História Twenty four - twenty five - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Clarke, Clexa, Clexa G!p, Lexa
Exibições 354
Palavras 3.883
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi alfas

Capítulo 8 - Capitulo 7


 

Clarke acordou pela segunda vez naquele dia, ela se sentia bem e confortável, pois Lexa estava quase que possessivamente com metade de seu corpo por cima do de Clarke.

Ela se aninhou mais para trás, se enrolando como uma bola abaixo dos braços e pernas de Lexa, ela se remexeu e esticou sua mão esquerda até a perna de Lexa, puxando o corpo da Alfa mais par si. O que ela não sabia, é que Lexa estava acordada, apenas observando os atos manhosos da ômega.

Em um movimento rápido, Lexa ficou por cima de Clarke, sorriu diabolicamente quando viu a loira ofegar de susto. Ela se inclinou para dar um beijo nela, mas de supetão começou a distribuir cócegas na barriga e cinturas de Clarke

- Lexa! - Clrkea gritou, mas era tarde de mais, pois Lexa não dava um segundo de paz para a loira.

- São apenas cócegas, Clork! - A maior ria da gargalhada gostosa que Clarke dava, a pequena se desmanchava na cama, virando de um lado para o outro tentando fugir da tortura.

- Pelo amor, Lex! - A ômega suplicava com lágrima nos olhos enquanto suas bochechas ardiam de tanto rir.

Lexa se sentou sobre a cintura da menor, tomando cuidado para não machucá-la com seu peso, cessando a tortura. Ela olhou para a pequena e suspirou com o coração feliz por ver ela ainda rindo e tentando se recuperar.

Clarke colocou os braços cruzados sobre a sua testa enquanto tentava se recuperar, respirando em arfadas e com os olhos fechados.

- Você... é louca! - Ela disse quando já estava mais recuperada.

- E você é linda. - A maior se inclinou para baixo, apoiando-se pelos cotovelos dos lados do rosto corado de Clarke. - A princesa mais bonita do mundo. - Suspirou e selou seus lábios aos de Clarke.

A menor ainda se sentia um pouco ofegante, então foi difícil para ela manter o ritmo do beijo afoito de Lexa. Ela se afastou, repousando sua cabeça no travesseiro enquanto Lexa distribuía beijos por todo o seu rosto.

 

---

 

Elas ainda demoraram pouca menos de uma hora para saírem da cama, elas não queriam encarar os problemas que as esperavam fora de sua bolha pessoal.

Clarke resolvia alguns assuntos da empresa sentada na bancada com o notebook de Lexa a sua frente. Ela digitava freneticamente e vez ou outra arrumava os óculos que insistiam em cair sobre seu nariz.

Lexa fatiava alguns legumes e frango para o jantar, sempre dando uma espiada em Clarke a sua frente. Ela simplesmente não conseguia tirar seus olhos da omega.

A loira se esticou no banco alto e focou em Lexa, admirando a concentração que a Alfa usava para simplesmente despejar temperos. Ou o modo como o pulso dela ficava firme quando ela manuseava a faca. Tudo na Alfa era atrativo para ela.

Toda a nuca e metade dos ombros de Lexa estavam a amostra, graças ao rabo de cavalo que ela havia feito para começar a cozinhar. Clarke sentia uma vontade louca de fincar suas unhas naquela pele branquinha, de arrastar sua língua pelo ponto de pulso da Alfa, se morder cada pedacinho dos ombros fortes.

Clarke tentou afastar todos esses pensamentos quentes antes que começasse a se sentir molhada. Desligou o computador e se ajeitou melhor no banco.

- Eu preciso buscar minhas coisas na casa dos seus pais - ela disse enquanto Lexa lavava alguns aspargos.

- Posso pedir para Emily trazer para você depois do colégio, ela não tem nada a ver com essa história toda - a Alfa respondeu se apoiando na pia ao lado do fogão, levou um dos aspargos até a boca e mordeu.

O simples ato do mastigar de Lexa excitava Clarke. Estava sendo um sacrifício doloroso se manter sentada no banquinho.

- Me sinto tão idiota - a loira suspirou ao terminar de falar.

