História Turning The Page - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Sabrina Carpenter, Zayn Malik
Tags Drama, Gangsters, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Romance, Sabrina Carpenter, Um Amor Proibido, Violencia, Zayn Malik
Visualizações 50
Palavras 3.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiie, aaah... nem acredito que chegou o dia de postar esse capítulo. Sério, eu não estou acreditando, alguém me belisca.
Eu não pretendia postar esse capítulo tão rápido assim porque queria aproveitar o momento e prolongar a história, mas percebi que não precisa disso. Mas... acho melhor irmos logo para o capítulo senão eu não paro de falar... Estou nos dias de tagarelice, se é que me entendem...
Bom, então VAMOS AO CAPÍTULO, UUUUUL! <3333
AAAAAAH, NÃO ACREDITO!!!! :)

Capítulo 8 - Oh My God


Fanfic / Fanfiction Turning The Page - Capítulo 8 - Oh My God

Finalmente o dia chegou. O tão esperado dia. Hoje, sinto que todas as minhas preocupações vão ser levadas pelo vento. E tudo o que sobrará será paz, mesmo consciente de tudo.

Acordei, arrastando o meu edredom para o lado oposto da cama e sentei-me na mesma. Olhei para o relógio. 12h e 40min.

– Estou atrasada, meu Deus! – disse levantando rapidamente e sorrindo lembrando-me.

Vou matar meu inimigo, hoje, pensei.

Levantei-me e tomei um banho, quando terminei, vesti as minhas roupas. Uma blusa preta, uma calça jeans preta, uma bota de cano curto preta, touca, óculos escuros e uma capa preta era tudo o que eu precisava para o que meu disfarce, sem contar da maquiagem. Rimel, gloss de cereja e sombra preta. Certo...

Caminhei até a cozinha, encontrando os meus meninos almoçando.

– Almoçando? Já? – indaguei, incrédula. Nem para me esperarem...

– Minha querida, não sei se você está sabendo, mas já passa de meio-dia e temos muita energia para repor hoje – falou Niall. – Ah, e já ia esquecendo... aquele seu namoradinho ligou trezentas vezes para o seu celular, e você o deixou tocando na sala. Obrigada por nós acordar, falando nisso. 

Revirei os olhos.

– A culpa não é minha – falei levantando as mãos como forma de rendição.

– A culpa não é nossa também. Temos direitos para dormir, e você os desrespeitou – revirei os olhos.

– Harry, você está muito sensível ultimamente – ri. – Acho que está passando tempo demais com o Niall – ele tacou presunto em meu rosto, e acabou acertando. – Só não faço nada porque não quero gastar minha energia com isso – sorri, sarcástica. –, mas acho melhor ligar para ele – dei de ombros e fui à sala.

Desbloqueei o celular eu arregalei os olhos. 25 CHAMADAS PERDIDAS DO LOUIS! Nós mal começamos a namorar... Acho que precisamos rever o conceito de “eu tenho a minha vida, e você tem a sua” porque ele não está entendendo...

Liguei para o mesmo, até que o desocupado atendeu.

– Oi, flor do dia – disse provocando-o.

– MAS QUE PORRA! Te liguei o dia inteiro, e ontem também. Se não fosse pelo... Niall, eu acho, eu nem saberia que você está viva.

– Desculpa se dormi até tarde hoje, senhor Esquentadinho – não podia ver, mas tinha certeza de que ele estava revirando os olhos, os lindos olhos azuis dele.

– Desculpada – filho da mãe.

– Se quer ser idiota hoje, vai ser na esquina, não estou com paciência, hoje.

– Parecia que estava.

– E estava. Mas aí você me ligou – brinquei.

– Você acorda todo dia babaca assim?

– Isso não vem ao caso, mas enfim... Por que me ligou, honey?

– Espera aí. O que você disse? – perguntou, divertido. Com certeza ele estava sorrindo. Revirei os olhos.

– "Isso não vem ao caso, mas enfim... Por que me ligou, honey"? – me fiz de desentendida.

– Só precisava dizer a última palavra, anta – fiquei boquiaberta.

– Se eu estivesse aí, eu te batia.

– Quer ouvir a história ou não quer? – considerou o silêncio como resposta. – Bom, eu só queria saber porquê saiu da casa dos meninos – ah, isso.

– Eles são idiotas, não gostei deles. Mas... Louis?

