História Two Worlds Collide - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren, Norminah, Trolly, Vercy
Exibições 17
Palavras 1.469
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Super Power, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Estou aqui mais uma vez com mais um capítulo. Esporo que gostem. Boa leitura.

Capítulo 2 - A chegada


P.O.V Lauren

Já está na hora da viagem, e eu e meus irmãos ( Taylor e Chris, o gêmeos, também irão para a MHS ), estamos esperando nossos pais .

— Mas que demora.— Disse Taylor impaciente.— Nós vamos nos atrasar.

— Calma Taylor! Papai e mamãe já teve estar descendo.— Disse já irritada pela impaciência de minha irmã.

Depois de alguns minutos, papai e mamãe, desceram as escadas que davam para alá dos quartos.

— Me desculpem o atraso. Vocês sabem como a mãe de vocês é. Enrolada demais.- Mamãe virou-se em direção do papai, e lhe deu um belo de um tapa na cabeça.

— Eu não sou enrolada Michael, só estava ajeitando as coisas para que a viagem seja tranquila.— Todos nós rimos da situação.

— Ok, ok. Agora vamos se não os meninos vão se atrasar.

Todos nós concordamos e saímos em direção ao carro. Logo já estávamos a caminho da MHS.

Durante todo o trajeto papai e Chris foram fazendo brincadeirinhas enquanto mamãe conversa comigo sobre meu relacionamento com Brad.

O caminho se fez breve e tranquilo. Chegamos e já fomos recebidos pelo diretor, Simon Cowell. Ele é legal, meio rabugento, mas legal.

— Olá Rainha Clara.— Disse Simon beijando a mão de minha mãe, virou- se para meu pai e disse— Olá Rei Michael.— Ele vez uma breve reverência.

— Olá Simon.— Disse mamãe com um sorrisinho simpático no rosto.

— É bom te ver novamente Simon.— Papai falou e estendeu-lhe a mão que foi prontamente apertada.

Simon se virou para mim com um sorriso de orelha a orelha.

— Menina Jauregui.— Falou me puxando para um abraço apertado.— A quanto tempo, já estava com saudade.

— Qualé Simon foram só três meses.— Responde me desvencilhando do abraço.— Sem querer ser grossa, será que o senhor podia me dizer se meus amigos já chegaram?.

— Já sim, estão todos te esperando no corredor da entrada.

Olhei para os meus pais com uma cara de cachorro pidão, pois queria encontrar os meus amigos, mas papai não deixaria porque ele sempre me leva até o dormitório para ver se nada de ruim vai acontecer.

— Pode tirando essa cara de cachorro pidão. Nós vamos até o seu quarto primeiro.— Disse papai.

— Por favor papai! Eu não sou mais uma criança, sei me cuidar. — Disse quase me ajoelhando .

Ele me olhou ríspido, depois de algum tempo me encarando para ver se encontrava alguma incerteza na minha afirmação, ele acabou cedendo.

— Tudo bem.— Disse ele parecendo relaxar, e eu vibrei por dentro.— Vou pedir para que os Asas Brancas coloquem a suas coisas no seu quarto.

— Obrigada Papai.— Andei em sua direção e lhe dei um abraço apertado.— Tchau papai, vou sentir saudades.

— Eu também filha.— Falou se desvencilhando do abraço para logo depois depositar um beijo em minha testa.— Tome cuidado.

— Pode deixar pai.— Disse ô olhando, depois me virei em direção de minha mãe e fui ao seu encontro.— Tchau Mãe, eu te amo.— Lhe dei um abraço bem apertado, expressando toda a saudade que irei sentir.

— Eu também te amo filha.— Ela deu um beijo em minha testa, igual ao meu pai.

Depois disso saí andado até a entrada do castelo. Os castelo era enorme, tinha duas alás de dormitórios, uma alá no subterrâneo, para o treinamento dos magos, feiticeiras e dominadores, uma alá para o treinamento dos guardiões, um refeitório enorme, uma quadra, um campo de futebol americano e o Jardim, que na minha opinião era o melhor lugar da escola.

Já havia avistado meus amigos que também haviam me visto. Estava quase chegando lá, mas antes disso acontecer sinto um corpo colidir contra o meu e uma forte dor na cabeça.

P.O.V Camila ( algumas horas antes )

— CAMILA DESCE LOGO! SE NÃO IREMOS NOS ATRASAR.— Ouvi meu pai gritar lá da sala.

Peguei minhas malas e sai correndo, quase caindo da escada, sou bem desastrada HA HA HA ( risada irônica ). Chegando no hall de entrada meu pai prontamente pegou minhas malas dizendo:

— O que você colocou aqui dentro? Chumbo?.— Olhei para ele ingnada com sua fala.

— Só coloques o necessário.— Me virei de costas com os braços cruzados abaixo do peito.

— E você precisa levar o quarda-roupa inteiro.— Me virei em sua direção e comecei a disferi- lhe tapas.

