História Twister - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Piper Chapman
Tags Alex Vause, Piper Chapman, Vauseman
Exibições 544
Palavras 3.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite!!!
Passando rapidinho para deixar mais um capitulo para vocês!
Mais uma vez, muito obrigada pelos comentários... Adoro! E, de novo prometo respondê-los!!!rs.
Beijo grande

Enjoy!

Capítulo 13 - A necessidade do Falar


Fanfic / Fanfiction Twister - Capítulo 13 - A necessidade do Falar

“Do outro lado da cidade, a também insone Alex,  andava pela sala de sua casa, com uma inquietude extrema. Enfim, sentou-se, pegando o celular e fazendo uma ligação... - Oi, sou eu… Podemos conversar?”

 

- Bom dia! - dizia Benny à mãe e à irmã na mesa de café.  Alex tomava seu capuccino lendo alguns e-mails, sem direcionar sua atenção a mais nada.  Sua mãe fazia sinais a ele tentando entender aquele silêncio visivelmente mal humorado da filha.

- Ah, já ia me esquecendo. Vamos receber uma visita por esses dias.

- Quem filha?

- É surpresa! E, ainda não sei o dia. Na verdade, nem tenho certeza se virá. – terminou a frase nada esclarecedora, voltando aos seus e-mails.

- Certo, obrigada por avisar, seja lá quem for e quando vier. – sorriu Diane.

- Al, você vai ao Rancho hoje?  Tem uns materiais chegando, talvez você queira ver.

- Não. Você pode resolver isso. Tenho muito trabalho no escritório. – respondeu sem sequer levar os olhos, mantendo-se atenta ao celular.

Diane fez sinal à Benny, perguntando o que estava acontecendo. Que em mimica respondeu PIPER CHAPMAN.

A mãe não entendera o que ele dizia e Alex interviu.

- Ele está dizendo que estou assim por causa da Chapman, mãe. Parem de falar por mímica, por favor.  Vocês são péssimos nisso.

- Muito bem, então me explique você,  o que está acontecendo. – exigiu a mãe.

Alex tirou os óculos, colocando-os a mesa, cruzou as mãos no colo, por cima do guardanapo de tecido, virando para a mãe, fitou-a. Benny bebia seu suco quase sem respirar esperando se a irmã contaria toda história para a mãe e imaginando a bronca épica que levariam.

- Vou resumir, Senhora Diane.

- Sim… por gentileza, Alexandra.

- Eu... – buscava uma palavra que traduzisse seus sentimentos, em vão  - Me envolvi emocionalmente com a Piper, mas tivemos um começo difícil e agora ela está com outra pessoa e, eu não estou sabendo lidar com isso, então decidi me afastar por um tempo.  É isso. – voltou à tela do celular.

- Uau, “se envolveu emocionalmente” tem alguns nomes, maninha. – exclamou o irmão surpreso pela quase confissão ... Quase! E, aliviado por ter parado ali, sem os detalhes do início da história.

- Você acabou de admitir que está gostando dela, filha?

- Sim, mas nunca mais repito isso. Foi apenas para você entender e para o Benny parar com mímicas, mas gostaria de não falar mais disso.

- Claro, não falamos mais nisso. – Diane falava com um sutil sorriso nos lábios. – Só finalizando esse assunto, eu gostei da Piper e ela é muito bonita, tem olhos lindos! - virou-se para o filho – Benny, por favor, me passe o suco.

- Meu Senhor… Acho que falei demais! - disse Alex pensando no quanto aquela meia confissão lhe custaria.

 

 

No Rancho a manhã comecou agitada, traziam documentos do CJ, tentando organiza-los no escritório da própria sede.

- Red, me ajuda com essas caixas.

- Você vai acabar com as minhas costas Taystee.

- A MaMa tem que estar ótima para comemoramos o seu aniversário - afirmou a animada Lorna.

- Eu estou mais para passagem de ano e não aniversário. E, ainda faltam muitos dias, minhas queridas.

- Imagina se deixaríamos passar em branco, Red. Sem chance!

