História Two Moons: Night - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Fanfic, Imagine, Kaisoo Kai, Lay, Lemon, Romance, Suho, Vernonluv, Yaoi
Visualizações 16
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🔊 Eyes on you - Garett LeBeau

Capítulo 20 - Capítulo 19


Fanfic / Fanfiction Two Moons: Night - Capítulo 20 - Capítulo 19

 

 

{❗❗❗}

 

  Os dias correram bem rápidos e mal percebi quando o dia 13 estava para chegar. Papai parecia ignorar mamãe e eu, jantando apenas quando íamos dormir, adormecendo sempre na sala, ficando menos tempo em casa. Menos que o normal. Aquilo tudo era muito suspeito, mas eu estava feliz por não tê-lo por perto. 

 

  Ao chegar na escola, vejo Chanyeol quase pulando de felicidade na quadra, já vestido com a roupa do time. Ao relógio bater exatamente nove horas, vejo-o sumir, deixando-me claro que aquilo finalmente iria acontecer. 

 

— Channie? — perguntei, batendo à porta da sala do zelador. 

 

— Estou aqui, Solar. 

 

  Entrei na sala, trancando a porta, deparando-me com ele sentado numa cadeira, nervoso, segurando um pequeno embrulho na mão.

 

— O que é isso na sua mão? 

 

— E-Eu trouxe um presente para você... Não é nada caro, mas foi o que pude comprar. 

 

— Só queria ter você comigo. Isso já seria o suficiente. 

 

  Peguei-o, deixando-o sobre a mesa.

  

— Deixe-me te tocar já que não posso te ver. — segurei sua mão, colocando-a em meu rosto. — Seu toque... Nunca me esqueci dele. Seu rosto... Hipnotizante. 

 

   Dei um fraco sorriso de suas palavras apaixonadas até perceber que ele apertava fortemente a mão direita, algo que só fazia quando chorava. 

 

— Não chore, querido... 

 

— Como pode ver minhas lágrimas se meus olhos estão cobertos? 

 

— Você fecha a mão direita fortemente quando está chorando. 

 

  Sinto seus lábios novamente nos meus, colidindo seu doce sabor com o meu que era um tanto amargo. Ah, aquele gosto agridoce que tanto me excitava.

 

— Sinto que já te beijei em algum outro momento. 

 

— C-Como se é nossa primeira vez juntos de verdade? Posso te dar meu presente agora?

 

— É por isso que estou vendado? 

 

— Exatamente. — adentrou seus shorts com minha mão.

 

— S-Solar... — segurou minha mão, impedindo meus movimentos.

 

— O que foi, Channie? 

 

— Você sabe que... 

 

— Sim, e também sei que queria fazer isso pela primeira vez comigo. Aquelas fotos e áudios... Aquilo não era nada perto do que farei agora. Fique calmo, a primeira é sempre a mais marcante. 

 

  Abafei seus gemidos com meus lábios, que desceram até onde quase implorava. 

 

  Desta vez não precisei imaginar Chanyeol. Ele estava ali quase que totalmente por mim, sentindo-me, gemendo, beijando, amando. Sinceramente, creio que todo esse meu amor doentio por Chanyeol tenha se tornado tão repetitivo quanto uma anáfora. 

 

  Todos sabemos – como numa silepse de número –  que sempre quis beijá-lo, abraçá-lo, senti-lo tão profundamente que ficaria mais louco ainda. Quantas vezes querem que eu repita isso? Mais dez? Apenas ignorem todas as vezes que contar-lhes as fantasias que tive com os caras que transei. Foi bom, mas nada se compara ao dia em que fiz com Chanyeol, ao dia em que... Ah... Eis-me aqui de novo, repetindo tudo o que sinto por ele. Eu disse só mais dez? Tudo bem ser for onze?

 

  De virgem, Chanyeol tinha só a carne. De mente, meu deus, aquele garoto deveria ter assistido a todos os vídeos de todos os sites, porque, olha... Surpreendido fiquei com seus movimentos delineados e, de forma aparente, bem pensados. 

