História Twenty-Two - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Avenged Sevenfold, Taylor Momsen, The Neighbourhood, The Pretty Reckless
Personagens Jesse Rutherford, Synyster Gates, Taylor Momsen
Tags Jesse Rutherford, Synyster Gates, Taylor Momsen
Visualizações 49
Palavras 5.970
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaa amooras, entãaao aqui estou para mais um capitulooo.

Não se esqueçam de ler o cap com a Playlist do capitulo, e me digam o que estão achando, o que estão esperando que aconteça, quero saber de tudo.
Peço desculpas se houver algum errinho ortográfico, ainda não foi feita a betagem.


Fatos sobre a fanfic para vocês conseguirem se situar e não se perder.
- Sempre prestem atenção nas datas, por que a fanfic sempre vai e volta no tempo. <3
- Se tiverem mais de quatro comentários eu vou postar o próximo no dia seguinte, se não o próximo capitulo saira dentro de 3 a 4 dias <3
A fanfic já está totalmente terminada, então eu simplesmente irei acompanhando a história com vocês <3
Acho que é só isso mesmo, espero que gostem do Capitulo.
Até as notas finais.

Capítulo 23 - So far Away (2-2)


Fanfic / Fanfiction Twenty-Two - Capítulo 23 - So far Away (2-2)

No Capítulo Anterior…

— Eu estou bem — Disse enquanto apertava a mão que Brian segurava forte em meu ombro, olhei para ele passando firmeza no olhar, e então olhei para Jimmy, levei minha mão até o outro lado da mesa, e peguei na mão dele segurando forte — Essa letra é realmente maravilhosa, é profunda e doída de escutar, por que parece um adeus.

Jimbo abriu um sorriso tranquilizador para mim, e foi a vez dele apertar a minha mão.

— Você não tem com que se preocupar eu não vou embora tão cedo. — Falou e me lançou uma piscadela, sorri para ele, mas a sensação que tive enquanto estava na cozinha voltou a me assolar.

Segunda- Feira, 28 de dezembro de 2009, Huntington Beach, Califórnia.

No dia seguinte...

O despertador começou a tocar altíssimo, eu peguei ele e joguei no chão, o que não adiantou para fazê-lo parar de berrar, gemi contra o travesseiro, e o homem ao meu lado cobriu a cabeça com o seu.

— Desliga essa merda — Ele resmungou — Eu não preciso acordar cedo.

Falou e eu bufei, me sentando na cama e pegando o relógio do chão, apertei o botão que fazia ele parar e o coloquei na cabeceira novamente, olhei sob o ombro para Brian que dormia de barriga para baixo, as costas estavam descobertas, enquanto as pernas se enrolavam com o lençol.

Eu não conseguia resistir a tudo aquilo, me joguei novamente na cama, estava nua como ele. Fui para perto de Brian e o abracei por trás, minhas mãos abraçaram seu peito, enquanto minha perna cobriu as suas, e minha cabeça foi parar no meio da sua espinha, senti sua pele quente e macia contra meus seios, inspirei o cheiro de sua pele e fechei os olhos aproveitando a sensação.

Brian então começou a se mexer, ele se virou de frente para mim, e desceu até meu rosto estar próximo ao seu, abriu os olhos castanhos e encarou meus olhos azuis.

— Espero já ter dito para você que você fica maravilhosa quando acorda, por que você fica — Ele falou e eu sorri.

— Você fala isso sempre — Eu disse sorrindo boba, será que tinha como eu o amar mais? Levei minha mão até seu rosto acariciando-o, a barba por fazer pinicava em meus dedos, mas eu não ligava.

— O que você vai fazer hoje? — Perguntei ternamente a ele que suspirou pesadamente.

— Não faço a menor ideia — Falou e riu — Acho que vou ficar de bobeira até você voltar para casa.

Fez beicinho para mim e eu lhe dei um selinho.

— Então prometo terminar tudo o mais rápido possível para poder voltar para essa cama, é para você — Disse e pisquei para ele, me levantei da cama, sabia que tinha programado o despertador para cima da hora, eu tinha ainda que pegar os caras no aeroporto e os levar para a nova casa deles, e os ajudar na mudança.

— Há nãao — Brian resmungou — Volta para cá.

Eu sorri para ele e andei até a minha gaveta, a abri e tirei de lá uma calça e uma blusa jogando-as em cima da cama.

— Pode acreditar amor, a coisa que eu mais quero é ficar aí deitada enterrada em você o dia inteiro, — Abri a minha outra gaveta pegando um sutiã e uma calcinha, fiquei de frente para Brian, que agora estava meio sentado na cama me olhando profundamente — mas infelizmente, eu realmente preciso ir ajudar eles na mudança.

