História Two Moons: Night - Capítulo 22


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Fanfic, Imagine, Kaisoo Kai, Lay, Lemon, Romance, Suho, Vernonluv, Yaoi
Visualizações 29
Palavras 702
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🔊 Run - BTS

Capítulo 22 - Capítulo 21


Fanfic / Fanfiction Two Moons: Night - Capítulo 22 - Capítulo 21

 

 

 

{❗❗❗ }

 

 

— Seu pai está chegando. Desligue e esconda esse celular.

 

— Tudo bem. Vai jantar agora?

 

— Não, vou esquentar a comida apenas para seu pai.

 

— Você não está comendo direito...

 

— Estou sim. Só não tenho fome agora.

 

  Descemos juntos até a sala e nos sentamos no sofá, com sono por já ser tão tarde.

 

  Papai entrou em casa, olhando todos os cantos da sala, desconfiado, com um cheiro terrível de Soju.

 

— O rádio. Por que está desligado?

 

— As pilhas acabaram, querido.

 

— Eu as troquei anteontem.

 

— É que o rádio fica ligado o dia inteiro... O aparelho pode ter queimado ou...

 

— Pode parar de me contrariar? As regras eram claras: rádio ligado o dia inteiro. Agora, respondam-me, por que não estão jantando?

 

— Porque não queremos. — respondi, intrometendo-me.

 

— Baekhyun...

 

— São onze horas, horário de janta. Onde está minha comida?

 

— Nas panelas. Vá e coloque. Suas mãos estão ai para isso e várias outras coisas.

 

— Baekhyun! — mamãe chamou minha atenção novamente. — Desculpe-me, querido. Estava apenas esperando você chegar.

 

— Eu chego cansado do trabalho, Jessica. Você faz isso para me provocar, não é? — perguntou, bravo. — NÃO É?

 

— N-Não, Minhyun. Deixe-me ir para cozinha e...

 

— Vão para o quarto, não quero me estressar com vocês!

 

— Minhyun...

 

— EU DISSE PARA VOCÊ IR LOGO!

 

— Pare de gritar com a minha mãe! Que merda, cara! Ela está do seu lado!

 

— VAI PRO QUARTO VOCÊ TAMBÉM!

 

— NÃO!

 

— Não? — pegou-me pelo braço tão forte ao ponto de quase quebrar meu pulso, levando-me ao meu quarto. — Já sabe o que acontece se me desobedecer, não é?

 

— NÃO VOU DEIXAR QUE FAÇA MAL À MINHA MÃE!

 

— Enquanto estiverem sob meu teto, eu faço o que quiser com vocês. Feche a porta de seu quarto e vá dormir, Byun Baekhyun.

 

— NÃO VOU DORMIR! NÃO SOU MAIS A CRIANÇA DE TRÊS ANOS QUE VOCÊ MANDAVA! NÃO SOU IDIOTA, BYUN MINHYUN, VOU GRITAR COM VOCÊ ATÉ VOCÊ SER PRESO!

 

— Gritar? Eu vou te dar um motivo para gritar agora!

 

  Nem sei ao certo o que aconteceu naquela hora. Foi tão rápido que só deu tempo de sentir a dor, ouvir a batida da porta e os gritos desesperados de mamãe.

 

  Meu braço sujo de sangue não era uma cena nova para mim, mas tudo mudou quando passou a ser meu próprio sangue, meu próprio osso "exposto".

 

  Cai um tanto zonzo para trás, permitindo-o trancar a porta de meu quarto. Ao recuperar-me, percebo que aquele momento não era para sentir dor, mas de gritar para os vizinhos ouvirem tudo aquilo.

 

— Minhyun, deixe-me acudir meu menino...

 

— Que ele espere até amanhã para ser atendido por alguém!

 

— Meu menino não vai aguentar a dor não... Deixe-me vê-lo. Abra essa porta, por favor! — dizia, en desespero.

 

— Deixe-o sentir dor para virar um homem de verdade!

 

— Mamãe! — gritava. — Mamãe!

 

— Filho!

 

— Lembra quando estávamos em Alasca? Lembra daquele disparo? Seu filho te salvou. Por pouco não fiz um buraco no meio da sua testa. Agora, quem vai te salvar, donzela em perigo? Ninguém. Aquiete-se ai, Rapunzel, que você só sai dessa torre num saco, morta. — disse, num tom firme de voz que misturava-se com os soluços de mamãe. — Se eu ouvir uma palavra saindo dessa sua boca nojenta, eu mato seu filho primeiro e faço a maior questão de te deixar viva.

 

— Mamãe... — insistia em chamá-la. — Mamãe, eu estou bem! Não precisa fazer nada!

 

— Isso também serve para você! — chutou a porta.

 

                        {•••}

 

  Já estava amanhecendo e eu ainda estava sentado ao chão do meu quarto, chorando de tanta dor, obviamente, sem conseguir dormir.

 

Aquilo não podia ficar daquele jeito. Meu osso não estava literalmente exposto, mas qualquer um podia perceber que ele não estava no lugar.

 

— Baek, como você está?

 

— Mamãe, volta pro quarto! — sussurrei.

 

— Seu pai me deixou vir aqui!

 

— Eu estou bem. Pode voltar...

 

— O que aconteceu com seu braço?

 

— Nem estou sentindo mais. Está tudo bem. — menti. — O que ele fez com você?

 

— Foi só um tapa. Aquela coisa de sempre.

 

— Ele fez sexo com você?

 

— Não.

 

— Não quero mais que faça isso!

 

— Eu faço para te salvar...

 

— Mas eu não quero! Vai dormir! Por favor!

 

— Volto pela manhã, OK? Fique bem.

 

  Tudo o que eu queria era sair correndo dali e dar adeus a todas as dores.

 

                     {❗❗❗}

 

 

 



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