História Twin Fantasies - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Laura Prepon, Orange Is the New Black, Taylor Schilling
Personagens Alex Vause, Piper Chapman
Exibições 241
Palavras 3.271
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei, sorry.

Capítulo 3 - Chapter Tree.


-3-

 

A MULHER DE VERMELHO VIROU A CABEÇA, as mechas do cabelo dourado preso num coque flutuaram de leve ao redor de seu rosto. Os olhos se prenderam aos de Alex. A respiração da morena falhou por um instante quando os olhos azuis se arregalaram; depois ela sorriu, transformando suas feições em uma imagem de beleza pura e etérea.   

Durante vários segundos as duas simplesmente ficaram se olhando. Até que a morena se desvencilhou daquela troca de olhares sensual e caminhou na direção de Piper. O sorriso da loira aumentou.   

— Oi. Meu nome é Alex.   

Piper a encarou, de cenho franzido. A amiga soltou um risinho, depois cutucou-a com o cotovelo e sussurrou-lhe algo no ouvido. Ela achou ter ouvido algo sobre uma fantasia com uma estranha. O sorriso no rosto da mulher de vermelho aumentou mais ainda e Alex torceu para ser ela a estranha que satisfaria aquela mulher, fosse qual fosse a fantasia dela.   

— Meu nome é... Aurora.  

— Prazer. — Ela ofereceu-lhe a mão e a loira envolveu com seus dedos num aperto de mão firme.   

Alex levou a mão dela até os lábios e beijou-a, e a sensação da pele macia contra sua boca provocou um estremecimento em seu corpo. 

A amiga riu de novo.   

— E eu sou Polly. — Mais uma vez, cutucou Piper. — Bem, vou nessa. Vocês duas, divirtam-se. — E acrescentou enquanto seguia em direção ao salão de baile: — Prazer em conhecê-la... Alex.   

A morena assentiu educadamente para a mulher de azul, depois voltou-se de novo para Aurora.   

— Você está acompanhada?   

Ela sorriu sedutora.   

— Tinha uma acompanhante, mas ela cancelou na última hora.   

Alex levantou uma sobrancelha.   

— Não acredito que uma pessoa, em sã consciência, deixaria uma mulher linda assim sozinha.   

Ela riu, e a morena adorou o som de alegria pura entremeada com repiques de deleite na voz dela. Fez uma anotação mental: fazê-la rir com frequência.   

Ouviu os acordes iniciais de uma música lenta e sensual.  

— Gostaria de dançar?   

— Adoraria.   

Alex envolveu a mão da loira na sua, usufruindo a sensação de seus dedos longos e finos entrelaçados nos dela, e conduziu-a até o salão à meia-luz, depois até a pista. Virou-se para olhá-la.   

O vestido vermelho pecaminoso se prendia a cada curva daquele corpo incrível. O decote tomara que caia aninhava seus seios pequenos e pontudos, depois o vestido se apertava ao redor da cintura fina. A saia se erguia suavemente ao redor dos quadris e seguia esvoaçante até o chão.   

A loira deu um passo à frente e ela a tomou nos braços, sentindo o coração acelerar. As mãos da morena deslizaram por suas costas e Piper sorriu para ela, com olhos azuis orvalhados e gentis. Quando os dedos delicados tocaram sua nuca, uma comichão desceu pela espinha de Alex. Piper aninhou a cabeça contra o ombro da morena e seu cheiro doce, herbáceo e delicado invadiu-lhe as narinas. Os lábios dela roçaram seu pescoço, fazendo que todos os sentidos da morena se enovelassem num turbilhão.   

Enquanto dançavam ao ritmo da música, a loira se aninhou ainda mais nela — bem mais do que ela teria imaginado.   

A parte íntima de Alex se retesou quando os seios dela pressionaram os seus, os mamilos duros como bolas de gude contra os dela. Sua mãos roçaram os ombros nus da loira. Meu Deus, aquela mulher exercia um efeito poderoso sobre ela. Rezou para que a música não terminasse tão cedo, pois não queria que aquele momento acabasse.  

PIPER MAL PODIA ACREDITAR. Alexia fora à festa, no fim das contas. E fingir ser uma estranha para realizar sua fantasia sexual era uma surpresa deliciosa, romântica e excitante. Seu corpo estremeceu ante o pensamento de que naquela noite fariam amor. Com certeza essa era a intenção da morena. A menos que decidisse ir embora correndo.   

