História TWD - The girl with red hair - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, The Walking Dead
Personagens Aaron, Carl Grimes, Daryl Dixon, Enid, Glenn Rhee, Maggie Greene, Rick Grimes
Tags Carl Grimes, Chandler Riggs, The Walking Dead
Exibições 66
Palavras 1.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Luta, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Alô, alô, meus amores.
Eu simplesmente amei esse capítulo. Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 25 - O fim da família Anderson.


     O céu escurecia, era para ser mais uma noite fria, onde todos em Alexandria se acolhiam em suas casas e apenas alguns ficavam acordados de vigia. Mas hoje, é diferente.
     Não ache que é um diferente bom, onde todos se encontram felizes com suas devidas famílias. Não, não, passou longe disso, bem longe.
     Eu, Gabriel, Ron, Carl, Rick, Michonne, Jessie e Sam nos encontramos de mãos dadas e em nossa volta está repleto de errantes que dominaram Alexandria.
     O cheiro de carne podre me faz mal, me faz querer vomitar. Olhar todos aqueles errantes caminhando bem ao meu lado me faz querer gritar, enlouquecer. O pior de tudo é ver o lugar, que algumas horas atrás era o lar doce lar de várias pessoas, está dominado por essas coisas.
     Rick pede para que paremos de andar, nós nos reunimos em um local onde não há tantos errantes. Eu e Michonne ficamos de costas ao grupo, observando a movimentação dos errantes e se algum deles nos atacassem, nós estaríamos preparadas.
     -Mudança de planos.-Rick diz quase em um sussuro, porém alto o suficiente para que eu e Michonne possa escutar.
     Rick conta todo o plano e eu escuto com atenção cada palavra dita por ele. Ele cita que Judith não pode ficar com a gente, seria arriscado demais, então, pede para Gabriel levar ela para um lugar seguro e confia a segurança de sua filha ao homem. Carl, logo em seguida, entrega Judith ao Padre. Jessie pede para que ele leve Sam também, mas o garoto implora para que fique conosco e Jessie atente ao pedido dele.
     Rick fala mais algumas palavras sobre o plano novo. E, então, começamos a caminhar novamente.
     Nossos passos são lentos, assim como os dos errantes. Andamos por mais cinco minutos até que paramos.
     -Mãe... eu não consigo.-Sam diz quase chorando.
     Jessie olha em volta e logo depois dirigê-se ao seu filho. Ela diz algumas palavras, tentado incentivá-lo:
     -Ei, se lembra no que eu disse lá na nossa casa? Você precisa ser forte. Pense que você é um super-herói. Vai, vamos lá, eu acredito em você.
     Sam continua parado chorando. Todos nós percebemos que os errantes começavam a notar que nós não éramos como eles.
     -Vamos lá, garotão. Você consegue.-Ron diz para incentivar o irmão.
     -Vamos, por favor...-Jessie fala.
     O garoto continuava de olhos fechados, chorando. Já eu, não sabia o que pensar, o que dizer. Aquela situação não estava favorável à nada.
     Um errante chega atrás de Sam, agarrando-o pelos ombros e mordendo sua cabeça.
     -NÃAAAO. -Jessie grita.
     Ao ver aquela cena, dou dois passos para trás, balançando a cabeça negativamente, tentando não acreditar no que eu estava vendo.
     Outro errante agarra Sam e morde o ombro dele. Jessie chora desesperadamente e não solta a mão de Sam e de Carl.
     -Jessie, Jessie, precisamos ir.-Carl sussura para a mulher.
     -Por favor, Jessie. Vamos.-Rick diz para a mesma.
     Eu continuo parada, em choque. Sem conseguir dizer alguma coisa.
     Jessie continuava a olhar seu filho sendo devorado pelos errantes. Ela chorava desesperadamente e não se importava mais se os errantes percebiam ou não que ela não era um deles.
     Um errante chega atrás de Jessie e a morde no ombro, outros dois aparecem e começam mordê-la.
     -J-Jessie.-As palavras soam da minha boca como sussuro.
     -Não, não.-Rick diz não querendo acreditar no que via.
     A dor que eu sentia no momento, eu não sabia descrever. Nenhuma palavra saia de minha boca, nenhuma lágrima saia de meus olhos. É como se eu estivesse gritando, sem ao menos ter dito uma palavra, como se estivesse chorando, sem ao menos ter uma lágrima nos olhos. A cena se repetia milhões de vezes em minha cabeça e eu a balançava, tentando tirá-la.
     Dava passos lentos para trás, era inevitável. No momento, não percebi que estava me afastando do grupo. Os errantes passavam por mim e não notaram que eu não era um deles.
     Jessie era devorada pelos errantes mas ela não soltou a mão de Carl. Carl puxava e de nada adiantava.
     -Pai... -ele diz já em um tom de desespero.
     Rick estava desnorteado, mas não podia deixar que seu filho fosse devorado por um deles também. O homem pega o seu machado, levanta e corta o braço de Jessie.
