História Twitter - Capítulo 13


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Palavras 1.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vamos lá negos e negas, mais um pra vocês ❤️🙂🙃

Capítulo 13 - Sorveteria


 Somente quando vi Harley estacionada perfeitamente, em sua vaga, emanando charme e elegância como sempre, me dirigi até o elevador, com meus materiais em mãos, e meu capacete pendurado em meu braço. Assim que entrei no mesmo, avistei um rosto enrrugado conhecido, meus lábios se curvaram quase que automaticamente em um sorriso caloroso.

- Boa Tarde querida... Voltando da faculdade? - A senhora conhecida por mim a um ano perguntou me, com sua voz doce e carinhosa como sempre.

- Boa tarde Sra. Smithers... Siim, acabei de chegar - sorri em resposta

- Que ótimo... Agora é só descansar - ela sorria de um jeito tão carinhoso, que me fazia lembrar uma mãe... Aliás, que saudades eu sentia da minha que a tempos não via. Outro ponto importante da minha vida, que vale a pena ressaltar, é que a minha mãe é Brasileira, ela conheceu meu pai (um Britânico influente) quando fez um intercâmbio para a Inglaterra. Os dois se encontraram pela primeira vez em uma praça, minha mãe tirava fotos da paisagem (na época ela cursava fotografia) enquanto meu pai estudava em um banco ali perto. Como eles se falaram e vieram a ficar juntos não é relevante, o importante é que eu nasci de uma mistura entre o Brasil e a Inglaterra, aprendi as duas línguas, e já até visitei o país natal de minha mãe... O ponto é que meu pai é uma pessoa centrada, que presa a estabilidade, o conforto e a imagem social, e minha mãe é totalmente o oposto, é uma mulher de espírito livre, que gosta de viajar, curtir a vida ao máximo e se aventurar pelo mundo tirando fotos. Em que mundo esse romance poderia dar certo? Eu não sei... Mas no meu mundo, que é o real, não funcionou. Quando minha mãe engravidou, ela já estava de partida para o Brasil, mas teve que ficar porque queria que seu bebê nascesse saudável, e com estabilidade, pelo menos momentânea, os dois então moraram juntos por 10 anos, porém ela adoeceu. Aquela vida não era para ela, o estilo de vida livre que ela tanto prezava não cabia nas regras, estabilidade e conforto de meu pai, então uma vez em que ela se viu infeliz, sua saúde ficou instável como consequência, e meu pai não suportava vê-la tão cabisbaixa, a amava demais para suportar aquilo. Em um gesto visível de amor verdadeiro, meu pai a libertou, disse para ela que fosse viajar, que vivesse a vida a seu modo, que se soltasse das correntes que a prendia a ele, e que acima de tudo fosse realmente feliz de verdade, mesmo que isso significasse perder o amor de sua vida, ele a deixou ir prezando apenas a felicidade dela. Quando ela finalmente se deixou convencer que aquilo era o melhor para ela, minha mãe se foi...Quando meu pai a levou até o aeroporto, jurou que a esperaria até o seu último suspiro, e ela em meio às lágrimas, prometeu que voltaria para ele quando estivesse pronta. A única coisa que meu pai pediu para ela, antes que a mesma partisse, foi para ficar comigo, minha mãe aceitou sem protestar, considerando o fato de eu precisar de estabilidade. Então depois de tudo ela se jogou, e a liberdade a acolheu de asas abertas. Meu pai desde então cuidou de mim, me educou, me mimou, e ainda hoje sonha com o retorno do amor de sua vida, enquanto eu espero paciente pela volta de minha mãe. Só percebi que tinha me perdido em pensamentos, quando o elevador parou no 10° andar, onde a senhora com ar maternal iria ficar.

- Tchau querida, descanse... Você merece! Aliás, vá qualquer hora lá em casa para tomarmos o chá da tarde juntas, ok? - sorri afirmando com a cabeça, enquanto a porta de ferro se fechava. Apertei o botão com o número 13, e esperei até que a porta abrisse novamente, sai do elevador e adentrei meu apartamento, jogando imediatamente as chaves do mesmo, em cima da mesinha de centro da sala. Subi para o segundo andar, pousei meus materiais em cima da minha mesa de estudos, enquanto tirava meu uniforme e me dirigia até o banheiro, para só então tomar meu merecido banho[...]

[...] Assim que cheguei ao meu guarda-roupa, tratei de colocar um shorts jeans claro meio curto, e uma blusa larga e confortável, sem me esquecer dos chinelos roxos. Enquanto desci as escadas, comecei a verificar minhas mensagens no celular.(eu sempre desligava o aparelho quando pisava na faculdade, para evitar aborrecimentos desnecessários)

SMS:

Aspen: Bê? Nos encontramos às 16:00 na sua sorveteria favorita? Xoxo 

Twitter:

@ZaynMalik: Já saiu?🤔

@HarryStyles: Você prometeu que chamaria, espero que não tenha esquecido 🙃🙂😉

Sorri com as mensagens e tratei logo de responder as mesmas.

Você: Ótimo! Nos vemos as 16:00 então! Xoxo

@SrtaJavaddMalik: Siiim Zayn, acabei de chegar em casa... 👏🏻

@SrtaJavaddMalik: Nunca me esqueceria cupcake 🙃 a propósito... Oiiii 🙂

Cheguei na cozinha, tratando logo de deixar meu celular em cima do balcão, enquanto preparava algo para comer [...]

[...] Assim que acabei de comer, coloquei uma jardineira longa, clara e rasgada nas pernas, acompanhada por um tênis branco. Amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo mal feito, até porque ele logo estaria bagunçado, quando eu colocasse meu capacete... Minutos depois eu já estava pilotando a minha garota, a uma velocidade baixa, porém que me permitia sentir o vento balançar meus cabelos. Estacionei em frente a sorveteria, caminhando até a mesa onde um menino loiro (Aspen) estava sentado, com meu capacete pendurado em meu braço, e o celular em uma das mãos. Assim que cheguei cumprimentei o garoto de cabelos claros.

- Olaaa Asp - sorri quando ele se virou para mim, já se levantando em minha direção, para um de seus abraços confortáveis.

- Oiiii Bê - ele disse em meio aos meus cabelos, ainda no abraço. Após os cumprimentos, nos sentamos. Aspen buscou nossos sorvetes dentro da sorveteria, e os trouxe para a mesa, (que no caso era do lado de fora) nos divertimos muito, enquanto tomávamos nosso sorvete, dávamos muitas risadas. Enfim esperei Aspen ir pagar, e recebi uma mensagem, sorri quando li a mesma, que no caso se tratava de uma proposta. Antes que eu pudesse responder, Asp chegou, sentou-se a minha frente e olhou em meus olhos.

- Bê você sabe que eu gosto muito de você né? - sorri, era impossível não sorrir, com aqueles olhos verdes na sua frente, os quais brilhavam naquele momento - Eu queria te dize... 


Notas Finais


Acabouuuuu 🙃😉❤️ VOCÊS SÃO FODAS, BORA COMENTAR PARA EU POSTAR CADA VEZ MAIS E MAIS 😉🙃❤️


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