Piper colou ainda mais o corpo no dela, acariciando-lhe as costas. Podia sentir a excitação avolumar-se em seu baixo ventre. A música terminou e logo uma outra mais lenta começou. Ela a conduzia pelo salão com confiança e graça. Piper não fazia ideia da dançarina excepcional que Alexia era. Os acordes suaves foram substituídos por um ritmo mais animado.   

Alex relaxou o abraço, mas a loira não queria perder aquela intimidade. Aproximou-se mais e, na ponta dos pés, roçou os lábios na orelha dela.   

— O que eu quero mesmo — sussurrou — é ficar sozinha com você.   

O pulso de Alex agitou-se diante daquela sugestão. Nunca havia conhecido uma mulher tão audaciosa. Ela aproximou-se ainda mais, pressionando seu contato, fazendo a excitação dela aumentar rapidamente.   

— Estou aqui no hotel. — As palavras de Alex saíram antes que seu cérebro tivesse tempo de intervir.   

Piper encarou-a fixamente e a morena pensou que talvez não a tivesse interpretado bem. Quem sabe ela apenas houvesse sugerido que saíssem para um drinque. Alex prendeu a respiração, com medo de ter posto tudo a perder. Os olhos dela cintilaram e seu sorriso desabrochou mais uma vez. Ela suspirou aliviada.   

— O que estamos esperando, então? — murmurou Piper.   

Alex girou-a e colocou-a bem a sua frente para incentivá-la a continuar, depois apontou para a porta. As duas andaram apressadas pelo corredor até chegar ao saguão, e foram direto para o elevador. A morena apertou o botão para subir, depois passou o braço ao redor da cintura da outra e puxou-a para perto. Por sorte, não havia mais ninguém esperando ao lado delas.   

Enquanto o painel da porta do contava os andares, Alex acariciou-lhe a face. Não conseguia acreditar que aquela mulher linda ia subir até seu quarto. As duas nem se conheciam. Mesmo assim, não havia como negar a atração selvagem entre as duas. Será que ela havia exagerado na bebida? Ela não queria se aproveitar da loira, mas ao mesmo tempo não queria deixá-la ir embora. Embora pudesse sentir o aroma sutil de vinho em seu hálito, ela não parecia nem um pouco embriagada.   

Uma das mãos de Piper repousou na fenda da coxa da morena e acariciou-a com dedos delicados. A boceta de Alex latejou. Seus olhos posaram na curvatura dos seios da loira, no vão do decote, e imaginou-se retirando o tecido vermelho para revelá-los em sua glória nua. Os mamilos espiavam sob o cetim brilhante. Ela fechou a mão em punho, para evitar a tentação de tocá-la. Deus, que mulher sexy. Jamais sentira por alguém tanta atração quanto a que experimentava naquele momento.  

O soar de uma campainha indicou a chegada do elevador. Quando a porta se abriu, a morena a apressou para que entrasse. As portas se fecharam e as duas finalmente se viram a sós no espaço reduzido. Alex teve vontade de arrastá-la até tomá-la nos braços, devorar seus lábios, deslizar as mãos por todo seu corpo, mas se conteve. Não queria assustá-la. Esticou o braço e enlaçou-a pela cintura, e a loira se aninhou em seu corpo, afagando-lhe a orelha, enquanto os números passavam devagar – torturosamente devagar.  

Para surpresa e encanto de Alex, Aurora não conseguia parar de tocá-la. Acariciou o vão de seu generoso decote do vestido cavado, depois brincou algumas mechas de seus cabelos, ajeitando-a. Com uma das mãos envolveu-a pela cintura, enquanto a outra deslizava por seu antebraço, acariciando-a, e em seguida brincou com o dedos, entrelaçando-os aos dela.  

Estava ficando difícil respirar, e o sangue afluía para o seu corpo  intumescido. Alex queria tomá-la nos braços e beijá-la sem parar. Não, o que ela realmente queria era deslizar os dedos sob aquele tomara que caia sensual e puxá-lo para baixo, revelando os mamilos endurecidos. Depois, ela a reclinaria sobre seu braço e envolveria um dos bicos com a boca, para brincar com ele passando-lhe a língua até fazê-la gemer em êxtase.   