Peguei o sutiã e coloquei logo também peguei a camisa de cima da cama e coloquei rapidamente, depois de colocar a calcinha comecei a colocar a calça de pé ainda, Brian me olhava sem dizer uma palavra, pude escuta-lo suspirar.

— Eu te amo — Ele falou de repente, eu olhei para ele espantada, e fui tentar subir a minha calça, o que acabou fazendo com que eu prendesse e o pé e caísse de bunda no chão.

Pude escutar a risada de Brian vindo lá de cima da cama, enquanto eu tentava levantar. Quando consegui coloquei a calça rapidamente, e ainda com ela aberta caminhei até o lado que Brian normalmente dorme. Ele me olhava tranquilo como se não tivesse me falado nada demais. Apontei um dedo para ele e cerrei os olhos.

— O que foi que você disse? — O sorriso que ele tinha no rosto se abriu mais ainda, e ele pegou em minha mão me puxando para sentar na cama.

— Eu disse que Eu te amo — Falou, seus olhos transmitiam sinceridade, e felicidade, deu uma risada e continuou — Tudo bem se não quiser falar nada para mim, eu entendo que é muito cedo. É só que eu estou sentindo isso a muito tempo, e eu sempre soube que era amor, estava esperando o momento certo para dizer, e eu acho que é agora. Eu amo você, amo seu sorriso, e o jeito como é independente, e não precisa de mim para nada. Amo seu corpo, seu cheiro, sua pele, suas curvas, seus olhos azuis que sempre parecem ler meus pensamentos. — Ele suspirou e me olhou fundo nos olhos. — E eu preciso que você saiba de uma coisa.

Ele fez uma pausa e abaixou o olhar, quando voltou a me olhar a sua expressão estava dez vezes mais carregada de emoção do que estava a momentos atrás, e todos os pelos do meu corpo se arrepiaram.

— Por mais que eu tenha ficado dez anos com Michelle e a tenha pedido em casamento. — Ele engoliu em seco — Em nenhum momento do nosso relacionamento eu disse que a amava, porque eu sabia que eu não sentia isso. O que eu quero dizer é que… Eu não uso essas palavras de uma forma banal, e não quero que você faça isso. Eu te amo, e tenho absoluta certeza disso, tenho certeza de que quero ficar com você para o resto da minha vida.

Não consegui evitar de abrir um enorme sorriso, me inclinei sobre ele e lhe dei um selinho, quando me afastei olhei em seus olhos, e naquele momento eu não me importava se um dia ele me traísse, por que de repente, depois de tudo que ele tinha falado eu não acreditava ser possível.

— Eu também te amo — Falei sorrindo boba, sentia meu peito inflar de felicidade por finalmente lhe dizer aquelas palavrinhas — Amo de verdade, e eu também venho a muito tempo mantendo isso em segredo, não porque eu queria que você falasse primeiro, e nem por que eu queria achar o momento certo, eu só tinha medo, e acho que você sabe disso — Ele abaixou o olhar, e então toquei levemente em seu rosto e ele voltou a me olhar — Só que eu confio em você, confio totalmente e cegamente, talvez eu até não devesse confiar tanto, — Disse e ele abriu um sorrisinho travesso — mas somos eu e você, já superamos as expectativas de todos a nossa volta, e sei que vamos continuar fazendo isso.

Ele me puxou para ele e nós entrelaçamos em um beijo delicioso. Me separei dele sabendo que se continuássemos eu não sairia mais de sua casa. Me afastei e me levantei fechando a calça.

— Eu tenho que ir — Falei para ele levantando uma sobrancelha, ele fez bico. Peguei seu rosto com a mão e mordi forte seu lábio

— Doeu — Ele reclamou segurando o lábio. Eu dei um sorriso enorme.

— Quer que eu faça algo para você comer? — Perguntei indo até a cômoda e começando a fazer uma maquiagem rápida. Passei rímel enquanto ele pensava, passei um gloss, sabendo que não beijaria mais ninguém então podia usá-lo.

Ele começou a se deitar na cama e puxou os lençóis até o queixo.

— No momento eu vou voltar a dormir, mas agradeceria se você deixasse umas panquecas prontas para mais tarde. — penteei o cabelo o deixando solto, e fui em direção a ele, lhe dei um beijo no rosto.

— Pode deixar, vou colocar na geladeira. — Peguei minha bolsa e comecei a sair do quarto.

— Te amo — Brian gritou quando eu já estava na porta, sorri para mim mesma.

— Também te amo — Gritei de volta.

———

Os saltos altos que eu usava me deixavam mais alta na multidão, mas ainda sim havia cabeças demais na minha frente para eu conseguir ver o desembarque com nitidez. Bufei cansada de ficar pulado de um lado para o outro, e decidi ficar ali e esperar, eles que me achassem afinal.