     Coloco a mão na boca ao ver a cena de longe. O choro é inevitável, começo a soluçar e só então percebo que estou longe do grupo, olho em volta e dois errantes vêm em minha direção pronto para me atacar. Viro-me de frente para os dois errantes e dou passos para trás, ficando longe deles e perto do grupo.
     Eu já não sabia o que estava acontecendo. Agora já não existia Jessie e Sam, os errantes se ajoelhavam e iam comê-los. Olhava o grupo de errantes que se ajoelhou e respirava forte.
     No momento que olho para Ron, ele pega uma arma que estava no chão e aponta para onde estava Rick e Carl. Os dois olham surpresos para o menino que apontavá-lhe a arma.
     -Você...-Ron diz raivosamente.
     -Ron, abaixe essa arma.-Digo ainda com voz de choro, me aproximando dele.-Você não precisa fazer isso.-Ele ignora tudo o que digo.-Ron...
     -Você...-Ele repete.
     Ele coloca o dedo no gatilho e quando ia apertá-lo, Michonne matá-o com sua katana. Mesmo assim, Ron consegue disparar uma bala.
     O corpo sem vida de Ron cai aos meus pés, dou um pulo para trás e coloco a mão na boca. Não há tempo das lágrimas saírem antes que eu escute Carl:
     -Pai?
     Ele olha para Rick e vemos seu olho totalmente estourado. Carl cai no chão.
     -CAAAARL! -Grito.
     Corro em direção ao seu corpo no chão, me abaixo e tento pegá-lo mas é muito pesado. Rick se abaixa e carregá-o.
     Ele corre em direção a enfermaria, Michonne vai na frente matando os errantes do caminho. Eu vou logo atrás de Rick, matando os errantes, com a arma que Carl me deu, que tentavam nos alcançar.
     Corremos e chegamos até a enfermaria. Rick é o primeiro a entrar, ele coloca Carl em uma maca  e passa a mão pela cabeça. Sou a última a entrar, fecho a porta e continuo desesperada com a situação de Carl.
     -Annie?-Escuto a voz de Aaron.
     Olho em direção da onde veio a voz e vejo Aaron. Jogo o cobertor com sangue dos errantes no chão e vou correndo abraçar meu tio. E mais uma vez eu choro. Ele pega na minha cabeça, fazendo olhá-lo.
     -Você está bem? Foi mordida?-ele pergunta preocupado.
     -Não, não.-Digo balançando a cabeça freneticamente negando e puxando Aaron para mais um abraço.-E... e Matthew? Onde ele está?-Pergunto com receio do que ele possa dizer.
     -Está lá dentro, junto com os enfermos. Eric está cuidando dele.-Ele responde.
     Sorrio ao escutar que meu irmão está a salvo. Aaron passa a mão no meu cabelo, acariciando e dizendo que vai ficar tudo bem para que eu fique calma.
     -O que ele está fazendo?-Denise pergunta.
     Olho em direção a porta e vejo Rick saindo. Aaron fica desesperado com a situação e vai até a janela vê o que Rick está fazendo.
     -Ele quer matar todos sozinhos...-Aaron diz com um tom de voz diferente.-Eu irei ajudá-lo.
     Aaron diz pegando na maçaneta da porta e abrindo-a. Dou dois passos para frente querendo ir atrás dele, mas logo paro. Antes de sair, meu tio me olha e diz:
     -Fique aí.
     Quando ele sai, vou direto para a janela e vejo somente ele e Rick matando os errantes. Outros homens que estavam na enfermaria, sai para ajudá-los. Ficando apenas eu, Denise, Michonne e Carl no local.
     -Você não pode ir. Preciso de você aqui.-Denise fala para Michonne.
     Olho para as duas e vejo Michonne dando um beijo na testa de Carl e saindo para ajudar os homens. Olho novamente para a janela e vejo que a maioria está ajudando a matá-los.
     Pego um facão que estava em cima de um dos armários, provavelmente de algum dos homens que estavam aqui. Coloco a mão na maçaneta para abrir a porta e Denise fala enquanto cuidava de Carl:
     -Aaron disse que era para você ficar aqui. Lá fora é muito perigoso.
     Encaro Carl desacordado. As cenas mais uma vez se repetiam em minha cabeça.
     -Já vi coisas piores.-Falo em um tom de voz sério, se referindo ao perigo do lado de fora.
     Abro a porta com o facão em mãos, e bato na mesma para fechá-la. Saio da varanda da enfermaria e começo a matar os errantes, junto com os moradores de Alexandria.
     Sinto uma mão agarrar meu ombro, me viro levantando o facão para acertar a cabeça, mas logo vejo que é Aaron.
     -Eu disse que era para você ficar lá dentro.-ele diz enfurecido.
     Quando abro minha boca para responder, uma grande fogueira surge. Olho em direção e vejo que foi Daryl. Meu tio me puxa até onde estão os outros e então começamos a matar cada vez mais, até sobrar nenhum.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Com oito comentários eu continuo.
Até o próximo capítulo, bye.
Ah, aliás, tem surpresinha no próximo.


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