Era surreal para ela que Bellamy estava planejando um gole nela. Ela confiava nele, ela praticamente via o amor que ele sentia por ela nos olhos dele.

- Bellamy nunca foi do tipo com bom caráter. - Lexa franziu o cenho enquanto lembrava-se de sua infância com o irmão. - Ele sempre foi ambicioso, e quando viu que meu pai não poderia sustentá-lo por toda a vida, já que ele não ganharia um cargo na empresa da família, ele ficou enlouquecido.

Clarke assentiu ainda se sentindo um pouco mal. Lexa automaticamente sentiu seu coração encolher, então caminhou até sua ômega e a abraçou.

- Ele dizia que me amava. - A pequena suspirou quando repousou sua cabeça no ombro cheiroso da Alfa.

- Alguns mentirosos mentem tão bem que acreditam na sua própria mentira. - Lexa arrastava seu nariz pelo cabelo cheiroso de Clarke.

- Como você descobriu que ele planejava me dar um golpe?

- Eu tinha acabado de chegar da França, e meu apartamento não estava pronto ainda então eu tive que ficar na casa dos meus pais por uns dias. Mamãe nunca foi tão boa assim, e ela venera Bellamy por tudo nesse mundo já que ele é o único filho homem, e acabou que ela não foi muito esperta ao falar no telefone com Bellamy e deixar a porta aberta.

- Você ouviu a conversa dos outros? - Clarke riu baixinho imaginando sua alfa se esgueirando atrás de uma porta.

- Não foi bem assim! - A maior se defendeu, mas também riu. - Eu só estava passando e ouvi ela comentar algo sobre: "essa Clarke vai ser fácil", ou algo do tipo. - Deu de ombros.

- Agora eu realmente me sinto uma trouxa - Clarke suspirou frustrada e fechou seus olhos apertando mais o abraço em sua Alfa.

- Bellamy sempre falava de você, e do quanto você era decidida e determinada. Eu fiquei realmente chocada quando comecei a ouvir cada vez mais coisas naquela casa.

- Você se sentia mal por isso? - a loira murmurou.

- Não é como se eu me sentisse bem. - Lexa afastou-se e foi até o fogão. - Foi quase um parto quando eu saí de casa para seguir meu sonho de ser cozinheira, papai queria que eu tomasse as rédeas da empresa, me casasse com a ômega que ele queria e ter dois filhos.

- E você, como uma boa Alfa rebelde, fugiu de casa. - Clarke sorriu.

- Exatamente!

Elas se olharam por uma fração de segundos, e foi como se o mundo parasse. Era sempre assim quando seus olhos se cruzavam. Como se uma necessidade.

 

---

 

Jantaram frango com arroz de legumes. Clarke cada vez mais se apaixonava pela comida da Alfa. Ela jantou sentada no colo de Lexa, como no café da manhã.

Deixaram a louça para outra hora se jogaram no sofá espaçoso para assistirem um filme. Clarke insistiu para que Lexa deixasse no canal de filmes clássicos, alegando que como convidada na casa ela tinha o direito de escolher.

Lexa estava com o rosto apoiado na mão, o filme estava realmente chato para ela, e por vezes ela cochilava. Clarke se agarrava na coberta, não conseguindo segurar as lágrimas enquanto via o filme, a garota não conseguia segurar seus sentimentos mais puros para com o sofrimento da protagonista.

- Quando é que carros vão começar a explodir? - A Alfa murmurou se ajeitando no sofá, o tédio fazia com que ela se sentisse desconfortável em qualquer posição em que parasse.

- Lexa! - Clarke exclamou com indignação. - Não tem carros no filme! Não tinham carros no século dezoito!

Lexa murmurou alguma reclamação. Ela não se importava tanto com o filme, ela realmente se importava com o fato de que Clarke estava sentada na outra ponta do sofá, e não dava nem um pingo de atenção para ela. Ela se sentiu um pouco infantil por isso, mas para quê assistir filme quando ela estava ali?

