História Two princesses in Another World - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Anyety

Postado
Categorias Eldarya
Tags Anyety, Drama, Eldarya, Ezarel, Moon, Nevra, Romance, Universo Alternativo
Visualizações 27
Palavras 997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, oi! Olha quem voltou! Acreditem ou não eu terminei o capítulo ontem — dia dezoito de junho — mas eu não postei, como se nota.
— Porquê, Moon? — Perguntam vocês.
Bom, porque sou apenas humana e não tinha a mínima vontade de postar... Eu já disse que tenho preguiça até para fazer algo que gosto? Eu me canso fácil e escrever ou postar uma fanfic — mais precisamente postar um capítulo — não fogem à regra.
Depois de uma explicação totalmente humana vou dizer umas coisinhas... Bom, devido a problemas da autora — MoonSempai / eu — o capítulo não ficou tão grande como a mesma gostaria que ficasse mas por agora está bom... Se sentirem que a história está a perder o rumo não se desesperem! Eu perco o controlo do navio quando ele já está há algum tempo em alto mar... Mas pego o rumo logo depois! Têm apenas de me dizer se não estão gostando do rumo da história ou possíveis melhorias.
Sem mais delongas, boa leitura!

~ Moon

Capítulo 2 - Contra a coroa.


Capítulo Dois Contra a coroa.

O palácio estava um caos. O rei havia colocado todos os seus homens em busca da princesa. Aquela garota estava sempre a fugir deixando o rei morto de preocupação.

As aias nadavam como loucas, os soldados procuravam em todos os cantos pelo paradeiro da garota mas nada parecia resultar.

Sentado no trono de corais, Adam pensava numa solução para chamar Moon à razão. A garota era teimosa demais.

— Se alguém viu a minha filha e não me comunicar imediatamente — levantou-se furioso. — Será considerado culpado pelo seu desaparecimento!

O rei tornou a sentar-se mas, desta vez, soltando um suspiro cansado. Aquela garota dava trabalho.

— Pai — a voz doce de Moon adentrou a sala.

— Estou muito desiludido contigo, minha filha.

Moon não costumava baixar a cabeça a nada mas foi exactamente isso que fez perante o pai. Não queria comportar-se como uma adolescente mimada.

— Sua mãe está grávida e não pode ficar nervosa — declarou o rei. — Ela podia ter perdido o bebé por não saber onde estavas.

— Ela não iria importar-se minimamente.

— Não fale assim de sua mãe, Moon Wilde!

Moon calou-se mas desta vez encarou-o profundamente. Sua mãe pouco dava atenção a Moon e quando o fazia apenas punha defeitos naquilo que ela fazia.

— Fui ter com a Ophelia — ignorou o que o pai dizia. — Preciso de um tempo para mim e o oceano não é um lugar para pessoas como eu, que defendem a liberdade, ficarem!

— É exactamente aqui que uma garota mal comportada como tu deve ficar!

O guarda que a agarrava pelo braço arrastou-a para o quarto. Ordens de seu pai, claro.

O jovem loiro empurrou-a levemente para dentro do quarto, trancando-o logo de seguida. Ela conseguiu ouvir um pedido de desculpas muito baixinho junto da porta. Ele não queria trancá-la ali.

Sentou-se emborrada na cama a pensar em como a vida das outras princesas e príncipes era bem mais fácil. Seria mesmo? Ela achava que sim.

— Princesa — Nadja, uma aia, chamou-a. — A princesa Ophelia quer falar consigo.

— Moon?

— Sim, Ophelia?

— O teu pai deixou que eu viesse falar contigo mas tem de ser rápido pois a poção não dura muito — informou Ophelia. — O teu pai quer casar-te com Eros.

— O quê? — Moon estava incrédula.

— Isso que ouviste. O teu pai pretende unir-te a Eros para, assim, evitar possíveis guerras entre o oceano e o interior do nosso mundo.

Era uma loucura. Ela sabia que não era só isso. Seu pai queria prendê-la a um homem para que não fugisse e, sem dúvida, o melhor partido para aprisiona-la seria Eros.