Depois de uns 10 minutos, vi Mark sair do portão de embarque, é claro que eu veria ele primeiro, pequeno do jeito que é. Tentei passar pelo mar de pessoas a minha volta, e depois de certo esforço finalmente consegui sair do meio do povo, os três já caminhavam para longe, bufei e andei apressada atrás deles, mas o tamanho dos saltos com certeza não ajudavam.

— Ben — Gritei em meio às pessoas, o cara com os cabelos encaracolados gigantes virou a cabeça para trás em minha direção. Quando viu que era eu ele abriu um sorriso, e então os três estavam voltados para mim.

Fui caminhando sorrindo até eles.

— Seus putos — Falei pulando em Jamie, e o abraçando, e então foi uma troca de xingamentos, risos e comprimentos. — Estava com saudades de vocês.

Eu disse ficando de frente para os três.

— Também estávamos com saudades de você TayTay — Sorri para Ben, de repente eu me sentia verdadeiramente em casa ali.

— Vamos conhecer a casa nova de vocês? — perguntei sorrindo a eles, que ficaram mais que animados, saímos então do aeroporto, conversando animadamente uns com os outros, tinha bastante novidades para contar a eles, e eles também pareciam ter.

Depois de colocarmos todas as malas no pequeno compartimento em meu carro, nós entramos no mesmo e eu os levei até a nova casa deles. Eu tinha comprado a casa por uma pechincha em um leilão, quer dizer não tinha sido bem eu, mas como estava cuidando temporariamente da empresa de vovó, eu podia falar que é meu. Claro que os garotos não sabiam e se fosse por mim nunca iriam descobrir, sabia que não era nada para longo prazo, já que eles têm suas próprias famílias.

A casa ficava mais perto da dos meus pais, do que da de Brian que era onde eu ficava a maior parte dos meus dias. Entrei na rua enquanto conversava com eles sobre a última reunião que havia tido, três casas depois eu pude ver um caminhão de mudanças parado rente a calçada, terminando de contar a história eu entrei com o carro dentro da garagem estacionando ele e desligando.

Nós quatro saímos do carro quase ao mesmo tempo, estava muito animada para saber o que eles iam achar da casa. Fiquei de pé ainda com a porta aberta do carro e olhei sorrindo para ela, que é pequena e moderna.

— Por acaso você acha que temos cara de universitários? — Jamie perguntou, meu sorriso se desmanchou enquanto virava a cabeça em sua direção.

— Vocês nunca teriam cara de universitários. — Falei revirando os olhos.

— ta, então explica pra gente o por que dessa casa — Mark falou debochando, eu olhei dele para a casa tentando entender o que tinha de errado.

A grama verdinha vinha desde a calçada até a entrada da casa, parecia ser tão macia que tinha vontade de deitar nela, a casa em sí era moderna e bem quadrada de um só andar, com as paredes pintadas de um branco leite, e o telhado com telhas pretas, não tinha plantas ou árvores, e nem uma varanda, era uma casa límpida e simples.

— Eu gostei — Falei para eles.

— Quem estão querendo enganar, vocês estão conversando com uma garotinha de 19 anos — Ben disse rindo enquanto caminhava para dentro da casa, os três amigos começaram a segui-lo. Na calçada dois homens do caminhão colocavam diversos móveis no chão.

— Eu posso muito bem ter 19 anos, mas não significa que eu seja uma garotinha — Gritei enquanto seguia os três homens para dentro da casa.

Os três acabaram parando no meio da sala, perdidos no meio do cômodo vazio.

— Me sigam vadias — Falei rindo e passei entre os três. E então fui mostrando o resto da casa a eles. Depois de terminar de lhes mostrar, começamos então a trazer as dezenas de caixas para dentro, quando acabamos de trazer tudo já estava perto do meio dia, pedimos uma pizza e desencaixotamos a TV, e eu a liguei no melhor canal local que tinha.

E então nós sentamos em frente a TV e começamos a conversar e a comer. Sentia realmente falta deles.

— E então, — Ben começou enquanto terminava de mastigar e me olhava — como estão as coisas entre você e o bonitão?

Era assim que eles chamavam Brian, Bonitão, revirei meus olhos para ele e ri.

— Estamos bem — Disse enquanto me inclinava em direção a caixa para pegar outra pizza — Acho que as coisas estão ficando realmente sérias.

— Vocês estão juntos a quanto tempo mesmo? — Perguntou Mark apra mim.

— A três meses só — Falei mordendo um pedaço da pizza, depois de mastigar e engolir eu terminei de falar — só que não sei, parece tão diferente sabe?