A Alfa suspirou um tanto quanto alto e se remexeu no sofá novamente. Resolveu que não queria ficar ali e ser ignorada. Levantou-se e foi até a varanda da sacada, sentou em uma das cadeiras acolchoadas e retirou o celular do bolso. Ligou para Emily e passou um bom tempo conversando com a irmã.

Explicou tudo o que estava acontecendo, explicou que ela sentia algo por Clarke, e ela se sentiu bem por assumir aquilo em voz alta. Emily acreditava fielmente que Lexa não havia mordido Clarke, ela acreditava que suas almas poderiam sim estar um tanto quanto conectadas sem a mordida.

O filme havia acabado, Clarke enxugava algumas lágrimas quando ela começou a se sentir um pouco vazia. Olhou para o lado e não encontrou a imagem do tédio ao seu lado. Estranhou e se levantou, viu que a varanda estava aberta. Caminhou até lá com a coberta ainda enrolada sobre seu corpo. Encontrou Lexa falando no telefone e sorrindo, sentiu uma pontada de ciúme. Com certa determinação ela se sentou no colo da maior, com seu torso de fronte ao dela.

Lexa sorriu ao ver sua omega, abraçou a cintura fina e puxou a garota para si.

- Tudo bem, Em. Me mande uma mensagem quando for trazer as coisas da Clarke. - Falou e logo então desligou o telefone.

Clarke agradeceu internamente por não ter feito um escândalo de ciúme, já que era apenas Emily no telefone e não alguma outra ômega que poderia roubar sua Alfa. Ela se aconchegou nos braços da maior ainda segurando o cobertor envolto de si.

- O filme já acabou? - Lexa perguntou, e Clarke apenas assentiu. - Você está com sono?

- Eu dormi a tarde toda, estou mais acordada do que nunca. - Murmurou.

- Hm - Lexa murmurou e começou a distribuir beijos abaixo do ouvido da loira. - Quero me desculpar por ontem.

Clarke se afastou um pouco, ajeitando-se mais no colo da maior. Ela encarou os olhos verdes um pouco entristecidos.

- O que aconteceu ontem? - ela murmurou confusa.

- Eu falei besteiras que te afetaram. - Lexa ainda se odiava um pouco por isso.

- Essa coisa toda de Alfa e ômega me confundem! - Clarke suspirou. - Para mim é surreal como você pode me afetar tanto mesmo sem estar se dirigindo a mim.

- Nós estamos ligadas uma à outra, Clarke. - Lexa murmurou e acariciou o pescoço da ômega com suas duas mãos.

- Mas você nunca sequer me mordeu...

- Eu também não entendo essa loucura. - A maior riu e aproximou sua boca do ponto de pulso da loira. - Talvez seja apenas com nós duas, ou talvez nós tivemos a sorte de nos conectarmos apenas com o que você me fez sentir anos atrás.

Clarke arrepiou-se dos pés à cabeça quando sentiu o hálito quente de Lexa em seu pescoço. Seu coração palpitou em seu peito com as palavras de Lexa.

- O que aconteceria se você me mordesse? - Ela perguntou realmente curiosa.

Lexa sentiu-se tentava a fincar seus dentes naquele local entre o pescoço e o ombro de Clarke, ela arrastou seus dentes pelo local dando uma mordidinha leve e logo em seguida chupando a pele do local.

- Estou tentada a descobrir - sussurrou e sorriu quando sentiu o cheiro adocicado de Clarke ficar mais forte.

- Não faça isso... - Clarke remexeu-se, sentindo o desconforto dentro de sua calcinha. - Não agora. Eu ainda preciso de uma prova que você não vai me largar no meio do meu cio.

- Porque eu te largaria logo no cio? - Lexa perguntou e riu descrente. - Essa é a época que eu mais vou querer estar ao seu lado, meu anjo. - Sorriu maliciosa ascendendo ainda mais a libido de Clarke.

- Você pode se cansar de mim quando eu acordar gemendo no meio da noite implorando para você me comer... - murmurou um pouco envergonhada.

Lexa não conseguiu conter o sorriso, pois aquela mulher em seu colo era a personificação da perfeição.

- Onde está a mulher que me deu um pé na bunda hoje de manhã? - Ela perguntou e ergueu as sobrancelhas.