– O quê? – perguntou, curioso.

– Você comprou bananas mesmo? – indaguei, risonha.

– Ah, isso... – silêncio. – comprei.

Comecei a rir.

– Pode rir o quanto quiser, honey – congelei.

– O que disse?

– "Pode rir o quanto quiser, honey"? – me imitou. Com certeza ele estaria com aquele sorriso convencido que só ele tem.

– Só precisava dizer a última palavra, anta.

– Não me imite.

– Não me imite.

– Você parece uma criança.

– Você parece uma criança.

– Eu tenho um namorado gostoso para caralho.

– Não vou dizer isso.

– Não custa nada tentar – parecia decepcionado, mas logo riu. – Então, eu te liguei para perguntar, também, se você iria querer sair comigo, hoje.

– Hoje não dá, Lou – lembrei-me de meu compromisso. – Mas amanhã tomamos um sorvete, tudo bem?

– Tudo bem.

– Você pode me explicar uma coisa? – perguntei.

– O quê?

– Por que você é tão idiota?

– Sério que gastou a sua saliva para me dizer isso? – ri. – Mas, enfim, ser idiota é quase uma obrigação, sabe? – não respondi. – Tudo bem... ahm... É que eu quero ser único. Todos são especiais nesse mundo, mas eu não. 

– Se todos são especiais, como você poderia parecer igual? Então, eles não seriam especiais – disse, convencida de que não tinha me enganado nas palavras.

– Vai ser esperta assim na Espanha, eu não preciso disso, hoje – ri.

– Achei que estava de bom humor.

– Estava, mas aí você me ligou.

– Eu te liguei? – perguntei, incrédula. – Ah, se for assim, porque não joga todas as cartas da manga? – ri. – Não fui eu que liguei a noite inteira para uma pessoa chamada Louis Tomlinson, aliás, você conhece? Te recorda esse nome?

– Não, mas já ouvi falar que ele é gente boa, lindo, incrível, ah, sabia que ele até salvou um gato de uma árvore? – perguntou ele.

– Uau, que partidão. Se você encontrá-lo por aí, me avisa que estou procurando um namorado superincrível, talvez ele se encaixe nesse papel, sabe?

– Acho que você já tem uma pessoa que preenche esse lugar – riu.

– Ah, não sei, não. O cara é folgado... – ri, e, de repente, me lembrei da hora. – Louis, agora eu preciso me livrar de você – disse, triste. – Tchau, Lou.

– Tchau, amor.

Congelei na mesma hora, mas, por sorte, ele desligou.

Amor?! Eu sentia coisas fortes por ele, mas seria amor? 

Guardei meu celular no bolso e caminhei até a cozinha, onde encontrei os meninos lavando os pratos.

– Já acabaram? Sem mim? – perguntei, cética.

– Chloe, já são 1h e 50min – disse Zayn me fazendo tomar um susto por ele ter vindo por trás de mim. – Acho melhor você andar rápido, temos que repassar o plano várias e várias vezes, além de programar tudo e ver os aparelhos, além de muitas outras coisas... e ainda temos que ir para a casa de Michael, que fica vinte e quatro quarteirões daqui, e temos que acabar tudo antes das quatro da tarde – arregalei os olhos, não tinha pensado dessa forma. São muitas coisas... Acho que não vou conseguir fazer tudo.

– Meu Deus – falei com a boca cheia de lasanha, tentando comer tudo de uma vez.

Acabei de almoçar em quatro minutos - tudo porque ficaram me pressionando, porque eu sou devagar para comer.

– Pronto, eu estou pronta – sorri.

– Ótimo, agora escova os dentes e faz aquelas coisas de mulher – disse o Liam, me fazendo revirar os olhos.

Subi as escadas correndo tropeçando em meus próprios pés e cheguei ao meu quarto - que era a terceira porta à esquerda. Entrei em meu banheiro e escovei os dentes, penteei o cabelo e repassei o gloss de cereja.

Desci as escadas e fui para o meu escritório, aonde mandei todos irem depois do almoço. Quando entrei, encontrei todos sentados em seus devidos lugares esperando a reunião de revisão começar.

– Prontos? – perguntei, nervosa. Todos assentiram, e eu comecei. – Estamos aqui para começar a revisão do nosso plano, que será repassado até que não haja mais dúvidas – disse alertando a todos que iria ser demorado. Os meninos me encararam intensamente e me senti firme por estar no comando, mas um pouco desconcertada por não poder acontecer nem um erro.