— É nós entendemos o que você quer dizer — Jamie disse olhando para seu pedaço de pizza faminto.

— haa — Disse me sentando sobre os tornozelos e comecei a contar para eles sobre o prédio que estava pensando em construir.

Depois de almoçarmos, voltamos para as caixas tirando as coisas de lá e ajeitando a casa, nem percebi a hora passar, só fui ver as horas quando meu celular começou a vibrar no bolso da calça. Peguei ele com a mão livre e vi a foto de Brian sorrindo para mim, e foi inevitável não sorrir ao atender.

— Oi amor — Eu disse para o homem do outro lado da linha. Coloquei a faca em cima da fita que fechava a caixa e então a abri rapidamente.

— Oi Tay — Uma voz feminina falou ao outro lado, no mesmo instante eu parei e meus sentidos se aguçaram, eu conhecia aquela voz.

— Gena? — Perguntei

— Isso mesmo amiga — Ela falou, sua voz parecia triste.

— O que aconteceu? — Perguntei soltando a faca e caminhando para um lugar afastado, meus amigos se viraram na minha direção percebendo que algo estava errado.

— Tem como você vir para cá? — Ela perguntou — Brian meio que precisa de você.

E foi quando escutei do outro lado da linha alguém chorar alto.

— Gena... — Disse e tentei respirar fundo, tudo que poderia ter acontecido de ruim estava passando pelos meus pensamentos naquele momento — O que aconteceu?

— Não acho bom contar pelo telefone — Ela disse e suspirou — Isso é horrível. — Pigarreou, e com a voz mais doida continuou — Só vem logo, por favor.

— Eu to indo — Falei e desliguei o celular, o coloquei em meu bolso novamente, e passei a mão no rosto, me virando para os três homens com cara de preocupados.

— O que aconteceu? — Jamie perguntou sério, eu suspirei e joguei as mãos para o alto

— Não faço a menor ideia, Gena disse Brian precisa de mim é que é urgente — levei minhas mãos trêmulas de preocupação para o outro bolso da calça, procurando as chaves do meu carro.

Minhas mãos tremiam tanto que acabei deixando a chave cair com tudo no chão.

— Que merda — resmunguei pegando-as.

— Nós levamos você —Ben disse se encaminhando para a porta da sala, Mark veio ao meu lado e eu suspirei entregando minhas chaves a ele.

Nós quatro caminhos em silêncio para fora da casa e em direção ao carro, Ben entrou no lado do motorista, e eu me sentei ao seu lado. Ele saiu da garagem e conforme fomos cortando as ruas da cidade fui lhe explicando onde era.

Sentia o desespero crescer em silêncio dentro de mim. E se havia acontecido algo com Brian depois que sai de sua casa? Respirei fundo tentando me concentrar no presente.

Quando Ben virou na rua dos garotos, não foi nada difícil ver a enorme ambulância em frente à casa de Jimmy. Todos estavam ali, Matt conversava com um homem alto e fardado perto do carro da polícia, a maioria das pessoas estavam conversando em uma rodinha. E foi então que vi Brian, estava sentado no meio fio de cabeça baixa, não esperei nem o carro parar já estava abrindo a porta do carro e saltando dele.

Corri atravessando a rua até onde Brian estava sentado, me joguei de joelhos à sua frente e toquei em suas mãos.

— Hey — Falei chamando a atenção, ele levantou o olhar para mim, seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar e sua expressão refletia dor, senti a preocupação aumentar dentro de mim. — O que aconteceu? — Perguntei franzindo as sobrancelha e tocando seu rosto levemente.

Brian negou com cabeça, e abriu a boca pra falar, mas antes de conseguir falar uma palavra, seus olhos voltaram a marejar.

— Tudo bem — Disse afagando sua face — Não precisa me contar — olhei sobre Brian e percebi que a Ambulância já não estava mais ali, Matt ainda conversava com o homem, e meus amigos haviam se juntado ao grupo. — Eu já volto, tá ? — Falei olhando dentro dos olhos castanhos, e lhe beijei a testa antes de levantar e caminhar apressada até Gena.

— Taylor —Minha amiga disse, sua expressão refletia dor.

— O que aconteceu? — Perguntei séria a ela, que engoliu em seco.

— Ai amiga, Jimmy… — Sabe quando de repente um zunido se apossa da sua audição? Então eu não consegui ouvir mais nada depois daquilo, mas pude ler os lábios de Gena “ Ele foi encontrado morto”.

Eu já havia perdido mais de uma pessoa em minha vida, eu sabia qual era a sensação muito bem, é como se você estivesse caindo, rápido e em alta velocidade, só que não tem previsão de quando você vai cair de cara no chão. Normalmente leva dias ou meses para a ficha cair, respirei fundo sentindo uma audição voltar.

