História Twin Love - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, Ki-Hong Lee, Rosa Salazar, The Maze Runner, Thomas Sangster
Personagens Alby, Ava Paige, Ben, Brenda, Caçarola (Frypan), Gally, Harriet, Minho, Newt, Thomas
Tags Ava, Brenda, Dylan, Incesto, Minho, Newt, Newtmas, Romance, Tasha, Thomas, Vince
Exibições 76
Palavras 2.062
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello amoooooras do meu core

Demorei mas cheguei, peço desculpas pela demora da att e também da resposta dos comentários

Essa semana foi o cão! Sabe quando tudo se junta e te afeta num único dia? Foi mais ou menos assim, mas não vou encher vocês com isso e vamos logo ao capítulo

Espero que gostem e sentir dó da Sonya tá liberado (Sonya? É isso mesmo, temos uma informação valiosa da vida dela a ser revelada hoje)

e ah, antes que eu esqueça, esse cap começa antes do acidente ocorrer, depois do Tommy sair da casa da Teresa e ir para a própria

boa leituraaaaa

Capítulo 19 - Good trip


Depois de uma longa caminhada até a própria casa, Thomas se remexia no sofá, incomodado com as palavras de Ava.

– Eu não quero ir com você, Ava! – Ele diz, já irritado. – É difícil entender isso?

– Thomas O’brien! – Ava passa as mãos pelos próprios cabelos. – Eu vou pôr as malas no carro, e você tem exatos dez minutos para arrumar suas coisas. Entendido?

Ignorando a Ava, Thomas fecha seu semblante, cerrando a própria mandíbula.

Soltando o ar pelos lábios, a loira caminha para fora da residência, com as suas malas em mãos.

Parando atrás do próprio carro, ela rapidamente abre o porta-malas, pondo as malas assim dentro do mesmo, de maneira organizada.

Quando estava prestes a guardar a última mala, a loira se assusta ao ouvir uma voz atrás de si.

– Ava? – Seu corpo parece congelar, ela reconheceria aquela voz em qualquer lugar. – É você?

Engolindo em seco e virando o próprio tronco em direção a voz, Ava sente seu corpo inteiro tremer e um súbito medo preencher a si.

– Janson – Ela diz, com a voz fraca. – O que faz aqui?

Com a mão no queixo, Janson respira fundo.

– Moro a algumas ruas daqui – Ele comenta, vitorioso. – Resolvi dar uma caminhada e lhe dar um oi.

Ava sente um soco no estômago lhe atingir.

– Co-como? – Ela pergunta, gaguejando. – Mora a algumas quadras daqui?

– Sim – Diferente da voz da loira, a do homem transmitia calma. – Moro faz mais ou menos quinze anos nessas redondezas.

Outro soco em seu estômago, como aquilo poderia ser possível?

– Eu nunca havia te visto por aqui – Ela comenta, respirando fundo e passando as mãos na própria calça, na tentativa de eliminar o suor presente ali.

– Ah, não sou muito de socializar – Janson diz, caminhando em sua direção. – Mas acho que você deve conhecer minha filha.

– Sua filha? – Ava recua para trás, batendo as costas no carro. – Você tem uma filha?

– Sim ­– O mais velho diz. – Sonya Mcnamara. Conhece?

– Conheço – A loira responde, piscando rapidamente.

Um silêncio assustador então paira entre eles, enquanto o coração de Ava parecia estar prestes a saltar do peito.

– Bom, vou indo – Janson sorri, distraído. – Boa viagem para você.

– Como sabia, Janson? Como você me achou, droga? – A loira pergunta, irritada. – Como? Meu deus!

Uma risada alta salta da boca do homem, no mesmo instante em que ele se vira em direção a rua.

– A pergunta certa seria – Ele faz uma pausa. – O que eu não sei sobre você, Ava Paige O’brien!

Dando ombro, o homem segue seu rumo, sentindo um sentimento um único brotar em si: felicidade.

Aquele era o momento que havia esperado a vida inteira para presenciar e bom, agora seu espetáculo iria começar.

Olhando de relance para trás, um sorriso maior lhe afeta.

Aquilo estava perfeito demais para ser verdade!

E assim, Ava corre novamente para dentro de sua casa. Engolindo em seco, ela varre com os olhos o ambiente, até encontrar a Thomas, jogado sobre o sofá.

– Vamos, Thomas! – Sua voz estava tremula, mas decidida. – Não estou brincando!

Se assustando com o tom de voz da própria mãe, o moreno se levanta rapidamente.

– O que aconteceu, Ava? – Ele pergunta, se aproximando da loira.

Antes de proferir qualquer palavra, a loira caminha a passos lentos até janela da sala de estar, na intenção de ver algo fora dela, que fosse suspeito.

Suspirando e voltando seu olhar para o filho, ela quase sente todo seu peso despencar ao chão.

– O Janson – A loira diz, pondo a mão sobre o rosto. – Ele está aqui, sempre esteve!

Thomas olha confuso para Ava, sem entender uma única palavra dita pela mesma.