 

  Segurou meu cabelo - que estava preso em um rabo de cavalo - determinando a velocidade de meus movimentos. Repentinamente, paro Com a respiração ofegante, perguntou: — Por que parou? 

 

— Não quero que nossa diversão acabe agora. 

 

  Aproximei-me da mesa, pegando o lubrificante.

 

— Eu sempre achei o sexo oral feminino um tanto sem graça... — depositei um pouco de lubrificante sobre seu membro.— Estou quase de quatro para você. Apenas foda-me, Park Chanyeol. Deixe-me em um delirante sentimento de nirvana. 

 

  Coloquei-me na posição que eu sabia ser a sua favorita. Chanyeol segurou-me pela cintura e, consoante ao tempo que passava, suas estocadas iam ficando mais profundas, tão profundas que desfez-se em mim, ofegante, sem chão. 

 

— Baek... Ah... — gemeu, deixando-me surpreso. 

 

  "Baek? Ele estava... Tendo fantasias comigo? O que?"

 

  O mais novo tinha uma inexplicável tara por pescoços, sempre me pedindo para enviar fotos dos meus colares e gargantilhas novas como desculpa para seu fetiche, por isso, deu-me um beijo ali, acalmando meu nervosismo.

 

— Coloquei o cordão com o pingente de Sol. Agora, está em meu pescoço. Quer colocar o seu? 

 

  Ele murmura, confirmando. Coloquei o cordão em seu pescoço. Naquele momento, pedia que uma boa alma trouxesse um banquinho para mim, porque aquele garoto era alto, tão alto que nem precisava de muito esforço para alcançar a cesta de basquete; então, virou-se, deixando-nos cara a cara. 

 

— Eu te amo do jeito que você é. Nunca se esqueça disso. — ao abraçar-me, nossos colares se juntam, fazendo-nos sorrir. 

 

— Tenho que ir agora. 

 

— Podemos nos encontrar depois, tipo, depois da escola? 

 

— Estarei com você o tempo todo! Eu te amo muito! 

 

— Eu também te amo... Do jeito que você é.

 

  Aquelas palavras pesaram em meu peito, fazendo-me pensar se Chanyeol suspeitava de algo acerca de meu passado. 

 

  Tive medo de perdê-lo. 

 

  Corri até o vestiário, trocando de roupa rapidamente e voltando aos bancos da quadra.

 

— Desculpe-me, professora! — exclamou Channie, aproximando-se da turma um tanto ofegante e desconfiado. — A diretora pediu para... 

 

— Não me importo, deveria ter avisado! Pague cinquenta flexões pelo atraso. 

 

— OK, professora. 

 

  Ele direcionou-se ao canto da quadra, pagando o castigo que sua professora deu-lhe. Nós dois trocávamos olhares. Chanyeol estava tão perdido olhando para mim que juro que contei sessenta flexões.

 

  Após acabar, sentou-se no chão, descansando, permitindo-me aproximar dele.

  

— Eu... Nunca te vi de shorts.

 

— É desconfortável, mas tenho que usar... 

 

— Você está tão... Suado.

 

— Faz parte da aula, né? Agora sei como mantém seu corpo! 

 

— Qual? Esse? — levantou a camisa, provocando-me. 

 

— Esse mesmo. Está com sede, Channie? Trouxe uma garrafa de água para você! 

 

— Channie? 

 

— Chanyeol! Eu disse Chanyeol! 

 

— Não, eu ouvi Channie... Só a Solar me chama assim...

 

— Desculpe-me. 

 

— Tudo bem. — levantou-se, levando-me ao banco novamente. — Sente-se aqui, do meu lado.

 

— N-Não, estou bem em pé! 

 

— Ah, venha! — puxou-me. Sem querer, deixo escapar um baixo gemido, pelo que fizemos há alguns minutos. — Fala sério, Baek... 