Me segurava forte no braço da minha amiga, sentia que poderia desmaiar. Engoli em seco, e tentei recobrar o equilíbrio.

— O que aconteceu? — Perguntei franzindo a testa e a olhando séria.

— De acordo com os paramédicos parecia overdose, — Ela disse e me olhou aflita, meu queixo caiu, Jimmy não usava mais drogas, eu sabia disso. Todos sabiamos disso — só que eles não podem dizer com certeza absoluta ainda.

— Mas não faz nenhum sentido — Disse olhando para ela com a testa franzida, minha voz quase não saia.

— Bom, — Ela disse e suspirou — Se eu te contar que eles estão considerando suicídio você acreditaria?

Arregalei os olhos, isso já estava virando babaquice.

— Jimmy nunca tiraria a própria vida — Disse séria para a mulher na minha frente que me olhou triste dando de ombros. Olhei ao redor, e vi Leana sentada em frente a varanda da casa de Jimmy ela chorava de cabeça baixa.

— Foi ela que o encontrou — Gena disse olhando na mesma direção que eu, engoli em seco e respirei fundo. Brian continuava sentado no mesmo lugar que antes, de repente me vi dividida, Leana precisava de alguém para ampará-la tanto quanto meu namorado.

Eu não tinha tempo para ficar mal por Jimmy agora, deixaria isso para mais tarde, quando a ficha caísse. Andei decidida até Brian, e me sentei ao seu lado.

— Voltei — Disse docemente a ele, puxando-o para meus braços, sua cabeça se encostou no meu ombro e ficamos assim por algum tempo. Beijei sua testa acariciando seus cabelos — Não quer ir para casa amor?

Ele somente balançou a cabeça quieto, suspirei e continuei ali.

— Posso oferecer para todos irem para lá? Acho que vai ser bom se ficarmos todos juntos — ELe novamente acenou com a cabeça, eu beijei o topo de sua cabeça e fiquei de pé em seguida. Procurei pelo mar pessoas o Matt, mas não o achei e fui caminhando até Zacky.

— Oi — Disse me aproximando dele.

— Hey, como você está? — Me perguntou enquanto me analisava minuciosamente.

— Eu estou bem — Disse respirando fundo — Pode me fazer um favor?

— Claro, é só falar.

— Pode levar todo mundo para a casa de Brian? E se puder leva-lo também, eu quero ver se posso ajudar Leana. — Disse apontando em direção a mulher que continuava no mesmo lugar.

— Claro, vou falar com o pessoal — Disse enquanto saia, eu caminhei até o homem de cabelos negros e me ajoelhei a sua frente.

— Você se importa de eu amparar um pouco Leana? — Perguntei a ele, que levantou os olhos vermelhos para mim, depois de engolir em seco olhou em direção ao som do choro.

— Ela com certeza precisa mais que eu — Brian falou baixinho — Pode ir.

Eu balancei a cabeça concordando e fiquei de pé lhe estendendo a mão, ele levantou também.

— Zacky vai entrar com você — Disse quando vi o mesmo se aproximando da gente, deixei os dois um de frente para o outro e segui quieta até Leana.

Me sentei ao seu lado, e passei meus braços ao redor de seus ombros apertando-a forte em um abraço. Ela se desvencilhou da posição que estava e me abraçou forte chorando em meu ombro. Eu tinha uma mão atrás da cabeça dela, e a balançava gentilmente para frente e para trás enquanto tentava acalmá-la.

Depois de ver todos entrarem para dentro da casa, fechei meus olhos e fiquei ali tentando consolar a garota, e tentando não pensar que meu melhor amigo havia me deixado. Depois de uns 15 minutos, Leana pareceu finalmente começar a se acalmar.

— Está melhor? — Perguntei a ela, que somente balançou a cabeça. — O que você acha de entrarmos? Posso te achar uma cama confortável para descansar.

Ela afirmou, e eu me levantei ajudando-a a se levantar também, juntas andamos até a casa de Brian em completo silêncio, eu cuidava atenta dela, sabendo que a qualquer minuto ela poderia voltar a entrar em prantos.

Só que ela conseguiu entrar dentro da casa sem se alterar novamente, nos deparando com a casa completamente vazia eu a levei até o quarto de Brian, esperava que ele não se importasse de emprestar a cama para Leana.

Abri a porta e caminhei até a cama tirando as cobertas dali de cima. A mulher se deitou em silêncio, eu voltei a cobrir e pigarreei.

— Se precisar de qualquer coisa, vou estar lá fora tá? — Disse a ela sorrindo contida, que afirmou para mim, suspirei e dei as costas a ela, saindo do quarto.