Depois que repassei o plano, o Harry levantou sua mão. E o mesmo disse sua dúvida depois de eu autorizar.

– Bom, eu entendi que Zayn ficará por trás das filmagens, e ele vai nos avisar da hora exata em que tiver de acontecer, mas e se não sair certo? Tipo, se o Michael chegar antes? Como teremos a plena certeza que tudo dará certo?

– Harry, compreendo a sua preocupação, mas isso é o de menos – ele arregalou os olhos não entendendo-me. – Na vida, não temos certeza de nada, só de que vamos morrer. Não podemos escolher com quem morrer, aonde morrer, como morrer e nem o que vai acontecer na vida. Eu não tenho certeza de que dará certo, mas o que nos resta é darmos o nosso melhor e torcer para que aconteça o que esperamos.

– E se o que esperamos não é algo bom?

– Pensamentos positivos, eles te levantam no ar – sorri, lembrando-me de uma de minhas frases preferidas.

– Peter Pan, isso é sério? – perguntou Niall, e eu o fuzilei com os olhos.

– O que estou querendo te dizer, Harry, é que na vida não podemos escolher o nosso próximo segundo, sabe? Mas podemos escolher se iremos nos arriscar ou ficar parados de braços cruzados esperando algo acontecer. Se você não se esforça, não pode esperar nada. Eu não sei se eu vou ficar ruiva amanhã, se estarei com hematomas, tomando um sorvete ou cantando Maroon 5, mas eu sei que prefiro me arriscar do que ficar com as dúvidas que eu nunca quis na minha vida. E eu vou estar com vocês, essa é a melhor coisa que eu poderia pedir. Vocês são meus irmãos, se é para enfrentar riscos, eu quero que seja com vocês – disse com os olhos marejados. Sorri tentando disfarçar que eu estava mal. – Eu amo vocês, pessoal. Isso é o mais importante. Eu prefiro morrer a ficar parada no mesmo lugar.

(...)

 

Depois de repassarmos o plano várias vezes e fazermos o que precisávamos, chegamos a casa dele. De meu inimigo.
Zayn nos passou em nossa escuta o que era para fazer, então Liam e Harry foram na frente para se certificar de que não teria ninguém em casa à essa hora. Quando se certificaram disso, eu e Niall passamos a frente enquanto Harry e Liam faziam a nossa guarda e vigiavam se vinha alguém.

Quando entramos na casa, a primeira coisa que vimos foi uma estátua de cristal em forma de cisne. Logo, pudemos ver seus móveis bem arrumados com almofadas brancas da cor do sofá, e o piso da cor da parede, que era marrom claro. Em vez de abajures - como a nossa -, haviam lustres de cristal muito chiques. Para ter uma mansão dessas ele deve ser muito bem pago. Mas nós somos também, portanto preferimos ser bastante simples, e a nossa casa ainda assim é chique.

Sua televisão ficava em cima de uma estante onde haviam miniaturas de motos. Sem retratos sentimentais, bem típico dele.

– O que estamos procurando? – perguntou o Niall.

– O escritório dele – falei baixinho mesmo que não estivesse ninguém em casa. – Agora cala a boca e vê se faz algo de útil – ele se fez de ofendido. Revirei os olhos.

Ficamos procurando enquanto eu observava sua - mesmo que eu não queira admitir - linda casa. Quando Niall me chamou, levei um grande susto.

– Chloe, eu achei – deu um sorriso malicioso e subimos as escadas para onde era o local. Era um sótão, bem parecido com o meu porão.

– É, está bem protegido mesmo esse lugar – dei um riso anasalado. – Mas não o suficiente... – Niall deu um sorriso perverso.

– Você procura por aquele lado – ele disse apontando para o lado em que mais tinham armários. – E eu procuro desse – disse apontando para as coisas mínimas.

– Hahaha, muito engraçado você – sorri, irônica. – Nem pensar que eu vou ficar com isso tudo apenas para mim. Você vai fazer a sua parte e mais um pouco da minha, tudo bem?

– Tá – bufou, derrotado.

Procurei em uma gaveta onde havia umas listas de nomes em ordem alfabética. Procurei pela letra C, quando a encontrei, percebi que ela obtinha um sinal de “ ”, como se fosse algo alertando perigo.

