História Two Parts Of A Single Love (Duas Partes De Um Único Amor) - Capítulo 19


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Orange, Romance, Yuri
Exibições 28
Palavras 1.922
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 19 - Confronto Final


Fanfic / Fanfiction Two Parts Of A Single Love (Duas Partes De Um Único Amor) - Capítulo 19 - Confronto Final

Mikene~

Beijei Maika por um longo tempo. Não fui além disso, porque sinceramente, estou com uma dor infernal no corpo. Especialmente no braço que estava engessado e na minha perna esquerda.
Ficamos conversando coisas atoas até o amanhecer, que assistimos. O celular dela tocou. Olhei-o.
-Sua mãe está te ligando.
Digo, a olhando. Ela estava sentada sobre minhas pernas.
-O que ela poderia querer...
-Não atenda.
Adverti, colocando minha mão sobre a sua quando ela tocou o celular.
-Por quê?
-Celulares podem servir como rastreadores. Vamos sair daqui.
Me levantei com Maika e nos trocamos rapidamente. Mandei uma mensagem para Ryan e depois a apaguei.
Saímos na rua e na esquina estava um deles. Nos escondemos.
-Para onde vamos agora?
Maika pensou.
-Já sei. Mas é meio longe daqui. Precisamos de um veículo.
-Ok. - Digo e dou uma olhada nas notas emboladas nas roupas que pedi à Maika.
-A dois quarteirões daqui tem uma locadora de veículos.
Começamos a correr. Santo Deus... Que dor insana.
Mas apesar disso, eu estava bem. Sem falar que carregava uma seringa com a mesma droga que aliviava a dor e acelerava minha recuperação.
Maika me observava, então tentei ao máximo não mancar ou demonstrar dor. Parei na locadora e corri os olhos pelos carros.
-Nada muito satisfatório... - murmuro e alugo um Skyline GTR R35.
Entro e Maika também. Ela dá a partida, saindo.
-Esse carro não é tudo isso e me custou uma boa grana. - Reclamo. Ela ri.
-Você não tem tão pouco dinheiro.
-Com tudo que ocorreu, ultrapassei os limites desse mês. Mas tudo bem. Vamos logo.
Esperamos alguns carros passarem e vamos. Não sei aonde iríamos, mas tinha que estar atenta. Eram 07:00 da manhã. Maika garantiu que o local que estávamos indo era perto do aeroporto. Ela estacionou e nós descemos. Seguimos para a área de funcionários. Ao chegar no portão, ela se identificou e mostrou um papel. Passamos e seguimos para um prédio próximo ao lugar onde os passageiros embarcavam. Subimos e havia um heliporto.
Ela havia pego um celular emprestado. Ligou para Ryan e me estendeu o aparelho. O peguei.
-Ryan?
-Tudo pronto. Mandei um helicóptero.
-Sabe onde pousar?
-Estarei sempre um passo à frente. À propósito, como vai me pagar por isso? Aceito um beijo-
-Pedófilo.
-Hah? Pedófilo? Não sou eu que namoro ela.
-Largue do meu pé. Até logo.
-Sim.
O helicóptero jogou uma escada, ou melhor dizendo, uma corda. Desliguei o celular e coloquei-o ali no chão. Maika se agarrou e subiu na corda, e eu pude ver a comoção lá embaixo, na área de embarque. Me agarrei à corda e o helicóptero subiu. Alguns dos capangas atiraram para o alto. Passou longe. Outro passou bem perto. E foi quando avistei um sniper. Não sabia onde ele mirava, mas gritei para que Maika se apressasse. Ele atirou, e os tiros acertaram na corda. Me desequilibrei, mas Maika parou e num reflexo, havia me segurado. Cerrava os dentes. A vista era estonteante. De cabeça para baixo, gritei para puxarem a corda, afinal, o sniper recarregava a arma. O diabo do piloto havia parado. Eles puxaram, de forma que eu escapei de um dos tiros.
-Isso é o que eu chamaria de sorte.
Digo. Maika tinha seu rosto vermelho pelo esforço feito para me segurar.
A corda foi puxada mais um pouco. Minha cabeça estava doendo. Gritei, irritada.
Senti um puxão de uma vez, esse foi violento. Mas Maika entrou no helicóptero e eu também. Ela ofegava.