A velocidade do elevador foi diminuindo e outro sinal sonoro alertou-a que as portas iam se abrir. Alex passou o braço ao redor da cintura da loira e depois a conduziu-a pelo corredor até a porta de seu quarto, tentando acalmar os hormônios superagitados. Introduziu o cartão de plástico na ranhura da porta e em seguida retirou-o, mas fez isso depressa demais e uma luz vermelha se acendeu.   

Piper sorriu, pegou o cartão da mão dela e repetiu o processo. Assim que a luz verde acendeu, ela girou a maçaneta e abriu a porta.  

— Que quarto lindo! — exclamou ela ao entrar, o olhar correndo pela decoração em tons de borgonha e ouro, destacada pela mobília de cerejeira escura.   

— Espere só até admirar a vista.— Alex passou por ela e andou até a janela. Abriu as cortinas para revelar a fabulosa silhueta dos prédios da cidade abaixo, a impressionante arquitetura antiga do Château Laurier do outro lado do canal e o reflexo das luzes cintilando nas águas.   

Piper se aproximou da janela, e o balanço de seus quadris fez o coração da morena disparar. Ela pôs-se a contemplar a vista, mas a morena não conseguia parar de admirá-la.   

— Mmm. Lindo... — Piper se virou e seu olhar pousou na enorme cama de dossel king-size, parecendo aconchegante com a colcha de veludo cor de vinho. A coberta estava dobrada na parte superior para revelar lençóis de seda do mesmo tom. Um pequeno chocolate mentolado embrulhado com papel dourado pousava sobre o travesseiro.  

Piper se aproximou da morena. Alex pôde sentir o calor de seu corpo. Ela sorriu, sedutora.   

— Bem, o que duas estranhas que estão loucamente atraídas uma pela outra fariam agora? — perguntou.   

Alex sabia exatamente o que desejava fazer, mas, em vez disso, falou:   

— Bem, eu poderia pedir champanhe e morangos, ou então...  

— Ou, então, poderíamos fazer isso.  

O calor espalhou-se pelo corpo da morena ao ouvir o timbre sedutor da voz daquela mulher. Ela a acariciou no queixo, e o toque suave dos dedos delicados foram um delicioso presente para os sentidos de Alex. Ela teve vontade de envolvê-la em um abraço apaixonado, capturar seus lábios com fome ávida, mas esperou que ela desse o primeiro passo.  

As pontas dos dedos passaram por seus lábios, acendendo um fogo dentro de Alex, e então enlaçou-lhe o pescoço e puxou seu rosto para perto do dela. O primeiro toque delicado daquela boca deixou a morena agitada. Os lábios dela formigaram, a mandíbula quase amortecia, enquanto a boca macia se movia sob a sua. Um desejo efervescente a invadiu, e sua boceta latejou.   

Piper se afastou e encarou-a com o olhar admirado.   

— Nossa, isso foi demais. — A voz dela, ofegante e sexy, fez o sangue da morena ferver.   

— Meus Deus, você deve ser a mulher mais quente da face da Terra. — Alex respirou fundo, depois mergulhou de novo nos lábios dela.   

A sensação aveludada da boca sob a da loira provocava sensações ímpares e maravilhosas. Seu coração disparou, deu cambalhotas. Sua excitação contraía o seu centro pulsante.  

— Hum... — Piper olhou-a, com os olhos de um azul-claro cintilando como a luz da lua sobre um lago ao pôr do sol. — Parece que você me quer.   

As palavras ofegantes avisaram-na de que o desejo era mútuo.   

— Você percebeu isso, né?   

Alex voltou a tomar os lábios dela nos seus, sentindo o calor dentro de Aurora, seu cheiro adocicado, a receptividade suave de sua boca. A mão da loira deslizou pela lateral, e Alex percebeu que ela deslizava o zíper de seu vestido.   

Havia começado pela parte de cima, portanto, Alex desceu desajeitadamente pelos ombros, até que acabou rasgando parte do vestido para abri-lo, impaciente ao sentir as mãos dela sobre sua pele nua. Gostou quando as pontas dos dedos da loira afagaram sua barriga, depois provocaram seus seios, ainda cobertos por uma meia-taça preta.   

Piper beijou-lhe o pescoço, depois os lábios foram descendo por seu alto busto. Alex prendeu a respiração quando ela desceu parte do sutiã e lambeu um de seus mamilos, depois o sugou. Voltou a se levantar e sorriu de modo lascivo para ela, depois virou-se de costas com as mãos apoiadas na cintura.   

— Você se importa?   