– Colocar fogo em sua mansão incendiando a todos presentes – li sussurrando, falando sozinha.

Então, parece que tivemos a mesma ideia.

– Niall, encontrei algo que você gostaria de saber – disse chamando o garoto que estava paralisado lendo uma folha de papel retirada do envelope laranja. Ele virou-se devagar para mim, e sua expressão não era a melhor.

– Eu também, Chlo – disse com uma careta. Aquelas caretas que as pessoas fazem quando estão com dó das outras; não entendi o porquê disso.

Aproximei-me para saber do que ele estava falando, quando peguei o papel em sua mão que continha letras miúdas. Tentei ler, espremendo os olhos. Quando entendi, arregalei os mesmos.

“ 20 de Janeiro de 2010

Planos para o futuro de Michael:

1. Matar Parker George Moore;

2. Matar sua filha, Chloe Catherine Moore;

3. Tomar posse de sua herança, depois de matar toda a sua família.

O quê? ISSO NÃO PODE SER. Mas que herança é essa? E que história é essa de matar a minha família, em? Não gostei.

– Niall, por acaso existe outra Chloe Catherine Moore? – perguntei, esperançosa. Aquela não poderia ser eu. Não tenho dinheiro nem para um sorvete, herança é a última coisa que eu teria na vida, certeza.

– Eu duvido disso – disse, cauteloso.

– Eu também – suspirei, confusa, mas lembrei de nosso plano. – Niall, precisamos correr. Que horas são? – ele olhou para o seu relógio de pulso.

– São 16:07, mas por quê? Só precisamos sair quando Zayn nos mandar o recado.

– Não podemos contar com isso, ele chega do pilates às 16:15 – ri imaginando-o. –, e, quando Zayn nos mandar o recado, temos que sair correndo com tudo o que precisamos para colocar a bomba e cair fora – disse esperando que ele entendesse, mas parece que não funcionou. – Vamos levar todos esses documentos e coisas que acharmos importantes para a nossa mansão, entendeu?

– Ah, claro, mas como se não trouxemos bolsa? Não podemos carregar tudo em nossas mãos, é muita coisa – ele reclamou.

– Pegamos uma mochila dele, não vai fazer falta depois – dei de ombros, sorrindo maleficamente. 

Peguei sua mochila e escolhi o que eu achei de extrema importância enquanto Niall fazia o mesmo. Ficamos em total silêncio até acabarmos, a concentração era a principal coisa que não poderia faltar nesse momento.

– Pronto? – perguntei quando já tinha acabado. Ele assentiu e esperamos sentados - quase deitados - até dar a hora.

– Sabia que pizza tem dois “z's”? – perguntou-me Niall, para passar o tempo.

– Isso tudo é falta de assunto? – perguntei olhando para o teto que era marrom descascando.

– Algum problema com isso?

– Não, eu só acho que tem assuntos mais interessantes que esse – dei de ombros.

– Tipo...? – franzi as sobrancelhas, e ele riu. – Quais são os assuntos interessantérrimos que você tanto fala?

– Ah, poderíamos falar sobre a nossa vingança – sugeri. Ele deu de ombros.

– Tudo bem... Então, o que Vossa Majestade pretende fazer depois que conseguir o que quer? – perguntou, curioso.

– Pretendo largar tudo, a gangue – ele arregalou os olhos. – Quer dizer... não para sempre. Só quero tirar umas férias, estou precisando. A última vez que eu viajei foi dois anos atrás, e, senão, no máximo ali na esquina.

– Dramática nem um pouco você, não é?

– Um pouco só, nada demais – ri. Olhei para o meu relógio de pulso. – Caramba, Zayn ainda não nos deu informações e já são 16:20. Já passou da hora – arregalei os olhos e levantei da cama - aliás, por que tem uma cama no escritório dele? - que estava deitada ao lado de Niall. – Ai... Será que aconteceu alguma coisa? Não, não, não... não pode ter acontecido, está tudo bem – tentei dizer para me acalmar.

– Calma, Chloe, com certeza está tudo bem – disse ele levantando-se também.

– Mas e se não estiver? Digo... vamos morrer. MORRER! TEM IDEIA DO QUÊ É MORRER? Se não tem, eu mesma te explico. É QUANDO VOCÊ NÃO TEM MAIS VIDA!

