História Tuyo - Capítulo 5


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Categorias MasterChef Brasil
Tags Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Masterchef Br, Paola Carosella
Exibições 163
Palavras 703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Luz... cámara... acción?


As batidas na porta do camarim de Paola se fizeram presentes, pareciam ser feitas com as juntas dos dedos, suave, porém com clareza. Ela já estava se olhando no espelho a mais ou menos trinta minutos, e ainda não conseguia se sentir "encaixada". O vestido azul claro, quase anil, justo ao corpo, e pouco rodado na barra acentuava seu quadril largo, a maquiagem estava suave. As batidas continuaram e logo a Argentina fora atender. Abriu só um pouco, e logo a escancarou ao vê-lo.
- Que demora! - Fogaça resmungou inquieto, e logo bateu a porta atrás de si, encurralando Paola contra a parede. - Olha só, se você continuar sorrindo demais para aquele moleque... - Ele apontava o dedo indicador bem próximo do rosto dela enquanto falava. Paola já se manifestava com as expressões, furiosa pelo ciúmes dele, tão evidente, mas foi esperta. Saiu do minúsculo espaço entre eles e voltou para a mesa, colocando seus acessórios. 
- Sobre que estas hablando? - Sua voz era melódica e acentuava nos "S", instigando-o com seu sotaque. Ela  já sabia que estavam conversando sobre Dário Costa, um dos participantes. Henrique estava aborrecido com tudo ultimamente, e aquilo a assustava, mas também a deixava com uma pitada de tesão. Só que ela não sabia, até onde ele poderia chegar.
- Ah, Carosella! Não me vem com esse seu espanhol não. - Henrique era birrento, marrento. Já estava sentado no sofá de frente para ela, com os braços cruzados e a cara fechada, os lábios fazendo uma linha reta, os olhos semicerrados. - Você abre o olho, fechado? - Ele estava totalmente diferente daquela manhã. Fora só beijos, café... Saíram juntos para a Band, mas ela o deixou em seu apartamento antes, para que tomasse um bom banho. Desde então, só tinham se encontrado agora. Ele tinha vindo "dar o recado", antes das gravações começarem. 
- Ah é? Se não o quê, Henrique? - Ela perguntou, se aproximando do sofá, e quando se deu conta, estava de pé entre as pernas do tatuado,que não perdeu tempo. Fogaça segurou com as duas mãos na parte interna dos joelhos da mulher, puxando-a, fazendo ela cair sentada em seu colo. Abraçou com força a cintura dela, de forma que ela não pudesse protestar, mas convenhamos, Paola não queria protestar... Ela queria mais, não é mesmo?
- Se não, você vai perder seus privilégios. - Ele avisou coma voz rouca, e deslizou uma das mãos por entre as pernas dela, até que encontrou o tecido de renda de sua calcinha, já úmida. O tecido apertava os lábios carnudos do sexo dela, deixando-o ainda mais excitado.
- Infierno... Estás loco? - O xiado dela não o abalou. Ele deslizava os dedos hábeis pelo tecido fino da calcinha, segurando ainda a cintura dela com uma das mãos, mantendo a firmeza. Com o dedo médio afastou o tecido, e sorriu perto dos lábios da mulher ao sentir o líquido escorrer até a palma dele, satisfazendo-o até então. Paola soltou um gemido gutural, rouco, apertando os olhos em seguida. Aquele gemido era o "Continue", para Fogaça. Sem dó da Argentina, a penetrou com dois dos dedos da mão, girando-os com maestria, arrancando um gemido alto da morena. Instintivamente, ele levou a mão livre até a boca dela, tentando evitar que o som saísse alto demais.
- Porra, Paola... - Ele resmungou, olhando-a nos olhos, mas apesar do palavrão, estava divertido, com malícia nos lábios. - Porra, Paola... Eu quero foder você. - Ele confessou, afastando o olhar do dela, e levou os lábios para o pescoço da sua argentina, depositando alguns beijos lentos ali.
- Aqui? - Saiu da boca dela, baixinho, a voz fina, feminina e cheia de tesão estava torturando ele. Ele rapidamente retirou os dedos molhados do sexo dela, e os chupou forte, deliciando-se com o sabor. Ajeitou a calcinha da amada, e a colocou de pé, junto a si.
- Temos que trabalhar agora... - Sussurrou, ainda cheio de malícia, e deu um beijo desajeitado em sua bochecha, saindo do camarim dela, logo após. Ao ouvir a porta bater, ela de imediato desabou no sofá. Quem aquele... Quem ele pensava que era? Ela estava decidida a não deixar isso barato.
 


Notas Finais


O que a nossa Argentina irá fazer?


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