História Turns - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Nick Robinson
Personagens Nick Robinson
Exibições 9
Palavras 1.428
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEEEEIII MEUS AMORES !!!
Obrigada pela paciência, as provas acabaram e tá tudo sobre controle! Agora a fic vai voltar com tudo.
Espero que gostem :)

Capítulo 12 - Surpresa


Fanfic / Fanfiction Turns - Capítulo 12 - Surpresa

*Gabriella*

Ele estava tão diferente, sua voz, seu corpo, seu cabelo estava grande. Mas ainda era o mesmo Nick, ainda era o mesmo brilho em seus olhos, a mesma sinceridade.

- Vamos fazer assim, eu durmo no sofá e você fica com a minha cama ok?

- Não Nick, isso é injusto. Eu durmo no sofá, relaxa.

- Não

- Meu Deus, continua teimoso. - revirei os olhos e ri. Fui para o banheiro escovar os dentes e depois deitei na cama maravilhosa de Nick. Até que era um apartamento bem organizado para ser de Nicholas Robinson.

- Está confortável? - ele entrou no quarto.

- Até demais. - sorri e ficamos uns trinta segundos nos olhando, ele parecia tentar decifrar o meu olhar, tentar me entender.

- Por onde você esteve? - perguntou baixinho, tão baixo que quase não escutei. Acho que era só um pensamento que acabou saindo da sua boca sem querer.
Segurei o choro ao lembrar desses dois anos e de tudo o que aconteceu. Um sentimento de culpa bateu ao pensar nos meus amigos, em Sav, Gustav, Jordan, Cassie, Jay... Até a Hannah.

- Qual deles foi? - perguntei com os olhos fechados esperando pela resposta que eu sabia que seria dolorosa. Eu sabia só de olhar nos olhos dele que havia sido uma grande perda.

- Você não precisa saber disso agora

- Nick por favor - implorei - eu já esperei dois anos

- Hannah - uma lágrima então escorreu ao me lembrar da cena daquela explosão - e Jay - ele continuou e então o olhei com os olhos arregalados me permitindo chorar logo de vez. Lágrimas escorriam pelo seu rosto também, era difícil pra ele falar, após um soluço e uma passada de mão do cabelo, Nick fechou os olhos e eu atenta à sua boca esperando uma última palavra. - e Cassie.
Ali eu desmoronei. Levei minha mão à boca e chorei que nem um bebê. Senti seu cheiro mais forte e então recebi um abraço forte e caloroso de Nick, que também chorava.

- Por quê? - o olhei ainda chorando

- Eu não sei - sussurrava

- Eu não pude nem ir ao enterro deles

- Quem foi Gabriella? Me fala por favor

- Você vai saber, quando for a hora eu vou te contar tudo

- Por quê? Por quê esperar? Só... Só me fala! - ele pareceu se exaltar

- Eu não posso Nicholas! Não agora! - ele entendeu e assentiu.

- É melhor você descansar.

- Tem certeza que não quer dormir aqui?

- Uhum. Boa noite - beijou minha testa e saiu.
Assim que ele fechou a porta caí no choro mais uma vez, era difícil lidar com a perda. A saudade que apertava no peito doía mais ao saber que eu nunca os veria novamente.
Fiquei me perguntando onde estava Sav, Gustav e Jordan. Se eles lembravam de mim...
Tentei pegar no sono com tanta coisa na minha cabeça, tanta informação.
Mas o que mais me doía, era a saudade que eu estava dele.

*Nick*

- Bom dia Sr e Sra Giardino - os cumprimentei - como foi a viagem?

- Conturbada. Mas agora tudo o que eu quero é ver minha menina.

- Eu imagino, ela está na sala dando depoimentos, em breve vocês a verão. - a advogada disse

E então Gabriella logo saiu da sala correndo para abraçar os pais, estranhei a recepção dos dois com a filha perdida à dois anos. Sem escândalos ou choros. Apenas um abraço apertado e algumas lágrimas.

- Que saudades de você meu amor - o pai dela falou

- Eu nem acredito que estão aqui!

- Nós estamos aqui e com você, agora tudo vai se resolver!

- Nicholas Robinson. - o delegado me chamou - por favor precisamos do senhor para confirmar o depoimento da senhorita Giardino.

2:40 da tarde

Finalmente fomos comer depois daquele estresse de delegacia e tudo mais. Gabriella parecia feliz com seus pais ali, acho que todos estavam.
Eu já havia avisado Gustav, Sav e Jordan, eles viriam amanhã à noite para NY, estavam tão felizes quanto eu.
Então eu tive a brilhante ideia de fazer uma festinha surpresa, preparar alguma coisa em casa para Gabi.