– Nossa, não sei se agradeço por você ter me explicado ou me sinto ofendido por você me achar tão burro desse jeito – riu, mas eu continuei séria, e, percebendo isso, ele continuou. – Chloe, não é você quem disse que prefere morrer do que ficar parada no mesmo lugar? – me encarou, desafiando-me.

– Esquece o que eu disse. Eu ainda acredito nisso, mas NÓS VAMOS MORRER, NÃO TÁ ENTENDENDO, NÃO? – ele riu. – PARECE QUE NÃO ENTENDEU. SE QUISER, EU ADIANTO AS COISAS TE EXPLICANDO O QUE É MORRER, TÁ? – ele revirou os olhos, ainda assim rindo.

– Caramba, não para, não, é? – perguntei, cansada. Ele iria responder se a nossa escuta não tivesse feito um barulho, e se Zayn não estivesse resmungando nos nossos ouvidos.

– Ai, graças a Deus, essa porcaria não funcionou – revirei os olhos.

– Aconteceu algo de suspeito, Zayn Maravilha? – Niall perguntou.

– Não, por enquanto não... mas já vão se adiantando, ele pode chegar a qualquer momento – não me diga. 

– Você acha que estávamos fazendo o quê? – perguntei retoricamente, fria. – Zayn, eu planejei isso, praticamente, a minha vida. Acha mesmo que eu não pensei em tudo?

– Shhh – ele pediu silêncio, e nós ficamos calados. – CHEGOU, CHEGOU, ELE CHEGOU!

– Não berra no meu ouvido, não, que eu tô estressada – Niall revirou os olhos e começamos a pegar “nossas” mochilas. 

– Calem a boca, Michael tá abrindo a porta de entrada – disse ele, e eu gelei.

A hora chegou.

Ah, esquece esse negócio dramático de cinema... A HORA CHEGOU! NÃO TÔ ACREDITANDO! CHEGOU, CHEGOU, CHEGOU. E, se não entendeu ainda - o que eu acho meio impossível -, A HORA CHEGOOOOOOOOU!  

Peguei a bomba e programei-a. Logo, quando Zayn disse-me que ele estava abrindo a porta do quarto, nós corremos para pular a janela, porém, ele nos viu. Niall já tinha descido telhado à baixo. 

– O que estão fazendo aqui? – arregalou os olhos, e eu sorri, como um ato de vitória. Por ter sido a última a ver a sua reação, os seus olhos, olhos azuis esverdeados - infelizmente - lindos.

De imediato, ele olhou para a bomba em minha mão e arregalou mais ainda os olhos, pareciam que iriam pular do rosto dele. Joguei de espontânea vontade a bomba em seu pé, e, quando ele vinha em minha direção, fechei a janela e pulei o segundo andar até cair de cara com a grama. Como eu estava muito perto da casa e ela a qualquer momento iria explodir, me afastei às dores até chegar na calçada, em frente a cerca.

Fiquei com alguns arranhões em minha pele, mas nada demais.

Olhar para o rosto dele suprime qualquer medalha, e eu não arrependo-me. Desde que eu vi sua casa em chamas, perguntei se ele se lembraria de mim e das guerras que jurou fazer enquanto estivesse vivo. Suas promessas foram o mesmo que nada, pois ele nada cumpriu. E se a sua família soubesse que ele estaria morto? Será que ela ligaria? Ou melhor... será que ele pertence à uma famí...

– O que aconteceu? – perguntou o garoto de cabelos castanhos arrepiados, dono de lindos olhos azuis. Ele me encarava com confusão e medo, muito medo. – Por que estão na casa de meu pai? O que aconteceu com ele? – arregalei os olhos, e percebi que seus olhos estavam marejados.

– Oh, meu Deus...


Notas Finais


Vocês talvez tenham ideia de quem seja esse menino, acho que está meio óbvio, e isso... isso vai acabar com tudo que a Chloe conquistou, mesmo sem saber, ela conquistou muitas coisas em sua vida, mas o mais precioso era algo que estava bem diante de seus olhos, mas ela não pôde perceber, acho que muitas pessoas já se sentiram assim :/
Eu tentei fazer esse capítulo mais disperso ao mesmo tempo, porém, um tanto dramático. Mas o próximo será mais hehe ><
Um beijo e até a próxima! ^^


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