História Two Moons: Night - Capítulo 23


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Fanfic, Imagine, Kaisoo Kai, Lay, Lemon, Romance, Suho, Vernonluv, Yaoi
Visualizações 25
Palavras 478
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Capítulo 22


Fanfic / Fanfiction Two Moons: Night - Capítulo 23 - Capítulo 22

{❗❗❗}

 

 

  Papai saiu de casa às cinco horas da tarde, destrancando o quarto apenas nessa hora. Mamãe correu para me abraçar, perguntando se eu estava bem e se precisava de algo.

 

— Estou saindo agora e só volto daqui a uma semana. Há um enfermeiro que mora na casa da frente. Se eu souber que chamaram a ambulância, vou fazer questão de não quebrar só o braço de alguém.

 

— Mamãe... — acolhi-me em seu peito. — Estou com sede...

 

— Eu vou trazer água para você, OK? Quer comer algo? Um biscoito... Sopa...? 

 

— Só água. 

 

  Ela desceu rapidamente, deixando-me no quarto, chorando, com medo não de Minhyun que acabara de sair, mas de continuar ali, na Coreia, em perigo.

 

— Aqui, querido! Beba tudo! — segurou o copo próximo à minha boca, ajudando-me a beber. — Quer mais? 

 

  Neguei com a cabeça, sério, triste. 

 

— Desculpe-me por ter feito aquilo, foi tudo culpa minha!

 

— Tudo bem... Já passou, já passou! 

 

— Meu braço doi muito! 

 

— Deixe-me ver... 

 

  Ela retira o pano que enrolei em meu braço, assustando-se, triste.

 

— Vou chamar o vizinho, OK? 

 

  Mamãe e o enfermeiro voltaram o mais rápido possível. Ela, aos prantos, preocupada; ele, com uma pequena maleta, pronto para atender-me.

 

— Olá, sou o Ryan e vou cuidar de você.

 

— Ryan? De onde você é? 

 

— Carolina do norte. Não estranhe meu nome! E o seu, qual é? 

 

— B-Baekhyun.

 

— Baekhyun, eu sou enfermeiro e trabalho na área emergencista. Pode me dizer onde doi?

 

— Meu braço, costela e cabeça.

 

— Deixe-me levantar sua blusa. 

 

  Neguei com a cabeça, amedrontado. 

 

— Confie em mim. Não vou fazer nada além do meu trabalho.

 

  Ele levantou minha blusa, passando a mão levemente sobre meu tórax, depois, diafragma e por último a barriga.

 

— Nam-ssi*, pode pegar uma bolsa de gelo?

 

[Senhora Nam*]

 

— Posso sim.

 

— Olha, Baekhyun, não há nenhuma costela quebrada e, aparentemente, nenhum sangramento interno, mas só posso ter certeza se formos a um... 

 

— Não. Estou bem. Não preciso de um hospital. 

 

— Há uma mancha roxa bem grande aqui, está vendo? De um a dez, qual a nota à sua dor na costela? 

 

— Três. 

 

— E na cabeça?

 

— Quatro.

 

— E no braço?

 

—... Dez. 

 

— Deixe-me vê-lo. — segurou-o levemente, levantando-o. 

 

  Ryan limpava cuidadosamente o sangue que havia ali. Mamãe logo chegou com a bolsa de gelo, que foi colocada sobre minha costela.

 

— Seu braço não está quebrado, mas precisarei colocá-lo no lugar.

 

— Vai doer muito?

 

— Você é forte, Baekhyun?

 

— S-Sim... — respondi nervoso.

 

— Então não vai doer tanto.

 

  Ele pegou em meu braço, então, só ouvi os estalos. Por conta da dor, gritei tão alto que qualquer um poderia ouvir. Aquela parte foi engessada e a dor passou depois de algumas horas, após alguns remédios que a aliviaram.

 

— Muito obrigada por cuidar do meu menino, Ryan. 

 

— É o meu trabalho, Nam-ssi. — reverenciou-se e saiu de nossa casa. 

 

  Mamãe sentou-se ao meu lado, permitindo-me colocar minha cabeça em seu colo e então. finalmente, dormir. 

 

                   {❗❗❗}

 

 



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