História Two Lost Souls - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Erza, Gajeel, Gruvia, Jellal, Jerza, Levy, Lucy, Natsu, Romance
Exibições 31
Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal 😊
Eu fiz essa conta aqui essencialmente pra postar essa fic (por isso não tenho grupos, amigos, seguidores e etc).
Isso porque raramente encontro uma fic de Jerza (sendo o casal principal) e mais raramente ainda, encontro uma boa. E eu realmente gostaria de ler fanfics boas deles dois, foi pensando nisso que, do nada, decidi criar essa. Eu prometo que vai ser boa e que eu não vou decepcionar vocês (por que assim estaria decepcionando a mim mesma).
Comentem e favoritem também tá?
Espero que gostem 😄

Capítulo 1 - Runaway


Fanfic / Fanfiction Two Lost Souls - Capítulo 1 - Runaway

She's a little runaway
Daddy's girl learned fast

Ela é uma pequena fugitiva
A garotinha do papai aprendeu rápido.

​Erza

Nas ruas movimentas e chuvosas de Londres, em meio à guardas chuvas e pessoas andando e correndo pra lá e pra cá, havia uma garota, de cabelos escarlates, com uma mala de viagem quase maior que ela. Sentada em um local protegido da chuva, na verdade estava ali há mais de duas horas, já tinha andado por todos os lugares possíveis procurando um lugar não muito caro onde pudesse ficar por enquanto, mas a busca não deu em nada, além de uma enorme do nas pernas e um possível resfriado mais tarde ( ficar andando na chuva não é aconselhável por aqui) sem falar que carregar aquela mala pra todos os lados também não ajudava. O casaco já estava encharcado, as botas sujas de lama, o cabelo parecia um ninho de pardal.

Depois de correr e andar na chuva (sem sombrinha ou coisa parecida), procurar, se decepcionar uma vez após a outra, xingar, gritar e chorar de raiva, ela finalmente desistiu e sentou no batente molhado da calçada, se perguntando se fugir era mesmo a coisa certa a se fazer. Seus tios não eram ruins, pelo contrário, sempre foram muito bons pra ela, a acolheram quando seu pai a abandonou e cuidaram dela da melhor maneira possível, mas não podia evitar se sentir um estorvo. Ela deixou um bilhete pra eles antes de ir : Quando vocês estiverem lendo isso, eu provavelmente estarei a vários quilômetros de distância, espero que não se culpem por isso, vocês são ótimos. Isso é porque eu preciso me encontar, sozinha. Sinto muito se causei algum problema. Muito obrigada por tudo o que fizeram por mim, até algum dia. Esperava sinceramente que eles não achassem que ela estava sendo ingrata. Ela já teria descido do avião quando eles fossem ler, no mínimo. Não deu pra pegar todas as suas coisas, não tinha onde levar, por isso só pegou o essencial. As lembranças importantes deixou em casa. E seu primo, bem, provavelmente iria ficar com raiva dela pelos próximos 10 anos no mínimo, ele sempre tratou ela como uma irmã mais nova, embora fossem da mesma idade. Então não disse nada pra ele, não deixou nada pra ele, nem falou direito com ele nesses últimos dias. Agora se sentia idiota por ter fugido, se sentia irresponsável, triste e solitária.

Suspirou pesadamente, sentido a brisa fria desengrenhar ainda mais os seus cabelos escarlates. O sol aos poucos ia se escondendo por trás dos prédios, e ela sentia a aflição tomar conta de sí. Já estava toda dolorida, depois de uma longa viagem, depois de andar o suficiente pra cinco semanas de educação física e depois de duas horas sentada na mesma posição, isso já era esperado. Levantou e começou a andar em círculos e deu um soco na parede, ferindo os nós dos dedos. Debaixo do seu punho serrado, viu uma coisa que chamou sua atenção, entre os vários anúncios de um jornal surrado colado na parede, um estava circulado de vermelho escarlate, a cor do seu cabelo, aquele que seria a salvação do seu dia. Alguém que procurava uma pessoa pra dividir o apartamento, a pessoa teria um quarto e o resto da casa seria dos dois, não cobrava caro, o lugar relativamente grande, as despesas e o condomínio seriam divididas entre os dois. 

— QUER DIZER QUE ISSO ESTAVA AÍ O TEMPO TODO!?— Gritou ao mesmo tempo inconformada e esperançosa, assustando algumas pessoas que passavam.— Como eu não vi isso antes!!? Por favor, esteja valendo, por favor, por favor...— Sussurrou procurando o celular na bolsa.