- Pipes, se tiver vodka eu até posso mudar de ideia.

- Combinado! – riu Piper - Alguém viu uma caixa azul perdida por aqui?

- Acho que ainda está na picape, Pipes.

- Ok, Red. Vou lá procurar.

Enquanto pegava a caixa, Piper viu um carro aproximar-se. Parou observando-o.

- E aí, tudo bem por aqui?

- Tudo, Benny.

- Peraí que te ajudo. – desceu de seu carro ajudando-a com as caixas.

- A bagunça só começou.

- Percebi mesmo.

- Benny, sua irmã foi para a China de novo?  - perguntou sorrindo.

- Que nada, está no escritório.

- Ah tá... Ela não veio mais para cá.

- Ela está enrolada com trabalho.

- Sei…- seu tom saiu desconfiado.

- Você... Ela... tudo meio complicado, não?

- Meio? Nem sei mais...

- Ela... ela vai me matar por eu me meter.  Mas... ela disse que você está com alguém.

- Disse? Para você?

-  É... e para minha mãe.

- Sua mãe sabe sobre nós? – surpreendeu-se Piper.

- Tipo, mais ou menos... Esquece que te contei isso. Bom, vou colocar essa caixa lá dentro. – Benny entrou pela casa, cruzando com Lorna – E ai Lorna, tudo certo?

- Te colocaram para carregar caixas, garoto! – brincou, logo encontrando com a amiga, que parecia distraída - Que cara é essa Pipes?

- Nada.

- Alex não veio…

- O Benny disse que ela está ocupada com trabalho.

- Ou digerindo aquele beijo que ela viu.

- Ela contou para a mãe sobre nós. – sussurrou para a amiga.

- A coisa está ficando séria! – zombou Lorna.

- Deve ter falado mal de mim para a dona Diane.

- Tudo você vê torto, eu não acho que a Alex seja o tipo que conta seus relacionamentos para a mãe. Se contou, quer dizer alguma coisa.

- Ela contou que eu estou com alguém...

- Você passou essa ideia.

- Eu não beijei o Larry.

- Para quem olhou, viu outra coisa. Mas, era o que você queria, não é amiga? Agora ela ficou no canto dela.

- Pronto meninas, vou descer na obra. – interrompeu-as, Benny.

- Até mais... – responderam.

- Ele é um fofo... – comentou Lorna.

- Nem parece irmão da Vause.

Lorna riu e desistiu de falar sobre o assunto Alex, por enquanto...

 

Passaram  toda a manhã organizando a papelada do CJ.

À tarde, mais um carro da Empresa Vause estacionou na frente da sede.

- Olá – disse a garota adentrando pela sala.

- Você é a… - tentava lembrar-se Piper, sabendo que havia visto a moça na empresa.

- Daya. Sou secretária da Senhorita Vause.

- Ah sim… - Piper segurou o riso, quando se lembrou dos escândalos que fizera por lá, apavorando a pobre garota.

- A Senhorita Vause pediu que assinasse esses documentos. É para a conta que a empresa irá transferir algumas guantias.

- O...kay – pegou os envelopes, abrindo-os.

- Eu aguardo. – completou Daya.

Enquanto Piper lia, Benny surgiu na sala.

- Daya? O que houve?

- A sua irmã pediu para eu trazer uns documentos para assinarem.

- Ok, enquanto elas assinam, vem cá, quero que veja o lugar, é demais!

Benny saiu puxando Daya pelas mãos, despertando olhares ao redor.

- Aí tem… - constatou Lorna.

- Será? A Alex surta caso o irmão se interesse pela sua secretária.

- Não acho que seja assim.

- Bebeu, Lorna? E onde fica a arrogância da criatura?

- Ela é um pouquinho arrogante, mas gosto dela.

- Já percebi…

- Você está fula com ela e acha que todo mundo tem que ficar, mas cadê a coragem de encará-la e falar que está puta com ela, mas morrendo de saudade.

- Vai ficar me azucrinando com isso?

- Desculpe Pipes. Só que é difícil ver a minha melhor amiga sofrendo e não falar nada.