-Obrigada por não soltar. - Sorri. Ela me retribuiu o sorriso. Algo perfurou o vidro da frente. Olhei o homem albino musculoso que havia nos puxado.
-O piloto foi atingido...
-Só me faltava essa! - o puxei dali e retomei o controle do helicóptero. Havia mais botões que em um avião.
-Sabe pilotar isso?!
-Não totalmente. Mas o problema é outro. Grito para o cara assumir o controle. Assim que ele o faz, miro no outro helicóptero. Fecho um dos meus olhos e atiro.
-Bela pontaria. - Ela diz ao ver o helicóptero cair. Sorrio.
-Você sabe a trajetória, certo? Pilote até o Japão.
-É a primeira vez que piloto isso realmente.
-O importante é não nos deixar morrer.
Ele quase riu.
Me sentei e olhei o piloto, morto. Abri a porta do helicóptero e empurrei seu corpo para fora.
-Desculpe. - murmuro.
Maika me olhava. Olho meu relógio.
08:17...  Me encosto na parede do helicóptero e em Maika.
Acabo dormindo e acordo algumas horas depois.
Coincidentemente, o jovem homem de olhos azuis e pele branquíssima lutava para pousar. Quando o fez, acordei Maika. Olhei fora dali. Vi o carro de Ryan.
Ryan? Não pode ser. Estranho aquilo.
Maika se posicionou para abrir a porta. Indiquei para que aguardasse. Liguei para Ryan. Ele atendeu.
~Silêncio na linha~
-Ryan?
-Não sou e-
Ouço um baque surdo e forte.
-RYAN! - grito e essa foi a gota d'água.
O helicóptero começou a ser baleado. Me joguei no chão, puxando Maika e o co-piloto albino comigo.
No meio do tiroteio, ele abre uma pequena porta. Maika vai primeiro, eu a sigo e ele vem. Nos arrastamos para ganhar distância do helicóptero e os tiros cessam.
-Corram até lá. - Sussurro, apontando uma pilha de sacos de areia enormes.
-Você não pode ficar. - Maika protesta.
-Eu prometo ficar bem ao ponto de transarmos insanamente hoje à noite. - Sussurro de volta, sorrindo. Dou um leve tapa no ombro do co-piloto.
-Qual o seu nome?
-Frankly Smith.
-Ok Frank. Corra com ela. Eu distraio aqueles babacas.
Pego uma das pistolas e observo a granada que peguei no helicóptero.
Contei até 3 e saímos ao mesmo tempo, em direções opostas. Corri enquanto atirava. Eles se abaixaram e eu rolei no chão para ficar atrás de uma grossa barra de ferro. Maika e Frank já estavam devidamente agachados. Outro dos capangas de Mart apareceu.
-Ryan...
Ryan me olhou. Haviam armas apontadas para ele.
-Se entregue ou ele morre.
Congelei. Olhei para Frank e fiz um sinal para que saísse de lá, fosse embora.
Saí de detrás da barra espessa de ferro. Ergui as mãos em sinal de rendição e soltei a arma, que caiu no chão. O som ecoou pelo lugar.
-Se aproxime.
Abaixo os braços e começo a andar na direção deles. Ryan me encarava. O encarei de volta e parei em frente ao cara que parecia comandar.
-Cuidado com onde passa essa mão. - Aviso, sorrindo, ao ver que começaria a me revistar pelos pés.
Ryan dá um bom chute entre as pernas de quem o segurava. O homem grita e cai se contorcendo de dor. Pego uma pequena faca na cintura e a finco na lateral do corpo do outro quando ele se vira. O desmaio e pego a faca, limpando-a em suas roupas.
-Oi Pedófilo.
-Como vai, professora?
Ergui a faca para ele e ele sorriu. Entramos no carro e ele dirigiu para fora. Maika e Frank embarcaram no carro.
-Olá Haruna.
-Oi, Ryan. - Ela sorriu.
-Frankly.
-Ryan Lewis. - eles se apresentaram.
-Você tem sorte que a M.C. gosta de matar com as próprias mãos.
-Não me arriscaria se não soubesse disso. - Retruco.
-Para onde?
-Para a minha casa. Vou dar um fim em tudo isso.
Maika me olha.
-Eu te fiz uma promessa. Não se preocupe.
Frank arqueia as sombrancelhas loiras ao lembrar do que ouviu.
Ao chegar na minha casa, Ryan estaciona. Saio do carro e destranco a garagem. Desço para o subsolo e começo a pegar minhas armas.