– Como assim? – Sua confusão era eminente. – Ele não havia sumido?

– Eu também achava isso – A loira diz. – Eu não sei o que fazer, meu deus!

Sem dizer uma única palavra e abandando todo o orgulho presente em si, Thomas se aproxima de Ava e a puxa para um abraço, longo e reconfortante.

Apertando a mãe mais contra si, a protegendo em seus próprios braços, o moreno suspira, aliviado pelo conforto que aquele abraço lhe trazia.

Mãe – Ele diz, de forma lenta e pausada. – É melhor você ir.

Se afastando dos braços do próprio filho, Ava limpa a pequena lágrima que escorria sobre sua bochecha, numa tentativa de esconder a real felicidade que continha no peito.

– Tudo bem – A loira fala, sorrindo fraco. – Você vai ir comigo...

– Não – O moreno responde, rápido. – Eu vou esperar o Newt, eu preciso disso!

– Esperar o Newt? – Ava parece irritada. – Você está brincando comigo?

– O que há de errado, ein? – Thomas responde, ríspido. – Eu vou espera-lo!

– Para o que? – A mulher responde caminhando pelo cômodo. – Você acha realmente que isso vai dar certo? Acha que dois irmãos vão ser aceitos pela sociedade como um casal? Me poupe, Thomas!

Aquelas pequenas palavras parecem perfurar o peito de Thomas, como ela poderia dizer aquilo?

– Isso vai dar certo sim! – Ele diz, passando as mãos pelos próprios cabelos. – Você aceitando ou não, Ava!

Nitidamente irritada, Ava, sem dizer uma única palavra, vai em direção a porta da residência, pondo a mão sobre a maçaneta rapidamente.

– Tudo bem, filho – Sua voz estava fria. – Eu vou até o supermercado, ou sei lá, mais tarde nos vemos e falamos disso novamente.

Abrindo a porta num baque seco, a mulher sai rapidamente, indo em direção ao próprio carro, deixando a Thomas boquiaberto, com um aperto enorme no peito.

Não queria ter discutido com a própria mãe, mas suas palavras o fizeram enlouquecer, o machucaram, pois, se nem ela acreditasse que poderia dar certo, como ele próprio acreditaria?

Suspirando, ele se joga sobre o sofá, sentindo uma enxaqueca o invadir, de forma lenta e dolorosa.

Pondo sua cabeça sobre uma das almofadas, algo o desperta, de uma maneira agonizante e assustadora.

Gritos altos soavam de fora de sua casa, mas não era apenas isso, gritos e estrondos.

Confuso, ele se levanta num pulo, já preocupado com o que poderia estar ocorrendo.

Se pondo em frente a porta, ele a abre rapidamente, caminhando assim em seguida até a calçada.

No mesmo instante em que olha para o final de sua rua, seus olhos queimam ao ver as altas chamas.

Pondo a mão sobre a boca para segurar o grito que permanecia entalado em sua garganta, tudo dentro de si se queima e se desmancha em meros segundos, como aquilo poderia ser possível?

Permanecendo parado, Thomas tenta mover suas pernas, mas não consegue, tudo parecia o prender, sentia seu corpo pesar toneladas.

Tudo parecia estar paralisado, se deformando e se transformando em algo doloroso.

Era como uma avalanche de neve, que gradativamente ia engolindo a tudo que via pela frente.

Pondo as mãos sobre os olhos, para tentar evitar as lágrimas que travavam uma luta épica consigo mesmo, ele apenas ouve uma voz.

Uma única voz, que o faz se despertar.

Olhando para a rua, a poucos metros de distância das chamas, Thomas vê Newt, ajoelhado ao chão, com as mãos sobre o rosto.

Sentindo uma chama de esperança se apoderar de si, suas pernas se movem inconscientemente em direção a ele, como se aquilo fosse sua plena e eterna salvação.   

Correndo a passos largos em direção ao loiro que permanecia ao chão, a voz de Thomas ganha uma força descomunal.

– NEEEEWWTTT!

Não estando nem na metade da caminhada, o moreno já percebe dois olhos castanhos a lhe encarar, confusos e com medo.

Com a boca aberta, Newt não sabe como reagir a aquela cena.

Thomas? Thomas estava ali? Ele não estava no carro?

Sentindo uma falta de ar descomunal, sua voz não sai e ele permanece imóvel ao chão, apenas direcionando seu olhar para o moreno.

Ouvindo assim, novamente seu nome ser proferido pela voz rouca e gostosa de Thomas, tudo parece se ligar em seu corpo, e num instante, todo seu peso é posto em pé.

Abrindo seus braços em total surpresa, seu corpo é prensado ao de Thomas, num abraço quente e acolhedor, tão familiar.

O puxando mais para si, Newt sente todo seu orgulho se esvair. Sente todos seus medos e preocupações evaporarem. Sente seu corpo leve novamente. Se sente em casa, nos braços do homem de sua vida.