Fechei a porta atrás de mim, e soltei o ar que prendia. Podia escutar as vozes conversando lá fora, baixinhas e tristes. Uma arrepio se espalhou pelo meu corpo. Engoli em seco, as lágrimas finalmente chegaram até meus olhos, e meu nariz começou a arder, respirei fundo tentando controlar minhas emoções, só que foi simplesmente impossível não lembrar de nosso dia na praia ontem.

Foi impossível não sentir meu coração se rasgando. Solucei e rapidamente coloquei a mão sobre a boca, o que eu estava fazendo? Senti minhas pernas fraquejarem, e meus pensamentos me chamarem, droga.

Caminhei rápido até a próxima porta, do banheiro, abri entrando ali e tranquei a porta em seguida, assim que dei minha última volta com a chave minhas pernas vacilaram, me fazendo cair de joelhos no chão. As lágrimas rolavam soltas pela minha face, enquanto eu tentava me manter firme.

Jimmy não poderia ter morrido. Não podia ter feito isso comigo. Ele é meu irmão, meu melhor amigo. Uma voz vindo do fundo do meu cérebro disse que eu era a culpada. E talvez eu fosse, tinha abandonado Jimmy, tinha deixado ele de lado e me concentrado em Brian, ele não andava bem e eu sabia disso, só que ignorei e continuei fingindo que estava tudo bem. A culpa era toda minha, podia ter visto e ter tentando ajudá-lo.

Não sei quando foi que me perdi, mas de repente foi como se eu tivesse acordado, só que estava esse tempo todo de olhos abertos. Podia escutar alguém bater levemente na porta.

— Taylor? — A voz tratei de Brian chamou do outro lado, engoli em seco, meu coração se apertando. — Eu sei que você ta ai. — Ele continuou, eu solucei, sentia a dor latejar em meu corpo inteiro, não tinha vontade de levantar para abrir a porta, eu não tinha vontade nem mesmo de me mexer — Você não precisa passar por isso sozinha.

Engoli em seco e encarei a porta na minha frente, respirando fundo me estiquei e a destranquei, logo em seguida voltando a bater as costas na parede. A porta se abriu e Brian entrou, meu olhos procuraram pelos os seus que agora estavam menos vermelhos, mas continuavam inchados.

Ele fechou a porta atrás de si, e a trancou sem pressa nenhuma se sentou ao meu lado no chão e passou os braços pelo meu ombro me puxando para perto de si. Seus lábios foram parar no topo da minha cabeça, descansavam ali. Cntinuamos quietos por um bom tempo, eu sentia a dor crescer dentro de mim. Sentia meus pensamentos turbulentos, tentarem achar uma razão para tudo aquilo, encontrarem um porque plausível para Jimmy ter nos deixado. Ele tinha tantas coisas para viver, para ver ainda.

Lágrimas escorrem silenciosas, e eu tentei conter um soluço. Me sentia fraca, e culpada. Engoli em seco.

— É minha culpa — Falei em um sussurro, não sabia se queria que Brian escutasse aquilo.

— O que é culpa sua? — Ele perguntou calmo, enquanto acariciava meus cabelos.

— Jimmy, — Disse soltando o ar — é tudo culpa minha.

— Não, Taylor, não é culpa sua — Ele falou colocando a cabeça sobre a minha.

— Estava nos meus olhos Brian — Eu disse enquanto minha voz embargava e novas lágrimas se acumulavam. — Eu podia ter feito mais. Ele era meu amigo, eu sabia que ele não estava bem.

— Jimmy não se suicidou meu amor — Ele falou docemente.

— Como pode ter tanta certeza? — Perguntei fungando — Você mesmo escutou a letra daquela merda de música

— Eu tenho certeza disso — Ele falou confiante — Jimmy nunca faria uma coisa dessas, e você também sabe disso.

Ele me fez virar o rosto em sua direção e nossos olhos se encontraram.

— Eu só não consigo acreditar — Disse e senti as lágrimas correrem, Brian levou a mão até o meu rosto onde com delicadeza limpou cada uma das lágrimas que escorriam.

— É porque é surreal demais para ser verdade — Ele disse e por mais que tenha me lançado um sorriso contido, eu o vi engolir em seco.

Naquela hora percebi que ele sentia a mesma dor que eu, ele também se sentia culpado, e abandonado. Me abracei contra ele colocando a cabeça em seu peito e querendo esquecer do mundo lá fora, esquecer de tudo que havia acontecido.

 

Segunda- Feira, 06 de Janeiro de 2010, Huntington Beach, Califórnia.

Continuei me olhando no espelho e me achando horrenda. Esse tinha sido o pior final de ano de toda a minha vida. Passei a mão pelo tecido de malha do vestido preto e colado, normalmente nas festas de finais de ano, se tem muito o costume de engordar alguns bons quilinhos, só que cá estou eu para contestar a teoria.