- Ela começou a acreditar mais em você depois de te ver completamente esquisita e preocupada com ela ontem de tarde. - A pequena encolheu seus ombros e sorriu acanhada.

- Eu fiquei esquisita? - Lexa riu, ela não se lembrava muito da tarde passada.

- Você faltou me colocar em uma redoma de vidro, Lexa! - A loira suspirou e se jogou nos braços da maior. - Eu fiquei assustada quando vi seus olhos...

- O que tinham eles? - A alfa perguntou enquanto tentava não se mover muito e receber uma ereção já que a loira estava fazendo pressão bem em cima de seu membro.

- Eles estavam negros, mas não como quando você está excitada... Eles estavam apenas a parte verde... Aquilo me assustou... - Clarke inocentemente apertou mais suas coxas nas pernas de Lexa, pressionando-se mais a ela.

- Clarke... - Lexa ofegou, controlando-se.

- O que foi?

- N-Não se mecha tanto... - A maior murmurou, afastando um pouco o corpo de Clarke.

A loira então percebeu que sua Alfa estava começando a ficar excitada. Ela sorriu diabolicamente e friccionou suas coxas em Lexa, arrastando sua bunda pelas pernas da Alfa.

Lexa trancou a mandíbula, tentando conter seus gemidos. Ela estava impressionada como Clarke conseguia mudar de personalidade assim tão fácil, e mais impressionada ainda com o tamanho do fogo que a loira tinha. Lexa se via extremamente ansiosa para que o cio de Clarke chegasse logo.

A pequena deixou a coberta que lhe cobria, cair no chão da varanda. Aproximou-se de Lexa e roçou seus lábios nos da Alfa, apenas para instigá-la. Ela achava incrível o poder que ela conseguia exercer sobre Lexa, e ela queria se aproveitar disso.

A Alfa suspirou ao sentir o nariz geladinho de Clarke tocar sua bochecha. A ômega inclinava sua cabeça, em uma simulação de beijo que estava deixando Lexa louca para poder tocá-la logo.

Clarke voltou a friccionar seu corpo ao de Lexa, movendo sua pélvis circularmente sobre o membro de Lexa. Ela fazia tudo com uma lentidão torturante. As mãos da Alfa apertavam com força sua cintura e ancas, provavelmente querendo marcar o corpo delicado da ômega.

- Tira - Clarke falou e suspirou enquanto puxava a camiseta da Alfa.

Lexa não ousou desobedecer, e em questão de segundos ela já estava nua da cintura para cima. Clarke sorriu ao ver os seios de Lexa, ela os tocou com seus dedos delicados, fazendo uma doce carícia. A Alfa não se aguentou mais, então desencostou-se da cadeira e capturou os lábios de Clarke, beijando-a afoita.

A língua de Lexa era exigente, enquanto ela praticamente esmagava os lábios da pequena contra os seus. Clarke dava seu máximo para poder retribuir o beijo, mas era sempre quase impossível acompanhar Lexa e suas caricias duras.

Lexa levantou-se da cadeira com facilidade, segurou Clarke pelas coxas, fazendo a menor sorrir entre o beijo. Ela caminhou até o sofá e com carinho depositou Clarke no móvel. Deitou-se por cima da pequena voltando a beijá-la.

As unhas da loira deslizavam pela pele macia das costas de Lexa, causando arrepios na maior. Ela apertava a cintura da mulher, forçando-a a se manter abaixada colando seus corpos.

Os lábios de Clarke estavam completamente inchados e avermelhados quando Lexa se afastou para poder dar atenção a pele do pescoço da ômega. Lexa chupou com veemência o ponto de pulso da pequena, pois ela queria a todo custo marcá-la como sua.

Um longo e baixo gemido escapou pela garganta de Clarke, e Lexa pode sentir seu corpo entrar em combustão instantaneamente. Ela com desespero puxou a camiseta que Clarke usava, e sentiu-se ainda mais quente quando viu que os seios de Clarke já estavam intumescidos, um sinal claro da excitação da loira.