Alex observou a nuca delicada, depois seu olhar desceu por suas costas até a borda do vestido vermelho. Então compreendeu que ela queria que abrisse o zíper do vestido. Segurou a peça pequenina entre os dedos e desceu-a lentamente, enquanto sua respiração se tornava mais e mais ofegante e difícil à medida que o tecido se abria expondo a pele de cor bronzeada. Por mais que desejasse, resistiu ao impulso de tocar aquela pele recém-revelada, sabendo que se o fizesse arrancaria o vestido de uma vez e a possuiria ali mesmo no chão.   

Piper desceu o vestido, ainda de costas para ela, exibindo a curva de sua cintura fina. Deslizou o tecido pelos quadris e deixou-o cair no chão. Alex sorriu com aprovação ao ver o pequenino triângulo de renda vermelha, a única coisa visível do fio dental extremamente sexy que ela usava, e então seu olhar correu pelas nádegas macias, bem torneadas e nuas.   

Quando Piper se virou, o olhar da morena acariciou as suaves curvas femininas. O sutiã meia-taça de renda vermelha, que mal cobria os mamilos, pareciam oferecer seus seios para ela. A calcinha minúscula acentuava a curva longa e elegante de seus quadris. A loira correu os dedos pelo próprio corpo e fez uma pose sexy.   

— Gosta do que vê?   

Alex quase riu ao perceber a leve nuvem de incerteza nos seus olhos azuis. Ela não podia estar falando sério. Passou as mãos pelo corpo a sua frente, como ela havia feito momentos antes, deleitando-se ao sentir a pele sedosa.   

— E como gosto!   

Piper sorriu e levou as mãos em direção às costas. A morena a puxou para perto e beijou-lhe a têmpora, depois sussurrou:  

— Deixe que eu a ajudo com isso.   

Cobriu os dedos ocupados dela com os seus. Piper havia desabotoado dois dos três ganchos apertados que prendiam o sutiã. Alex soltou o último e manteve-o no lugar por mais um instante enquanto acariciava a pele macia por baixo do elástico. Deu uma fileira de beijos suaves como murmúrios ao longo da parte alta do sutiã, ouvindo a respiração da loira se acelerar. Escorregou as alças do sutiã sobre a pele dos ombros, depois recuou enquanto ela afastava as taças de seu corpo, revelando seios de bicos rosados e apetitosos.   

Alex começou a terminar de descer o vestido, mas a loira a segurou pela cintura e voltou a se aproximar de seu corpo. Abriu os fechos de seu sutiã e os seios nus dela roçaram seus seios, depois pressionaram-se contra seu corpo enquanto a loira a abraçava pelo pescoço e a beijava ardentemente. Os braços de Alex deslizaram em volta dela, as mãos acariciaram as costas nuas.  

— Você gosta disso, não é? — murmurou Alex no ouvido da loira, movida pelos gemidos suaves e desejosos que ela soltava. — Ficar nua enquanto eu estou parcialmente vestida.   

Bem, certamente aquilo a excitava. E muito.   

— Acho sexy — concordou Piper.   

— Quero ver você — pediu a morena com urgência, segurando-a pelos cotovelos e aumentando a distância entre elas.   

Piper recuou e rodopiou, dando um sorriso travesso, revelando uma fileira adorável de dentes brancos. Ergueu um dos braços e apoiou o outro por trás da cabeça, oscilando o corpo para a frente e para trás de um modo enfeitiçante. Voltou a aproximar-se da morena, deslizando as mãos por baixo dos pequenos seios como se para levantá-los.   

— Quer vê-los?   

— Hum... Pode apostar que sim.  

Os olhos azuis se estreitaram quando ela sorriu ainda mais.  

— Quer tocá-los?  

As mãos dela já estavam ansiando por isso. Precisou se controlar para não agarrá-los e apertá-los.  

 — Sim, eu adoraria tocá-los. — O tom sério de sua voz surpreendeu até a si mesma. O sorriso dela se suavizou, e rosto quase cintilou.  

— Você me quer de verdade, não é?   

O tom de admiração na voz da loira a surpreendeu. Será que ela duvidava dos próprios encantos?  

— Nunca quis tanto uma mulher. — Era a mais absoluta verdade.   

Piper segurou as mãos da morena e levou-as até seus seios. Sentir a carne quente preenchendo parcialmente suas palmas tiraram o fôlego de Alex. Reverentemente, ela afagou os montes macios e brancos, e os mamilos se endureceram ainda mais.   