Fazia menos de duas semanas e eu já havia perdido 2 quilos, Brian me enche o saco falando que tenho que parar com tudo isso, mas o que eu posso fazer se simplesmente pensar em comer alguma coisa já faz meu estômago se revirar e querer vomitar? Já tive tudo isso das outras vezes que perdi pessoas, mas nunca foi tão forte assim.

Suspirei e caminhei até a cômoda do quarto de Brian, enchi o copo que estava tomando até a metade outra vez, e virei o uísque em um gole só. E depois de ignorar o espelho sai para fora do quarto.

Quando cheguei até a cozinha Brian estava sentado na bancada, ele rasurava algo em um papel, rápido e apressado.

Suspirei caminhando até a geladeira.

— Como vai o discurso? — Perguntei para o homem de cabeça baixa depois de pegar uma long neck e abri-la caminhei para perto do balcão. Brian tinha sido convidado pela mãe de Jimmy a fazer um discurso no enterro do mesmo. E desde então anda sempre com um caderno de baixo do braço escrevendo coisas, não o julgo com certeza do nosso grupo de amigos é o que está lidando melhor com toda a merda.

A autópsia do corpo finalmente tinha saído, overdose acidental. Esse era a única resposta que teríamos para a morte dele, não havia explicação ou história a ser contada.

— Você não vai parar de beber? — Brian perguntou sem nem olhar para mim. Desde que Jimmy falecera nós dois não tínhamos transado ou chegado a isso nenhuma vez sequer. Estávamos sempre juntos, sempre apoiando e amando um ao outro, mas de repente eu não sabia se tínhamos nos aproximado, ou nós afastado com tudo isso.

— Se eu tiver mesmo que ir para esse enterro eu só vou conseguir se for dopada. — Pela primeira vez Brian levantou o olhar do papel para mim.

— O certo seria você não ir assim, capaz ainda de fazer alguma merda. — Revirei meus olhos tomando um gole da garrafa que tinha em mãos.

— Por acaso eu bêbada já dei algum ou qualquer PT? — Perguntei me inclinando para ele.

— Não, mas sempre tem a primeira vez.

— Amor, a primeira vez rolou a muitos anos atrás — Falei fazendo o homem suspirou e pareceu se cansar de discutir comigo.

— Prometi ir mais cedo ajudar a mãe de Jimmy — Ele começou enquanto juntava as suas coisas na mesa, de repente meus olhos brilharam.

No decorrer dessas semanas, Brian me pegou algumas vezes tentando cheirar cocaína, e por conta de querer fumar o tempo todo, também havia sido cortado minha maconha. De acordo com meu psicólogo, com o qual venho tendo consultas surpresas até demais, tudo isso é uma válvula de escape. E acredite em mim quando eu digo que ele está certo.

Eu havia colocado Jimmy para preencher o vazio que senti durante uma parte da minha vida, o vazio que meu irmão ocupava. E agora eu sentia um arrombo dentro do meu peito, um buraco duas vezes maior e meu psicólogo também me disse que eu tentaria colocar Brian para preencher esse vazio, e que não poderia sair nada de bom disso.

Uma coisa é certa, eu faria de tudo para ele não ocupar o vazio que sinto. Eu precisava me curar sozinha. Um relacionamento é feito de dois iguais, e não falo de opção sexual, mas sim de sentimentos, companheirismo e da confiança que um tem que ter no outro. E se por algum acaso eu fizesse isso, colocasse Brian para preencher o vazio que tenho, eu o colocaria em cima de um pedestal, eu deixaria de ser sua namorada para se tornar o bichinho de estimação dele. Sem contar que se o perdesse, eu provavelmente perderia o resto da sanidade que me sobrou.

E nunca deixaria isso acontecer.

— Você anda viajando na maionese demais Taylor — Brian disse parado na porta da cozinha me olhando preocupado, eu tinha tido diversos tipos de ataques nessas semanas, Brian tinha presenciado os mais fracos por ironia, e simplesmente achava que tudo era uma forma de escapar da dor que eu sentia, meu psicólogo insiste que tenho que contar a ele, que mentiras tem perna curta, e que quando ele descobrisse eu me ferraria. Bom, eu concordo com ele em tudo, menos sobre contar a Brian. — Você não quer que eu fique? Não está parecendo nada bem.

Engoli em seco, tinha viajado nós pensamentos de novo.

— Não se preocupe comigo, eu me viro — Disse desviando os olhos dos dele.

— Espero que você vá no enterro. — Ele disse, e continuou parado me olhando, eu abri um meio sorriso para ele.