Ela não pode esperar para poder ter seus lábios no local sensível, então ela se abaixou um pouco mais no sofá e capturou o ponto sensível do seio direito de Clarke. A pequena remexeu-se embaixo dela, envolvendo suas pernas no torso da alfa.

Lexa lambia com delicadeza a pele extremamente macia do seio de Clarke, ela olhou para o rosto da loira e entrou em completo êxtase ao ver a expressão de prazer de sua ômega. Ela deslizou sua língua até o vão entre os dois seios e chupou o local por um bom tempo enquanto ela usava suas mãos para estimular os dois seios. Sorriu satisfeita quando viu as galáxias arroxeadas que ela havia deixado na pele da sua pequena. Fez o mesmo caminho com a língua até a clavícula saliente e bonita de Clarke. Ela mordeu o local, fazendo a loira remexer-se cada vez mais afoita. Chupou também a clavícula, marcando também o local. Viu-se satisfeita com sua obra de arte, então voltou a descer sobre o corpo.

A Alfa deixava pequenos chupões pelo abdômen liso de Clarke, ela fazia tudo com extrema calma, levando a pequena à loucura. Ela apertou as coxas da loira assim que chegou ao cós da calcinha dela. Mordeu o baixo ventre de Clarke e a fez delicadamente abrir as pernas sobre o sofá.

Apenas para instigar ainda mais Clarke, a Alfa se pôs sobre os joelhos e friccionou sua ereção sobre a boceta encharcada da ômega.

- Porra! - Clarke ofegou fechando os olhos.

Lexa ainda a segurava pelas coxas enquanto continuava a se friccionar lentamente na loira. Ela sorria enquanto levava Clarke a picos de prazeres. Ela voltou a se abaixar sobre Clarke quando percebeu os espasmos da ômega. Com certa brutalidade ela rasgou o fino tecido da calcinha. O corpo de Clarke estava como sobre a brasa após o ato animalesco da Alfa.

Clarke se sentiu extremamente torturada quando Lexa a segurou pelos quadris enquanto deslizava o nariz sobre seu baixo ventre.

A sala toda cheirava a cravo, canela e baunilha, mas nada cheirava tão feminino e deliciosamente quanto a boceta de Clarke. Lexa deslizou sua língua por toda aquele pele avermelhada, capturando a excitação que escorria de Clarke.

A loira gemeu extremamente alto, vendo pequenas estrelas no teto da sala do apartamento de Lexa. As mãos de Clarke tremiam quando ela fincou suas unhas nos ombros de Lexa.

Clarke rebolava sobre a língua de Lexa, enquanto a mesma lutava para manter Clarke quieta. Lexa deslizava sua língua por toda parte, apenas saboreando o que ela poderia dizer com convicção ser o melhor sabor do mundo. Ela sugou cada um dos pequenos lábios de Clarke, capturando a excitação que também estava neles.

- Tão deliciosa - sussurrou com sua boca grudada no clitóris de Clarke.

- Lexa... - Clarke gemeu e fechou seus olhos.

O pequeno nervo de Clarke pulsava como nunca antes. Ela se sentia entorpecida e sedenta pela língua macia de Lexa.

Lexa levou sua mão até seu membro e o apertou sobre a cueca. Ela se sentia completamente dura por apenas lamber a boceta de Clarke. Deslizou sua língua até a pequena entrada, invadindo Clarke ao mesmo tempo em que apertava seu próprio pênis.

As pernas de Clarke bambearam, ela se fechou em torno da língua de Lexa e então se desmanchou na boca da Alfa. Gemeu seu nome enquanto seu corpo tinha pequenos espasmos dolorosos.

A Alfa sugou tudo o que podia de Clarke, antes de não aguentar mais e ter que se aliviar. Abaixou-se sobre o corpo da pequena e se apoiou com as mãos dos lados da cabeça de Clarke.

Clarke ainda não havia se recuperado muito bem do orgasmo quando começou a abaixar a cueca de Lexa, sua mão exigente tocou o membro quente e macio. Ela gemeu apenas por estar tocando seu objeto de desejo.