— Moon não posso ficar mais tempo — Ophelia encostou a testa à porta do quarto de Moon. — Adeus, amiga.

Moon, naquele momento não pensou que seria a última vez que conversaria com Ophelia. Foi a conversa mais curta que já tivera ao longo dos seus dezassete anos de vida.

No dia seguinte Eros e Héstia estavam no oceano para oficializar o casamento. Ophelia tinha razão.

Como era de se esperar, Moon recusou-se a casar com Eros o que reinou discórdia que terminou em guerra.

Quando percebeu que as coisas estavam a ficar preocupantes, Moon fugiu para a superfície em busca de Ophelia e Phoenix mas não encontrou nada.

— Ophelia! Ophelia!

A poção que a deixava com pernas estava quase a chegar ao fim e ela não encontrava Ophelia. Moon ouviu o barulho de uma flexa a ser disparada atrás de si.

Para sua sorte, tinha reflexos rápidos e conseguiu desviar a tempo de apenas fazer um pequeno corte no braço direito.

Princesa Moon — o homem proferiu o seu nome com desdém.

— Que quer de mim?

— Quero que morra! Você é uma vergonha para Aefidah!

O homem, aparentemente cidadão terrestre, preparava-se para lançar mais uma flexa contra Moon quando um guerreiro vestido com uma armadura branca pegou na princesa ao colo.

A armadura era branca como a neve, então ela tirou a conclusão de que aquele fosse um soldado do rei Antony.

Moon não tinha qualquer ligação com aqueles lados. Ela não se aproximava das neves então, porque ele a ajudou?

O cavaleiro misterioso começou a correr com Moon nos braços. Ele ia em direção das neves. Ela estava certa. Ele era mesmo um guerreiro daquele território.

Moon permitiu-se olhar para trás mas não avistou o homem. Não havia mais nada atrás deles.

— Princesa, não olhe para trás — ordenou o jovem guerreiro. — Olhe apenas para os meus olhos.

— Está bem.

Moon fez uma expressão de dor ao levar os dedos à ferida aberta. As suas pernas desapareceram e deram lugar a uma cauda rosada. O sangue escorria pelo seu braço e a dor aumentava.

— Tenha calma, princesa.

— Dói — foi a única coisa que escapou pelos lábios rosados.

A dor era incómoda mas suportável. Bom, o jovem achava que era suportável mas ela não.

O guerreiro pontapeou as portas do palácio que foram abertas às pressas por outro guerreiro mais jovem e inexperiente.

— Capitão Isaac — o garoto inexperiente olhou para a cauda e depois para a cara da garota que o outro carregava. — O que faz com uma sereia nos braços?

— Respeito para com uma senhora — ralhou o capitão. — Mais respeito ainda por tratar-se de uma princesa.

— Princesa?

— O-O s-seu nome é I-Isaac?

— Não fale, princesa — ordenou, preocupado. — Poupe esforços.

Levou-a no colo até a uma garota de longos cabelos platinados, pele pálida quase como a de um fantasma e olhos tão azuis como as safiras que adornavam o seu pulso.

— Princesa Any — chamou o capitão. — Temos um problema.

— O que se passa Isaac?

— Veja.

Any parou de encarar o lago gelado para olhar o indivíduo. Ao olhar para a garota nos seus braços, temeu que fosse quem pensava que era.

— O que fez com a princesa Moon?

— Eu sou inocente — apressou-se a dizer. — Eu ajudei-a a fugir de um homem que a queria matar. Ele estava no território terrestre e parecia um cidadão comum.

— As aparências iludem, meu caro Isaac. Temos de tratar do seu ferimento.

— Vou falar com o rei Antony.


Notas Finais


Gostaram de conhecer Ophelia? Eu pessoalmente achei que conhecer a Ophelia foi das melhores partes do capítulo inteiro, bem tirando a parte em que Any aparece... Any sem dúvida é a melhor princesa de Aefidah. Se apeguem a ela tanto quando eu sou apegada na Any real ´3´.

Não exijo nada de ninguém mas se quiser dar-me uma força, comente. Não sejam leitores fantasma, eu não mordo!


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