História Twisted minded - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 4
Palavras 1.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Orange, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - The taste of my blood


Minha história começa muito depois do mundo onde só os humanos eram conhecidos. O mundo está dividido em duas nações, os normais e os poderosos. Os normais são os humanos que ocupam a dimensão normal e os poderosos são os que têm dons especiais já nascidos com eles, que ocupam a dimensão paranormal. Os poderosos estão divididos em clãs e, sinceramente, não estão nada bem uns com os outros. Existem milhares de clãs, meu clã é o do fogo, o vizinho é o da água (o que não facilita a nossa vida), ainda tem o da Terra, o do ar, o dos vampiros, lobisomens, e blá blá blá.

Eu me chamo Ruby, tenho 16 anos, e sou a coisa mais especial que existe no meu clã. Normalmente todas as meninas nascem com magia que controla o fogo e eu nasci com essa magia, mas também consegui adquirir o poder dos rapazes, que é ter uma espada flamejante que aparece e desaparece à vontade no meu braço. O meu nascimento foi considerado um milagre e tenho imensas responsabilidades por conta disso, meus pais estão sempre me falando o que preciso fazer e como fazer, que preciso ser mais responsável e que, basicamente, preciso agir como uma ditadora. Como sou vida loka não faço nenhuma das minhas tarefas e fujo com o meu irmão, Ren, para brincarmos um com o outro, claro que isso tem consequências duras para mim e como sou "mais velha" e a prodígio acabo sempre por levar bem pesado, mas nem me importo, desde que não machuquem meu irmão tudo bem. Eu estou sempre protegendo ele mesmo às vezes não sendo preciso, eu o trato como uma criança apesar de ele só ter nascido um minuto depois de mim.

Há uns dias os clãs começaram a se atacar sem razão e como todos os adultos temem a segurança das crianças, decidiram nos mandar para o mundo dos normais. Eu odeio os normais, são seres deploráveis sem o mínimo respeito pelos outros. Ainda insisti para ficar, sinceramente eu seria uma grande ajuda, mas não deixaram, estavam sempre falando o quão imatura sou e de quantas formas possíveis podia acabar morta.

Chegou o trem dimensional para nos levar e nós nos despedimos dos nossos pais, eu era muito chegada ao meu pai por isso provavelmente vou sentir muito mais saudades dele, não que não goste da minha mãe, mas ela só quer saber das responsabilidades e é muito chata. Peguei a mão do Ren e subimos para o trem. Nós dois somos inseparáveis e sempre que nos metemos em confusões saímos delas juntos.

Só espero não ter nenhum encontro desagradável com alguém do clã da água, eles são convencidos e todos pensam que eles conseguem nos vencer por terem o pensamento retrogado e acreditarem que a água apaga o fogo, mas é mentira, a água apenas nos fortalece e só nos dá mais chama.

Ren – Como você acha que vai ser lá no mundo normal?

Ruby - Não faço a mínima ideia, mas espero que não nos mandem viver com ninguém desagradável.

??? – Posso me sentar aqui ou vou ser incenerado?

Ruby – Depende da minha vontade de matar alguém, ela costuma ser alta.

??? - Eu sou o Makoto, mas podem me chamar de Mako, sou do clã dos vampiros e presumo que vocês sejam do clã do fogo.

Ele era um rapaz de cabelos loiros, um olho verde e outro azul, sorriso largo e roupas bem coloridas.

Ruby - Sou a Ruby e este é o meu irmão Ren. É assim tão percetível que somos os “quentinhos”? Se é esse o nome que nos colocaram.

Mako - Essas marcas que têm na cara são incomparáveis.

Ruby - Pois é, esqueci isso.

Ficamos uns momentos em silêncio enquanto ele me olhava e finalmente falou.

Mako - Deve ser muito chato ser uma mulher no seu clã, não?

Ruby - Para mim não. Olha só.

Fiz minha espada aparecer e ele ficou boquiaberto, eu consigo impressionar toda a gente.

Mako - Pensei que as mulheres só nasciam com magia.

Ren tirou os olhos do livro e sorriu sarcasticamente para o vampiro.

Ren – Só agora entendeu que a minha irmã não é uma garota qualquer?

Apenas sorri para ele sem falar nada. Adoro quando ele me elogia. Ele é bastante agressivo com os outros, mas comigo parece um gato domesticado.

Ruby - Então e qual é poder dos vampiros?

Mako - Somos vampiros normais, teleportação, presas afiadas, sedentos de sangue. – ele fez uma pausa e olhou meus braços desnudos - Sempre imaginei se o vosso sangue é assim tão quente.

Ruby - E eu sempre quis saber quanto tempo os vampiros demoram a pegar fogo.

Consegui ouvir a risada de Runo do meu lado. Eu sempre tenho uma resposta na ponta da língua.

Logo de seguida apareceu um garoto do nosso lado.

??? - Parece que já arranjou companhia Makoto.

Ruby - E você é?

??? - Sou o Yulo. Sou irmão do Makoto.

Ruby - Eu sou a Ruby e sou...

Yulo - Uma guria do clã de fogo. Já ouvi falar de você.

Ruby - Ah sim? E o que você ouviu?

Yulo - Todos te chamam de Miracle, deve ter uma bela espada. Ouvi dizer que o seu sangue é o mais doce de todos por você ser tão especial.