Piper apenas calou-se.

- Às vezes eu acordo e olho pela janela e vejo sempre a sua luz acesa, ou você andando. Eu me preocupo com você e mais ainda por você não se abrir, não espernear, chorar, ou sei lá o que, depois daquilo tudo.

- Eu não consigo... Ela me usou, Lorna. Ela ficou comigo vendo eu me entregar e queria informações. Só isso.

- Mas ela se apaixonou, Pipes.

- Não quando tudo começou, entende? Eu acho que me encatei por ela no dia que a conheci e era tudo mentira. Talvez... Talvez agora ela sinta algo. Mas, suponhamos, que ela não sentisse nada por mim, ela ia sair fora do jeito que entrou e boa. Quanto a mim? Foda-se!

- Eu entendi o que disse, Pipes. Você precisa falar essas coisas para ela, ficou aquele silêncio da sua parte, às vezes acho que ela não tem noção da dimensão do que foi para você. Eu sei que você falou alguma coisa para ela, mas não foi tudo e sabe disso.

Piper parou alguns segundos, pensando... Inúmeros pensamentos passaram por sua mente de uma vez só.

- Me faz um favor. Diz à moça, Daya, que eu mesma fui levar os documentos.

- Pode ir, mas me promete que não vai sair tiroteio.

A loira parou na porta voltando-se para a amiga, fazendo uma cara indecifrável.

- Isso não posso prometer. – piscou saindo.

- Nossa Senhora das surtadas, coloca a mão. – rogou Lorna.

Não demorou para Benny e Daya voltarem.

- Daya, a Pipes foi levar os documentos para Alex.

- Ai Senhor, sua irmã vai me matar Benny.

- Não, calma. As duas estão precisando conversar.

- Conversar? Você já viu o jeito que elas conversam? – exclamou a apavorada secretaria.

- Como diz a Nicky, Se elas não se matarem, vai ficar tudo bem. – afirmou Lorna, vendo o visível sorriso de Benny.

 

 

Piper nunca havia feito tão rápido aquele trajeto até Manhattan, no caminho ensaiou tudo que desejava, literalmente, despejar em Alex. Todas as mágoas, as lágrimas derramadas, as decepções sofridas. Estava com o texto na ponta da língua, decorado e até ensaiado.

- Senhorita Chapman, não esperava vê-la hoje. – falou Caputo encontrando com Piper próximos ao elevador.

- Eu vim trazer alguns documentos para a Vause.

- Ah sim, eu lhe acompanho.

Subiram juntos pelo elevador, separando-se na entrada da Presidência. A porta da sala estava aberta e, ouviam-se vozes vindas de lá. Piper entrou medindo seus passos, vendo Alex de costas, perto de sua mesa, conversando com outra moça, que provavelmente, era também secretária. Explicava-lhe algumas coisas, nas quais a loira nem mesmo deu atenção. Apenas parou, aguardando que terminassem seus assuntos. Volvendo-se, a moça assustou-se, chamando a atenção de Alex, que virou imediatamente.

- Oi... – foram as duas letras que surgiram dos lábios de Piper, mantendo-se estática no meio da ampla sala.

- Mary, pode deixar, eu falo com a senhorita Chapman. Obrigada.

A tal moça saiu, fechando a porta, deixando dentro da sala duas mulheres que se olhavam profundamente acompanhadas de um silêncio evidente.

- Olá, Chapman… - assim quebrou-se o palpável silêncio.

- Os documentos… Estão assinados… - entregou-lhe os envelopes.

- Obrigada. Mas, não precisava vir até aqui para entregá-los.

- Não. E, a sua secretária nem mesmo me viu sair, coitada.

- Ela tem um certo trauma de você.

- Imagino o porque.

- Então… É... Quer se sentar?

- Não, engraçado que eu tinha um texto pronto para te falar, mas... Eu chego na sua frente e pareço uma idiota.

- Piper…

- Por favor, me deixe, pelo menos, tentar falar... Eu mereço isso... Não acha?