-Desde quando tem esse arsenal em casa?
-É necessário estar pronta para todo tipo de situação.
-Precisa de ajuda?
-Seria bem vinda.
Frank e Ryan pegam algumas armas e saem. Maika ainda estava reflexiva.
-Devo ficar aqui?
-Não é seguro. Mas ir comigo também não. Vá para a casa da sua amiga.
-Da Mika?
-Sim, da Mikazuki.
A entrego uma arma de choque.
-Não é fatal, mas se ela tentar algo...
-Ok.
Ela chora, apesar de estar sorrindo. Eu a abraço.
-Tenha cuidado.
-Eu vou ter.
-Eu te amo...
-Eu também te amo. - Sorrio e a beijo.
-Até logo.
Entro no carro.
-Fazer seus amigos segurarem vela...
-Se você fosse gay...
-De jeito nenhum. - Frank e Ryan dizem em uníssono.
-Ok, ok.
Ele dá a partida. Ligo para Martini, o seu número pessoal, privado.
-Acho que já fomos longe demais com isso. Vamos acabar com isso de uma vez por todas, Raven.
-Demorou para ligar, Mikene.
-Vamos a um lugar com espaço. O que me diz do porto?
-Já estou lá.
Ela desligou. Suspirei.
-Para o porto, Ryan.
...
.....
Desci no porto. Martini estava lá, de pé. Braços cruzados. Uma UZI em mãos. Sorria arrogantemente, como sempre.
-Sempre acompanhada. Não confia em mim, Mikene?
-E dá pra confiar em você?
-Ouvir isso machuca, sabia?
Ela ergue sua arma.
-Eu lhe concedi prazer, um ótimo tempo comigo, e ainda te livraria da sua sofrida vida.
Começa a atirar e eu desvio, correndo.
-Mas você rejeitou isso! - grita.
Paro atrás de um contêiner.
-Eu não precisava disso. Havia encontrado a minha felicidade, o que eu mais queria. -Digo. Era uma espécie de labirinto. Apareço atrás dela e atiro. Ela defende com uma tampa de metal e depois a atira na minha direção.
-Conta outra! Você poderia ser tranquilamente denunciada por pedofilia! - Ela grita.
Subo em cima de um dos contêineres, troco minha atual arma pela minha favorita. Ela se posiciona na minha frente.
-Você não entende. Nunca vai entender a pureza da infantilidade. - Eu sorri. - Nós podíamos ter tido tudo. Estar felizes. Aquilo realmente me magoou. Mas hoje, eu sinceramente agradeço por isso! - me aproximo dela, que recarregava a arma.
O contêiner é erguido e ela se desequilibra,soltando a arma.
-Então... Obrigada, e me desculpe pelo Hikaru. - Fico séria, e puxo o gatilho da arma. Observo o brilho da minha Desert Eagle de ouro e depois o corpo da Miss Cannabis. Um buraco no meio de sua testa. Guardo a arma e coloco luvas. A carrego, saltando para um contêiner mais próximo, e depois para o chão.
-Vamos levar esse corpo? - Ryan pergunta.
-Não. A Miss Cannabis está oficialmente morta, e será encontrada desse jeito. Bem aqui. - Coloco ela no chão.
-Descanse em paz, Raven. - Entro no carro. - Vamos dar o fora daqui.
-Sim.
Ryan me levou de volta para casa, Frank retornou à sua base, para o trabalho. E eu não sei como ele se livrou do carro.
Entrei em casa e antes do meu banho, observei as quatro balas cravadas no meu colete à prova de balas, além das tatuagens que Mart havia feito. Sem mais delongas, entrei no chuveiro e relaxei. Depois andei a pé até a casa da Mikazuki. Maika atendeu à porta, se agarrando ao meu pescoço.
-Se feriu? - Perguntou, ainda com o queixo sobre meu ombro.
-Não. - Digo, passando meus braços por sua cintura. - E a Mikazuki?
-Tirando um cochilo. - Ri de sua resposta.
A levei para minha casa, onde enquanto ela tomava um banho e depois relaxava na banheira, contei o que houve no porto.
-Foi o fim?
-Acredito que sim.
Ela sai da banheira e se enrola na toalha. Sai do banheiro e eu a sigo, a abraçando por trás.
-Sabe bem que não precisa se dar ao trabalho de colocar roupas. - Digo e beijo seu pescoço.
Ela arrepia e sorri.
-Sim. Mas eu faço questão de me oferecer para tirar as suas.

   



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