 

— O que foi? 

 

— Você estava com qualquer um, de novo... 

 

— Não era qualquer um... — "era você", pensei.

 

— Tanto faz... — àquele momento, senti que ele iria embora de vez, então, seguro-lhe a mão, impedindo que fosse. 

  

— Por que está com ciúmes? 

 

— Não é ciúmes... Estou querendo te proteger! 

 

— De quem? 

 

— Dessas pessoas nojentas da escola!

 

— Sabe que me proteger aqui não é necessário...

 

— Claro que é!

 

— Por quê? 

 

— PORQUE ACHO QUE GOSTO DE VOCÊ! — gritou, chamando a atenção dos alunos. Envergonhado, saiu correndo dali, para um lugar qualquer. 

 

Eu amei o poema que escreveu para mim. [10:57 AM] 

 

E o pedido de namoro... Quase chorei quando o vi! Mas eu deveria aceitar? Você parece estar um pouco mal. [10:57 AM] 

 

                           Não, melhor não. [10:57 AM] 

 

Por quê? [10:57 AM] 

 

                             Estou indeciso. Não sei por que te pedi, por que fizemos aquilo... Não sei... [10:57 AM]

 

 

Mas... [10:58 AM] 

Você não gostou? [10:58 PM] 

 

                               Eu amei o dia de hoje. Foi incrível de muitas formas, nas acho que precisamos de um tempo.  [10:58 AM] 

 

Um tempo? [10:58 AM] 

 

                              Nosso namoro virtual ainda não era definitivo, certo? Continuemos assim até minha mente se resolver... [10:58 AM] 

 

                               Até logo. Você é incrível. Obrigado pelo dia de hoje. Ainda iremos nos encontrar mais tarde. <3 <3 <3. [10:59 AM] 

 

 

~ Solar, online

 

~ Chanyeol, offline desde às 10:59 AM

 

  Eu não consigo entender. Chanyeol estava gostando de mim? Já? Será que era de verdade? Ele nunca foi de mentir, mas... Uma semana foi o suficiente para se apaixonar por mim?, pelo Baekhyun? Mamãe, naquele momento, parecia ter razão.

 

— Chanyeol? — perguntei, ofegante por correr por quase toda a escola, procurando-o. 

 

— Eu quero ficar sozinho, Baek. 

 

— Deixe-me ficar com você... 

 

— Sozinho, Baek! Sozinho! 

 

— Precisa de um abraço? 

 

— Acho que sim... – respondeu, deixando de lado sua vontade de ficar sozinho.

 

  Ele deu-me um abraço, quase deixando-me sem ar. 

 

— Soube que ela veio aqui... E ai? A pediu em namoro?

 

— Pedi, mas... Não. Precisamos de um tempo. 

 

— Por quê? 

 

— Você sabe. 

 

— Mas vocês se amam... 

 

— Sabe o que eu amo? Sua personalidade, seu jeito, seu beijo, você. A gente de conhece há uma semana, mas você virou minha vida de cabeça pra baixo! 

 

— Está apaixonado por mim? 

 

— Paixão é uma palavra muito forte para um alguém que conheci há uma semana. Mas sim, eu te amo.

 

— E a Solar? 

 

— Não sei... Parece que, de alguma forma, ela está aqui. 

 

— Vamos voltar para aula. 

 

— Vou para casa. Darei uma desculpa qualquer e irei embora... 

 

— Tudo bem, Chanyeol. 

 

— Channie. Pode me chamar só de Channie.

 

  As coisas pareciam estar dando certo para mim. Parece que Solar estava morrendo aos poucos e que Chanyeol estava gostando de mim como Baekhyun, não como um fake. 

 

  Foi como um déjà vu: Solar estava morrendo e ele transformando-se em apenas meu. Parece que a solução, de uma forma ou outra, era matá-la para conquistá-lo. 

 

                         {•••}

 

 



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