Esperei ela ir ao banheiro do restaurante e falei com os pais dela.

- Eu acho ótimo Nicholas, ela vai adorar! - falou o sr. Giardino

- Vamos tirar ela de casa pela tarde e voltamos quando você disser que esta tudo pronto.

- Beleza, vou sair pra comprar algumas coisas já. Até mais tarde!

*Gabriella*

- Dr. Steve eu já disse que fiquei na Itália nesses dois anos.

- E nenhuma ligação? Não procurou a polícia, não procurou saber onde estavam seus amigos?

- EU NÃO PODIA! - já estava chorando naquele momento - ERA ASSIM OU EU COLOCARIA A VIDA DE TODOS EM RISCO!

- Senhorita Giardino, desculpe mas quem em sã consciência sabendo que poderia colocar a vida da família e dos amigos em risco, ficaria calada como você ficou nesses últimos dois anos?

- Não vai entender nunca o meu lado, não é Dr. Steve?

- Nós queremos ajudar, mas não há ajuda sem uma compreensão

- Então eu acho que precisarei contratar outro advogado.

- Gabriella, me escute - olhou bem nos meus olhos - eu preciso saber da verdade. Ou não vou conseguir lhe ajudar.

Depois de conversar com o advogado saí pra almoçar com meus pais e Nick.

5:45 da tarde

- Mãe pra onde a gente vai? - perguntei no carro

- Já disse que é supresa

- Paaaai... - implorei

- Eu não vou contrariar sua mãe, não sou louco. - respondeu recebendo um olhar da minha mãe tipo "acho bom".

Meus pais me levaram ao central park, sempre quis ir então fiquei maravilhada. Era tudo tão verde, tão lindo, eu me sentia liberta ali.
E era assim que eu estava, liberta, não por completo mas eu ainda tenho esperança de deitar a cabeça no travesseiro com ele e me sentir completamente segura.

- Lembra quando seu pai caiu com você na pracinha perto da nossa casa no Brasil? - minha mãe lembrou e nós caímos na gargalhada

- Como eu vou me esquecer desse dia?

- Filha você sabe que não foi minha culpa - meu pai tentou se redimir

- Sem chances pai, você torceu o meu tornozelo eu quase tive que enfaixar!

- Eu te ensinei a andar de bicicleta pelo menos

- Me ensinou a falar o joelho também -ri

- Gabriella seu pai tem sérios problemas, aceite isso - brincou minha mãe

- Porque casou comigo então?

- Você tinha dinheiro - soltei uma risada alta dessa vez

- Pai se eu fosse você pedia o divórcio

- Deixa sua mãe - lançou um olhar de indignação pra ela e eu só dava risada

Compramos um sorvete, por algum motivo meus pais não queriam comprar uma comida comida mesmo. Eu disse que se eu comesse cachorro quente eles não precisariam fazer janta, mas ninguém me ouve.

- Onde vocês vão ficar?

- Num hotel aqui pertinho, ficamos no mesmo uma vez quando você desapareceu.

- Como vai ser daqui pra frente? - perguntei

- Filha, tudo depende de como vai sair os documentos, se vai haver algum julgamento pelo culpado, até provarmos o que exatamente aconteceu leva tempo. Então teremos que ficar nos Estados Unidos por um bom tempo, você principalmente.

- E quando tudo acabar você sabe que vai ter que escolher não é? - minha mãe falou

- Mãe eu vou esclarecer tudo pra polícia, advogados e a justiça vai ser feita. Eu não vou desistir do que é meu, você sabe disso.

Enquanto eu e minha mãe discutíamos sobre o assunto meu pai mexia no celular.

- Acabaram os sorvetes? Temos que ir pra casa - falou ao bloquear o aparelho e colocar no bolso

- Que casa? - perguntei

- A do Nick no caso, ele disse pra não voltarmos muito tarde

- Nick virou meu pai agora - ri

Entramos no carro e seguimos caminho à casa do Robinson.
Subimos até o andar dele e como ninguém tinha a chave tocamos a campainha. Uma, duas, três vezes e nada.

- Nick? - chamei e nada. Olhei para os meus pais que mantinham uma cara de desconfiança e então toquei na porta que abriu misteriosamente.

- Ele deixou aberta - falou minha mãe

- Ele nunca lembra de trancar - entrei e estava tudo escuro. - acho que ele sai...

- SURPRESA!


Notas Finais


Comentem! Beijos 😘


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