Sem se deixar ser tomada pela esperança novamente, ela pegou se celular e discou o número que foi deixado no anúncio, o dono do apartamento se chamava Jellal (provavelmente um velho sozinho que não sabe se cuidar e precisa de ajuda) pensando que provavelmente não daria certo, mas vale a pena tentar. Roendo nervosamente as unhas esperou que alguém atendesse. Depois de dois toques, uma voz masculina e grave atendeu.

— Alô?— Ela quase deu um grito de alegria quando ele atendeu, mas tratou de se conter, ninguém iria querer dividir o apartamento com uma louca. 

— Ah, oi, erm... senhor Jellal Fernades?— Preferiu confirmar, já que a voz que ouviu não era a voz de um velho.

— Sim, quem fala?

— Erza Scarlet! Erm..., seu apartamento... você ainda procura alguém pra dividir?— Por favor, diz que sim, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor... suplicou internamente.

— Bem, ele já foi ocupado— Ela sentiu seu coração, ânimo, esperança, e todo o resto, afundar até o núcleo da terra.— Mas, ele saiu ontem, então eu acho que procuro sim.

— SÉRIO? GRAÇAS À DEUS! EU GOSTARIA DE DIVIDI-LO COM VOCÊ, ENTÃO POSSO ME MUDAR HOJE MESMO?— Se ele disser que não... vou ter que dormir na rua, pensou. E ele provavelmente dirá não, depois desse surto.

— Quê? Tão cedo...Ainda não preparei nada e ...— Ela o interrompeu, falando rapidamente:

—  Não precisa se preocupar com isso, é que eu vim pra Londres sem saber onde iria ficar então eu realmente preciso arrumar um lugar o mais rápido possível, sem falar que eu não tenho onde dormir hoje, então eu estou realmente desesperada. Posso ir aí agora mesmo? Mesmo que eu não fique aí, a gente pode negociar isso amanhã, mas eu realmente não quero dormir na rua.. por favor?— Agarrou o celular com as duas mãos, esperando a resposta dele. 

—... Tá bom..

— SÉRIO?! Muito obrigada, mesmo, mesmo, mesmo. Estou indo agora, em um momento eu estou aí.— Desligou o celular sem nem esperar a resposta e Gritou um "OBRIGADA DEUS, MUNDO, VIDA! EU CONSEGUI! EU NÃO VOU DORMIR NA RUAA!" Enquanto dava pulos com os punhos fechados socando o ar. Percebeu algumas pessoas olhando pra ela como se ela fosse um alien, mas não tinha tempo pra se preocupar com isso.

Como ela não fazia idéia de como chegar lá, pediu um táxi e deu o endereço do prédio. Em menos de vinte minutos já estava na frente de um prédio de oito andares. Teve que ir na recepção, ligar para o apartamento, ver se podia subir e tudo mais. A mulher por trás do balcão (era bonita, cabelos castanhos e longos, seios grandes, olhos puxados e um crachá com o nome "Ultear") olhava pra ela de uma maneira estranha, que realmente a incomodou. Mesmo assim ligou para o apartamento, ainda olhando torto para a ruiva.

— Ah, senhor Fernandes?... É... Não, é que tem uma garota aqui dizendo que vai ficar na sua casa... É, sim... Qual é seu nome mesmo?— Perguntou, dessa vez dirigindo-se à Erza.

— Erza Scarlet.

— Ela disse que se chama Erza Scarlet... então ela pode subir?... Ok, certo. Pode subir.

E ela subiu, ao sétimo andar, apartamento 104. Bateu na porta de madeira e esperou.

Estava toda molhada dos pés à cabeça, e já sentia as consequências da viagem e da chuva em seu corpo, mal podia esperar pra tomar um bom banho quente e se jogar em qualquer lugar habitável onde pudesse dormir. 

Quando a porta se abriu, revelou um cara alto, muito mais novo do que ela pensava (achou que fosse algum velho que não podia cuidar sozinho do apartamento ou coisa parecida), com estranhos cabelos azulados, uma mais-estranha-ainda tatuagem vermelha ao redor de um dos olhos cor de oliva, e muito, mas muito gostoso mesmo. Pessoas como ele deveriam ser proibidas de abrir a porta só de bermuda, definitivamente. Apesar disso, a ruiva ignorou o fato do cara ser um pedaço de mal caminho, e falou ( Perguntou) naturalmente:

— Er.. Jellal.. Fernandes?


Notas Finais


E é isso 😐
O próximo já está pontinho, esperando por vocês 😜
Bye


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