História Tuyo - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias MasterChef Brasil
Tags Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Masterchef Br, Paola Carosella
Exibições 162
Palavras 782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meninas, muito obrigada, por estarem acompanhando, por estarem gostando! Vocês me deixam simplesmente ainda mais apaixonada pela minha história, fazendo-me continuar. <3

Capítulo 3 - Guapa


O início do dia estava sendo tranquilo para Paola. Checar os La Guapa, e comandar o serviço do Arturito no horário do almoço, era “moleza”, como Fogaça uma vez citou. A única coisa que estava a atrapalhando eram os pensamentos sobre ele. Sobre a festa do Masterchef noite passada, e sobre a incerteza do que realmente havia acontecido.

- Chef! – Um dos encarregados da recepção estava com o telefone sem fio em mãos, e com metade do corpo para dentro da cozinha, apoiando-se na porta enquanto a chamava. – A Sra. Lindalva está na linha. – Paola se assustou, deixando a faca cair sob a bancada, e rapidamente fez um sinal para que um de seus liderados assumisse a sua atividade. Sabia que “Dalva”, como era carinhosamente chamada por sua filha, não ligaria se não fosse algo emergencial.

A Chef pegou o telefone nas mãos do garoto, e seguiu para um canto mais isolado, que dava no corredor, em direção ao seu escritório, no segundo andar do restaurante.

- Hola, Dalva... Qué pasó? – Ela perguntou, com a foz aflita, o sotaque evidente.

- Dona Paola... Fran está com muita febre, vomitando, está fraca. – A voz de Lindalva estava pior que a de Paola, estava sensivelmente abalada. A Chef terminou com um “Ok, estou indo”, e só foi quando já estava dentro do carro que se lembrou de uma reunião com os três jurados, Ana Paula e a produção para ajustar alguns detalhes, para a tarde. Enquanto dirigia, tentou sua amiga, mas o celular da mesma caía na caixa. A falta de respostas deixava Paola mais agoniada ainda. O próximo número nas ligações recentes era o dele, e por um momento até que ela hesitou, mas tocou para chamar, levando o celular ao ouvido.

- Paola? – A voz rouca dele a fez estremecer; a Argentina agradeceu por estar parada no sinal. – Aconteceu algo?

- Henrique... Mi hija. Francesca está enferma, yo no sé o que fazer... No vou poder ir para a reunión, necessito ficar com ella. – Sua voz estava embargada, confusa por estar preocupada.

- Eu estou indo ver vocês. – Ele disse e desligou rapidamente sem dar a ela direito à resposta. Os lábios dela estavam contraídos para falar, foi pega de surpresa pelo tatuado. Estacionou da maneira que pôde, cumprimentou rapidamente o porteiro, avisando da vinda de Henrique, e logo escapou pelo elevador, implorando para que ele fosse mais rápido.

Paola’s POV.

Minha expressão estava carregada, olhos pesados e marejados, uma linha de preocupação se formava em minha testa, enquanto me olhava no espelho daquele elevador lento, até o 5º andar. “Pin”, foi a minha deixa. Saí dele rapidamente, e abri minha porta logo em frente com rapidez, girando e tirando a chave como de costume. Encontrei Lindalva preparando uma compressa de água fria para minha filha.

- Dalva... – Disse baixo, e a abracei, apertando suavemente seus ombros. – Eu assumo daqui, tudo bem? Pode ir para su casa mais cedo... – Ao terminar de falar, tirei meus sapatos, a jaqueta, ficando apenas com o jeans justo ao corpo e a camiseta fina. Prendi meus cabelos em um coque alto e frouxo, e segui para o quarto da Fran. Minha niña loirinha... Tão forte agora tão frágil... Como ele havia dito que viria, peguei minha filha que dormia, nos braços, e preparei o sofá para ela. Sentei-me no tapete, perto dela, e com um pano úmido na bacia com gelo, descansei-o sob sua testa, que fervia, esquentando o tecido com facilidade.

Ouvi as batidas abafadas da porta, e me levantei, indo em direção a ela. Talvez minha aparência tenha assustado ele de primeira, ou talvez ele esteja preocupado comigo... Mas sei que, quando o vi, tive um flash, uma lembrança da noite anterior. Seus lábios estavam outra vez perto dos meus, e nos beijávamos, era real, e eu podia ainda sentir minha garganta tremer devido ao gemido dele em meus lábios.

Ele se aproximou, e sem dizer nada, me puxou pela cintura, e abraçou-me com seus braços fortes, trazendo-me para perto dele. Eu não resisti, não queria resistir. Seus lábios estavam em minha orelha esquerda, arrepiando-me com sua respiração. Aquele abraço me fazia relaxar de algum jeito, ainda desconhecido para mim.

- Eu imaginei que me ligaria, guapa... Mas não desse jeito. – Ele sussurrou contra o meu pescoço, e logo afastou o rosto para me olhar. Ele estava do mesmo jeito da noite anterior. Mordia os lábios, e me fitava como um prêmio. Um prêmio que ele já ganhara. Apertou minha cintura com os dedos da mão direita, e com a outra, segurou minha nuca, tomando os meus lábios em um beijo terno, lento, molhado e excitante... De um jeito que eu nunca havia provado.



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