a língua dela. Ela o empalou, o babou, o deixou todo molhado e cheio de paixão. Com as mão na base, ela puxava mais firme para dentro de sua boca, com puro desejo de fazê-lo sentir um prazer desproporcional. Ele gemia e dizia palavras de incentivos. Ela não dava ouvidos, apenas continuava a sugar a dureza dele.
As mãos dele, davam tapinhas na bunda dela com força. As mãos dele também voavam pro pescoço dela, e pras costas dela, com urgência. Passeando.
A boca dela parecia imensa e ao mesmo tempo apertada para ele. Era puro prazer. Ela estava o deixando morrer aos pouquinhos. Finalmente, quando ele se desmanchou em sua boca, ela o liberou. 
Thomas estava vermelho e ofegante quando ela se uniu a ele num abraço apertado.
— Ainda bem que somos amigos. — ela disse. — Senti falta disso.
— Eu que o diga.
Ele disse e os dois desabaram na cama. Estavam exaustos e satisfeitos...




Notas Finais


...postarei mais em breve...


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