História Two Moons: Night - Capítulo 24


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Fanfic, Imagine, Kaisoo Kai, Lay, Lemon, Romance, Suho, Vernonluv, Yaoi
Visualizações 12
Palavras 985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - Capítulo 23


Fanfic / Fanfiction Two Moons: Night - Capítulo 24 - Capítulo 23

{❗❗❗}



~•~ Um mês e meio depois ~•~ 


Papai vinha, ficava uma semana conosco e saia por um ou até mais meses. Nunca soube ao certo do que ele trabalhava, e, na verdade, que se dane seu maldito emprego. A única coisa que desejava era que ele morresse lá. 


Cheguei na escola na hora do intervalo, perdendo assim a aula de Física - o que, para mim, era um grande prazer -. Chanyeol estava sentado à sua mesa, como se me esperasse para ocupar à da sua esquerda.


- Você vem quase no final da aula e ainda vem por 90%? - perguntou.


- Desculpe-me... Ainda doi bastante. - disse, dramático. Na verdade, eu tiraria o gesso no dia seguinte.


- E... Como... Isso aconteceu? 


- Da mesma forma que os hematomas...


- Aqueles cuja história não fora ouvida por mim. Quando vai me contar? Só... Quero te ajudar... 


- Você pode? - vi a esperança na minha frente.


- Posso tentar... 


- O meu pai... Me bate. Em mim e na minha mãe.


- M-Mas... Por quê? 


- Olhe para mim... Sou a vergonha da família...


- Não é a minha vergonha. 


"Ah, que fofo...", pensei.


- Tudo tem piorado bastante... Ele bebe cada vez mais. Quanto mais álcool, mais gritarias, mais brigas. E eu não posso fazer nada, ou... Ele mata minha mãe. 


- Como ele fez isso com seu braço? 


- Como não ouviu a gritaria no mês passado? Ele fechou a porta em meu braço. Só pude ser atendido no dia seguinte. 


- Por que nunca me pediu ajuda?


- Coloque-se no meu lugar... Acha que é fácil falar disso? 


- Tudo bem, você tem razão.


- Quer... Assinar aqui? 


Em coreano, escreveu 태양*, junto a um desenho de Sol ao seu lado, deixando-me desconfiado e inseguro sobre Solar. 


[Taeyang = Sol*] 


- Você é tão bonito sem aquela maquiagem... 


- Gostaria de conseguir passar, pelo menos, um brilho labial, mas não posso por conta do meu braço.


- Eu passo em você.


- Sabe mesmo fazer isso? 


- Eu já namorei muitas meninas! Sei como fazer isso! 


Dei-lhe o batom e, receoso, fechei os olhos.


- Por que fechou os olhos se o batom é na boca?


- Estou com medo do resultado. 


Chanyeol deu-me um rápido selinho, sorrindo, após isso, envergonhado.


- Não... Isso não é justo! Eu não estava preparado para isso! 


- Eu estava brincando! 


"Brincando com um toque de eu já queria fazer isso, né? A quem quer enganar?"


- Pronto! 


- É... Está mais ou menos... Você chega lá! Ainda bem que você vai ser jogador de basquete, não um maquiador! - rimos juntos.


- Já percebeu que sempre ficamos aqui na hora do intervalo? 


- Sim... 


- Acho que não ligam muito para a gente.... 


- Você é capitão do time de basquete! Como não vão se importar com você? 


- Mas a pessoa com quem mais me importo, não tem o mínimo de consideração comigo... 


- Quem? 


- A Solar! 


- Então você costuma dizer "eu te amo" para todas as pessoas que sente atração? 


- Não... 


- "Eu te amo" para a Solar; "Eu te amo" para a Jiyoon; "Eu te amo" para mim... Quem será o próximo? 


- Eu nunca amei Jiyoon. 


- Então por que dizia que sim? Isso foi errado, Channie. Demais. 


- E-Eu sei... 


- E para Solar? Era verdadeiro? 


- Sim. 


- Então para mim foi falso? 


- Não. É que... Você me confunde! Não sei explicar como ou porquê, mas me confunde! 


- Você realmente não se dá bem com o amor. - comentei, com um sorriso no rosto. 


- Isso não é engraçado, Baekhyun! 


Chanyeol levanta-se e sai da sala, triste, aparentemente. Jiyoon vinha em direção contrária à dele, o que fez com que se esbarracem.


- Desculpe-me, Channie. - sussurrei.


- Falou comigo? - perguntou ela. 


Nada respondi, apenas comecei a escrever nas últimas páginas de meu caderno algo qualquer.


- Você o chamou de Channie? 


- Não te interessa. 


Ela riu, irônica: - Vocês estão namorando?


- Nós somos...


- Espera. - interrompeu-me, vindo à minha frente. - Deixe-me concertar a frase: vocês estão namorando, Solar?


- S-Solar? Do que está falando?


- Cínico.


- Não sei do que está falando, Jiyoon! 


- Deixe-me esclarecer sua mente: vinte anos, iniciante em faculdade de telecomunicações...


- Não conheço nenhuma pessoa assim! 


-..., loira, alta, apaixonada por basquete e... Pelo Chanyeol. - dizia, com um sorriso vitorioso em seu rosto. - Filha de Nam Jessica, nascida em vinte de fevereiro de 1997, pai desconhecido, criada por Maria Delano Michaels, que morreu aos oitenta anos de forma desconhecida. Envenenada, talvez? 


- Não foi culpa minha. 


- Eu ainda não te culpei de nada. 


- Seu rosto diz o contrário! 


- E o seu passado esconde a verdade. Como você matou a sua irmã? 


- Sou filho único. 


Ela bateu forte na mesa: - FALA! 


- EU NÃO MATEI NINGUÉM! 


- E Maria? Foi você, né? Como conseguiu fazer com que tudo parecesse uma cena suicida? Foi tudo muito bem planejado, sabia?


- MARIA TINHA DEPRESSÃO! 


- Por quê? 


- Sua filha morreu.


- Solar morreu. Ela era como uma filha para Maria. 


- Filho, eu quis dizer filho...


- Enrolando-se nas próprias palavras! Típico de um criminoso mentiroso! - exclamou. - Meu avô era policial, ensinou-me muito sobre tudo que aprendeu. Minha avó era Maria Delano Michaels. Você a matou. 


- Impossível! 


- Possível. Se eu estou dizendo, é verdade. Minha avó nunca se mataria. Meu pai ainda está vivo. Sua neta também. Aquele boato que circulou por Alasca... Era irreal, idiota, Baekhyun. 


- Eu não matei a sua avó ou essa Solar de mentira que acabou de inventar! Saia daqui! Deixe-me sozinho! 


- Eu vou descobrir cada pedaço do seu passado. Você vai se foder na minha mão. 


O sinal bateu, fazendo-a voltar a seu lugar. 



A casa parecia estar caindo e eu permanecia dentro dela apenas para provar que o desastre não aconteceria porque sabia que ninguém derrubaria o castelo que construí sozinho. 


{❗❗❗} 





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