Ren - Os vampiros não desistem mesmo. Não podem ver sangue fresco que ficam logo doidos, vocês morreriam bebendo o sangue dela.

Yulo - E você é?

Ren - Ren, irmão dela.

Yulo - E como você sabe disso?

Ren - Eu leio, coisa que você não deve saber fazer.

Yulo levantou a mão na direção do Ren e se preparou para lhe dar um soco, mas felizmente fui mais rápida e me coloquei na frente pegando na mão dele.

Ruby - Quando começar a queimar me avise.

Mako - Ok, ok. Yulo pare de irritar os outros.

Me sentei e não falamos por algum tempo. Fiquei a ler tal como o meu irmão, até nisso somos iguais, e os outros dois ficaram me olhando o tempo todo. Então para ver se os acalmava peguei conversa, afinal a viajem ia ser longa e eu já estava a ficando irritada.

Ruby - Vocês vão à escola? Eu não iria confiar muito em vampiros numa escola.

Mako - Vamos. O colégio para onde nos mandaram não dá aulas à noite.

Ruby – Entendo, coisa de normais. Eu preferia trabalhar apenas, mas nossa mãe não ligou como sempre.

Yulo – Pelo jeito você deve ser menina do papai então?

Odeio que me chamem isso. Eu não sou isso! De tão nervosa comecei a aquecer e a ficar vermelha de raiva.

Ren - Ruby se acalma! O banco vai derreter.

Yulo - Me esqueci que vocês não podem ficar irritados senão acabam queimando tudo. – riu sínico

Eles riam sem parar e eu decidi me vingar de forma totalmente madura e adulta. Formei pequenas chamas com as minhas mãos e atirei uma para a bunda de cada um.

Mako - Ei! Pra que foi isso?

Ruby - Para aprenderem a não mexerem comigo.

Mako - Você é uma sádica louca!

Ruby - Obrigado.

Me encostei e voltei a ler, eles já não olhavam tanto e eu soltava risadinhas de vez em quando lembrando do que aconteceu.

...2 horas depois...

O comboio parou e já estávamos na dimensão dos mortais. O ar lá era bastante diferente, era mais leve mas cheirava bastante a poluição. Antes da gente sair do trem os supervisores nos deram as moradas das casas onde íamos morar. Quando estávamos indo embora umas garotas do clã da água tentaram me derrubar, mas quando eu estava prestes a cair alguém me agarra pela cintura.

Mako - Então a minha gatinha sádica já nem se segura de pé?

Ruby - Até me segurava se não fossem aquelas putas lá!

Mako - Você tem muita lábia.

Ruby - É eu tenho, mas agora pode me largar?

Mako - E se eu não quiser?

Ruby - Eu arranco seus caninos com as minhas próprias mãos.

Mako - Ok então eu largo.

Dito isto ele me larga me fazendo cair no chão igual merda. Uma pequena porção de raiva me consumiu por dentro e eu puxei sua perna o fazendo cair também.

Ruby – Nunca ouviu que não se brinca com o fogo?

Mako – Você que brincou com o que não devia...

Makoto já não era o mesmo, o olho que antes era verde agora estava vermelho. Talvez isto aconteça aos vampiros quando estão irritados, mas não pode ser assim tão mau. Me levantei e quando já estava de pé ele me dá um soco bem forte perto do olho.

Ruby - Tá louco? Seu saco de merda!

Mako - Nunca mais mexe comigo!

Ruby - Isso foi uma ameaça? Você já vai ver.

Mako - Então vem menina do papai!

Enlouqueci e também lhe dei um soco, se o meu olho ia ficar danificado o dele também. Começamos a brigar um com o outro, Depois de imensos socos nossas mãos e rostos já estavam cobertos de sangue. Ninguém se atreveu a intervir até que Ren me agarrou e me afastou deles e Yulo fez o mesmo com o irmão.

Yulo - Olha o que cê fez com o meu irmão! Onde você arrumou tanta força?

Ruby - Olhe o que o seu irmão fez comigo! Da próxima vez ele não fica sequer consciente!

Ren - É melhor a gente ir antes que os supervisores vejam.

Ruby - É melhor, antes que eu vire assassina.

Yulo - Mas antes...

De repente o Will agarra meu braço e me puxa contra ele. Olha para mim com os olhos brilhando e lambe meu rosto cheio de sangue.

Naquele momento me deu um arrepio e uma vontade de lhe bater, mas só me afastei, já estava cansada de lutar contra vampiros.

Yulo - Eu sabia. É ainda melhor do que imaginava, doce e quente.

Ruby - Vocês têm um problema. Vamos embora Ren.

Eu e meu irmão fomos embora e deixamos os outros para trás. A morada não era muito longe e também não era difícil de descobrir, era uma mansão bem moderna, bege e cheia de musgo que crescia livremente pelas paredes. Presumi que como fosse grande iria-mos viver com mais alguém.

Ruby – Dividir a casa é o pior que podia acontecer.

Ren - O pior foi aquilo que aconteceu com os vampiros. Já viu o seu estado?

Ruby – Ainda não olhei nenhum espelho, está muito ruim?

Ren - Vejamos. Um olho roxo, nariz jorrando um chafariz de sangue, pulso cortado, joelho ralado e um belo de um rio de sangue a escorrendo pelo corpo.

Ruby - Então quando a gente chegar em casa eu tomo um banho e você pode tratar das minhas feridas como faz sempre.

Ren - Acordo. – ele sorriu



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...