Com a cabeça sobre o peito do maior, o loiro ouve seus batimentos cardíacos, algo que parecia ser uma sinfonia de sons, que o acalmavam de uma maneira única.

– Tommy... – Ele sussurra, respirando fundo e inalando o perfume marcante do moreno.

– Pequeno... – Thomas sussurra em resposta, sentindo seu peito explodir em uma felicidade única.

Newt estava novamente em seus braços. Ele podia sentir a felicidade ali, naquele simples abraço, enquanto ao seu redor, o mundo desmoronava.

Pequenas lágrimas começam a escorrer sobre o seu rosto, sendo assim, também acompanhadas por um riso frouxo.

Afagando os cabelos bagunçados do loiro, ele o sente se afastar.

– Tommy, e-eu, meu deus – Newt começa, nervoso. – Me desculpa, me desculpa, por favor, eu fui um completo idiota, eu não sei o que houve comigo...

– Ei, pequeno – O moreno responde, o interrompendo. – Nós temos problemas maiores no momento.

O loiro o olha confuso, sem entender o que Thomas tentava dizer, até que, como se o mundo ao seu redor saísse do modo avião, tudo vem à tona em sua mente.

– Aí, meu deus, porra!

Se virando bruscamente, ele direciona seu olhar para a movimentação presente na rua. Dezenas de pessoas se faziam presentes, na companhia de policiais, bombeiros e médicos.

Engolindo em seco, ele percebe o inevitável ao ver um corpo coberto ao chão.

Se virando novamente para Thomas, ele percebe o olhar vazio do mesmo, um olhar que transmitia toda a cor que estava sentindo.

Apenas sentindo o corpo do moreno se afastar de si, ele observa o mesmo correr em direção ao tumulto. Permanecendo parado, ele suspira, cruzando os braços, enquanto Thomas, perdia seu último resquício de paz, correndo para onde alguns policias estavam.

– Senhor, por favor – Ele faz uma pausa, respirando fundo. – Pode me dizer o que aconteceu? Aquele carro é da minha mãe!

Olhando com um olhar de compaixão, um dos polícias se aproxima de Thomas, pondo a mão em seu ombro.

– Eu não sei de que maneira posso lhe dizer isso, filho – Passando a mão pelos cabelos grisalhos, o homem suspira. – Sua mãe faleceu, houve uma...

Ouvindo aquelas simples palavras, que tinham um valor enorme, Thomas sente o chão de seus pés desmoronar, lentamente.

Como? Como aquilo poderia ter acontecido? Como?

Ela apenas ia ao supermercado, e agora estava morta!

Não, não, não, não! Não poderia ser possível!

Ela não poderia estar morta, ela não poderia ter morrido depois deles discutirem, a última conversa deles não poderia ter sido uma briga, não poderia, não!

Sentindo como se estivesse em um pesadelo horrível, longo e sem fim, o moreno apenas sente o calor de Newt o contornar, para assim em seguida, cair em lágrimas que não aliviavam nem a metade da dor que se fazia presente em seu peito.

 

(...)

 

Com um sorriso largo nos lábios, Janson contorna a rua, se afastando de todas as pessoas que estavam ali para ver o acidente ocorrido, a alguns minutos.

Acidente.

Um riso alto sai de sua boca ao pensar na palavra acidente.

Desbloqueando a tela de seu celular, que estava em mãos, ele rapidamente vai para a lista de seus contatos, pondo logo para chamar o desejado.

Com o aparelho ao lado da orelha, sua face se torna apenas em nojo ao ouvir a voz nojenta de uma garota, no outro lado da linha.

– Alô? – Era Sonya. – O que você quer?

– Mais educação, filha – Janson diz, aos risos. – Quando eu chegar em casa, quero uma comida pronta para mim.

– Primeiro que você não é meu pai, Janson! – A loira rosna. – E segundo que, eu não sou a porra da sua empregada!

– Cale essa boca suja, Sonya – O homem responde. – Desde que sua mãe morreu, eu sou sim, seu pai! E bom, a não ser que queira apanhar novamente, faça o que eu lhe pedi.

Encerrando a ligação num toque rápido e simples, Janson continua sua caminhada, que apesar de ser curta, o traria o prazer de avaliar o sucesso da primeira parte de sua vingança.

Vagando seus pensamentos em direção a sua casa, o homem repensa o que havia dito a filha e ri ao lembrar que, mesmo que ela fizesse o que ele havia lhe pedido, a sua mão certamente iria parar em sua bunda branca e farta.  


Notas Finais


Tommy tá vivo siiimmm!!!
Mas Ava morreu, putz, a coisa tá feia :(

Vocês devem estar tipo "que?" com o Janson e a Sonya, não é mesmo? Mas bom, Janson é pai dela, claro que não biológico, mas ainda o pai dela, próximo capítulo provavelmente será na visão da nossa Loirinha e vocês poderão entender isso melhor

Qualquer duvida só pedirem que eu respondo

Espero que tenham gostado do capítulo e vejo vocês no próximo

kisses da bel


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