— Ai Ai Ai! Chega filha.— Falou segurando meus braços e me puxando para um abraço.— Vou sentir saudades Kaki.

— Eu também Pai.— Disse saindo do abraço.— Sofi já está no carro?.— Ele assentiu positivamente.

Papa voltou a pegar minhas malas e saiu resmungando, ri da situação. Olhei para trás com um sistema melancólico.

— Tchau casa vou sentir saudades.

Saí de casa e fechei a porta atrás de mim, logo entrando no carro. Meu pai já colocava as chaves na ignição quando perguntou :

— Prontas meninas?

— Sim!.— Eu e Sofi respondemos ao mesmo tempo.

O caminho inteiro foi eu, meu pai e minha irmã cantando as músicas que estavam na parada, coisa típica de viagens dos Cabello, e óbvio não faltou brincadeiras.Chegando lá eu fiquei boquiaberta. PUTA MERDA. O castelo era enorme e muito lindo, parecia coisa de filme.

Meu pai estacionou o carro, e. Fomos em direção da secretária. Um moço bem simpático da limpeza, que se chamava Charlie, nos informou onde ficava a secretária, e disse que lá eu ía encontrar tudo que precisava para me " adaptar ".

Quando finalmente encontramos a secretária encontramos uma senhorita com uma cara de tédio, ela nos percebeu e se virou para nós.

— Olá! Em que posso ajudá-los?

—Oi! É ... Eu queria saber o número do meu dormitório, por favor.

— Nome completo.

— Karla Camila Cabello Estrabão.— Respondi um pouco animada, ela se voltou para tela do computador, e depois de alguns minutos ela disse:

— O seu dormitório é o 669, no último andar.

Fiquei meio receosa quanto ao número do quarto, se o nove fosse um seis eu, com toda certeza do mundo, não entraria naquele quarto nem na porrada.

Agradecemos e saímos. Fomos em direção ao dormitório. Chegamos e já fui logo abrindo a porta, percebi que o quarto estava vazio, só tinha algumas malas do lado direito do quarto. O quarto era grande, tinha duas camas de casal, uma do lado esquerdo que ficava perto da porta, e a da direita que ficava do lado do banheiro e a frente das mesmas havia uma porta, preta, que dava acesso ao grande closet. Minha colega de quarto pegou a cama do lado direito então tive que ficar com a cama da esquerda.

Papai e Sofi me ajudaram a arrumar as coisas, e quando acabamos eu fui até o portão para, infelizmente, me despedir deles.

— Tome cuidado minha filha.— Disse papai vindo me dar um abraço.— Vou morrer de saudades.

— Eu também vou Pai, pode deixar que vou me cuidar.— Disse, já deixando algumas lágrimas deimosas caírem pelo meu rosto. Saiu dos braços de meu pai e fui em direção de Sofi.

— Vou sentir saudades Kaki.—Disse minha pequena, soluçando alto por causa do choro que ela não conseguia controlar.

— Não chora meu amor, logo, logo iremos nos ver de novo .

— Mas enquanto isso quem vai brincar de casinha comigo?

— O papai, ué.

— Ele não sabe brincar.

— Ele aprende. Agora vocês têm que ir porque já está ficando tarde e a viagem vai ser longa.— Disse, ela me deu um último abraço junto de meu pai, depois eles saíram em direção ao carro.

Quando o carro saiu do estacionamento meu celular começou a vibrar, eu ô peguei no bolso da calça e vi uma notificação de Dinah avisando que todos já estavam me esperando no corredor da entrada. 

Comecei a correr em direção do corredor, depois de um tempo eu avisto meus amigos conversando perdi de um banco. Já estava chegando lá , quando me sinto colidir com um corpo, e quando fui ver já estava no chão em cima da pessoa. Fui ver quem foi a vítima da minha falta de atenção e me deparei com o ser, de olhos esmeralda, mais bonito da face da terra. Era uma garota bem bonita com olhos verdes bem marcantes, ela usava uma jaqueta preta de coro e por baixo uma camiseta básica branca, ela estava com uma calça jeans rasgada nos joelhos e usa um cuturno preto, você deve tá se perguntando como eu sei se eu estava por cima dela, vamos disser que eu " passei o olho ".

Percebi que estava a encarando por tempo demais.

— M- Me desculpe.— Disse já me levantando e estando- lhe a mão, que foi aceita de bom grado.— Me desculpe mesmo essa não era a minha intenção, e...— Eu não consegui terminar de falar pois ele me interrompeu falando grosseiramente:

— E você devia olhar por onde anda. Sua desastrada.

Ela saiu batendo o pé e bufundo, me deixando parada com uma cara de tacho.

Voltei a andar, logo encontrando meus amigos, que viram toda a cena, eles me informaram que ela é uma Princesa, ou seja, uma menininha mimada.








Notas Finais


Bom foi isso espero que tenham gostado. Foi meio clichê? Foi, mas tá legal, na minha opinião, até semana que vem. Beijos .


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