— Você é incrivelmente linda.   

A morena afagou as pontas dos mamilos pontudos com os polegares, e a respiração da loira, entrecortada, agitou-lhe o sangue. Alex ansiava para sentir o gosto da loira, mas ao mesmo tempo desejava desfrutá-la um pouco mais. Inclinou-se na direção dela e pegou um mamilo rígido com os lábios, depois provocou-o com os dentes.   

— Ah, sim... — murmurou Piper.   

Com uma das mãos, Alex segurou o seio enquanto provocava o mamilo com a língua, e a outra mão deslizou pelo ventre macio, envolveu-lhe a cintura e depois apertou uma nádega deliciosa.   

— Hum...— Os dedos de Piper afundaram-se nos cabelos negros.  

Alex passou para o outro seio e repetiu o que fizera para excitar o primeiro. Quando ambos os mamilos estavam grandes, intumescidos, ela beijou-lhe a barriga, depois foi descendo, agachando-se diante dela.   

Os dedos de Piper agarraram seus cabelos com mais força. Alex passeou a língua por seu umbigo, depois continuou descendo. De joelhos, introduziu os dedos embaixo sob a borda rendada da calcinha e baixou-a devagar, expondo uma pélvis lisinha. A morena afagou a carne rosada entre suas pernas. Olhou o brilho umedecido e afastou os grandes lábios com os polegares até ver o pequeno botão de seu clitóris. Tocou-o de leve com a ponta da língua.   

— Ah... — Piper gemeu baixinho.   

Alex deslizou as mãos por seus quadris, envolveu-lhe as nádegas e beijou a carne macia e íntima, depois sugou-a de leve.   

— Ah… Vem cá... — A loira puxou-a para que se levantasse e a beijou fervorosamente, arrancando-lhe o restante do vestido, descendo-os por suas pernas torneadas.   

Aqueles movimentos urgentes fizeram o sangue de Alex ferver. A morena se desvencilhou dos tecidos e a abraçou. Aquela mulher a deixara tão excitada que mal conseguia se controlar.   

Piper se agachou e em seguida desceu a calcinha da morena até o chão e Alex terminou de tirá-la, chutando-a para um lado. Os dedos dela foram até seu clitóris e o acariciaram. Alex quase gozou nesse mesmo instante. Afastou a mão dela e trouxe para si, colocando-a de pé.   

— Baby, estou excitada demais. — Beijou-a com intensidade.  

— Eu também estou excitada — disse ela quando pararam de se beijar. — E muito molhada. — A respiração dela estava ofegante.   

Piper desceu a cabeça e lambeu o mamilo direito provocando ondas pulsantes e urgentes que invadiam o corpo todo da morena.  

— Quero te sentir — murmurou Alex quando ela tornou a acariciar sua boceta da loira.   

— Vai sentir. — Piper acariciou-a nos seios fartos, com movimentos firmes. — Como quiser sentir. – Inclinou-se para ela e lambeu-a sob o queixo. — Mas eu quero você agora mesmo — sussurrou-lhe ao ouvido e em seguida murmurou: — Estou tão molhada que você poderia deslizar seus dedos de uma vez só para dentro de mim.   

As palavras da loira e a respiração ligeira aquecendo-a no pescoço a deixaram insana de desejo. Alex levou-a até a parede, encurralando-a, e envolveu suas nádegas com as mãos, erguendo seu o corpo contra o dela. Ela a sustentou com um dos braços e guiou a mão livre até sua abertura, arremetendo três dedos para dentro dela.  

— Ah, meu Deus, sim! — exclamou Piper enquanto apertava-lhe os quadris com as pernas. O calor do corpo da morena a envolveu. Sua boceta retesou-se. Alex a levara quase ao gozo antes mesmo da segunda penetrada. A morena retirou os dedos dela lentamente e depois, também muito devagar, voltou a penetrá-la. Piper moveu-se sinuosamente, quase fazendo-a se descontrolar.   

— Rápido. E com força — insistiu Piper. — Continua... — Apertou mais as coxas em volta da morena e arqueou o corpo para a frente.  

Alex penetrou-a uma vez, depois outra, e ela gemeu de prazer. Oh, Deus, pensou Piper antes de entregar-se completamente. A morena continuou a arremeter, prolongando seu clímax ao máximo até ela se desfazer novamente. 

 



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