Lexa apenas observava o rosto levemente suado de Clarke enquanto as mãos da loira a masturbavam. Ela arfou quando o polegar de Clarke deslizou sobre sua glande, sentiu seus olhos arderem de puro desejo.

Clarke guiou o membro de Lexa até sua boceta, fechou seus olhos quando Lexa empurrou seu quadril um pouco para frente e então a penetrou. Mordeu o próprio lábio inferior enquanto sentia o membro grande de Lexa deslizar suavemente sobre suas dobras enquanto a penetrava.

Sentiu vontade de gritar quando enfiou-se completamente dentro de Clarke, seus olhos se fecharam e ela rosnou de um modo animalesco antes de mover seu quadril para trás lentamente.

Elas aproveitavam cada segundo daquele momento. Clarke principalmente, pois estava completamente maravilhada com a visão que tinha da Alfa. Lexa mantinha seus olhos apertados, os lábios entre abertos, seu cabelo caia como cascata pelo lado direito de seu rosto. Clarke podia ver perfeitamente o suor brilhando na nuca da Alfa.

Lexa fodia lentamente a boceta de Clarke, ela sentia perfeitamente quando Clarke tencionava seus músculos internos deixando-a mais apertada. Estava sendo extremamente difícil penetrar Clarke, a loira parecia uma virgem de tão apertada que estava. Lexa então manteve seu equilíbrio sobre os joelhos, segurou com força as coxas de Clarke e a fez rodear sua cintura. Arfou com a visão de seu pau dentro por completo na omega.

Camila gritou com a invasão, aquela posição facilitava muito, então ela se agarrou com mais vontade no torso de Lexa.

A Alfa perdeu completamente o controle que tinha, e começou a enfiar-se dentro de Clarke com rapidez. Seus corpos agiam em sincronia, enquanto Clarke rebolava e gemia e Lexa metia com o maxilar trancado.

Lexa abriu seus olhos e focou na boceta de Clarke, maravilhada com a beleza do corpo da loira. Ela foi a loucura quando viu seu pau sair completamente melado de dentro da ômega. Apoiou-se com o braço acima da cabeça de Clarke, manteve uma ao em volta da cintura da pequena enquanto metia com força.

As estocadas eram rápidas, e Clarke arfava toda vez que sentia o pênis de Lexa tocando tão fundo quanto ela poderia imaginar ser possível. Seu corpo todo vibrava em alegria. Ela se agarrou no corpo forte e tenso de Lexa que a fodia deliciosamente. Apoiou seu rosto no pescoço de Lexa enquanto arfava sentindo-se rompida e fodida.

- Clarke eu vou - Lexa arfou quando sentiu seu pau vibrar. - Eu não vou aguentar muito mais... - Gemeu roucamente quando Clarke mordeu fracamente seu pescoço. - Tão apertada que eu não consigo mais segurar! - Rosnou e aumentou sua força nas estocadas com o quadril.

Clarke gritou e deixou-se entregar quando Lexa perdeu completamente o controle. Ela gozou demoradamente sobre o pau de Lexa, e então sentiu o liquido quente no fundo da sua boceta. Lexa estocou apenas mais uma vez antes de inchar-se dentro da pequena.

Lentamente ela se deitou sobre Clarke, ainda segurando a cintura da pequena no lugar. Seu pênis pulsando cada vez que ela derramava sua porra dentro do buraco quente de Clarke.

A loira arfava e seu coração martelava contra suas costelas. Ela acariciou o cabelo bagunçado de Lexa e sorriu mole e satisfeita.

Nenhuma das duas se moveu, elas já haviam consumado tanto quanto podiam naquele dia. Clarke se sentia exausta então adormeceu ali mesmo no sofá.

Lexa retirou-se de dentro dela lentamente, ouvindo um gemido de protesto. Viu que a loira havia adormecido, então a pegou em seus braços e a levou até o quarto. Cobriu seu corpo com a coberta e voltou para a sala para poder arrumar a bagunça que haviam feito.


Notas Finais


já ofereci chocolate, flores, diamantes e nada de ser perdoada......essa minha ultima cartada.

amorzinho esse cap é pra vc....então estou desculpada?

tchau Alfas...


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