Alex encostou-se em sua mesa, assentindo. Enquanto a loira passava a mão na cabeça, apertava os lábios e procura as palavras.

- Você tem idéia do que fez? Você entrou na minha vida para me espionar, para tirar informações de mim e das pessoas ao meu redor. Meu Deus... Como você pôde mentir para mim daquele jeito !?

Alex suspirou, desviou o olhar para o chão, sabia que merecia ouvir tudo aquilo e, principalmente, tinha certeza que Piper precisava falar.

- Foi tudo tão rápido. Eu... Eu me encantei por você com uma rapidez que me assustou. Quando percebi, Deus...  Você não saia da minha cabeça. Eu não entendia tudo aquilo, nem te conhecia, mas aqui dentro de mim, eu sentia que sim, que te conhecia. Al é você, não vou ficar dizendo para mim mesma que me apaixonei por outra pessoa, era você o tempo todo e, isso que mais me dói.

Piper sentou-se na poltrona à frente da morena, olhando para um ponto fixo.

- Mas eu sentia que você se afastava, assim do nada, sentia. Achava que era por sua namorada ou sei lá o que, mas jamais achei que mentia para mim. Eu sinto raiva por ter sido tão idiota. Uma otária!

- Piper, eu…

- Me deixe falar. – o olhar raivoso de Piper calou Alex. – O que eu não entendo é por que... Porque Alex, você deixou irmos tão longe? Porque fez... Fez amor comigo, em meio a tantas mentiras? – Piper levantou-se, encarando-a. – Porque porra você fez isso comigo !? – enfim, esbravejou.

 - Porque eu me apaixonei por você! Entendeu? – Alex manteve o mesmo tom alterado da loira.  – Droga…

Piper não estava preparada para aquela frase, não sabia para onde olhar.

- Al, nós sabemos que não vai dar certo, não é?

- Sabemos?

- Começou muito errado…

- Eu sei, Piper...

- Eu estou tão magoada com você… Não estou conseguindo lidar com isso.

A loira afastou-se de Alex.

- E, mesmo assim, mesmo com essa mágoa toda, está difícil sair daqui agora... – dizia Piper visivelmente emocionada, vendo uma morena devastada.

- É só não sair...

A loira caminhou até a porta. Em seus pensamentos ela voltava se jogando nos braços da morena em um abraço apertado e sentido. Já nos devaneios de Alex, ela pedia aquele abraço.

Mas, o medo calou-as.

- Piper… - chamou-a.

A loira virou-se, segurando a maçaneta da porta.

- Se um dia me perdoar, me permita saber…

Piper acenou concordando.

- Se cuida, Vause.

- Cuide-se, Chapman.

Não há como saber se o chão sumiu dos pés de qual das duas primeiro, mas o fato é que desapareceu de seus pés. Uma saiu com um pequeno alívio por conseguir expor suas dores, porém, a acompanhou uma dor incalculável no peito. A outra ficou sem o peso das mentiras, mas com a enorme e devastadora consequência das atitudes.

 

 

Foram dias intensos... As obras no Rancho caminhavam rapidamente, como também iniciava as obras de construção no projeto dos chineses. A holding estava um pouco mais agitada do que o normal.

- Nicky, você pode me enviar aqueles relatórios novamente? Eu não sei onde os coloquei.

- Claro, não se preocupe.

- Alex, porque não vai para casa descansar um pouco. Nicky e eu finalizamos tudo.

- Obrigada Joe. Mas, prefiro ficar aqui.

Nicky e Joe olharam-se percebendo o cansaço da morena, mas sem muito a fazer.

- Eu preciso que o Benny passe para outra pessoa as obras do Rancho e que venha cuidar dos projetos daqui.

- Eu falo com ele, mas você mesma pediu que ele ficasse por lá.

- Eu sei que pedi, Nicole. Mas agora preciso dele aqui! – respondeu ríspida.

- Sim senhora.- respondeu Nicky em puro estresse.

- Desculpe, Nicky. - desculpou-se tirando os óculos, colocando-os na mesa.

- Bom, se precisarem de mim, estarei na minha sala. - levantou-se Caputo.