— Se eu conseguir não entrar em coma alcoólico até o enterro começar, pode contar com a minha ilustre presença — Disse e isso fez Brian rir e revirar os olhos.

— Adoro como você nunca perde esse seu drama — Ele então começou a andar em direção a porta de saída, fechando ela atrás de si e me deixando sozinha pela primeira vez em quase duas semanas. Andei até o armário em cima da pia, e atrás do monte de comida, consegui alcançar uma garrafa de vodka e um pacote com alguns baseados bolados, sabia que iria me meter em encrenca, só que não ligava.

———

Por debaixo dos tremendos óculos escuros, eu via tudo apagado, mesmo que o sol brilhasse quente no céu, eu me sentia fria, como se estivesse morta. Tinha literalmente acabado de chegar, como as outras pessoas, só que invez de fazer igual a todos e caminhar para comprimentar a familia, eu estava escondida atrás de uns arbustos vendo as pessoas se aproximarem do caixão fechado.

Senti a bile me subir forte a garganta, e para impedir qualquer acidente, levei a garrafa de vodka aos lábios e tomei mais um gole. Tinha total visão do local do enterro, podia ver as cadeiras colocadas uma ao lado da outra, sobre a grama verde e fresquinha, o caixão está preparado para ser enterrado a oito palmos do chão, e eu não conseguia nem pensar em me mexer.

Vi todos ali se sentarem, e o padre começar a reza, tomei o ultimo gole da garrafa e respirei fundo seguindo até as fileiras de cadeiras, podia ver Brian sentado olhando para todos os lugares me procurando, ao seu lado se tinha uma cadeira vazia e eu sabia que era para mim.

Eu andava desajeitada em cima dos saltos menores, a combinação entre grama e um litro de vodka pura, não pareceu dar muito certo, e eu parecia não saber andar de salto alto, minha sorte é que por onde estava indo ninguém me notava.

Claro que isso não se aplicou a Brian, que olhava para todos os lados, e quando olhou para trás do seu lado direito, ele me viu. Aposto que até de longe era nítido ver que eu estava alterada, já que o olhar nós olhos de meu namorado não eram nada felizes e convidativos. Sorrindo travessa e cheguei até ao seu lado me sentando na cadeira.

— Você está bêbada? — Brian perguntou se inclinando para mim e sussurrando entre dentes. Ao lado dele o resto dos nossos amigos estavam sentados, Gena olhou em nossa direção e pude ver seus olhos vermelhos e inchados, ao seu lado Zacky parecia estar pior que eu. Respirei fundo e dei de ombros voltando a olhar nós olhos castanhos.

— Olha pelo lado bom, pelo menos eu não entrei em coma alcoólico — Disse com a fala bêbada e arrastada, e não pude evitar de rir no final da frase, Brian fechou mais ainda a cara, e quando abriu a boca para falar alguma coisa, o padre chamou seu nome.

— Brian Haner, um dos melhores amigos de James, quer falar algumas palavras — O velho com a túnica preta disse, Brian me olhou com raiva nos olhos pela última vez antes de se virar para frente e respirar fundo, ele então caminhou calmamente até o lugar onde momentos antes o padre discursava.

— Jimmy era diferente de qualquer outra pessoa que você pode conhecer na vida, — Ele começou depois de se ajeitar ali, olhava sério para o caixão a sua frente. Eu deveria ter escutado aquele texto pelo menos umas 50 vezes, e ele já não deveria me fazer ficar triste depois de tanto ouvi-lo, só que ali, olhando para o caixão fechado do meu melhor amigo, as palavras doces e carinhosas de Brian para ele tiveram efeito sobre mim, lágrimas escorriam debaixo do óculos enorme e escuro, e eu sentia a dor da perda me tomar inteira.

Todos ao meu redor de repente estavam quietos demais, queriam prestar atenção nas palavras do homem la na frente, só que eu sabia de cor o que ele falaria e as palavras se entrelaçam ferozes contra meus pensamentos angustiados e tristes, de repente senti alguém segurar forte minha mão, só que eu não conseguia ver quem era, de uma hora para a outra minha visão tinha escurecido, a voz de Brian continuava a rondar meus pensamentos, até se transformarem em um ruído ensurdecedor.

Foi nesse momento que eu cai no meu abismo.


Notas Finais


Mais um capitulo que chega ao fim amoras
E como sempre eu quero saber o que vocês acharam então não se esqueçam de comentar tudo que pensaram enquanto estavam lendo.
TRAILER DA FANFIC: https://www.youtube.com/watch?v=iz1gzfJx5N8&feature=youtu.be

Não se esqueçam também de favoritar a fanfic para continuar acompanhando os próximos capítulos.
Beijinhos
Momsen <3


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