- Joe, nada do Healy?

- Não, está calado pelo Texas à fora.

- Ok, obrigada, Joe. Se eu precisar lhe chamo.

- Eu vou providenciar os relatórios que pediu.

- Não, fica. Me desculpe tá. Eu estou insuportável, eu sei.

- Estou falando com minha amiga ou minha chefe?

- Nicky…

- Como chefe, você está o normal. Como amiga, sinto uma vontade incontrolável de te jogar por essa janela.

- Me faça esse favor… - antes que Alex terminasse a frase a porta se abriu.

- Alguém pediu socorro nessa porra de escritório, Mamamia! – falou entrando pela sala, um rapaz alto e moreno, muitíssimo bem vestido, puxando uma mala gigantesca, fazendo total cara de tédio.

- Não acredito que você veio! – gritou Alex, saltando nos braços do rapaz.

- Deus ouviu minhas preces, alguém para me ajudar! – brincou Nicky colocando as mãos para o alto.

- Lutty não acredito que você está aqui!!! – falava Alex enchendo o amigo de beijos.

- Amore mio, só você para me fazer atravessar o oceano e vir parar nesta Terrinha.

- Luciano amore, que alegria! – abraçava-o Nicky.

- Nicole Nichols, você sabe né Nicky, se eu gostasse da fruta, eu me casaria com você.

- Idem, querido! – ria Nicky abraçando Lutty, que acabara de chegar da Itália.

Sentaram-se na poltrona, conversando.

- Depois daquele telefonema desesperado de madrugada e diante daquela história molto pazzo... Eis me aqui! Agora, conte-me tudo e não esconda nada! - ajeitou-se, sabendo a história seria longa.

 

 

No Brooklin, aquela seria uma noite de festa, afinal, Red comemorava seu aniversário. Haveria uma pequena reunião na casa de Lorna, para festejarem aquela data especial da MaMa de todas.

- Essas vão para sua geladeira, Pipes, aqui não cabe mais nada.

- Ok. E... A Nicky vem?

- Claro! Acho que a Alex também.

- Ela não vem…

- A Al adora a Red.

- Mas está evitando me encontrar.

- Eu duvido que ela não apareça.

- Até parece que não a conhece.

- Acho que você é que não conhece – provocou-a Lorna.

- Lorna, onde coloco isso? – falou Luk.

- Aqui do lado, Luk.

- Vou levar essas para casa. – finalizou o assunto Piper.

E, continuaram os preparativos para os comes e bebes da noite.

 

 

Em Manhattan, Alex colocara o amigo a par de todos os acontecimentos.

- Preciso de um lenço…

- Lutty é sério.

- Al eu estou mesmo emocionado, essa despedida de vocês foi de doer o coração.

- Elas não fodem nem saem de cima.- concluiu Nicky.

- Quanto romantismo, Nicky.

- Al, é a verdade. E, você não quer ir à festa da Red, só para não encontrá-la.

- Pára tudo! Tem festa?

- De alguém que, aliás, adora a Al.

- E, você não vai porque dona Vause? – questionou o amigo.

- Sério que preciso responder?

- Al amore, você sabe que para mim você é meu clone feminino e eu te amo como a mim mesmo e olha que eu me amo muito! Mas, você fodeu com tudo!

- Uau, eu não sabia! – ironizou, Alex.

- Então, tira essa bunda linda desse sofá e vai à luta.

- Você está na brisa, Lutty?

- Não amore, passei dessa fase! Alex, o que ela disse é verdade, começou errado. Então, comece certo.

- Acho que estou lenta... Explique, por gentileza...

- O que fazemos quando queremos conhecer alguém?

- Um encontro... – respondeu Nicky.

- Capiche? Ou será que você está com medo de levar o primeiro fora da sua vida?

Alex limitou-se a cerrar os olhos na direção do amigo.

- Enfim, eu não passo mais uma noite sem conhecer a mulher que causou insonias em Alex Vause. Nicky e eu vamos. E ai, você vai ou fica, cara mia !?

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...